segunda-feira, 12 de março de 2018

A promoção para a dádiva de sangue pela ADASCA em Aveiro


Clicar na imagem para ampliar o cartaz.  

 À Lupa | INJUSTO

MARÇO

As sessões de colheitas de sangue a realizar no mês de Março vão decorrer nas seguintes datas e horários:
Dias 14, 21 e 28 de Março das 15 horas às 19:30 horas (4ª.s Feiras)
Dias 17, 24 e 31 das 9 horas às 13 horas (Sábados) no Posto Fixo localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso em Aveiro, Rua de Ovar, Coordenadas GPS: N 40.62659 - W -8.65133.

Os interessados em aderir à dádiva devem fazer-se acompanhar do Cartão de Cidadão para facilitar a inscrição ou do Cartão de Nacional de Dador de sangue.

Atenção: Após tomar o almoço convém ter em conta o período de tempo para digestão, nunca inferior a 2:30 Horas. Na região de Aveiro só não adere à dádiva de sangue quem não pode ou não quer…

Lembramos que o Mercado Municipal de Santiago dispõe de excelentes para estacionamento das viaturas, como ainda um Parque de Estacionamento Subterrâneo onde podem deixar as viaturas. Ali os dadores não correm o risco de serem multados. Estão reunidas as melhores condições para trazerem os carros.

Solidários, seremos união. Separados seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos” como escreveu Bezerra de Menezes. Mais, entendam que juntos somos mais fortes!

O propósito da ADASCA é fazer tudo o que está ao seu alcance para que a adesão à dádiva de sangue em Aveiro aumente, nunca somos de mais para fazer face às necessidades de sangue nos hospitais.

Estatuto do Dador de Sangue
Diário da República, 1.ª série — N.º 165 — 27 de agosto de 2012, Lei n.º 37/2012 de 27 de Agosto, Estatuto do Dador de Sangue.
Artigo 7.º
Ausência das atividades profissionais
1 — O dador está autorizado a ausentar -se da sua atividade profissional pelo tempo necessário à dádiva de sangue.
2 — Para efeitos do número anterior, a ausência do dador é justificada pelo organismo público responsável.
3 — O dador considera -se convocado desde que decorrido o intervalo mínimo fixado entre as dádivas.
4 — O médico pode determinar, em cada dádiva, o alargamento do período até à retoma da atividade normal, quando a situação clínica assim o exija, desde que devidamente justificado.
5 — O disposto no presente artigo não implica a perda de quaisquer direitos ou regalias do dador.

Mapa para 2018 pode ser consultado no Site: www.adasca.pt

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA

GNR da Feira prendeu 4 pessoas que andavam a furtar empresa têxtil

O Comando Territorial de Aveiro, através do Destacamento Territorial de Santa Maria da Feira, no dia 7 de Março, identificou três mulheres e um homem, por furto numa empresa, em Rio Meão, Santa Maria da Feira.
Os quatro suspeitos, tentaram furtar material de uma empresa de têxteis, em pleno horário de funcionamento, tendo sido impedidos por funcionários quando os viram a transportarem caixas com mercadorias para uma carrinha, colocando-se em fuga.
Após esta tentativa de furto e comunicada a situação à GNR, foi realizada uma operação policial no sentido de localizar os suspeitos, tendo os mesmo sido detetados numa viatura ligeira de mercadorias alugado, que ao se perceberem da presença das patrulhas da GNR, colocaram-se em fuga, vindo a ser intercetados em São João de Ver.
No interior da viatura foi encontrado material furtado numa outra empresa, nomeadamente, duas caixas de apoios para sofás e uma caixa com têxteis.
Os suspeitos, com idades entre os 24 e os 57 anos, foram constituídos arguidos e sujeitos à medida de coação de termo de identidade e residência.

