terça-feira, 4 de agosto de 2026

Dia Internacional da Juventude | Covilhã | 12 de agosto

 
O município de Celorico da Beira, através do CLDS 5G Celorico Solidário, promove no próximo dia 12 de agosto, na Covilhã, no âmbito do Dia Internacional da Juventude, um recheado programa composto por atividades de Lasertag, Realidade Virtual e Piscina de Ondas, dirigido aos jovens celoricenses dos 12 aos 16 anos .
A participação nas atividades é gratuita, limitada às vagas existentes, e sujeita a inscrição, efetuada pelo encarregado de educação, até ao dia 7 de agosto, nas Piscinas Municipais de Celorico da Beira.

No âmbito desta iniciativa, informam-se os participantes que:

Devem levar roupa desportiva e roupa de piscina;
Devem assegurar o almoço, que terá lugar na zona de restauração do shopping, tendo em consideração que não é permitida a entrada de geleiras, chapéus de sol ou alimentos, de acordo com as normas da Piscina de Ondas.

Aceita o nosso convite e celebra o Dia Internacional da Juventude (12/8), vivenciando um dia cheio de diversão, convívio e momentos inesquecíveis!

Não fiques de fora!

Projetos educativos da CIM Viseu Dão Lafões envolveram mais de 27 mil alunos no ano letivo 2025/2026


Iniciativas promovidas pela CIM Viseu Dão Lafões reforçaram a ligação dos mais jovens ao património, à identidade territorial, à ciência, à inovação, à sustentabilidade, ao empreendedorismo e aos hábitos de vida saudáveis.

A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões concluiu mais uma edição dos seus principais programas educativos dirigidos à comunidade escolar, o “Descobre e Aprende em Viseu Dão Lafões”, o “Comer Bem, Crescer Feliz”, o “Laboratório Móvel das Ciências”, o “Explorastórias”, o “O Futuro é Amanhã”, o “Comer Bem, Sorrir Melhor” e o “Wanted – Escolas Empreendedoras da CIM Viseu Dão Lafões”.

Durante o ano letivo 2025/2026, as diferentes iniciativas promovidas pela CIM envolveram mais de 27 mil alunos das escolas da região, além de docentes, famílias e parceiros locais.

À semelhança das edições anteriores, os projetos afirmaram-se como importantes instrumentos de educação em contextos de ensino não formal, contribuindo para o aprofundamento do conhecimento dos alunos sobre o território de Viseu Dão Lafões e para a promoção de estilos de vida saudáveis.
A operacionalização destes projetos representou um investimento de cerca de 350 mil euros por parte da CIM Viseu Dão Lafões.
O programa “Descobre e Aprende em Viseu Dão Lafões” permitiu aos alunos contactar de forma direta com o património histórico, cultural, natural e económico de Viseu Dão Lafões. Este ano letivo foram abrangidos 1.538 alunos, desde o pré-escolar ao ensino secundário, além de 162 adultos acompanhantes, num total de 42 visitas educativas.

Já o programa “Comer Bem, Crescer Feliz”, dedicado à promoção de hábitos alimentares saudáveis junto das crianças e famílias, envolveu 432 alunos do pré-escolar e do 1.º CEB. Ao longo do ano foram realizadas 102 sessões pedagógicas, centradas em produtos alimentares, complementadas por 13 sessões de ativação prática, que incluíram iniciativas como “O Chef Vai à Escola” e visitas a produtores locais.

O projeto integrou ainda seis webinars dirigidos a encarregados de educação, dedicados à alimentação equilibrada, diversificada e sustentável, bem como o desenvolvimento de um novo “Guia Prático Para uma Alimentação Saudável”. O Guia reúne receitas e orientações práticas que incentivam escolhas alimentares mais conscientes e equilibradas no contexto familiar.

A par destes programas, a CIM Viseu Dão Lafões promoveu ainda outros projetos educativos dirigidos à comunidade escolar, reforçando a aposta na promoção da leitura, da ciência, da inovação, da sustentabilidade, do empreendedorismo e da saúde junto dos mais jovens.

