quarta-feira, 17 de junho de 2020

AVEIRO| RECUPERAÇÃO DE “DECKS” E TRAPICHES NOS CANAIS URBANOS


Dando seguimento ao compromisso assumido de reabilitar as infraestruturas existentes nos canais urbanos da Ria de Aveiro, está em curso a recuperação de “decks” e trapiches na envolvente ao Hotel Meliã, restantes cais flutuantes da Fonte Nova, Rossio, Canal dos Botirões e a substituição integral do cais do Ecomuseu da Marinha da Troncalhada.
Um investimento de 179.812,04€, que está a ser executado pela empresa Framegas & Santos, Lda..
Nesta primeira fase, a intervenção concentra-se na recuperação dos passadiços e cais junto ao Canal Central, sendo que posteriormente a CMA irá avançar com a reabilitação das estruturas existentes no Canal de São Roque, onde apenas atracam embarcações particulares.

 AVEIRO TECH CITY APOSTA NA REALIDADE AUMENTADA PARA POUPAR ÁGUA NA REGIÃO
A AllbeSmart está entre os cinco finalistas da primeira edição do Aveiro Urban Challenges. A start-up, sedeada em Castelo Branco, vai fazer uso da Realidade Aumentada para cumprir o desafio lançado pela Águas da Região de Aveiro do Grupo Águas de Portugal (AdRA) – desenvolver uma tecnologia de apoio às equipas de manutenção da rede de distribuição de água e que permita, através de realidade aumentada, visualizar as infraestruturas de água instaladas no subsolo, direcionando apenas o olhar.
Com o objetivo de agilizar e melhorar os processos de trabalho das equipas de manutenção da rede de águas, tornando-os mais eficazes e contribuir para uma maior poupança de água, a AdRA vem propor, através da primeira edição do Aveiro Urban Challenges, o desenvolvimento de um sistema – baseado nos óculos de realidade aumentada Microsoft HoloLens2 glasses ou um tablet tecnologicamente adaptado – que permita aos seus operacionais dar uma melhor e mais rápida resposta na manutenção de redes, acelerando a sua localização no espaço público, mas também permite melhorar o registo e mapeamento da rede de distribuição de água.
A solução recebeu o nome Beyond Connectivity e está a ser desenvolvida em conjunto com a AdRa, que lançou o desafio. A AllbeSmart vai receber 20.000€ para o desenvolvimento do projeto, até outubro do presente ano.
Nas próximas semanas, cumprindo o programa desta ação, os finalistas vão iniciar o desenvolvimento dos respetivos projetos, recebendo mentoria dos nossos parceiros, bem como da Beta-i.
O projeto Aveiro STEAM City é cofinanciado pelo Fundo de Desenvolvimento Regional – FEDER, através do programa Urban Innovative Actions. O seu investimento global é de 6.115.915€ com o apoio FEDER 4.892.732€.

CLDS 4G INICIOU ATIVIDADE DE APOIO
AO ISOLAMENTO E EXCLUSÃO SOCIAL EM AVEIRO

O Centro Social Paroquial de Nossa Senhora de Fátima deu início a 01 de junho, ao Contrato Local de Desenvolvimento Social da 4ª Geração (CLDS 4G) do Município de Aveiro, que contou na apresentação da Equipa Técnica, com a participação, através de videoconferência, da Vereador da Câmara Municipal de Aveiro, Rosário Carvalho.
O CLDS 4G Aveiro é um projeto concelhio, que teve como base uma definição de tipologias de intervenção e de Municípios elegíveis pelo ISS, e um convite da Câmara Municipal de Aveiro ao Centro Social Paroquial de Nª Sra de Fátima para liderar o processo, tendo esta entidade aceite o convite e desenvolvido um projeto que foi aprovado com parecer prévio do CLASA, e que pressupõe a implementação de sete ações obrigatórias (Eixo 4) e três ações facultativas (Eixo 2), num total de dez atividades concretizáveis ao longo de 36 meses, num custo total elegível aprovado de 601.426,19 €.
É um instrumento de intervenção social integrada e de proximidade, de promoção da auto-organização dos habitantes do território reduzindo o isolamento e a exclusão social.
Atuará na intervenção familiar e parental, preventiva da pobreza infantil e no auxílio e intervenção de emergência às populações inseridas em territórios afetados por calamidades, na capacitação e desenvolvimento comunitário mobilizando para o efeito, a ação conjunta de diferentes agentes e recursos localmente disponíveis.
Este instrumento pretende atingir 4.351 destinatários diretos (população residente – 4.231; entidades - 120) no decorrer dos três anos.

