quarta-feira, 23 de setembro de 2026

COMUNICADO - QUANDO O GOVERNO DECIDE, É TEMPO DE CONCRETIZAR

 O comunicado do PS de Viseu transmite uma estranha frustração perante uma notícia que deveria merecer a satisfação de todos: a decisão político-estratégica do Governo de criar um Mercado Abastecedor da Região de Viseu e a vontade clara de o instalar no concelho de Viseu.
Talvez o incómodo resulte simplesmente de uma circunstância: desta vez, a decisão foi tomada pelo Governo antes de haver oportunidade para transformar o assunto num número político para as redes sociais. Mas os interesses de Viseu devem estar acima da disputa pela autoria de cada anúncio ou pela fotografia do momento.
Convém, por isso, esclarecer o essencial.
Este não é um assunto que tenha começado com um comunicado partidário. A decisão político-estratégica resulta de um trabalho que o Governo, com particular empenho do Ministro António Leitão Amaro, vem analisando e desenvolvendo há bastante tempo, em articulação e com conhecimento dos deputados do PSD eleitos por Viseu.
Foi esse trabalho que permitiu chegar ao anúncio agora feito. A iniciativa e a decisão são do Governo, a quem compete decidir sobre a criação desta infraestrutura. Aos deputados do PSD por Viseu coube acompanhar o processo, defender os interesses da região e contribuir para que esta oportunidade pudesse ser concretizada.
E a vontade política do Governo é clara: criar o Mercado Abastecedor da Região de Viseu e instalá-lo no concelho de Viseu.
Naturalmente, seguir-se-á todo o trabalho técnico necessário à concretização de um investimento desta natureza: localização concreta, modelo, dimensionamento, financiamento, parceiros, estudos e calendarização. Confundir essas etapas com a decisão político-estratégica que lhes é anterior é tentar criar dúvidas onde elas não existem.
O Governo não tem dúvidas. O Ministro António Leitão Amaro não tem dúvidas quanto à importância deste investimento para Viseu. Os deputados do PSD por Viseu conhecem e acompanham este trabalho. O comunicado do PS, pelo contrário, procura levantar dúvidas.
Esperamos que a Câmara Municipal de Viseu não as acompanhe.
Até porque a Câmara Municipal de Viseu tem conhecimento deste processo desde o início deste mês. Não estamos, portanto, perante uma novidade que tenha chegado ao Município através de um comunicado partidário. A Câmara já conhecia a intenção do Governo e a oportunidade que está em cima da mesa para Viseu.
Agora é necessário fazer aquilo que verdadeiramente interessa: criar, em conjunto, todas as condições para que o Mercado Abastecedor da Região de Viseu seja instalado no concelho de Viseu.
É isso que esperamos da Câmara Municipal: que seja parte da solução, que trabalhe com o Governo e que aproveite esta oportunidade para o concelho.
Os viseenses não estão preocupados em saber quem conseguiu publicar primeiro uma fotografia ou um post. Esperam resultados de quem exerce responsabilidades públicas. Menos festas, menos redes sociais e mais trabalho. Menos preocupação com a fotografia e mais preocupação com a concretização.
Viseu precisa de ambição, trabalho e capacidade para transformar oportunidades em investimento.
O Governo quer o Mercado Abastecedor da Região de Viseu no concelho de Viseu. Esperamos que a Câmara Municipal queira exatamente o mesmo.
Se o PS está frustrado por não ter conseguido fazer primeiro o anúncio nas redes sociais, essa é uma questão do PS. A nossa preocupação é outra: que o investimento se concretize e fique em Viseu.
Nós não temos dúvidas. O Governo decidiu. Agora é tempo de concretizar.
 
*Os Deputados do PSD eleitos pelo Círculo Eleitoral de Viseu
Pedro Alves
Carlos Silva
Isabel Fernandes
Bruno Faria

NB: Comunicado publicado na íntegra.

Cantanhede | Vice-presidente Pedro Cardoso elogiou “dinâmica fantástica” da instituição e enalteceu os autores locais pela importância das suas obras e papel como agentes culturais