O projeto “Explorastórias”, dirigido ao público do pré-escolar, realizou, ao longo do ano letivo, 99 ações, envolvendo 140 turmas, 1.914 crianças e 139 docentes. Através da articulação entre a literatura infantil e a literacia científica, as crianças exploraram conceitos científicos de forma lúdica e participativa, despertando a curiosidade e promovendo a aprendizagem desde os primeiros anos de escolaridade.

Já o “Laboratório Móvel das Ciências”, destinado aos alunos do 1.º CEB, promoveu 172 ações, abrangendo 206 turmas, 3.524 alunos e 207 docentes. As atividades práticas abordaram áreas como a robótica, o mundo digital, a criatividade e a inovação, a colaboração e a resolução de problemas, aproximando a ciência e a tecnologia dos alunos em contexto escolar.

Por sua vez, o projeto “O Futuro é Amanhã”, dirigido aos alunos do 3.º CEB, desenvolveu 163 ações, envolvendo 174 turmas, 3.259 alunos e 269 docentes. A iniciativa sensibilizou os jovens para os desafios do ambiente, das alterações climáticas e da sustentabilidade, recorrendo à Bancada Móvel das Ciências.

O projeto “Wanted – Escolas Empreendedoras da CIM Viseu Dão Lafões” reforçou igualmente a aposta na promoção do espírito empreendedor, da criatividade e da inovação junto dos jovens da região. Ao longo do ano letivo, a iniciativa envolveu 1.373 alunos nas Conferências Teen, 110 alunos e 15 professores nos Bootcamps Intermunicipais e 81 alunos no desenvolvimento de 37 ideias de negócio, proporcionando diferentes momentos de formação, capacitação e estímulo à capacidade de iniciativa e à transformação de ideias em projetos.

No domínio da promoção da saúde oral e nutricional, em colaboração com a Universidade Católica Portuguesa, o projeto “Comer Bem, Sorrir Melhor” deu igualmente continuidade à sua intervenção nas escolas dos 14 municípios de Viseu Dão Lafões. A iniciativa abrangeu 2.140 alunos em intervenção direta e 12.906 alunos em intervenção indireta, através de rastreios, consultas e ações de literacia em saúde, promovendo hábitos de vida saudáveis e contribuindo para a prevenção da doença e para a melhoria da saúde oral das crianças.

Para João Azevedo, Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, “estes projetos refletem a forma como esta Comunidade Intermunicipal olha para a educação: como um espaço de aprendizagem que não se esgota na sala de aula, aproximando os alunos do território onde vivem e promovendo competências fundamentais para o futuro, desde o conhecimento do património até à adoção de hábitos saudáveis”.

Também Nuno Martinho, Secretário Executivo da CIM, destaca o impacto continuado destas iniciativas: “Queremos continuar a investir em projetos educativos inovadores, que acrescentem valor ao percurso escolar dos nossos jovens e contribuam para formar cidadãos mais conscientes, ligados ao território e preparados para os desafios do futuro”.

Sobre a CIM Viseu Dão Lafões:
A CIM Viseu Dão Lafões é uma associação de municípios, denominada como Comunidade Intermunicipal, sendo constituída pelos municípios de Aguiar da Beira, Carregal do Sal, Castro Daire, Mangualde, Nelas, Oliveira de Frades, Penalva do Castelo, Santa Comba Dão, São Pedro do Sul, Sátão, Tondela, Vila Nova de Paiva, Viseu e Vouzela.

*Miguel Fernandes
Gabinete de Comunicação CIM Viseu Dão Lafões

**Filipe Santos
Assessoria de Imprensa


segunda-feira, 3 de agosto de 2026

INESC Coimbra lidera projeto europeu de defesa com Inteligência Artificial para combater ameaças híbridas


O Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores de Coimbra (INESCC), uma unidade de I&D associada à Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), lidera o projeto SHIELD-EU, uma iniciativa de investigação que pretende desenvolver tecnologias de Inteligência Artificial para reforçar a capacidade de resposta a ameaças híbridas, como ciberataques, campanhas de desinformação e outras formas de interferência digital.

Coordenado por Jorge Sá Silva, docente do Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores da FCTUC e investigador do INESCC, o projeto visa desenvolver uma arquitetura de defesa inovadora baseada em Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial na Borda (Edge AI) e modelos cognitivos, emocionais e comportamentais, com o objetivo de reforçar a resiliência perante ameaças associadas à guerra híbrida.