A assunção do CDS

A ambição desmedida é mobilizadora, mas também um risco. Assunção Cristas põe a cabeça no cepo. Dentro de 20 meses saberemos se foi capaz de encher "a grande casa da direita" e ser peça-chave do xadrez de 116 deputados que legitimará o próximo Governo.
André  Veríssimo
André Veríssimo 11 de março de 2018 às 23:00
O CDS quer substituir o PSD como o maior partido do centro-direita em 2019. A ambição é onírica, mas faz sentido como estratégia mobilizadora num congresso desenhado a pensar nas próximas legislativas e como tentativa de aproveitar o momento de fragilidade porque passam os sociais-democratas.


A política europeia tem demonstrado, para o bem e para o mal, que "não há impossíveis" no que toca a retirar protagonismo ao "establishment" partidário. Mas substituir o PSD como "primeiro partido no espaço do centro e da direita, sem hesitações, sem complexos",  é muito mais fácil de dizer do que conseguir.

Há desde logo uma dificuldade sociológica, de implantação do eleitorado. O melhor que o partido conseguiu sozinho foram 12%. As sondagens dão ao CDS-PP intenções de voto na casa dos 5%, menos de um quinto dos sociais-democratas (27%), segundo o último inquérito da Aximage para o Negócios e o Correio da Manhã, publicado na sexta-feira.


As eleições autárquicas podem ter confirmado Assunção Cristas como uma candidata que granjeia a simpatia do eleitorado. Daí a ter os mesmos 20% ou mais a nível nacional...


A percepção do eleitorado é que em muitas matérias o CDS está à direita da matriz do PSD. Mesmo tendo em conta a governação mais liberal de Passos Coelho, de que Assunção Cristas fez parte, não se pode dizer que exista um vazio à sua espera.


Mas existe uma fragilidade. E uma fragilidade é uma oportunidade. A líder do CDS-PP soube aproveitá-la para conseguir um excelente resultado nas autárquicas, batendo o PSD em Lisboa. E conseguiu, por várias vezes e em vários temas, afirmar o partido como a voz da oposição no Parlamento.


Enquanto Rui Rio ainda está a tentar pacificar e arrumar a casa, Assunção Cristas fez um congresso que mostra um partido coeso, com vitalidade, e já completamente focado nos próximos desafios eleitorais, as europeias e as legislativas. Enquanto Rui Rio procura construir pontes com o PS em determinados temas, Assunção Cristas fala em "única alternativa". Enquanto Rui Rio está a construir estruturas e porta-vozes sectoriais, Assunção Cristas deixou já uma série de propostas viradas para os desafios presentes e futuros. O CDS está, como disse a líder no discurso de encerramento, "um passo à frente". Tem outra vantagem, gente experiente mas também mais jovem. Tudo isto ajuda, mas não basta.


O congresso de há dois anos serviu para Paulo Portas passar o partido para as "mãos seguras" de Assunção Cristas. Neste, ela emancipou-se. A ausência física do antigo presidente do CDS teve também esse propósito. O partido de Portas é agora o partido de Cristas.


Se for capaz de levar o CDS aos 11,7% conseguidos pelo seu antecessor já será uma vitória. O partido tem sabido intuir quando faz sentido concorrer sozinho ou coligado. Agora é de novo o tempo de o CDS dizer que não é muleta do PSD, mesmo que esteja destinado a sê-lo.


A ambição desmedida é mobilizadora, mas também um risco. Assunção Cristas põe a cabeça no cepo. Dentro de 20 meses saberemos se foi capaz de encher "a grande casa da direita" e ser peça-chave do xadrez de 116 deputados que legitimará o próximo Governo

Fonte: Jornal de Negócios


As sessões de colheitas de sangue a realizar no mês de Março vão decorrer nas seguintes datas e horários:
Dias 14, 21 e 28 de Março das 15 horas às 19:30 horas (4ª.s Feiras)
Dias 17, 24 e 31 das 9 horas às 13 horas (Sábados) no Posto Fixo localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso em Aveiro, Rua de Ovar, Coordenadas GPS: N 40.62659 - W -8.65133.
Os interessados em aderir à dádiva devem fazer-se acompanhar do Cartão de Cidadão para facilitar a inscrição ou do Cartão de Nacional de Dador de sangue.
Atenção: Após tomar o almoço convém ter em conta o período de tempo para digestão, nunca inferior a 2:30 Horas. Na região de Aveiro só não adere à dádiva de sangue quem não pode ou não quer… 
Mapa para 2018 pode ser consultado no Site: www.adasca.pt

Eu, Psicóloga | O que torna você tão diferente de seus irmãos?



