quarta-feira, 17 de junho de 2020

PARQUE DE ESTACIONAMENTO PÚBLICO DE ARMAÇÃO DE PÊRA ENCONTRA-SE EM FUNCIONAMENTO ATÉ 15 DE SETEMBRO

Armação de Pêra | Silo de estacionamento já está a funcionar ...
O Parque de Estacionamento Público de Armação de Pêra, propriedade do Município de Silves, localizado na Via Dorsal, encontra-se em funcionamento desde o dia 15 de junho e durante um período que se estende até 15 de setembro do corrente.

O mesmo poderá ser utilizado ao longo de toda a semana, 24 horas por dia, devendo, para o efeito, ser efetuadas marcações, a partir do dia 18 de junho, através do contacto 911979073.

De salientar que este parque reúne grande capacidade de estacionamento de veículos, proporciona comodidade e segurança aos utentes, permitindo igualmente o descongestionamento e a melhor fluidez do tráfego nas ruas da Vila de Armação de Pêra.

Com vista a integrar oferta digital do Museu Arqueológico Virtual do Algarve

MUNICIPIO DE SILVES IRÁ PROCEDER AO LEVANTAMENTO DE ACHADOS ARQUEOLÓGICOS DE ESTÁCIO DA VEIGA, PROVENIENTES DO CASTELO DE SILVES
Site Autárquico da CM Silves MUNICIPIO DE SILVES IRÁ PROCEDER AO ...
Integrando a primeira fase do projeto do Museu Arqueológico Virtual do Algarve, da Rede de Museus do Algarve - à qual o Museu Municipal de Arqueologia de Silves pertence - o Município de Silves irá proceder ao levantamento e inventariação dos materiais arqueológicos resultantes dos trabalhos desenvolvidos, no final do século XIX, por Estácio da Veiga no Castelo de Silves, atualmente à guarda do Museu Nacional de Arqueologia. Após este levantamento, pretende-se proceder à seleção das peças que sejam mais relevantes, para futura integração da oferta digital do Museu Arqueológico Virtual do Algarve.

Estácio da Veiga será um nome que ficará para sempre ligado ao pioneirismo da investigação arqueológica no concelho de Silves e à identificação de uma enorme quantidade de sítios arqueológicos, que permitiram, desde cedo, ter uma visão alargada do que teria sido a ocupação humana desta região ao longo dos tempos. O trabalho deste notável arqueólogo passou, não só, pela identificação da ocupação antiga em cerca de 24 sítios do território do concelho de Silves, aquando da produção da Carta Arqueológica do Algarve, mas, também, na realização de trabalhos arqueológicos no Castelo de Silves, onde efetuou o levantamento gráfico de três cisternas (identificadas como do período romano), tentou a entrada na “Cisterna dos Cães”, e perscrutou sedimentos de entulho de onde resultou o achado isolado de diversas peças, entre as quais se destacam dois machados de pedra e muitos outros artefactos líticos (identificados como de feição neolítica), “louças romanas”, percutores de pedra, alcatruzes de barro, candeias e “cerâmicas árabes”, utensílios de pedra e bolas de calcário. O levantamento das suas coleções, a efetuar pelo Município de Silves, permitirá, assim, conferir-lhes novo valor e visibilidade através da sua integração na oferta digital do Museu Arqueológico Virtual do Algarve.

Relembramos que os primeiros passos para o lançamento do Museu Virtual do Algarve já foram dados ao longo dos últimos três meses e culminaram na parceria estabelecida entre a Rede de Museus do Algarve e o Museu Nacional de Arqueologia, onde se encontram depositados os trabalhos, centrados nos sítios identificados e nos materiais recuperados por Estácio da Veiga no âmbito da sua carta arqueológica para a região algarvia.

Partindo da máxima “Passado virtualizado em Futuro”, o Museu alojado na Web terá por missão divulgar os “característicos” do passado e da identidade do Algarve que se encontram depositados nesses museus, sistematizando toda a informação associada, consubstanciada na construção de discursos explicativos sobre a evolução dos povos que habitaram o extremo sul do país, dos seus modelos de organização social e atividades económicas praticadas.

O aproveitamento da informação disponibilizada pelo Museu Virtual dar-se-á em três níveis: científico, sociocultural e turístico, funcionando, num convite à circulação e ao conhecimento do território do Algarve e dos seus museus, sítios e monumentos.

