quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

PAN APRESENTA QUEIXA RELATIVA A ACTUAÇÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE AVEIRO À COMISSÃO DE ACESSO AOS DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS

Resultado de imagem para pan
No dia 31 de Janeiro de 2020, a Comissão Política Distrital do PAN – Pessoas – Animais – Natureza de Aveiro apresentou queixa formal à CADA - Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos - por falta de resposta da Câmara Municipal de Aveiro a um pedido de esclarecimento, que tinha sido enviado no passado dia 3 de Janeiro.
 Este pedido de esclarecimento incidiu sobre as circunstâncias em que se terá verificado o abate de uma cadela recolhida da via pública, no dia 12 de Dezembro de 2019. Esta cadela terá sido abatida menos de uma hora após a sua captura, tendo previamente vários munícipes comunicado à Veterinária Municipal de Aveiro a vontade de se responsabilizarem pela entrada do animal em clínica veterinária privada, para que pudesse ser observada e fossem feitos os exames e análises necessários, exames esses que não foram realizados pela veterinária municipal de Aveiro, uma vez que este concelho não possui Centro de Recolha Oficial de Animais, nem meios técnicos para esse efeito.
O PAN lamenta que da parte da Câmara Municipal de Aveiro a resposta tenha sido o habitual silêncio, situação que agora apenas se alterou após a queixa formulada. Apesar disso, a Câmara de Aveiro continuou sem responder se este abate foi realizado em instalações que cumpram os requisitos exigidos por lei. 
O saldo que a Distrital do PAN Aveiro faz sobre a actuação desta Câmara Municipal na área animal continua a ser negativo. Apenas a incúria desta governação justifica a situação limite que se vive, numa capital de distrito onde a lei na área animal continua a não ser cumprida. 

A ciência ao serviço da Proteção Civil: FCT NOVA, FCT Universidade de Coimbra e ANEPC aplicam Inteligência Artificial para analisar incêndios urbanos

cid:image013.png@01D5178B.2DC02DC0A Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT NOVA), em conjunto com a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, através dos seus centros de Investigação e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPCapresentam amanhã, dia 6 de fevereiro, pelas 12h00, na sede da ANEPC, em Carnaxide, o projeto de investigação AI-4-MUFF, que tem como missão analisar o fenómeno dos incêndios urbanos através da inteligência artificial e metodologias da ciência dos dados.

O objetivo é desenvolver uma investigação sobre esta área e criar uma nova ferramenta que permita a gestão mais eficaz dos recursos da administração pública. 

O projeto sobre os incêndios urbanos liderado pela FCT NOVA, envolve as unidades de investigação do Departamento de Engenharia Mecânica e Industrial - UNIDEMI e o Centro de Matemática e Aplicações - CMA, da FCT da Universidade Nova, bem como o Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico em Ciências da Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade – IteCons, da FCT da Universidade de Coimbra, bem como a ANEPC, tendo como investigador responsável o diretor da UNIDEMI, Professor António Grilo, com responsabilidades partilhadas com o Professor João Paulo Rodrigues da Universidade de Coimbra.

Considerando que não existem estudos de caráter científico que permitam a análise de forma sistemática dos incêndios urbanos ou sequer que estudem a multiplicidade de dados recolhidos nos últimos dez anos, o projeto de investigação AI-4-MUFF irá permitir desenvolver uma ferramenta de apoio à decisão por parte da ANEPC e dos Corpos de Bombeiro, garantindo uma intervenção operacional mais eficiente e eficaz neste âmbito.

O Sistema de Apoio à Decisão Estratégica ao Combate aos Incêndios Urbanos, que vai ser desenvolvido pela equipa de investigadores do AI-4-MUFF, propõe uma ferramenta baseada somente em evidências empíricas, através da aplicação de técnicas de Machine Learning, e na interligação do modelo de otimização multi-objetivo e do ambiente de simulação baseado em agentes (Agent-based Model simulation).