Os conflitos atuais combinam frequentemente ciberataques, campanhas de desinformação, manipulação psicológica e outras formas de interferência digital, colocando novos desafios à segurança e à capacidade de resposta das organizações e das infraestruturas críticas. Neste contexto, o SHIELD-EU pretende desenvolver soluções tecnológicas centradas no ser humano, capazes de apoiar a tomada de decisão, melhorar a consciência situacional e aumentar a capacidade de resposta em ambientes complexos e de elevada pressão.

Uma das principais linhas de investigação do projeto passa pela utilização de tecnologias de Edge AI, que permitem processar informação crítica localmente, de forma mais rápida, segura e autónoma, reduzindo a dependência de infraestruturas centralizadas e aumentando a robustez operacional.

“O SHIELD-EU pretende colocar o conhecimento científico desenvolvido no INESCC e na FCTUC ao serviço da construção de infraestruturas digitais europeias mais resilientes e seguras, mantendo sempre o ser humano no centro do desenvolvimento tecnológico", destaca Jorge Sá Silva, coordenador do projeto.

O projeto SHIELD-EU é financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), no âmbito do concurso DEFESA + CIÊNCIA: Projetos Exploratórios 2025.

O projeto conta com a colaboração da Força Aérea Portuguesa, que contribuirá para a validação das soluções desenvolvidas em cenários operacionais, aproximando a investigação científica das necessidades concretas do setor da defesa.

*Catarina Martinho
Assessoria de Imprensa
Universidade de Coimbra
Faculdade de Ciências e Tecnologia

Finalmente conheci a Capadócia (Wow!)

 

Olá Litoral,

Hoje escrevo sobre um destino maravilhoso que estava para conhecer há muitos, muitos anos: a Capadócia. Trata-se de um lugar único no mundo, uma paisagem viva e continuamente em transformação, que em 1985 valeu ao Parque Nacional de Göreme a classificação de Património Mundial pela UNESCO.

Foi uma viagem em família, com direito a passeio de balão e tudo — mas, mais do que partilhar adjetivos elogiosos, queria mesmo convidar à leitura destes artigos, que espelham na perfeição tudo o que vi, vivi e senti. Espero que goste.

Vale mesmo a pena visitar a Capadócia numa próxima oportunidade. Fica o convite. Esteja atento a eventuais promoções de voos e, qualquer dúvida, estou ao dispor para ajudar no que souber e puder.

De resto, continuo a receber mensagens sobre os tours de 7 dias em Marrocos e o circuito no Egito organizados pelo meu amigo João Leitão. Já escrevi que o verão não é a melhor altura para estes destinos, mas se só tiver disponibilidade agora não deixe passar a oportunidade.

Fazer seguro de viagens IATI (5% off)

A terminar, deixo o habitual pedido para utilizar estes links ao planear as próximas viagens. Para si não faz diferença mas para mim é uma grande ajuda. Muito obrigado.

Grande abraço e boas viagens,

Filipe Morato Gomes

Opinião - A 1ª República gozada pelo povo

 "Um português, uma tristeza; dois portugueses, uma discussão; três portugueses, uma revolução."