Trata-se de um projeto estruturado em fases, sendo a que se segue, tal como anteriormente referido, a de levantamento e inventário das coleções reunidas por Estácio da Veiga. Este trabalho será levado a efeito em parceria pelos técnicos dos municípios algarvios e da Direção Regional de Cultura do Algarve e suportará uma candidatura a fundos comunitários, aquando da abertura de programas de salvaguarda e valorização do património cultural.

Em período de pandemia o Município de Cantanhede apoia 214 famílias


A Equipa de Intervenção em Situações Extremas COVID 19 (EISE—COVID 19) é composta por técnicos do Serviço de Ação Social e Saúde do Município de Cantanhede e do CLDS Cantanhede 4G. Em período de pandemia (18 de março a 3 de junho), a equipa do Município recebeu 214 pedidos de apoios de famílias e ajudou 387 pessoas.
Neste período foram rececionados através da linha da Ação Social e Saúde 214 pedidos de apoio. Destes pedidos, 185 correspondem ao número de cabazes da ação social entregues, abrangendo 136 agregados familiares, num total de 387 pessoas, cujos titulares do pedido têm em média entre os 44 e os 88 anos.
Para o período de calamidade e emergência nacional, a Presidente da Câmara, Helena Teodósio, decidiu complementar os cabazes da EISE, com carne e peixe.
Como complementaridade da intervenção da EISE, e ao nível do voluntariado, foi lançado um apelo à comunidade para se inscreverem na ação Bolsa de Voluntários Covid19, de modo a antecipadamente se poderem acautelar situações pandémicas emergentes que pudessem ocorrer na comunidade, nas IPSS, ou no apoio às pessoas idosas isoladas”, adiantou Célia Simões, Vereadora do Pelouro da Ação Social e Saúde.
Este desafio foi concretizado, existindo atualmente 32 voluntários inscritos na sua maioria com formação superior, em múltiplas áreas como: Medicina, Enfermagem, Serviço Social, Psicologia, Direito, Engenharia, entre outras.
Em suma, o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no apoio às famílias tem ajudado a superar a fase pandémica provocada pela Covid-19.
“Saliente-se, que o Município tem vindo a desempenhar um trabalho proactivo preponderante e de proximidade a nível individual, familiar, comunitário e organizacional”, concluiu Célia Simões.

Altice Portugal confirma que antena caída em Alcabideche é “sua propriedade”

Altice Portugal confirma que antena caída em Alcabideche é sua ...
A Altice Portugal confirmou hoje que a antena de telecomunicações que caiu em Alcabideche e que feriu gravemente dois trabalhadores "é da sua propriedade", tendo acionado "de imediato" o gabinete de crise para acompanhar a situação.
Dois trabalhadores ficaram hoje gravemente feridos na sequência da queda de uma antena de telecomunicações da Altice Portugal em Alcabideche, concelho de Cascais.
Em comunicado, a "Altice Portugal confirma que a antena de telecomunicações caída em Alcabideche, situada no seu edifício, é de sua propriedade e estava a ser intervencionada pela Viatel, empresa contratada para a manutenção e revisionamento da mesma".
A dona da Meo refere ainda que "acionou de imediato o seu gabinete de crise, no sentido de acompanhar a situação e garantir o cabal apuramento dos factos ocorrido, tendo solicitado de imediato a abertura de um processo de inquérito e averiguação".
O grupo liderado por Alexandre Fonseca adianta que "que as seguradoras já foram informadas do ocorrido e solicitado o acionamento imediato dos seus serviços".
"Asseguramos que todos os trabalhos em curso se encontravam a ser executados debaixo de procedimentos de coordenação de segurança em obra", garante a operadora de telecomunicações, sublinhando que, neste momento, "a principal preocupação da Altice Portugal é a saúde dos dois colaboradores envolvidos neste acidente da empresa contratada".
Fonte e Foto: Lusa