Os resultados destes estudos permitirão proporcionar aos decisores ferramentas de apoio à decisão de localização dos recursos humanos e dos meios materiais, com base em dados científicos devidamente fundamentados.

Impeachment: Donald Trump absolvido das acusações de abuso de poder e obstrução

Horas depois do seu discurso do Estado da União, Donald Trump conheceu o desfecho do processo de ‘impeachment’, levantado em Dezembro passado pela oposição democrata: numa votação apertada, o Senado norte-americano considerou-o inocente das acusações de abuso de poder e de obstrução ao Congresso. O presidente reagiu com um "meme".
O julgamento político de Donald Trump conheceu o seu veredito final, sendo que a votação no Senado decorreu depois de quase duas semanas de discussão à volta de dois artigos para destituição, que foram aprovados pela maioria democrata na Câmara dos Representantes em dezembro do último ano.
A sessão de contagem dos votos foi presidida pelo Presidente do Supremo Tribunal de Justiça norte-americano, John Roberts, sendo que cada um dos 100 senadores foi inquirido por ordem alfabética, tendo de dizer se Donald Trump era "culpado" ou "inocente" quanto aos dois artigos de destituição
Na primeira votação, relativa à acusação de abuso de poder, Donald Trump foi absolvido, com 52 votos a declará-lo inocente e 48 votos a considerá-lo culpado.
Na votação do segundo artigo, que tratava da acusação de obstrução do Congresso, Donald Trump também foi absolvido, com 53 votos a declará-lo inocente e 47 votos determinando-o culpado.
Depois das votações, o John Roberts declarou formalmente a absolvição de Donald Trump. "O Senado, tendo julgado Donald John Trump, Presidente dos Estados Unidos, perante dois artigos de impeachment movidos contra ele pela Câmara dos Representantes, e tendo dois terços dos Senadores presentes não o havendo julgado culpado das acusações neles existentes: é, então, ordenado e julgado que o dito Donald John Trump seja absolvido das acusações presentes nesses artigos", proclamou.
Donald Trump já reagiu ao desfecho do impeachment, partilhando uma publicação humorística onde uma capa da revista Time o imagina a recandidatar-se infinitamente a ganhar as eleições, muito para além dos dois mandatos permitidos pela Constituição.
A absolvição era esperada, já que a Constituição norte-americana exige a maioria de dois terços, o equivalente a 67 votos das 100 cadeiras do Senado, para que o presidente seja condenado. Trump sabia, à partida, poder contar com o apoio de, pelo menos, 52 dos 53 senadores republicanos.
A "pedra no sapato" de Trump consistia, à partida, para além dos senadores democratas, no senador republicano por Utah, Mitt Romney, que disse que votaria pela condenação de Trump no que toca ao seu alegado abuso de poder.
"O presidente é culpado de um abuso chocante da confiança pública", disse o ex-candidato à Presidência em 2012 num discurso no Senado. "Corromper uma eleição para se manter no poder talvez seja a violação mais abusiva e destrutiva do juramento ao cargo de alguém que eu possa imaginar", acrescentou.
A discrepância entre a votação do primeiro artigo — 52 votos "inocente", 48 votos "culpado" — e a votação do segundo — 53 votos "inocente", 47 votos "culpado" — prende-se com o facto de que Romney considera Trump culpado de abuso de poder, mas não de obstrução.
Nas alegações finais, esta semana, os democratas insistiram na versão de que Trump abusou do cargo, ao pressionar o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a investigar a atividade da família de Joe Biden, rival democrata, junto de uma empresa da Ucrânia envolvida num caso de corrupção, e que tentou perturbar a investigação pela Câmara de Representantes.
A equipa de advogados do Presidente voltou ao argumento de que não houve pressão junto de nenhum líder estrangeiro (invocando mesmo declarações de Zelensky nesse sentido) e disse que o Presidente atuou sempre em função do interesse público, preocupado com o alastrar da corrupção na Ucrânia, negando igualmente qualquer ato de obstrução ao Congresso.
Donald Trump é acusado de ter pressionado o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, para investigar a atividade do filho do seu adversário político Joe Biden junto de uma empresa ucraniana envolvida num caso de corrupção, num gesto que a Câmara de Representantes diz constituir um ato de abuso de poder, bem como de ter tentado obstruir a averiguação destes factos por parte do Congresso.
Em 18 de dezembro, a maioria democrata na Câmara de Representantes aprovou dois artigos de destituição com base nestas acusações, tornando Donald Trump o terceiro Presidente norte-americano a ser sujeito a um processo de ‘impeachment’, depois de Andrew Johnson, em 1868, e Bill Clinton, em 1998.
Ao longo do processo, Donald Trump tem repetido que tudo não passa de uma "caça às bruxas" destinada a prejudicar a campanha para reeleição nas presidenciais de novembro próximo.
Madremedia

