sábado, 14 de outubro de 2017

Manhã de sábado: Orçamento deixa fatura pesada para 2019

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Manhã de sábado

As principais notícias do dia
Bom dia!
Mário Centeno fez ginástica orçamental para agradar aos partidos à esquerda e não se desviar muito do plano original. O resultado é uma fatura de quase mil milhões de euros em 2019.
A descida do IRS para 1,6 milhões de famílias é a medida que marca o Orçamento do Estado para 2018. As más notícias vem das taxas sobre os produtos "nocivos" -- bebidas açucaradas, sal e álcool.
A versão final do Orçamento do Estado que será entregue hoje no Parlamento justifica a atualização extraordinária com a necessidade de "aumentar os pensionistas com pensões mais baixas".
Governo chegou a estudar a hipótese de duplicar o limite de isenção de IVA para recibos verdes para 20 mil euros. No entanto, a medida acabou por cair e não constará na versão final do Orçamento.
O ex-primeiro-ministro irritou-se com as perguntas sobre como paga as suas despesas atuais e nega que tenha praticado qualquer um dos 31 crimes de que lhe são imputados pelo Ministério Público.
As muitas notas que circulavam entre arguidos da Operação Marquês tinham que ser guardadas em cofres, a maior parte geridos por Carlos Santos Silva. O dinheiro também serviria para "pedidos urgentes".
Em 2005, Campos e Cunha demitiu-se das Finanças por "pressão sistemática" para demitir administração da CGD e abrir caminho a Armando Vara. Sócrates guardou original da carta — e não podia.
A detenção, as visitas VIP, o hino de apoio, as paródias das rádios, a libertação, a pizza, a entrevista, a caricatura de Ricardo Araújo Pereira e a defesa no YouTube. O minidocumentário do Observador
O presidente da comissão europeia afirmou mais uma vez esta sexta-feira que não apoia a independência da Catalunha. O órgão que lidera só mediará a situação por pedido expresso do Governo espanhol.
Benfica emitiu comunicado sobre decisão do caso dos emails tomada por Tribunal Judicial da Comarca do Porto e avançará com recurso. "Há uma conduta que beneficia o 'deixa andar'", diz Luís Bernardo. 

Comer/Ver/Fazer

A exposição "Num Jardim Feito de Tinta", no Museu Gulbenkian, em Lisboa, faz a ponte entre o Barroco e a obra da portuguesa que nos deu a conhecer um tempo já esquecido, reinventando-o. 

Sebastião Carolino foi ao Tapisco e jantou numa mesa de 4. Não se arrependeu mas também não saiu encantado. Descobriu uma bomba que não explode, um toucinho vindo dos céus e deu-lhe 3 estrelas. 

"Cuphead" era um dos jogos indie mais esperados desta década. O resultado é uma homenagem mais fiel e exímia ao cinema de animação dos anos 1930. 

O primeiro-ministro anunciou que a residência oficial, em Lisboa, vai acolher anualmente, "em regime de rotatividade", exibições de obras provenientes de "coleções privadas de fora de Lisboa". 

O Lisbon Beer District acaba de ganhar mais um ponto a seu favor: na nova Fábrica Musa há 12 variedades de cerveja artesanal à escolha, música, inovação e bairrismo. 

O cinema francês faz a sua visita anual a Portugal com a Festa que decorre em Lisboa de dia 5 a 12, e tem extensões a outras 11 cidades. Eurico de Barros escolheu oito filmes, sem esquecer a integral. 

O pato à Pequim - prato chinês que, muito provavelmente, mais adeptos deverá ter - é tratado como realeza neste novo restaurante no Parque das Nações, em Lisboa. 

Uma tarde de conferências, 18 marcas num mercado ao ar livre, 8 desfiles abertos ao público e um novo poiso. A ModaLisboa arranca na quinta-feira sob o tema "Luz" e há muito para fazer sem convite. 

O realizador norte-americano Peter Friedman vai estar na cidade do Porto e a sua obra está em grande destaque nesta edição do Queer Porto. A organização garante que estão garantidos mais três anos. 



Opinião

Rui Ramos
Tivemos um primeiro ministro cujas despesas pessoais eram pagas secretamente por um dos empresários com mais contratos com o Estado. Quando é que os políticos nos vão dizer o que pensam disto?

José Manuel Fernandes
O que o despacho de acusação nos mostra é que este não é um mero caso de Justiça, é muito mais do que isso. Mostra até onde chegou a concentração de poder e a sofreguidão do duopólio Sócrates-Salgado.

Diana Soller
O referendo deixou de ser um instrumento muito esporádico para se tornar numa arma de arremesso e/ou de sobrevivência política. O que é, em si só, uma mudança profundamente antidemocrática.