Covid-19. Dois dos infetados em festa ilegal em Lagos estão internados

Dois dos 16 infetados com covid-19 em festa ilegal em Lagos estão ...
Duas das pessoas infetadas com covid-19 na sequência de uma festa ilegal em Lagos estão internadas, disse a delegada regional de Saúde do Algarve, que espera que sejam atribuídas responsabilidades aos organizadores do evento.
“Dos casos confirmados estão duas pessoas de 39 e 27 anos internados no CHUA [Centro Hospitalar e Universitário do Algarve], em Faro. Quando se internam doentes covid é porque o seu estado clínico é preocupante”, afirmou Ana Cristina Guerreiro.
Em conferência de imprensa, a delegada regional de Saúde disse esperar “que se consigam atribuir responsabilidades e suas consequências legais” aos organizadores do evento, que se realizou em 07 de junho no clube desportivo de Odiáxere.
“Fazer uma festa, fala-se em mais de 100 pessoas, com uma dimensão destas, num momento de pandemia, em que tem sido tão divulgada a necessidade de distanciamento social, de utilização de máscaras (…), eu espero que sim, que sejam atribuídas responsabilidades”, frisou.
Até agora, as autoridades de saúde já realizaram mais de 100 testes, identificando 16 casos de infeção por covid-19 relacionados com a festa, dos quais dois se referem a crianças de 12 e 7 anos, que não estavam no evento, mas foram infetadas por familiares.
Existem, ainda, cinco pessoas a aguardar resultados e pelo menos 10 pessoas a aguardar para fazer o teste, acrescentou aquela responsável, sublinhando que a maioria das pessoas envolvidas são “pessoas em idade ativa que trabalham em múltiplos locais”.
Admitindo que “é difícil obter provas e responsabilizações individuais”, Ana Cristina Guerreiro referiu, no entanto, que gostaria que o ato “tivesse alguma consequência”, pois quem fica a perder é o “Algarve e o país”.
O presidente da ARS/Algarve adiantou que algumas pessoas relacionadas com a festa já se estão a dirigir espontaneamente aos serviços de saúde para serem testadas, e aproveitou para apelar às pessoas para que não participem neste tipo de eventos.
“Não iremos responsabilizar as pessoas que estiveram na festa, mas quem organizou a festa eu penso que sim. Aí sim, devem existir consequências”, reforçou Paulo Morgado, lembrando que este tipo de eventos pode fazer surgir dezenas de casos.
Segundo aquele responsável, todos “devem estar vigilantes”, porque este tipo de atos “tem consequências” na vida e no emprego dos pessoas, sendo toda a comunidade “prejudicada por um conjunto de atos irresponsáveis que violam aquilo que é a lei do país”.
Ana Cristina Guerreiro disse ainda que, deste grupo, há pessoas “em isolamento profilático com reforço policial”, sendo que alguns dos infetados “são pessoas da mesma família”, existindo, igualmente, casos positivos entre colegas de trabalho.
Segundo o boletim de hoje da Direção-Geral da Saúde, o concelho de Lagos regista cinco casos de infeção, não estando ainda contabilizados a maioria dos casos entretanto confirmados e relacionados com o evento.
As autoridades vão, agora, prosseguir com as investigações para tentar identificar o número máximo possível de pessoas envolvidas na festa – ou dos seus círculos diretos – de forma a conseguir quebrar possíveis cadeias de transmissão.
Lusa

Espanha realiza cerimónia de homenagem às vítimas e funcionários de saúde

Visão | Covid-19: Espanha realiza cerimónia de homenagem às ...
Espanha vai realizar a 16 de Julho uma cerimónia oficial em homenagem às vítimas da covid-19 e aos funcionários públicos que lutaram contra a pandemia, anunciou hoje o primeiro-ministro, Pedro Sánchez.
O chefe do executivo espanhol fez o anúncio durante um debate parlamentar, hoje no Congresso dos Deputados, onde também adiantou que a cerimónia será presidida pelo rei Felipe VI e contará com a presença, entre outros, do Presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, e da Presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen.
Também vão estar presentes o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, o Presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, e o Alto Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Josep Borrell.
As instituições espanholas já cumpriram a partir de 27 de maio último 10 dias de luto oficial em memória dos falecidos da pandemia de covid-19.
O último balanço indica que morreram em Espanha 27.136 pessoas, em mais de 244 mil casos de infeção por covid-19.
Espanha é um dos países mais atingidos pela doença que já provocou mais de 438 mil mortos e infetou mais de oito milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Os Estados Unidos são o país com mais mortos (116.567) e mais casos de infeção confirmados (mais de 2,1 milhões).
Seguem-se o Brasil (45.241 mortes, mais de 923.189 mil casos), Reino Unido (41.969 mortos, mais de 298 mil casos), a Itália (34.405 mortos e 237.500 casos), a França (29.547 mortos, mais de 194 mil casos) e a Espanha (27.136 mortos, mais de 244 mil casos).

