quarta-feira, 6 de abril de 2022
Conferência “Estarreja e o Ar – Avaliar e Interpretar”
Castelo de Vide, 14 de abril: Manuel Jorge Marmelo apresenta "A Última Curva do Caminho"
Com agrado informamos do lançamento do livro A Última Curva do Caminho, de Manuel Jorge Marmelo.
Uma iniciativa do Grupo de Amigos de Castelo de Vide, agendada para as 17:00 horas de 14 de abril, na Biblioteca Municipal Laranjo Coelho, em Castelo de Vide.
Para mais informações contactar sff:
= grupoamigos.castelodevide@gmail.com
Portalegre | BENAVILA VAI TER NOVA EXTENSÃO DE SAÚDE
Brasil: Milhares de indígenas acampam na capital em defesa das suas terras
Milhares de brasileiros indígenas começaram na terça-feira a acampar em Brasília, para defender os seus direitos e protestar contra o governo federal, que acusam de ter favorecido a exploração económica dos seus territórios.
Vestidos em trajes tradicionais, representantes de centenas de povos indígenas ocuparam um grande campo, localizado a quatro quilómetros do palácio presidencial, do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF), onde vão ficar até 14 de abril.
“Viemos aqui para pedir ao governo federal que acabe com as ameaças que pairam sobre os nossos territórios”, disse à Agence France Presse Sinésio Trovão, representante da etnia Maguta-Tikuna, um dos povos indígenas mais importantes do Brasil.
O acampamento anual, chamado de Terra Livre, teve as duas últimas edições canceladas devido à pandemia da covid-19.
O Presidente brasileiro Jair Bolsonaro chegou ao poder em 2019, com a promessa de abrir às indústrias extrativas as reservas indígenas existentes, já duramente atingidas pela desflorestação, mineração ilegal e comércio ilegal de madeira.
Os povos indígenas representam cerca de 0,2% dos 212 milhões de brasileiros, mas as suas reservas ocupam cerca de 13% do território do país.
Os povos acusam o governo de querer não só acelerar alguns projetos económicos que consideram prejudiciais ao meio ambiente, mas também aprovar uma lei que autorizaria a exploração mineira em reservas indígenas.
A principal luta passará por fazer frente ao chamado marco temporal, uma ação no STF, que poderá ser votada em junho, que defende que povos indígenas só podem reivindicar terras que ocupavam na data da promulgação da Constituição, em 05 de outubro de 1988.
“Muitas das terras ainda não foram demarcadas, ainda nem foram delimitadas”, não sendo possível os indígenas possuírem os documentos das terras, explicou no domingo à Lusa Ana Paula, coordenadora do projeto Meninas na Luta (Cunhatai´ Ikha~).
“O Governo não faz esse estudo, não marca e não delimita as terras indígenas. Segundo a constituição, existe um direito originário: eles estavam aqui antes da chegada dos portugueses”, frisou.
Na manifestação, que terá como missão também dinamizar vozes no debate eleitoral, vão ser lançadas várias candidaturas indígenas para governadores, senadores e deputados às eleições gerais de outubro.
Madremedia/Lusa
Homem fica com 60% do corpo queimado em explosão em habitação
Tudo indica que a explosão tenha sido provocada por uma fuga de gás.
Um homem de 52 anos ficou na noite de terça-feira com 60% do corpo queimado, na sequência de uma explosão numa habitação, na zona de Rendufe, em Ponte de Lima (Viana do Castelo), adiantaram à agência Lusa os bombeiros.
De acordo com o comandante dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima, Carlos Lima, além de ter provocado um ferido grave, a explosão provocou danos estruturais na casa, ficando “completamente destruída”.“(…) Tudo indica que a explosão tenha sido provocada por uma fuga de gás”, indicou.
À Lusa, Carlos Lima adiantou que a vítima era o único residente naquela habitação e que foi transportada de helicóptero para o Hospital de Coimbra.
Foi de helicóptero [para o hospital] . O local onde havia condições de segurança para que o helicóptero (…) pudesse aterrar era o campo de futebol do Parede de Coura, que era o mais próximo do local da ocorrência”, assinalou.
O alerta para a ocorrência foi dado pelas 20:30 horas de terça-feira, segundo Carlos Lima, que acrescentou, pelas 00:00 horas, que os operacionais já tinham abandonado a área.
No local chegaram a estar 17 operacionais, apoiados por seis viaturas, e um helicóptero, de acordo com o ‘site’ na Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).
SIC Notícias/Lusa
Marinha abriu processo disciplinar a militar que vendia droga a outros militares em tratamento de toxicodependências
Portugal expulsa dez funcionários russos por “atividades contrárias à segurança nacional”
O governo português deu duas semanas a dez funcionários da missão diplomática russa para abandonarem o território nacional. A lista são detalha quem são estes funcionários, mas diz não se tratar de "diplomatas de carreira".
Numa nota enviada esta tarde pelo ministério dos Negócios Estrangeiros, o gabinete de João Gomes Cravinho diz que o governo português "notificou, esta tarde, o Embaixador da Federação Russa da sua decisão de declarar persona non grata dez funcionários dessa missão diplomática, cujas atividades são contrárias à segurança nacional."
No mesmo texto, o governo esclarece que "nenhum destes dez elementos é diplomata de carreira e que disporão de duas semanas para abandonar o território nacional." Não há informação que detalhe quem são estes funcionários.
O Governo português reitera a condenação, firme e veemente, da agressão russa em território ucraniano."
A decisão do ministério dos Negócios Estrangeiros português segue a linha de vários outros países europeus, que anunciaram a expulsão de diplomatas russos nos últimos dias.
Hoje mesmo, o Alto Representante para a Política Externa e de Segurança da União Europeia disse ter decido “designar ‘persona non grata’ vários membros da Representação Permanente da Federação Russa na UE por envolvimento em atividades contrárias ao seu estatuto diplomático”.
Segundo o chefe da diplomacia da União Europeia, Josep Borrell, esta medida responde a “atos ilegais e disruptivos da Rússia contra a segurança da UE e dos Estados-membros”.
Uma contagem feita esta tarde pela agência de notícias francesa AFP, o número de diplomatas russos expulsos de vários países da União Europeia desde a invasão da Ucrânia ascende a pelo menos 260.
Uma medida que a presidência russa (Kremlin) lamentou, afirmando que isso só vai dificultar as possibilidades de comunicação a nível diplomático numa altura em que “as condições já estão difíceis”
Isto “denota uma falta de visão que complicará ainda mais” as relações entre a Rússia e a União Europeia, declarou à imprensa o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.
“E isso, inevitavelmente, levará a medidas de retaliação”, acrescentou.
Madremedia


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