João Muñoz de Oliveira
É tempo de uma avaliação séria da introdução de provas de aferição, que em nada contribui para a melhoria do sistema educativo. Perante uma promessa de evolução, o que sucedeu foi uma regressão.

Helena Garrido
Há riscos no excesso de optimismo como no excesso de pessimismo. Um sublinhado do FMI que se aplica bem à economia portuguesa.

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Governo dá incentivos fiscais para promover partilha de carros e bicicletas

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O Governo pretende dar incentivos fiscais em sede de IRS para promover a utilização partilhada de carros ou bicicletas, 'car-sharing' e 'bike-sharing', e reduzir o uso do automóvel particular.
Segundo o Ministério do Ambiente, irá ser promovida "a utilização dos modos partilhados, nomeadamente 'car-sharing' e 'bike-sharing', por via de incentivos fiscais em sede de IRS".
Esta medida vai contribuir para o objetivo do Governo de descarbonizar a economia, um assunto contemplado na proposta de Orçamento do Estado para 2018, entregue na Assembleia da República na sexta-feira à noite.
O objetivo é a redução do uso do carro particular e também a descarbonização através da modernização do parque automóvel.
O Ministério do Ambiente, liderado por João Matos Fernandes, vai criar o cartão de mobilidade, um meio de acesso e pagamento que permitirá a criação de contas de mobilidade, quer ao nível familiar quer empresarial.
O objetivo é a flexibilização das opções de mobilidade, tanto das empresas, como dos trabalhadores e das suas famílias, explica o Ministério do Ambiente.
A meta de descarbonizar a economia, reduzindo as emissões de dióxido de carbono, contempla diversas medidas.
O financiamento de 'Living Labs' em 12 cidades do país, com quatro milhões de euros de investimento para experimentar soluções para as tornar mais sustentáveis e descarbonizadas.
Para a mitigação das alterações climáticas, será criado um aviso do Fundo Ambiental, de 1,5 milhões de euros igualmente destinado às cidades.
O Governo vai manter o apoio à aquisição dos veículos elétricos, no valor de 2,3 milhões de euros, a que se junta a criação de novas medidas de apoio à mobilidade elétrica em duas rodas.
A aposta na descarbonização das frotas públicas vai igualmente continuar e, além do financiamento de 2,3 milhões de euros de 200 veículos da frota da administração central, será destinado mais um milhão de euros para a aquisição de veículos elétricos para sistemas multimunicipais.
O Fundo Ambiental terá pela primeira vez dois avisos para a indústria, visando a descarbonização de processos, no valor de dois milhões de euros, e a adoção de gases fluorados de baixo carbono, com um milhão de euros.
Sendo a adaptação às alterações climáticas uma prioridade definida pelo Governo, será lançado um programa de apoio às medidas previstas nos Planos Municipais de Adaptação às Alterações Climáticas.
Lusa

Preço da electricidade vai ficar ligeiramente mais baixo

Os portugueses deverão sentir um ligeiro alívio na factura da electricidade, no próximo ano. A recomendação da Entidade Reguladora dos Serviços Energético (ERSE), divulgada esta Sexta-feira, é que haja uma descida de 0,2%.
O Governo, através do secretário de Estado da Energia veio, de imediato, e em comunicado, congratular-se com essa decisão, e “assinala com apreço a descida, pela primeira vez, nos últimos 18 anos, da tarifa de electricidade destinada às famílias.”
Para este responsável governamental, para isso muito contribuíram as medidas constantes do pacote legislativo implementado pelo executivo. Graças a elas “esta é a segunda vez consecutiva que os consumidores nacionais beneficiam deste pacote legislativo com vista a controlar custos do sistema eléctrico.”
Isto porque, refere,”o aumento de 1,2% dos preços da electricidade, verificado em 2017, foi o menor desde o início da liberalização do mercado, situando-se já, pela primeira vez, abaixo da inflação, o que se traduziu num ganho de poder de compra para as famílias e no aumento de competitividade para as empresas.”
Fonte: O Algarve