As maiores ameaças à segurança pública em Portugal


Portugal é um dos países mais seguros e pacíficos do mundo, mas não deixa, por isso, de ser assolado por flagelos que o ameaçam, pondo em risco a segurança e o desenvolvimento do país: a corrupção, a violência doméstica, o terrorismo e as pandemias, agora a covid-19.

Ciente destes perigos, Tiago Gonçalves da Silva, major da GNR e especialista em segurança pública, propõe uma acção imediata e preventiva para estes quatro flagelos num ensaio agora publicado pela Guerra e Paz, Editores.

Em Quatro Flagelos Que Ameaçam Portugal: Corrupção, Violência Doméstica, Terrorismo, Pandemia, o autor esclarece alguns dos acontecimentos mais mediáticos de corrupção generalizada, que mina as organizações e ameaça a democracia. De Rui Pinto aos paióis de Tancos: recupere estas ocorrências pela visão das autoridades.

Outro dos pontos abordados neste livro é o drama social da violência doméstica, que segundo Tiago Gonçalves da Silva, é um triste retrato de uma política de negligência para com as vítimas, que não vêem asseguradas as condições necessárias para se libertarem de uma situação opressora.

Ainda que pareça longínquo de Lisboa e das principais cidades portuguesas, as forças de segurança mantêm-se atentas ao terrorismo de inspiração islâmica. Um fenómeno de difícil controlo, tendo em conta a imprevisibilidade das ondas de ataques.

E o mais recente flagelo: a covid-19. Que lições podemos tirar desta pandemia para futuras situações? Conheça a perspectiva do major Tiago Gonçalves da Silva neste livro destinado a todos os cidadãos que pretendem manter-se elucidados e prevenidos.

Quatro Flagelos Que Ameaçam Portugal: Corrupção, Violência Doméstica, Terrorismo, Pandemia chega às livrarias de todo o país no próximo dia 23 de Junho. O livro também estará disponível através da loja online da Guerra e Paz, Editores.


Quatro Flagelos Que Ameaçam Portugal:
Corrupção, Violência Doméstica, Terrorismo, Pandemia
Major Tiago Gonçalves da Silva
Não-Ficção / Ensaio
160 páginas · 15x23· 14,50 €
Nas livrarias a 23 de Junho

Guerra e Paz, Editores

Reabriu o Museu do Vinho Bairrada

O Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, voltou a abrir portas ao público na terça-feira,16 de junho, após o encerramento temporário de cerca de três meses, motivado pela pandemia de COVID-19.
A reabertura é feita de forma condicionada, tendo sido implementadas algumas regras, nomeadamente o reforço da limpeza e desinfeção das instalações, a fim de garantir a segurança de todos os visitantes e funcionários, de acordo com as recomendações da Direção-Geral da Saúde.
Os horários foram igualmente objeto de alteração. O Museu do Vinho Bairrada poderá ser visitado de terça a sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, e aos sábados, das 11h00 às 19h00, encerrando ao domingo e à segunda-feira.
As visitas guiadas serão efetuadas apenas mediante marcação prévia, não podendo os grupos ser constituídos por mais de seis pessoas, incluindo o guia. As visitas sem guia estão sujeitas às regras de limitação do número máximo de pessoas definido para cada espaço expositivo.
Os visitantes terão de observar algumas normas de segurança, devendo, designadamente, aguardar no exterior a permissão para entrar, higienizar as mãos à entrada e saída do Museu, usar obrigatoriamente máscara, respeitar o distanciamento físico, e seguir os percursos que se encontram sinalizados. A utilização do auditório também sofre um reajustamento, com a sua lotação limitada a 38 pessoas.
Tendo em conta o facto de o Museu ter estado encerrado ao público durante cerca de três meses, o Município de Anadia decidiu prolongar as exposições de caráter temporário que ali se encontravam patentes. Assim, as mostras “40.1 Bairrada Retratos Falados – Vídeo Arte Doc”, “Bairrada Wines Vintage Marketing – A Publicidade nos Vinhos” e “Bairrada CelebrArte 40 – Artes Plásticas de Salomé Pinho” poderão ser visitadas até ao próximo dia 31 de outubro.