 
Conversas com autores locais assinalaram aniversário da Biblioteca Municipal

Cerca de seis dezenas de pessoas marcaram presença na segunda-feira, 21 de setembro, na iniciativa Conversas com Autores Locais – Livros e Escritas, que assinalou o 34.º aniversário do atual edifício da Biblioteca Municipal de Cantanhede.
A sessão dividiu-se em cinco painéis de intervenção, moderados pela professora Maria de Lurdes Boavida e contou com a participação de António Canteiro, António Castelo Branco, António Pereira dos Santos, Emília Pimentel, Fátima Lopes, Fátima Negrão, Fernando Rato, Filipa Cartaxo, Francisco Relva Pereira, Isolete Pessoa, Leonor Salguinho Ferreira, Lígia Negrão, Luís Miguel Pato, Manuel Cidalino Madaleno, Manuela Diniz, Maria de Lurdes Boavida, Maria João Espírito Santo, Nelson Menezes, Olga Resi, Paulo Melo, Queiroga da Serra, Sara Madaleno, Silvério Manata, Tânia Santos e Valdemiro Martins Gaspar.
No decurso da sessão refletiu-se sobre a importância da leitura e da escrita enquanto veículos de desenvolvimento do pensamento crítico, da linguagem e da cidadania, tendo os participantes partilhado com a plateia as motivações que os despertaram para a escrita, o percurso realizado nesse processo criativo e como anteveem o futuro como autores.
Presente na iniciativa, o vice-presidente da Câmara Municipal com o pelouro da Cultura, Pedro Cardoso, referiu que “
celebrar 34 anos da Biblioteca Municipal é celebrar um percurso notável de uma instituição publica da maior relevância ao serviço da cultura, da literacia, da informação, da alfabetização, da educação, da inclusão, da preservação da memória local, da cidadania e da democracia
”.
Ainda de acordo com o autarca, a Biblioteca “tem tido uma dinâmica cultural e educativa fantástica merecedora dos mais rasgados elogios”. “Registo com agrado o papel estratégico fundamental que tem tido na construção de uma sociedade mais informada, democrática, mais justa e intelectualmente ativa, e é por isso que tem tido uma centralidade nas políticas culturais e educativas”.
Sobre as conversas com autores locais, Pedro Cardoso adiantou que “’é também uma forma de prestar homenagem e gratidão para com todos aqueles autores locais que têm através da criação literária, dos livros e escritas, para além do envolvimento em várias iniciativas, contribuído para a promoção dos livros, da leitura, e o enriquecimento do vasto catálogo disponível”.

Silves | CORTE DE TRÂNSITO EM TROÇO DA RUA D. JOÃO II E NA RUA MASCARENHAS GREGÓRIO, EM ARMAÇÃO DE PÊRA

  
O Município de Silves informa que, na sequência da continuidade da empreitada de “Requalificação Urbana da Rua D. João II”, será necessário proceder ao corte de trânsito num troço da Rua D. João II e na Rua Mascarenhas Gregório, previsivelmente até ao final do mês de outubro.
 
A interrupção da circulação rodoviária deve-se à execução de trabalhos de instalação de infraestruturas de drenagem de águas residuais e pluviais, bem como de abastecimento de água.
A zona de intervenção estará devidamente sinalizada, sendo permitido apenas acesso a moradores e a veículos de cargas e descargas.
 
Serão tomadas todas as diligências para que os trabalhos decorram de forma célere e eficiente.
 
A autarquia agradece a compreensão e colaboração dos munícipes pelos eventuais transtornos causados.
 

Comunicado - Esclarecimento sobre informação divulgada desde 20 de setembro de 2026.

 Na sequência de algumas informações que têm vindo a ser divulgadas desde o dia 20 de setembro de 2026, importa esclarecer, de forma objetiva, alguns factos relativos ao desaparecimento de um utente da Casa do Sol Poente – Residencial Sénior, em Requeixo.
 
A ausência do utente das instalações da instituição foi detetada pelas 16h30, tendo sido dado o alerta e acionadas, desde esse momento, as entidades competentes, nomeadamente G.N.R., Bombeiros e demais meios de emergência e busca.
 
Embora a formalização da participação junto das autoridades tenha ocorrido posteriormente, pelas 23h30, as diligências e os contactos com as entidades competentes tiveram início aquando da deteção da ausência do utente.
 
Importa ainda esclarecer que, ao contrário de algumas informações que têm sido divulgadas, não existe qualquer confirmação de que o utente tenha sido avistado em qualquer local ou zona após a sua saída da instituição.
 
As buscas têm decorrido de forma contínua, de dia e de noite, envolvendo meios humanos e técnicos adequados à situação, incluindo equipas cinotécnicas, meios de deteção e câmara térmica, entre outros recursos mobilizados pelas entidades responsáveis.
 
Neste momento, as operações de busca continuam na zona da Pateira de Fermentelos e nos terrenos adjacentes, sendo acompanhadas por responsáveis da unidade e por elementos da família.
 
Perante uma situação desta natureza, que naturalmente tem provocado grande preocupação e abalo junto da família, dos profissionais e da própria comunidade, é fundamental que seja respeitada a privacidade e a dignidade do utente e dos seus familiares.
 
Solicita-se, por isso, que não sejam divulgadas informações não confirmadas, interpretações ou especulações que possam contribuir para aumentar a angústia de todos os envolvidos ou prejudicar as diligências em curso.
 