Uma colega me contou a seguinte história: enquanto estava passeando com suas filhas de 11 e 7 anos, uma briga no banco de trás começou a rolar. As tentativas da minha colega de amenizar a situação apenas levaram a mais gritaria sobre 'quem começou' a treta. Finalmente a menina de 11 anos falou para a irmã: você começou tudo no dia em que nasceu e levou o amor da mamãe.

Essas irmãs brigam frequentemente, e pela perspectiva da mãe, parte do motivo é que elas têm pouca coisa em comum. Mas a situação delas está bem longe de ser única.

Além do fato de que irmãos são, em média, 50% similares geneticamente, são frequentemente criados na mesma casa pelos mesmos pais, vão às mesmas escolas e possuem uma série de experiências compartilhadas, eles são tão parecidos uns com outros quanto crianças que crescem em outras casas, do lado da cidade.

Então o que torna duas crianças da mesma família tão diferentes?

Como pesquisadores de relações familiares, sabemos que pelo menos uma dessas respostas vem de dados e da teoria que, em pelo menos algumas das famílias, os irmãos TENTAM ser diferentes um dos outros e buscam estabelecer uma identidade e posição únicas dentro das famílias.

Da perspectiva de uma criança, se o irmão mais velho vai bem na escola, pode ser mais fácil conseguir a atenção dos pais se tornando um atleta excelente em vez de competir com o mano pelas melhores notas. Dessa forma, até pequenas diferenças entre irmãos podem se tornar grandes com o passar do tempo.

Mas os pais também têm um papel nisso. Por exemplo, quando os pais percebem diferenças entre as crianças, as crianças podem adotar as crenças e percepções dos pais sobre elas. Isso aumenta a diferença.

Queríamos testar essas ideias e verificar o que torna irmãos diferentes. Então usamos dados sobre os primeiros e segundos filhos adolescentes de 388 famílias para examinar a diferença na performance escolar. 

Pedimos que mães e pais nos disessem se eles achavam que os filhos tinham diferenças nas habilidades acadêmicas e, se sim, quais dos filhos era o mais capaz. Também coletamos dados dos boletins das crianças.

Preferência pelo primogênito

Essa análise trouxe resultados interessantes: pais tendem a acreditar que os filhos mais velhos vão melhor na escola. Isso permanecia mesmo quando as notas dos primogênitos não eram melhores. 

Isso pode ser resultado das maiores expectativas que os pais têm em relação ao primeiro filho ou que, a qualquer período, o mais velho já está cursando matérias mais avançadas no colégio. 

Mas, no entanto, houve uma exceção nesse padrão: em famílias com irmãos mais velhos e irmãs mais novas, os pais davam às filhas notas maiores. Na verdade, nessas famílias, as irmãs realmente recebiam notas melhores do que os irmãos.

Nossas descobertas mostraram que não eram as notas em si que podiam prever as crenças dos pais nas habilidades das crianças. Na verdade, as crenças dos pais sobre as diferenças nas habilidades dos filhos previa as diferenças das notas. 

Em outras palavras, quando os pais acreditavam que um dos filhos era melhor do que o outro na escola, as notas dessa criança melhoravam com o tempo, se comparadas com a do irmão. 

Mantendo crenças

Esperávamos que as notas das crianças e as crenças de seus pais sobre a performance escolar seriam mutualmente influentes, mas descobrimos que a crença dos pais não mudava com o passar dos anos. 

Em vez disso, a diferença entre as notas das crianças mudaram e eram previstas pela crença dos pais. Dessa forma, a forma com que os pais vêem os filhos e as diferenças entre eles pode encorajar as crianças a se desenvolverem de forma diferente. 