A frase corria nos meios portugueses e estrangeiros durante a I República, sendo particularmente conhecida em Paris, onde a vida política portuguesa era acompanhada com atenção por diplomatas, jornalistas e intelectuais. Em poucas palavras, resumia uma imagem que se foi construindo sobre Portugal entre 1910 e 1926: a de um país onde o entusiasmo das grandes ideias rapidamente dava lugar à divisão, onde o debate político facilmente se transformava em conflito e onde as revoluções pareciam fazer parte da rotina nacional.
Mas esta não foi a única frase que ficou desse período. A própria expressão "Viva a República!", nascida como grito de esperança nas ruas de Lisboa em 1910, começou a mudar de significado à medida que os anos passavam. Aquilo que inicialmente representava a promessa de um novo Portugal passou, muitas vezes, a ser usado com ironia. Quando surgia uma nova crise política, quando um governo caía ou quando a situação económica piorava, o mesmo grito podia transformar-se numa crítica mordaz: "Viva a República!" já não era apenas entusiasmo; podia ser uma forma de dizer que algo estava profundamente errado.
Outra expressão que atravessou o tempo foi "Isto é uma República das bananas!". Hoje utilizada muitas vezes para significar confusão ou desordem, tem precisamente uma herança ligada ao ambiente político da época. O regime que prometera acabar com os vícios da monarquia era acusado pelos seus adversários de ter criado uma nova forma de instabilidade, marcada por sucessivos governos, lutas partidárias e confrontos entre diferentes correntes republicanas.
Também a sucessão de revoluções alimentou a sátira popular. A ideia de uma "República das revoluções" espalhou-se como uma crítica a um sistema político onde os conflitos militares e as mudanças de poder pareciam nunca terminar. Para muitos portugueses, o regime que nascera através de uma revolução parecia condenado a viver permanentemente em revolução.
A instabilidade governativa tornou-se igualmente motivo de humor. Entre os cafés, as ruas e os jornais satíricos multiplicavam-se as piadas sobre ministros que entravam e saíam rapidamente, sobre governos que duravam pouco tempo e sobre uma classe política mais preocupada com disputas internas do que com os problemas concretos do país.
Foi neste ambiente que se popularizaram frases como "a República prometeu muito e deu pouco", traduzindo a desilusão de uma parte da população que esperava melhorias imediatas na economia, na vida social e no funcionamento do Estado.
A caricatura tornou-se uma das grandes armas da crítica política. Jornais humorísticos como A Paródia, O Zé e Os Ridículos transformaram presidentes, ministros e deputados em personagens de um teatro nacional, onde a sátira revelava aquilo que muitos portugueses pensavam mas nem sempre diziam publicamente.
Contudo, a crítica popular à I República não deve ser confundida com a ausência de conquistas ou de ideias positivas. O período republicano foi também marcado por importantes debates sobre educação, cidadania e modernização do país. Mas os regimes políticos não vivem apenas das suas leis e dos seus discursos oficiais. Vivem também da memória que deixam nas ruas, nas conversas populares e nas frases que permanecem.
E a I República deixou uma curiosa herança linguística: um conjunto de expressões que mostram como um povo observava o poder através do humor.
"Um português, uma tristeza; dois portugueses, uma discussão; três portugueses, uma revolução."
"Viva a República!"
"Isto é uma República das bananas!"
Três frases diferentes, três momentos de uma mesma história: o entusiasmo inicial, o desencanto progressivo e a ironia final com que muitos portugueses passaram a olhar para o regime.
No fundo, a República foi também contada pelo povo. E, por vezes, a sátira revela tanto sobre uma época como os discursos dos seus próprios protagonistas.