BE propõe descida do IVA da eletricidade já no Orçamento Suplementar

BE quer descida do IVA da electricidade já no Orçamento ...
O BE propõe que a redução do IVA da eletricidade de acordo com o consumo, uma medida que já teve 'luz verde' da Comissão Europeia, entre em vigor com o Orçamento Suplementar que hoje é votado na generalidade.
Na nota justificativa da proposta de alteração do BE, a que a agência Lusa teve acesso, ao Orçamento Suplementar apresentado pelo Governo, os bloquistas referem que "o Governo decidiu submeter ao Comité do IVA da Comissão Europeia" o modelo proposto na autorização legislativa fixada no Orçamento do Estado para 2020.
"Foi recentemente conhecida a não oposição do Comité do IVA da Comissão Europeia, o que, no superveniente contexto de crise económica e social, deve levar o parlamento a dar imediata concretização à descida do IVA da eletricidade, considerando o processo legislativo até à data e os procedimentos realizados pelo Governo", defende o BE.
O Governo pediu autorização a Bruxelas para criar escalões de consumo de eletricidade baseados na estrutura de potência contratada existente no mercado elétrico, "aplicando aos fornecimentos de eletricidade de reduzido valor as taxas reduzida e intermédia de IVA".
Para o BE, 150 kWh por mês deve ser considerado "consumo de reduzido valor".
"Este consumo, em contratos de potências até 6,9 kVA, será tributado em IVA à taxa de 6%. Nos contratos de potência de 6,9 kVA, será tributado em IVA à taxa reduzida, 6%, nos primeiros 75 kWh do consumo e à taxa intermédia, 13%, nos segundos 75 kWh", propõe.
Na perspetiva dos bloquistas, esta proposta de alteração dá resposta ao objetivo traçado pelo Governo no Orçamento do Estado para 2020 que passava por "delimitar a aplicação das taxas reduzidas e intermédia, de modo a reduzir os custos associados ao consumo da energia, protegendo os consumos finais e mitigando os impactos ambientais adversos que decorrem de consumos excessivos de eletricidade".
O Orçamento Suplementar é hoje discutido e votado na generalidade na Assembleia da República, iniciando-se com a sua aprovação o prazo para os partidos apresentarem propostas de alteração.
O Comité do IVA da Comissão Europeia não manifestou na sexta-feira oposição à mudança solicitada pelo Governo português para adequar esta taxa na fatura da luz ao escalão do consumo, podendo avançar com a medida, informaram fontes comunitárias.
Logo nesse dia, o primeiro-ministro, António Costa, congratulou-se com esta decisão europeia de admitir a redução do IVA da eletricidade com base em critérios ambientais, considerando que "valeu a pena ser firme" politicamente nesta matéria.
Já o Governo, através do Ministério das Finanças, considerou que a adequação do IVA da luz aos escalões de consumo é inovadora, justa e ambientalmente responsável.
Em dezembro passado, António Costa, anunciou ter enviado uma carta à presidente da Comissão Europeia, Ursula Von Der Leyen, a solicitar autorização para alterar os critérios do imposto sobre o valor acrescentado (IVA) da energia para permitir uma variação da taxa em função dos diferentes escalões de consumo.
Já no final de maio, o chefe de Governo assinalou que, "no Orçamento do Estado para 2020, foi concedida a autorização ao Governo para poder reduzir o IVA da energia de uma forma financeiramente responsável", pelo que aguardava a 'luz verde' de Bruxelas para, de "forma inovadora", o executivo passar a "graduar a taxa do IVA da eletricidade em função dos escalões de consumo".
Isto permite que os agregados familiares com menos consumo energético passem a ter uma taxa de IVA inferior à que pagam atualmente, variando entre um mínimo de 6% e um máximo de 23%, consoante então os kWh (quilowatt-hora) consumidos.
Lusa