A instituição reafirma que qualquer informação relevante e devidamente confirmada será comunicada em momento oportuno, caso os responsáveis entendam que a sua divulgação é adequada.
 
Até lá, o foco permanece exclusivamente nas buscas e na localização do utente, em articulação com as autoridades e demais entidades envolvidas.
 
Casa do Sol Poente – Residencial Sénior
23 de setembro de 2026
 

Universidade de Aveiro | Noite Europeia dos Investigadores traz 78 projetos desenvolvidos na UA à Fábrica

 A Universidade de Aveiro (UA), através da Fábrica Centro Ciência Viva, vai associar-se esta sexta-feira, 25 de setembro, entre as 20h00 e as 24h00, à Noite Europeia dos Investigadores. Uma iniciativa que pretende homenagear o trabalho dos cientistas e aproximar a investigação científica da sociedade. A entrada é livre.
A iniciativa é dedicada a todos os públicos e famílias e decorre na Fábrica Centro Ciência Viva e no espaço exterior envolvente. Divulgar projetos de investigação, mostrar quem são os investigadores, o que os motiva e a importância do que fazem para a sociedade são os objetivos desta noite.
O evento proporcionará momentos de contacto direto entre investigadores e o público participante, através de diversas atividades de comunicação e divulgação de ciência, tais como a Feira de Ciência e Tecnologia - “Science@UA”, exposições e a estreia do espetáculo de arte e ciência “O EnCanto de Investigar… O fascínio de perguntar, em Maria de Sousa”.
No caso da Feira de Ciência e Tecnologia, entre as 21h00 e as 24h00, a mesma contará com a apresentação e demonstração de 78 projetos de investigação inovadores desenvolvidos na UA, juntando a participação de mais de 200 cientistas. Neste mesmo horário, estará aberta para visita a exposição do CESAM - "Da Atmosfera ao Mar Profundo: Ciência a cuidar do Futuro" e a exposição de imagens científicas “Traços de Curvatura: Gravidade na Universidade de Aveiro”.
Às 22h00, tem início o espetáculo de arte e ciência - "O EnCanto de Investigar… O fascínio de perguntar, em Maria de Sousa”. Entre literatura, melodia e ciência, esta performance pretende criar um momento em palco acolhedor, íntimo, especial, em torno de Maria de Sousa, uma das mais importantes cientistas portuguesas do século XX. Em palco estarão o biólogo Ricardo Neves, do Departamento de Biologia da UA, o pianista Paulo Oliveira, do Departamento de Comunicação e Arte, e a dinamizadora de leitura da Fábrica, Marta Condesso.
Ao longo de todo o evento, das 20h00 às 24h00, haverá uma zona destinada a refeições ligeiras e animação infantil, com os sempre desafiantes Jogos do Hélder, insufláveis e modelagem de balões.
A Noite Europeia dos Investigadores é considerada o maior evento europeu de celebração da Ciência e da sua relação com a sociedade. Celebrada em simultâneo em 40 países e centenas de cidades por toda a Europa, esta iniciativa pretende ser uma homenagem a todos os investigadores e uma oportunidade de mostrar à sociedade os resultados mais atuais da investigação.

Todas as atividades da Noite Europeia dos Investigadores são gratuitas e não requerem inscrição prévia.

O programa na íntegra pode ser consultado aqui.

*Teresa Pereira
Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro
Rua dos Santos Mártires, 3810-171 Aveiro
Tel. +351 234 427 053 (chamada para a rede fixa nacional)
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Empreitada no valor de mais de 114 mil euros. Município de Cantanhede requalifica muro na Lagoa dos Coadiçais, em Febres

 
A Câmara Municipal de Cantanhede vai intervir no muro na Lagoa dos Coadiçais, com o intuito de reforçar e estabilizar uma das margens da lagoa. A empreitada pretende garantir a estabilidade do terreno, prevenir fenómenos de derrube e deslizamento e assegurar o adequado escoamento das águas superficiais.
A obra, no valor de 114 739,48 euros, tem um prazo de execução de 90 dias seguidos.
O documento foi assinado pela presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio, e pelo representante da empresa Sociedade M. Bonito - Engenharia e construção, unipessoal, Lda, num encontro em que esteve também presente o presidente da Junta de Freguesia de Febres, Carlos Lote.
Esta intervenção é fundamental para garantir, por um lado, a segurança e, por outro, a estabilidade da margem da lagoa. Em simultâneo, pretendemos prevenir situações de erosão, deslizamento e degradação do terreno”, sublinhou a presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio.
Para realizar os trabalhos, será criada temporariamente uma zona isolada da lagoa através de uma ensecadeira, permitindo que a construção do muro seja feita em ambiente seco. A estrutura será instalada apenas num setor da margem.
O novo muro será construído com pedra de calcário, sem o uso de ligantes. As pedras maiores ficarão na base para garantir a estabilidade da estrutura. Também está prevista a instalação de sistemas de drenagem e de uma manta geotêxtil, para evitar que terras entrem dentro do muro.
A intervenção foi planeada de forma a reduzir os efeitos sobre o ambiente e sobre a fauna e flora existentes na lagoa. A remoção da ensecadeira será feita de forma faseada, depois de concluída e estabilizada a nova estrutura, procurando evitar alterações bruscas nas condições da água.
O projeto prevê, assim, uma intervenção localizada na margem, com recurso predominante a materiais naturais. A ideia é conciliar a recuperação e estabilização da estrutura existente com a preservação das condições da lagoa durante o período de obra.