*Paulo Freitas do Amaral
Professor, Historiador e Autor


domingo, 2 de agosto de 2026

Universidade Politécnica de Viseu: um novo nome, uma nova ambição

 A passagem do Instituto Politécnico de Viseu a Universidade Politécnica de Viseu, com efeitos desde 1 de agosto, constitui um momento histórico para a instituição e para toda a região.
Esta transformação resulta do impulso reformista do PSD através do Governo e, em particular, da determinação do Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre.
Um impulso já demonstrado com a entrada em vigor do novo Estatuto da Carreira de Investigação Científica, com a reforma do sistema de ação social no ensino superior e com a criação da Agência para a Investigação e Inovação - AI², aproximando a ciência, o conhecimento e a inovação da economia real. A entrada em vigor do novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior permitiu que 13 institutos politécnicos passassem a universidades politécnicas.
Não se trata de uma mera mudança de denominação.
Trata-se de aproximar Portugal das designações adotadas no espaço europeu e de reconhecer a qualidade, a maturidade e a relevância alcançadas pelo ensino superior politécnico.
Mas esta é também uma reforma profunda da organização do ensino superior. O anterior modelo rígido dá lugar a um sistema binário mais flexível, no qual as universidades politécnicas podem ministrar ensino universitário e as universidades integrar ensino politécnico, desde que cumpridos os critérios legais aplicáveis e preservada a identidade de cada subsistema.
O novo RJIES constitui, assim, uma importante ferramenta de coesão territorial e social. Abre novas possibilidades de associação, integração e transformação, permitindo que cada instituição construa o seu próprio caminho de acordo com a sua qualidade, estratégia e ambição.
À imagem do percurso recentemente iniciado pela Universidade de Leiria e Oeste e pela Universidade Técnica do Porto, mas agora com um enquadramento jurídico mais aberto, Viseu tem condições para fazer o seu caminho.
A Universidade Politécnica de Viseu deve ser o ponto de partida para a futura Universidade de Viseu, que todos ambicionamos.
Nenhuma outra instituição possui tanta capacidade para transformar uma comunidade e um território como uma universidade.
O Governo definiu as prioridades e disponibilizou as ferramentas. Agora é tempo de agir.
Os deputados do PSD eleitos pelo círculo de Viseu reconhecem o trabalho desenvolvido ao longo de décadas por estudantes, docentes, investigadores, trabalhadores e dirigentes.
Esse percurso colocou o IPV num patamar de excelência e constitui a base sólida sobre a qual deve ser construído o futuro.
Lamentavelmente, o PS de Viseu não esteve à altura desta ambição. O Grupo Municipal do PS na Assembleia Municipal e, através de comunicado, o vereador e presidente da concelhia socialista preferiram criticar a direção do IPV em vez de se mobilizarem em defesa da instituição.
Também aos deputados do PS eleitos pelo distrito faltou força política para contrariar, dentro do próprio partido, a visão centralista e monopolista que continua a dominar o pensamento socialista sobre o ensino superior.
É, por isso, oportunista que o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, João Azevedo, venha agora valorizar esta transformação, quando não teve coragem para a defender nem força para a fazer prevalecer no seu partido.
No momento decisivo, durante a votação do novo RJIES na especialidade, o PS votou contra a norma que permite às universidades politécnicas ministrarem ensino universitário, desde que cumpridos os requisitos legais aplicáveis.
Os deputados do PSD reafirmam o seu compromisso com a Universidade Politécnica de Viseu e com a construção de uma verdadeira Universidade de Viseu, capaz de atrair estudantes, investigadores, talento e investimento, reforçando a inovação, a competitividade e a coesão de toda a região.
O Governo abriu o caminho. O IPV construiu as bases. Cabe agora a Viseu transformar esta oportunidade na Universidade que todos ambicionamos.
 
Viseu, 2 de agosto de 2026
Os Deputados do PSD eleitos pelo círculo eleitoral de Viseu

Cantanhede | Três secretários de Estado visitaram o evento nos primeiros dois dias. Membros do Governo dão “nota” alta à Expofacic

 
Os três secretários de Estado que visitaram a 34.ª Expofacic nos dois primeiros dias ficaram rendidos à dinâmica do evento, que consideram ser um exemplo nacional neste tipo de iniciativas.
No dia da inauguração, presidida pelo secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado, esteve também presente o seu homólogo da Proteção Civil, Rui Rocha, tendo ambos elogiado o impacto de um evento desta magnitude. Silvério Regalado disse mesmo que “a Expofacic é muito mais do que uma feira e muito mais do que uma festa”. “É a afirmação da capacidade de Cantanhede para mobilizar uma comunidade inteira”, enfatizou.
O titular das pastas da Administração Local e Ordenamento do Território referiu ainda que a proximidade e articulação da Câmara Municipal com os agentes económicos, sociais e culturais ajudam a explicar o crescimento da Expofacic, bem como “a sua afirmação no panorama nacional”.
Também o secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, referiu-se à maior feira-festa do país como “uma referência nacional”, justificando, assim, a participação da Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária no evento, com um espaço próprio onde estão disponíveis diversas atividades interativas, nomeadamente em matéria de prevenção.
No segundo dia, o certame recebeu a visita do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, que antes presidiu à sessão de abertura do Dia dos Açores, uma estreia na programação.
Na ocasião, o governante destacou a diversidade de setores presentes na Expofacic, que refletem a dinâmica do município.
Para a presidente da Câmara Municipal e da Comissão Organizadora, Helena Teodósio, a presença de membros do Governo “é o reconhecimento da importância económica e sociocultural da Expofacic como o maior evento do país a este nível”.
Estas visitas permitem aos membros do Governo um melhor conhecimento das realidades regionais, mas também fortalecer a confiança entre os cidadãos e as instituições”, concluiu.