México | Anuncian El Lanzamiento De Novedosa Línea De Camisetas Aladas Con Realidad Aumentada: WingShirts, ¡Libera Tu Espíritu Volador!


por Yesica Flores

  • Nosotros te damos las alas… ¡Ya llegó tu tiempo para volar!
  • El  lanzamiento de WingShirts será el miércoles 5 de febrero vía online, a través de la Tienda en Línea de WingShirts.
  • Durante su presentación, WingShirts ofrecerá siete productos innovadores para damas, caballeros, niñas, niños y bebés: BlackAngel WShirt, Butterfly WShirt, Fairy WingShirt, Little Angel Baby Bodysuit, Little Devil Baby Bodysuit, Quetzal WShirt y WhiteAngel WShirt.
  estudio70 —3D.2D Animation & Media Design— anuncia el lanzamiento de su nueva línea de productos WingShirts, camisetas aladas con realidad aumentada que te invitan a liberar tu espíritu volador. “Cada modelo WingShirts muestra un prototipo virtual de alas 3D diferente”, indicó Al Vázquez, el creativo e innovador emprendedor mexicano, creador de este novedoso concepto que arrancará el próximo miércoles 5 de febrero vía online a través de la Tienda en Línea de WingShirts.
Nosotros te damos las alas… ¡Ya llegó tu tiempo para volar! y ¡Lleva tus alas a todas partes y comparte fotos excepcionales! son parte de la invitación que los creativos de WingShirts proponen al público mexicano y latinoamericano en este lanzamiento de sus camisetas que forman parte de toda una línea de ropa que será lanzada sucesivamente en las próximas semanas y meses, basada en el principio de la 3D combinada con elementos de la realidad aumentada.
“Aunque el término  alas se utiliza en diferentes contextos y alude, principalmente, a las extremidades de que disponen ciertos animales para levantar el vuelo, hay especies con alas que no están en condiciones de volar. Por su parte, existen diversas evidencias de que el ser humano había soñado con volar desde la primera vez que vio un ave elevarse en el cielo, y esto nos lleva a la prehistoria. Ya sea a través de mitos y leyendas, entre los cuales podemos destacar el vuelo del griego Ícaro, las alas son un elemento padrísimo, con gran misticismo, presentes en la historia de la humanidad, en el arte, en la pintura,  con muchos significados. ¿Quién no quiere tener alas?”, puntualiza Al Vázquez.
Durante su lanzamiento, WingShirts ofrecerá siete productos innovadores: BlackAngel Wshirt, Butterfly Wshirt, Fairy WingShirt, Little Angel Baby Bodysuit, Little Devil Baby Bodysuit, Quetzal WShirt y WhiteAngel WShirt, todos con diseños (marcadores impresos) de diferentes tipos de alas.
Con la compra de sus camisetas WingShirts cada cliente recibirá un código QR que lo llevará a descargar la aplicación “WingShirts” de forma gratuita en la tienda de aplicaciones de Apple (estamos trabajando en ello y pronto estará disponible para dispositivos Android), con esta aplicación podrán visualizar y tomar fotos de su camiseta alada y estarán listos para publicar sus fotos en sus redes sociales favoritas.
Cuando el cliente haya descargado la aplicación, simplemente deberá iniciarla en su teléfono inteligente y apuntarle con su cámara a la parte posterior de una WingShirts para capturar sus fotos con el botón en pantalla. La aplicación le solicitará permiso y sus imágenes se guardarán automáticamente en su álbum de Fotos. Además, cuando actualice su aplicación, obtendrá las siguientes funciones que agregaremos como grabación de video y más.
Las camisetas WingShirts son de corte y costura de calidad superior.