A história que contei lá em cima, sobre o caso da menina de 11 anos, mostrou que as crianças são sensíveis sobre o seu lugar e seu valor na família e o comparam com o dos irmãos. Pais podem se esforçar para mostrar o seu amor pelas crianças, mas eles também devem estar atentos às formas diferentes com que eles tratam crianças - tendo em vista que isso pode alterar o desenvolvimento e o relacionamento dos filhos um com o outro.

De fato, pesquisas sugerem que o conflito entre irmãos surge quando as crianças tentam ser tratadas de forma diferente.

Minha colega pode estar certa quando fala que as filhas brigam por não terem nada em comum. Mas seus conflitos podem ser motivados pela percepção da filha de que as diferenças começaram no dia em que a irmã nasceu 'e levou o amor da mãe embora'. 

Este artigo foi publicado primeiramente no The Conversation. Leia o original aqui.

Intolerância mal disfarçada

Péricles Capanema
FHC com Fidel e Chavez — dois tiranos que afundaram seus países na extrema miséria e não apenas material, mas também cultural e espiritual
FHC com Fidel e Chavez — dois tiranos que afundaram seus países na extrema miséria e não apenas material, mas também cultural e espiritual. O que igualmente teria ocorrido no Brasil, caso o PT não tivesse sido apeado do Poder.
Fernando Henrique Cardoso concedeu reveladora entrevista, largamente distribuída, a Fernando Grostein Andrade. Como se sabe, o atual presidente de honra do PSDB, além de elder stateman, é tido como sendo o mais conhecido intelectual público do Brasil. A entrevista tem advertência importante, vem a seguir; traz ainda péssimas posições, mau agouro para o que pode vir para o Brasil.
Por itens.
  1. A advertência: o tráfico vai financiar e eleger candidatos. Estamos a sete meses da eleição de deputados, senadores, governadores, presidente da República. As campanhas serão caríssimas, mesmo que pouca gente o reconheça. Lembro, ninguém ou quase tanto quis fazer valer o voto facultativo, o que as baratearia de imediato. E o STF proibiu o financiamento empresarial. O dinheiro público será insuficiente, o grosso virá de outras fontes, em geral não registradas, receia-se com razão. 
Diz o antigo presidente da República: “Olha, quando comecei a mexer com essa questão de política de drogas, minha preocupação era com a democracia. Pouco a pouco, os narcotraficantes foram tendo influência política. Pablo Escobar é o maior exemplo disso. Mas não é só ele e não é só lá. O Brasil ainda não tinha chegado a este ponto, mas está começando. O problema é que os narcotraficantes dominaram certas áreas. E começam a entrar na vida política. Aconteceu na Colômbia. Vai acontecer no Brasil, está acontecendo. O tribunal eleitoral proibiu o uso do dinheiro das empresas, quem é que tem dinheiro? É o narcotraficante, as igrejas [evangélicas] têm, que é do dízimo”.
  1. Apoio ao desatino da reforma agrária brasileira e simpatia pelo MST. Na entrevista, FHC satisfeito vira as costas para os ruralistas e aplaude ufano a subversão no campo, certamente prejudicando a candidatura Alckmin e de vários companheiros do PSDB, mas danos eleitorais parecem migalhas, diante da perspectiva de mais uma vez o político tucano se mostrar afinado com a esquerda, mesmo a mais radical: “Reforma agrária no Brasil foi feita por duas pessoas. Duas pessoas, não, dois governos. O do Lula e o meu. Ninguém sabe o quanto de terra foi distribuído. É uma barbaridade. Mas fui eu o Lula quem fizemos. O MST ajudou, porque faz barulho”.
  1. Só a briga pelo poder afasta PT e PSDB. FHC vê os tucanos como doutrinariamente próximos ao PT, partido que tem em seus documentos o coletivismo total como meta (coletivismo é outro nome para comunismo): “Por que o PT e o PSDB nunca se juntaram? Por disputa de poder, não por disputa ideológica. Se eu pudesse reviver a História eu tentaria me aproximar não só do Lula, mas de forças políticas que eu achasse progressistas. Eu gosto do Fernando Haddad”. O presidente honorário do PSDB continua indiferente às devastações eleitorais que pode causar em correligionários, escorraçando eleitorado que agora pensa votar no PSDB como barreira ao PT. Esbofeteia alegremente conveniências eleitorais de aliados e bafeja possibilidades de vitória de adversários.