Super Bock Group vai reduzir força de trabalho em 10%

Super Bock Group vai reduzir força de trabalho em 10%
O Super Bock Group decidiu reduzir a sua força de trabalho em 10%, devido ao impacto da pandemia de covid-19, anunciou hoje a empresa em comunicado sem concretizar o número.
A "significativa redução da atividade do Super Bock Group provocada pelo efeito da pandemia covid-19, bem como o cenário de recessão previsto para o futuro próximo, forçam a empresa a reajustar a sua estrutura para defender e proteger a sustentabilidade do grupo", lê-se na nota.
O mesmo comunicado refere que a paragem e atuais constrangimentos do canal HoReCa (hotéis, restaurantes e cafés), que "representa cerca de 70% do mercado de bebidas refrescantes em Portugal (fonte Nielsen)" irão "prolongar-se e continuar a ter um significativo impacto no desempenho do Super Bock Group".
"Esta difícil decisão implica um reajustamento que afetará cerca de 10% da força de trabalho em diferentes áreas da organização", sendo "tomada perante uma conjuntura excecional e foi anunciada, esta tarde, à Comissão de Trabalhadores e a todos os colaboradores do grupo num processo que terá início este mês de junho", adiantou a empresa.
O grupo refere que está empenhado "em implementar soluções de compensação pelo impacto desta medida, tendo constituído um programa de apoio que inclui condições acima do quadro legal, bem como um programa de 'outplacement' e formação focados na empregabilidade".
"A realidade atual é complexa e inédita e, num mundo cada vez mais volátil, a prioridade do Super Bock Group é, e será sempre, a sustentabilidade da empresa, adequando de forma continua a sua estrutura às necessidades atuais e futuras do negócio", referiu o grupo.
A Lusa contactou o Super Bock Group, para conhecer mais detalhes deste plano, e encontra-se à espera de resposta.
Lusa

Covid-19: Maternidades de Coimbra definem regras para acompanhantes no parto

COVID-10: Maternidades de Coimbra definem regras para ...
O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), que agrega duas maternidades, divulgou hoje os procedimentos para os acompanhantes de grávidas durante o parto, garantindo segurança em relação à covid-19.
Na sequência das orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a covid-19, em relação ao acompanhante da grávida durante o parto, o CHUC estabeleceu um conjunto de regras no sentido de assegurar condições de segurança relativamente ao risco de infeção pelo novo coronavírus, anunciou hoje o centro hospitalar, numa nota enviada à agência Lusa.
O acompanhante da grávida no parto – que será “apenas um, sem possibilidade de troca de acompanhante” – deve ser submetido, “previamente à entrada na sala de partos”, a um inquérito, avaliando designadamente a eventual “presença de quadro respiratório agudo com tosse (de novo ou agravamento de tosse habitual)”, de febre (temperatura igual ou superior a 37,5 graus) ou de “dispneia/dificuldade respiratória nos últimos 14 dias”.
O acompanhante da grávida durante o parto não poderá ter contactado com um caso suspeito ou confirmado de covid-19 nos 14 dias anteriores, nem encontrar-se em período de isolamento, sob pena de não poder aceder à sala de partos, de acordo com as normas estabelecidas pelo CHUC.
A presença na sala de partos “só será permitida quando a equipa clínica o entender adequado”, refere o CHUC, sublinhando que o acompanhante da grávida deve “higienizar as mãos com solução antissética de base alcoólica (SABA) e vestir o equipamento de proteção individual (EPI) necessário”, que será fornecido pelo centro hospitalar.
O acompanhante, que mudará de máscara sempre que receber indicação nesse sentido, terá de manter uma distância mínima de um metro e meio da equipa médica e de abandonar a maternidade após o nascimento, segundo algumas das outras regras definidas pelo CHUC para os acompanhantes das grávidas durante o parto, em tempo de pandemia.
Além das duas maternidades de Coimbra – Bissaya Barreto e Daniel de Matos – o CHUC integra os Hospitais da Universidade, o Hospital Geral (Covões) e o Hospital Pediátrico, entre outros estabelecimentos.
Lusa

Associação das Termas de Portugal congratula-se com anúncio da reabertura dos tratamentos termais