Morreu Kirk Douglas. Tinha 103 anos

O ator norte-americano Kirk Douglas morreu hoje aos 103 anos, anunciou o filho, Michael Douglas.
“É com muita tristeza que eu e os meus irmãos anunciamos que Kirk Douglas nos deixou hoje aos 103 anos. Para o mundo era uma lenda, um ator na era de ouro do cinema (…), mas para mim e para os meus irmãos, Joel e Peter, era apenas um pai”, escreveu o também ator Michael Douglas na página oficial na rede social Facebook.
Kirk Douglas deixa “um legado no cinema que vai perdurar nas gerações futuras e uma história enquanto um filantropo de renome, que trabalhou para ajudar o público e trazer paz ao planeta”, prossegue a mensagem do filho.
NDC

México | 10 Cosas Que Tienes Que Saber Sobre Las Relaciones Públicas



por Yesica Flores

Las relaciones públicas (RRPP) son una pieza importante de las empresas que buscan aumentar su posicionamiento, su reputación y resolver crisis mediáticas o corporativas a través de los medios de comunicación.
Las compañías con mejor reputación logran que el 70% de sus clientes recomienden sus productos y servicios a sus amigos y familiares; además, las buenas críticas pueden llegar a contabilizar el 80% del valor de los activos intangibles de las empresas, de acuerdo con el estudio Leading by Reputation de Corporate Excellence.
“Podríamos definir que el objetivo principal de las relaciones públicas es construir la mejor reputación para una empresa, producto o personaje. Esta estrategia hace presente a tu producto o marca ante los ojos de la gente a la que quieres alcanzar y a diferencia de la publicidad no necesita grandes inversiones para generar impactos”, señala Jorge Sánchez, socio director de Apolo25, holding especializado en marketing y diseño.
Si tu empresa todavía no cuenta con esta estrategia, Apolo25 enlista 10 cosas que debes saber sobre las relaciones públicas:
1. Generan contenido de valor
Toda empresa tiene algo que decir: sea la historia de sus emprendedores o las soluciones que su producto/servicio ofrece. Por esto, las compañías deben invertir en una estrategia que genere contenidos de valor que se encuentren dentro de la coyuntura, las tendencias actuales y que aporte valía a los medios de comunicación y a sus consumidores.
“Enviar un texto cada semana a los medios servirá para que te mantengas como un experto en el tema, además de que podrás alimentar el blog de tu empresa sin la necesidad de descuidar otras operaciones”, comenta Jorge Sánchez.
2. Canales de comunicación correctos
Antes de comenzar una estrategia de RRPP, se debe determinar las rutas de acción: seleccionar los medios a los que se enviarán los contenidos, las redes sociales en las que se publicarán éstos, así como subirlos al blog de la empresa.
“Si tu empresa es una fintech, tu contenido debe llegar a los medios dedicados a negocios, ya que seguramente en esos espacios encontrarás a tu buyer persona”, indica el socio director de Apolo25.
3. Crean alianzas con medios
Los medios de comunicación son el canal por el que se conocerá lo relacionado a tu empresa, como un nuevo producto, servicio, el cambio en la dirección general o la salida a Bolsa, entre otros. Las RRPP se tratan de crear estrategias para conocer y tener alianzas con la prensa y contar con una agenda de contactos de los principales medios que le competen a la industria a la que pertenece tu empresa para, así, poder trabajar de la mano.