  1. FHC prega frente comum com correntes libertárias. Enquanto que, da direita, quer distância, em especial dos conservadores em matéria de costumes, faz frente comum com libertários: “Você tem uma direita em matéria de costumes, conservadora. Eu sou liberal em matéria de costumes, completamente liberal. Acho que a diversidade tem de ser respeitada. O pessoal da direita reacionária não acha isso. Está errado”.
  1. Jean Wyllis, coincidimos em geral. Jean Willys (PSol-RJ) é o deputado das causas LGBT, tem posições à esquerda do que publicamente defende a maioria dos deputados do PT. FHC vai até ele: “Eu já defendi o Jean Willys publicamente. Tive um debate com ele e em geral coincidimos. Eu o defendi publicamente, porque acho que ele é corajoso”.
  1. Intolerância com conservadores e direitistas. Num sentido, o líder tucano favorece o programa demolidor da esquerda, almeja para ela liberdade total em suas tentativas de implantá-lo. Em rumo oposto, gostaria de cercear o pensamento “não progressista”. Intolerante, advoga na prática, ainda que de forma disfarçada, o banimento da cena pública de ideias das quais discorda. Para estas, ostracismo perpétuo, a mordaça inconfessada. Dois exemplos.
FHC com Fidel e Chavez — dois tiranos que afundaram seus países na extrema miséria e não apenas material, mas também cultural e espiritual. O que também teria ocorrido no Brasil, caso o PT não tivesse sido apeado do Poder.O BTG tem convidado pessoas públicas de vários quadrantes ideológicos para palestras, debates e entrevistas. Convidou Jair Bolsonaro. FHC não gostou, achou “irresponsável” a atitude do banco: “Para que convidar alguém que tem esse tipo de pensamento?” Outra vítima da intolerância. O conceituado economista Paulo Guedes apresentou esboço de programa econômico de governo com ênfase nas privatizações. Tem ficado clara sua preocupação social, conjugada com o propósito de sanear as contas do Estado e estimular a produção.
Com as privatizações, segundo ele, haveria recursos públicos para, por exemplo, aplicar em saúde e educação, hoje na UTI. FHC, coçando a língua para atacá-lo, escolheu o caminho fácil: “Eu não conheço o Paulo Guedes, mas pelo que leio ele acredita que basta liberalizar que tudo se resolve. Tá na lua, né”? São no mínimo declarações irresponsáveis por induzirem o leitor a ter ideia falsa do que pensa o economista. Não conhece e já sai descendo a lenha?
Não há inimigos à esquerda, foi lema conhecido na Europa, em especial na França. Existe uma misteriosa atração pelo abismo (pelo extremo da própria posição) presente em correntes de centro-esquerda. Existiu em Kerensky. Abriu o caminho para Lenine. Existiu em Eduardo Frei. Abriu o caminho para Allende. Quem pode negar que o período FHC em boa medida preparou os oito anos de Lula? A entrevista revela a mesma misteriosa atração pelo abismo no mais importante líder peessedebista — um exemplo do que existe Brasil afora em grupos dirigentes dos mais variados setores. Inexistindo vacina na opinião pública, a conivência e a subserviência de tanta gente podem ser decisivas para a determinação dos destinos do Brasil pós-eleição.
Pelo menos deixa no ar alerta benéfico. Consequência dela incoercível, vive na lua quem achar que bastaria votar de olhos fechados em candidato tucano para salvar o Brasil do petismo e de outras formas de bolchevismo atualizado.
Fonte: ABIM

Programação infantil no Teatro Stephens



Nos dias 18 e 24 de março, a Casa da Cultura Teatro Stephens, situada na Praça Guilherme Stephens, apresenta duas sessões do concerto “Os Iberzitos vão à música” e o teatro infantil “O Pinóquio”, respetivamente.