“As termas portuguesas já têm protocolos de higiene, de limpeza e de controlo bacteriológico muito apertadas. O que fizemos foi adaptar os protocolos que já temos a esta nova realidade”, diz Victor Leal, presidente da Associação.
Associação das Termas de Portugal congratula-se com o anúncio da reabertura da atividade termal, que já é possível desde ontem. Recorde-se que as estâncias termais tinham tomado a iniciativa de suspender a atividade em meados de março, no início da fase aguda da pandemia de covid-19.
O anúncio da possibilidade de reabertura foi feito pela Direção-Geral de Saúde (DGS), através de uma orientação específica para estabelecimentos termais. Esta prevê várias medidas de segurança adicional para os tratamentos termais, a vigorarem durante a fase de pandemia.
"Era uma medida que esperávamos há muito. Temos 46 estabelecimentos termais disponíveis para funcionar, dos quais dois -- São Pedro do Sul e Chaves -- já reabriram. As restantes Termas estão a cumprir o seu plano de análise bacteriológico, solicitado pela DGS, para que possam reabrir durante as próximas semanas", sublinha Victor Leal, presidente da Associação das Termas de Portugal. "As termas portuguesas já têm protocolos de higiene, de limpeza e de controlo bacteriológico muito apertadas. O que fizemos foi adaptar os protocolos que já temos a esta nova realidade. Entre outras medidas, adotámos medidas como higienização das mãos, medição de temperatura a clientes e a funcionários, tapetes desinfetantes e menor carga nos edifícios para ter maior espaçamento", explica.
Victor Leal acredita que, apesar da crise provocada pela pandemia, as Termas têm condições para encarar o futuro com otimismo: "Antes da pandemia, o ano de 2020 estava a ser muito positivo para a atividade termal, com crescimento na ordem dos dois dígitos e muitos agendamentos de termalistas. Nas próximas semanas acreditamos que a retoma seja real, apesar de sabermos que as pessoas precisam de tempo para ganhar confiança", acrescenta.
A mesma opinião é partilhada por Adriano Barreto Ramos, coordenador do consórcio Termas Centro, que reúne 20 estâncias termais da região Centro.
Desde a primeira hora da epidemia que as estâncias termais se prepararam para estar à altura das exigências de segurança impostas por esta situação nova e é com grande satisfação que vão voltar a receber os seus aquistas a partir desta segunda-feira”, destaca Adriano Barreto Ramos.
As estâncias termais sempre mantiveram o máximo cuidado relativamente às condições de higiene e de segurança das suas instalações. É uma preocupação inerente à atividade termal, que não começou agora. Por isso, podemos assegurar a todos os que nos procuram que o poderão fazer com toda a confiança e garantias”, acrescenta o mesmo responsável.
Os tratamentos termais são uma mais-valia para quem procura recuperar de afeções respiratórias e de outras situações clínicas, frequentes em quem esteve muito tempo confinado em casa. Os benefícios das curas termais para o reforço do sistema imunológico têm vindo a ser comprovados pela ciência, pelo que convidamos todos a virem restabelecer-se nas estâncias termais da região Centro. Além do mais, estas estão situadas em zonas tranquilas, afastadas das grandes aglomerações de pessoas, e com uma envolvência natural que induz o relaxamento e o bem-estar”, diz ainda Adriano Barreto Ramos.
Entre as medidas de segurança adicional estipuladas para esta fase, constam a admissão apenas de termalistas de baixo risco e sem sintomas de infeção pelo novo coronavírus e a criação de zonas de isolamento. Terá de ser feita uma triagem prévia não presencial antes das consultas ou tratamentos. Garantir uma ventilação adequada de todos os espaços, reforçar a limpeza e desinfeção das instalações, assegurar um distanciamento de dois metros entre os aquistas e organizar horários e circuitos de forma a evitar o cruzamento entre pessoas são outras das determinações da DGS.
As termas disponibilizarão uma solução de base alcoólica e máscaras cirúrgicas aos utentes, assim como os lençóis, toalhas e roupões utilizados nos tratamentos e cobre-sapatos ou chinelos de uso único e exclusivo. As máscaras devem ser usadas dentro de todo o espaço termal, podendo ser removidas no gabinete de consulta e no decorrer dos tratamentos termais. A verificação de algum dos sintomas sugestivos de covid-19 implica a suspensão do tratamento.
As datas de reabertura das várias Termas serão anunciadas nas redes sociais da Associação das Termas de Portugal e das Termas Centro.

Apreendidas cinco plantas de cannabis na Gafanha da Nazaré

O Comando Territorial de Aveiro, através do Posto Territorial de Gafanha da Nazaré, apreendeu no dia 13 junho, cinco plantas de cannabis, no concelho de Ílhavo.
A apreensão foi efetuada depois de um cidadão alertar os militares da Guarda para a existência de cinco plantas cannabis dispostas num terreno de sua propriedade.
Os militares da Guarda foram ao local e comprovaram que se tratava de plantas de cannabis, tendo as mesmas sido apreendidas.