4. Generan y preparan entrevistas
Una parte de las alianzas con los medios es la gestión de entrevistas. Éstas permiten a la prensa y a sus lectores conocer más a profundidad lo que hace tu firma o el perfil de su(s) fundador(es), por lo que son una oportunidad perfecta para dar mostrarla y que sea vista como una líder en su campo.
5. Gestionan eventos
Aunque no se trata de suplir las funciones de un organizador de eventos o una empresa banquetera, las RRPP deben fijar los objetivos de un evento, quién hablará, el lugar, los invitados y la minuta para que se aproveche al máximo la inversión que va a hacer tu compañía. Además, la gestión debe incluir la convocatoria a los medios de comunicación y la generación de un comunicado sobre lo realizado en el evento.
6. Generan confianza en tus clientes
A diferencia de la publicidad que evoca a un llamado a la acción -en la mayoría de los casos: consumir-, las relaciones públicas deben tener entre sus objetivos la generación de confianza en tus consumidores. Por ejemplo, cuando una empresa como Uber llega al mercado e innova en la industria de los medios de transporte, se debe invertir en una campaña de RRPP que enseñe al cliente cómo funciona el modelo de negocio y qué beneficios obtiene, además de generar confianza para que los consumidores se atrevan a probar el servicio.
7. Comunicación interna
Muchas compañías destinan presupuesto a la creación de un departamento de comunicación interna, en el que las relaciones públicas juegan un papel angular. Los expertos en la materia deben ser capaces de generar boletines informativos, revistas internas, monitorear y analizar información que involucre a la compañía y, con base en resultados, proponer nuevas campañas y estrategias.
8. Community Management
La gestión de redes sociales de tu empresa incluye la atención a tus usuarios y a posibles nuevos clientes, así como la resolución de quejas, publicación de contenidos, convocatorias, envío de mails, incluso el pago de campañas como Facebook Ads o Google Ads. Las RRPP juegan un papel primordial en tu estrategia de redes, ya que en éstas se publica todo el contenido que le da valor a tu empresa y a tus productos/servicios.
9. Marketing
Una estrategia de RRPP trabaja en conjunto con marketing. Por ejemplo, una campaña de link building y posicionamiento de marca se debe realizar en conjunto con un experto en relaciones públicas para cumplir con los objetivos de optimización en motores de búsqueda (SEO, por sus siglas en inglés). Mientras que la organización de eventos y gestión de redes sociales son otras vertientes en las que convergen ambas disciplinas para mejorar ese canal de venta.
10. Genera nuevas líneas de negocio
Con una correcta estrategia de RRPP que incrementa la popularidad de tu empresa y sus productos/servicios, no sólo puedes obtener más clientes y aumentar tus ventas, sino también atraer a nuevos socios o inversionistas que se quieran sumar a tu negocio. Si tienes una startup que necesita financiamiento, una campaña de RRPP es ideal para captar la atención de incubadoras y fondos de inversión.