A programação infantil para o mês de março é a seguinte:

18 de março . domingo . 11h00 e 15h00
ESPETÁCULO PARA A FAMÍLIA | OS IBERZITOS VÃO À MÚSICA – II CICLO DE CONCERTOS DIDÁTICOS
Sinopse | 
O Grupo Iberomoldes pelo segundo ano consecutivo promove a música clássica e o encontro de gerações, trazendo ao público marinhense o II Ciclo de Concertos Didáticos "Os Iberzitos Vão à Música” com a participação do Coro do Orfeão de Leiria e o apoio da Câmara Municipal.

Ficha Artística |
Intérpretes da Escola de Música do Orfeão de Leiria
Mário Teixeira – Apresentação
Nuno Almeida - Direção
Duração: Aprox. 60m
Classificação Etária | M/6
Entrada gratuita (sujeita a levantamento de bilhete e lotação da sala)

24 de março . sábado. 16h00 
TEATRO INFANTIL | “O PINÓQUIO” de Sérgio Moura Afonso a partir de Carlo Collodi  pela Companhia da Esquina 
Sinopse |
 “Pinóquio - Mas paizinho agora reparo, onde está o teu casaco neste dia frio? 
Gepeto - Vendi-o porque tinha calor! Toma o teu livro e uma maçã para dares à tua professora. Corre para escola”. 
A mentira doce do pai Gepeto contrasta com a mentira do mundo ao qual Pinóquio chega pelas mãos da Fada Azul. Boneco de pau que só queria ser um menino de verdade, Pinóquio, o jovem aprendiz, irá aprender a viver e a ser responsável pelas suas acções. 
Como qualquer criança curiosa, Pinóquio envolve-se em aventuras desviadas e perigosas com os seus novos amigos do alheio, o Gato e a Raposa. Nem mesmo a voz da sua consciência - o Grilo - conseguirá demovê-lo de satisfazer a gula, a ociosidade, o egoísmo e a ganância. 
Pinóquio aprenderá à força as verdadeiras doutrinas da vida: a amizade, o respeito pelo próximo, o altruísmo e a grande verdade, o amor paternal.

Ficha Artística |
Dramaturgia e encenação: Sérgio Moura Afonso
Elenco: Alda Gomes, André Nunes, Henrique Bispo, Marta Andrino, Pedro Martinho e Sérgio Moras
Movimento: Cláudia Andrade
Música original e direcção musical: Nuno Cintrão
Letra das músicas: Jorge Gomes Ribeiro e Pedro Martinho
Sonoplastia: Nuno Lacerda
Figurinos: Rita Olivença
Execução de guarda-roupa: Alda Cabrita Atelier
Adereços: Marta Fernandes da Silva
Ilustrações: Susana Antão
Design gráfico: João Afonso
Web-design e multimédia: Margarida Fernandes
Fotografia: Pedro Sadio Photography
Coordenação de projecto: Jorge Gomes Ribeiro
Comunicação: Rita Fernandes e Quimbé
Produção: Companhia da Esquina/Goretti Queirós
Duração | 60m
Classificação Etária | M/3 anos
Preço | 3€ 
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Bilheteira: Teatro Stephens, de terça-feira a domingo, das 10h00 às 13h00, das 14h00 às 18h00 e nos dias de espetáculos até às 22h00.


Dia do Pai em Figueiró dos Vinhos



O Município de Figueiró dos Vinhos associa-se às comemorações do Dia do Pai que é celebrado no próximo dia 19 de março.

Consciente da importância afetiva e do simbolismo que reveste esta data, o Município pretende proporcionar a todas os pais e respetivos filhos, o acesso gratuito às instalações da Piscina Municipal entre os dias 19 e 24 de março.

A iniciativa pretende assinalar o relevante papel social assumido e desempenhado pelos pais e contribuir para o fomento da prática da atividade física e desportiva, fortalecendo os laços familiares.