Animais de estimação vão poder ir ao café

A Assembleia da República aprovou, esta Sexta-feira, três projectos de lei (apresentados por PAN, Bloco e Verdes), que permitem a entrada de animais de estimação em estabelecimentos como cafés, restaurantes ou supermercados.
A decisão final ficará, contudo, nas mãos dos proprietários desses estabelecimentos que, através de um dístico, assumem admitir ou não ‘clientes de 4 patas’.
No projecto do PAN justifica-se a apresentação deste medida por se atender ao facto que “os animais fazem cada vez mais parte da vida dos portugueses, tido por muitos como parte do seu agregado familiar, é também mais comum que os acompanhem nos períodos de lazer e noutros momentos do seu dia-a-dia, sendo por isso natural que também pretendam fazer-se acompanhar do seu cão, por exemplo, quando vão lanchar a uma pastelaria.”
Acrescenta-se, ainda, que na maioria dos Estados-Membros da União Europeia já não existe a proibição de entrada de animais nesse tipo de estabelecimentos. Aliás, “em França, em Itália, ou na Alemanha é comum encontrar animais em lojas ou restaurantes acompanhando os seus detentores.”
O projecto do Bloco é um pouco mais restritivo que o do PAN, pois prevê que os animais apenas acedam e possam permanecer num “área específica” de estabelecimentos como cafés, pastelarias, restaurantes.  Desta forma, “não seria necessário o animal ficar, por exemplo, amarrado à entrada do estabelecimento.”
Os documentos aprovados vão, agora, ser discutidos na especialidade. Uma das questões que, seguramente, se vai debater é definir em concreto que animais serão abrangidos por esta medida. É que, referem os Verdes, “há muitas pessoas ou famílias que adoptam outras espécies animais”, que não apenas cães e gatos, pelo que “a questão está também em saber se, permitindo a entrada de animais em estabelecimentos comerciais, essa permissão se dá a pensar apenas em cães e gatos, estabelecendo-se portanto uma discriminação, ou noutros animais de companhia.”
Fonte: O Algarve

Solidariedade activa constrói-se

Solidariedade é uma virtude a ser construída, quando o indivíduo não a detém através da convivência familiar e do grupo social a que pertence. Actualmente, nesse mundo cheio de egoísmo, fomentado e estimulado por interesses pessoais e narcisistas, a solidariedade é uma virtude imprescindível. Quem a exercita, vive mais e melhor. Afinal, o que é ser solidário?

Praticar a solidariedade é colocar-se no lugar de alguém (conhecido ou não), empatizar e perceber as suas necessidades, auxiliando no que for possível, dentro do limite de suas habilidades (no mais das vezes extrapolando esses limites, porque a solidariedade não conhece fronteiras).

Solidarizar-se não significa dar esmola, contribuir com recursos financeiros ou doar alimentos e roupas quando acontece uma catástrofe et c’est fini. Solidariedade é muito mais do que dar algo material, de pertença física. Esse tipo de solidariedade é muito fácil de praticar porque não envolve, não cria vínculos nem compromissos. Não amarra ninguém.


Solidário, na acepção da palavra, é quem se doa em espírito, é quem abraça uma causa e determina uma nova condição, para si e para quem é alvo de seu gesto solidário. Solidário é quem compartilha e reparte.

Ser solidário é gerar vida em abundância e acrescentar experiências pródigas em fraternidade. É estabelecer pontes mentais por onde transitam a concórdia e a cordialidade, canais da mais pura comunicação humana, que transcendem todas as medidas da imaginação.

Praticando a solidariedade encontramos uma nova dimensão para a existência, multiplicando os espaços, compreendendo e expandindo nossa inteligência emocional, superando as barreiras racionais que nos impedem de olhar mais além e pressentir que todos somos iguais e temos necessidades semelhantes.

Solidário é quem pode ver e, podendo ver, repara, já dizia o mestre da palavra, José Saramago. É quem se aproxima sem ser chamado, simplesmente por perceber o sofrimento, por entendê-lo sem que haja palavras a mediarem o encontro.

Se você está achando estranha essa conversa e não vê utilidade pessoal alguma em praticar a solidariedade, acredite, você ainda não precisou de ajuda. Pode demorar, mas esse dia vai chegar e você terá necessidade orgânica de retribuir e envolver-se. Pode esperar. A sua hora vai chegar. 


Prepare-se. Aprenda. Arrede os véus da indiferença. É questão de tempo. A sua hora vai chegar.

Por J. M. C. C.

PUBLICIDADE A ALIMENTOS DE BAIXA QUALIDADE NUTRICIONAL DIRIGIDA A CRIANÇAS – O QUE FAZER?

Há um ano atrás, a 6 de fevereiro de 2016, foi votado e aprovado na Assembleia da Republica, a alteração ao Código da Publicidade , estabelecendo restrições à publicidade dirigida a menores de determinados produtos alimentares e bebidas. Entre outros aspetos, a proposta sugeria a possibilidade de:
  • Proibir “a publicidade a alimentos e bebidas de elevado teor em açúcar, gordura ou sódio na televisão e na rádio  nos  30  minutos  anteriores  e  posteriores  a  programas  infantis,  e  a  programas  televisivos  cujas audiências tenham um mínimo de 20% de audiência inferior a 12 anos, bem como na inserção de publicidade nas respetivas interrupções.”
  • “As comunicações comerciais e  a  publicidade  de  quaisquer  eventos  em  que  participem  menores, designadamente  atividades  desportivas,  culturais,  recreativas  ou  outras,  não  devem  exibir  ou  fazer  qualquer menção,  implícita  ou  explícita,  a  marcas  de  publicidade  a  alimentos  e  bebidas  de  elevado  teor  em  açúcar, gordura ou sódio.”
Apesar de ter sido votado favoravelmente, a Lei desceu à Comissão da Especialidade, de onde ainda não saiu e, portanto, permanece sem efeito.