Marinha Grande | SESSÃO SOBRE O MUSEU DO VIDRO DESTACOU TRABALHO DE SALVAGUARDA DO ACERVO E DESAFIOS PARA O FUTURO

 O Município da Marinha Grande promoveu, no dia 19 de setembro, no Foyer do Teatro Stephens e Museu do Vidro, a sessão pública “Reviver, Resistir e Reinventar – Museu do Vidro depois da Tempestade Kristin…”, integrada nas Jornadas Europeias do Património 2026.
A iniciativa deu a conhecer os danos provocados pela Tempestade Kristin, as ações desenvolvidas para resgatar e salvaguardar o acervo museológico e os principais desafios que se colocam à recuperação e valorização futura do Museu do Vidro.
O vereador da Câmara Municipal, Sérgio Silva, destacou a importância histórica, económica, cultural, científica e social do vidro para a identidade do concelho, sublinhando que o Museu deve ajudar a compreender a formação e o desenvolvimento da Marinha Grande. Referindo-se à riqueza e às múltiplas dimensões deste património, o vereador afirmou que “este museu e o vidro são um cristal enorme que nós temos”.
Sérgio Silva valorizou igualmente o contributo dos historiadores e investigadores para a recuperação da memória coletiva e para o conhecimento do território, declarando: “Nós temos muito para resgatar, temos muito para dizer, temos muito para valorizar e mostrar aos outros. A Marinha Grande é mesmo muito grande, nem toda a gente ainda percebeu. Nós estamos cá a trabalhar para que isso venha a ser conhecido”.
A sessão contou com as intervenções do professor Jorge Custódio e da técnica Tânia Rosa, que apresentaram perspetivas complementares sobre o impacto da tempestade, o trabalho realizado desde então e a necessidade de repensar o futuro deste equipamento cultural.
Tânia Rosa apresentou os danos causados pela Tempestade Kristin no Museu do Vidro, mostrando os efeitos sobre o edifício, as coleções de vidro, a maquinaria, as ferramentas, os instrumentos e o arquivo documental. Entre março e o início de setembro, foram reembalados e registados 4.860 bens, higienizados 1.008 bens e utilizadas 330 caixas para o seu acondicionamento. No âmbito da preservação do arquivo documental, iniciará em breve uma intervenção em cerca de 200 paletes e 3.000 metros lineares de documentação.
Ao longo do processo o Museu do Vidro contou com a colaboração de várias entidades externas, nomeadamente de conservadores restauradores do Museu da Assembleia da República, voluntários da Brigada de Intervenção Rápida do Fórum de Conservadores Restauradores, bem como de alunos da licenciatura em Arqueologia da Faculdade de Ciências Sociais e da licenciatura em Conservação e Restauro da Faculdade de Ciências e Tecnologia, ambas da Universidade Nova de Lisboa.
O investimento nas ações de salvaguarda, resgate, higienização e tratamento apresentadas ascendeu a 338 mil euros.
Na sua intervenção, o professor Jorge Custódio salientou que o objetivo passa pela afirmação do Museu do Vidro como uma instituição de referência nacional e internacional, sustentada pela história, identidade e importância da indústria vidreira da Marinha Grande.
Entre as propostas apresentadas estiveram a criação de uma oficina de fabrico de vidro ao vivo bem como um centro de investigação associados ao Museu do Vidro, e o desenvolvimento de um sistema integrado que articule os diferentes núcleos e estruturas relacionados com a história e a cultura vidreiras. Jorge Custódio salientou a importância da criação de novas reservas para as coleções, com dimensão e condições adequadas para acolher vidros, máquinas, aparelhos, estruturas, ferramentas, moldes, instrumentos de medida, acessórios e outros utensílios que integram o acervo.
Outro dos desafios identificados foi a elaboração de um programa museológico, considerado essencial para definir a missão, a organização e as condições de funcionamento do Museu do Vidro, assim como para preparar uma futura candidatura à integração na Rede Portuguesa de Museus. O historiador defendeu, igualmente, a concretização de um inventário digital completo, encontrando-se em fase final o procedimento de aquisição do software necessário para implementar o mesmo.