México | 3 Tecnologías Que Están Ayudando A Aumentar La Inclusión Financiera


por Yesica Flores
La inclusión financiera significa que personas físicas y empresas tengan acceso a productos financieros útiles y asequibles que satisfagan sus necesidades, según lo establece el Banco Mundial (WB, por sus siglas en inglés).
En ese sentido, el grado de conocimiento y uso de diferentes instrumentos financieros nos da una idea de qué tan desarrollada está una sociedad. Según cifras del WB, alrededor de 2 mil 500 millones de personas a nivel mundial no utilizan servicios financieros formales y el 75% de la población de escasos recursos no tiene cuentas bancarias.
La  tecnología es un aliado vital para fomentar la inclusión y la competitividad financiera, ya que favorece un mayor alcance. Tan sólo el aumento de los teléfonos inteligentes ha permitido ampliar el acceso a los servicios financieros con bajo costo para las pequeñas empresas y fomenta la inclusión financiera de las poblaciones en zonas rurales.
En la actualidad hay cuatro dispositivos conectados a Internet por cada habitante, es decir, 22 mil millones de dispositivos conectados a nivel global, según un informe realizado por el sitio web HelpNetSecurity. En México, ocho de cada 10 personas usan internet en su celular, de acuerdo con el Instituto Federal de Telecomunicaciones.
“Los servicios que ofrece la banca a nivel global se han ido transformando gracias a la digitalización, lo que ha cambiado la forma en que se atiende a los consumidores y cómo éstos interactúan con las empresas. La tecnología le ha permitido a las instituciones financieras aumentar su flexibilidad y permitir que ciertos servicios bancarios puedan ser realizados por un tercero”, comenta Sebastián Medrano, director de Coru.com. “Asimismo, la digitalización ha ido impulsando la creación de nuevos operadores en la cadena de valor, como las fintech y los neobancos”, agrega.
Queda claro que la digitalización es la manera más rentable de ampliar el acceso a servicios financieros y mejorar la inclusión financiera, pero ¿cómo es que la tecnología está ayudando a mejorar ésta? De acuerdo a la startup mexicana especializada en servicios financieros, Coru.com, estas tres tecnologías están ayudando a mejorar la inclusión:
Fintech
Las empresas de tecnología financiera se han logrado posicionar como una alternativa para atender las necesidades de la población más vulnerable, gracias a que han podido integrar las nuevas tecnologías con las necesidades de la gente. Además, las fintech facilitan las solicitudes de préstamos y atraen a los individuos y a pequeñas empresas que anteriormente tenían poca o ninguna relación con el sistema bancario tradicional.
“Las fintech compiten con los métodos tradicionales en las prestación de servicios, pues además de proporcionar servicios especializados, incursionar en el mercado de las criptodivisas y dirigirse a una población desatendida por la banca tradicional, estas empresas democratizan la forma en la que circula el financiamiento al utilizar tecnología e innovación para mejorar las actividades del sector”, explica Medrano.
Hoy las empresas fintech en México reportan ingresos anuales por 157 millones de dólares, a la vez que han fomentado un crecimiento de la banca digital en el país de 200%, de acuerdo con datos de la consultora KPMG.
Neobancos
Los neobancos son aquellas entidades que ofrecen servicios de intermediación bancaria bajo un modelo de negocio 100% digital, con el fin de satisfacer las necesidades financieras básicas de la población que no requiere de servicios sofisticados.
Con este enfoque esperan conseguir una mayor fidelización de los clientes, así como la obtención de datos y retroalimentación que les permitan mejorar sus servicios y adaptarlos a las necesidades de los usuarios. Además, promueven la inclusión financiera al hacer uso intensivo de la tecnología que les permite apalancar su operación en el uso de herramientas como la inteligencia artificial.
A pesar de que tardaron un poco en llegar a la región, los neobancos ya están dando grandes pasos en la industria. Entidades brasileñas como Nubank, GuiaBolso y Creditas lograron reportar inversiones por más de 150 mil millones de dólares entre los tres, mientras que la mexicana Bankaool se valoró por 133 millones de pesos.
Cobros/pagos digitales
Uno de los grandes retos que tiene la banca y el gobierno, es la disminución del uso del efectivo.A nivel nacional, el 87% de las personas todavía lo utiliza para realizar compras mayores a 500 pesos; mientras que solo el 10% de los adultos efectúa pagos mediante su cuenta bancaria y apenas el 2.7% utiliza smartphones, a pesar de que el 93% de la población total en México se conecta a internet por medio de su celular, según datos de la Encuesta Nacional de Inclusión Financiera (ENIF 2018).
Una de las iniciativas que el gobierno mexicano ha puesto en marcha para fomentar la inclusión financiera es el sistema de Cobro Digital (CoDi), una plataforma del Banco de México que facilita los pagos y transferencia de dinero desde dispositivos móviles mediante el uso de códigos QR.
Esta herramienta posibilita la apertura sencilla y rápida de una cuenta bancaria para los consumidores y los comercios. Además, existen otras plataformas, como las Wallets, que están ayudando a que cada vez se utilice más el dinero electrónico.