AGORA QUE SE CUMPRE UM ANO DESTA VOTAÇÃO, O PNPAS APRESENTA DOIS DOCUMENTOS, QUE NOS OBRIGAM A NÃO ABANDONAR A DISCUSSÃO EM TORNO DESTE IMPORTANTE E COMPLEXO ASSUNTO.

O primeiro é o relatório “Net Children – Go mobile” financiado pela Comissão Europeia e pela Fundação Ciência e Tecnologia (FCT) com dados sobre a relação das crianças portuguesas e europeias (3500 crianças avaliadas) com a internet e a utilização de dispositivos móveis que facilitam o acesso à rede. Alguns dados que vale a pena reter:
  • Mais de metade das crianças da amostra (55%) acedem à internet, diariamente, por conta própria, a partir do seu quarto.
  • Em Portugal, as crianças começam, em média, a utilizar a internet aos 8 anos.
  • 60% das crianças europeias analisadas, com idade entre os 11-12 anos já tem um perfil numa rede social (Facebook, Twitter, etc).
  • Em Portugal, as crianças com idades entre os 11-12 anos, com perfil numa rede social (80%) são proporcionalmente em maior número que no resto da Europa (60%).
  • 16% das crianças dizem que já tentaram, mas não conseguiram, estar menos tempo ligados à internet.
  • 50 % das crianças concorda com a afirmação “Sinto uma forte necessidade de estar sempre a verificar o meu telefone para ver se aconteceu algo de novo”
  • 57% das crianças portuguesas reporta ter experimentado duas ou mais formas excessivas de utilização de smartphones (superior à média europeia) que é 48%.
  • Os pais portugueses são dos que mais tentam controlar a utilização da internet pelos filhos, mas são os portugueses, os pais desta amostra europeia que menos “controla os conteúdos de uma forma interativa com os filhos” (68 %).
Adicionalmente, e já este ano, foi publicado o relatório Heart and Stroke 2017”  sobre a saúde dos canadianos que examina como a indústria alimentar publicita alimentos e bebidas não saudáveis para crianças e como são afetadas as suas preferências e escolhas, suas relações familiares e a sua saúde. Neste relatório foi avaliado o volume de publicidade online de alimentos e bebidas e a qualidade dos produtos publicitados, sendo a primeira pesquisa deste tipo naquele país. Alguns dados deste relatório que vale a pena reter:
  • No espaço de um ano (neste caso foi observado o período de junho de 2015-maio 2016) as crianças podem chegar a visionar mais de 25 milhões de anúncios de alimentos e bebidas em seus sites favoritos. Destes anúncios, mais de 90% são de alimentos processados e bebidas com alto teor de gordura, sódio ou açúcar.
  • 90% dos alimentos e bebidas publicitados na televisão têm quantidades excessivas de sal, gordura ou açúcar.
  • Em média, as crianças canadianas, vêm cerca de duas horas de televisão por dia e quatro a cinco anúncios a alimentos e bebidas por hora.
  • As crianças e adolescentes canadianos passam quase oito horas por dia diante de ecrãs.
  • 77% dos pais entrevistados dizem ser difícil monitorizar e controlar a publicidade direcionada às crianças.

ESTES SÃO NÚMEROS QUE OBRIGAM A UMA REFLEXÃO URGENTE SOBRE ESTE PROBLEMA E O DESPERTAR DA SOCIEDADE, EM PARTICULAR DOS ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO, PROFESSORES E PROFISSIONAIS DE SAÚDE PARA ESTA SITUAÇÃO.

Não se trata porém de impedir o direito à informação que nos traz a publicidade nos media, um espaço único de criatividade e liberdade. Não se trata de proibir ou limitar o acesso à internet ou redes sociais, até pelo papel importante que hoje têm na transmissão de informação e de um certo tipo de socialização e compreensão do mundo. Mas acima de tudo, impedir que este espaço de ninguém e onde as crianças passam horas, se transforme no local ideal para induzir comportamentos alimentares que colocam em risco a saúde das crianças.
Esta discussão põe ainda em foco, um assunto que deveria ser tratado diariamente: qual a melhor maneira de educar uma criança face à enorme probabilidade de contactar diariamente com exposições fantasiosas sobre consumos de produtos alimentares perigosos para a sua saúde quando consumidos em excesso.
Para ler estes relatórios descarregue gratuitamente aqui aqui.

Fonte: Nutrimento.pt

Esquizofrenia é 80% genética, de acordo com este gigantesco estudo em gêmeos


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