segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Jesus diz que apoio do povo português foi “mais importante do que as conquistas” no Flamengo

Resultado de imagem para Jesus diz que apoio do povo português foi “mais importante do que as conquistas” no Flamengo
Treinador do Flamengo mostrou-se orgulhoso por ter sido condecorado com a Ordem do Infante D. Henrique pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
Jorge Jesus, treinador do Flamengo, acredita que apoio do povo português foi a sua maior conquista desde que chegou ao Flamengo. O técnico de 65 anos mostrou-se orgulhoso por ser condecorado com a Ordem do Infante D. Henrique pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
"Se alguma vitória no Brasil foi importante, talvez essa [apoio dos portugueses] tenha sido a mais importante. O povo português associou-se e partilhou as vitórias do Flamengo, principalmente na Libertadores e no Mundial de Clubes, que não vencemos. Essa vitória deve ser mais importante do que as desportivas, sentir o carinho do povo português", disse, em declarações aos jornalistas.
O treinador de 65 anos conquistou o Brasileirão e a Taça Libertadores e garante que ficou na história do futebol brasileiro.
"Portugal e Brasil são países irmãos, ligados pela história e cultura. Não fomos nós que descobrimos o Brasil, não fui eu que dei a independência ao Brasil, mas fomos nos que a 23 e 24 de novembro conquistamos dois títulos e vamos ficar na história do Brasil", explica.
"Sempre senti que representava um país. Quando subi ao pódio, lembrei-me logo da bandeira de Portugal. Estou honrado e orgulhoso de ser português. Esta medalha vai ficar no meu museu em casa", acrescenta.
Apesar de garantir que regressará ao futebol português, Jorge Jesus explica que neste momento continuará ao serviço do Flamengo. "Temos contrato até junho, dia 19 vamos regressar ao Rio de Janeiro".
RR
Foto: José Sena Goulão / Lusa

Livro Evolução Urbana de Aveiro



Sinopse
“Percorrer um espaço urbano levados por quem o conhece profundamente, e sobretudo por quem o ama, é um privilégio! A viagem que a autora propõe, de forma aparentemente simples e magnificamente ilustrada, é o corolário de uma investigação de elevado mérito e profundidade, fruto de uma grande reflexão e paixão por Aveiro, pela sua vetusta história e notável património

religioso, civil e natural, pelo estudo e aferição das atividades produtivas e mercantis, pela sociabilidade e espaços públicos, pela evolução do desenho urbano com propostas inovadoras, pelos seus agentes e atores vivificados… Uma obra que faltava àqueles que procuram apreender Aveiro e compreender o nosso aveirismo desassombrado e pleno de alma, que se sustenta na evolução particular de um espaço (séculos XV-XIX) no qual se conjugam múltiplos fatores, mais ou menos favoráveis (e estes vencidos com sabedoria e garra), que lhe conferem excecionalidade e nos legam a cidade extraordinária de que hoje somos herdeiros e procuramos valorizar. Amamos o que conhecemos, máxima plenamente conseguida pela autora que nos leva, com entusiasmo, numa verdadeira “visita guiada” competente e reveladora do passado que moldou o presente da nossa bela cidade: Aveiro! Bem haja!!!”

JOSÉ ANTÓNIO REBOCHO-CHRISTO

Biografia breve da autora
Maria José Curado
Nasceu na Figueira da Foz a 5 de Outubro de 1969.

Docente na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e membro do CIBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade onde desenvolve investigação nas áreas da ecologia da paisagem, gestão da paisagem, ordenamento do território e ordenamento e desenho urbano.

Licenciada em Arquitetura Paisagista (ISA/UTL), mestre em Planeamento e Projeto do Ambiente Urbano (FAUP/FEUP) e doutorada em Ciências Aplicadas ao Ambiente (UA).

Diretora do Observatório de Paisagem da FCUP.


Da Troika à Geringonça: Uma década de governação em Portugal, analisada pelo economista Luís Reis

Da austeridade imposta pela Troika à solução inédita de um governo socialista apoiado pelos partidos à esquerda. Uma década de governação em Portugal, analisada sem sectarismos, pelo economista, professor e gestor de empresas Luís Reis no livro Da Troika à Geringonça, uma das grandes apostas da Guerra e Paz, Editores, para o arranque de 2020. Da Troika à Geringonça, prefaciado por Luís Marques Mendes, chega às livrarias de todo o país no próximo dia 7 de Janeiro, com uma dupla sessão de lançamento, marcada para Lisboa e Porto.  

«Pugnar pela construção de uma sociedade mais avançada e por uma economia mais dinâmica, que transformem Portugal num lugar melhor para viver e para investir.» Foi este o objectivo de Luís Reis, CEO da Sonae Financial Services, da Sonaegest e da Sonae Fashion e vice-presidente da MDS, na criação dos textos que deram origem ao livro Da Troika à Geringonça.

A obra, composta por várias crónicas assinadas pelo autor no Diário Económico, no Jornal de Negócios e no Observador, apresenta uma análise crítica da realidade económica e política portuguesas, de 2012 a 2019, confrontando-se com os Governos «troikista» de Pedro Passos Coelho e «socialista, comunista e trotskista» de António Costa, à luz de um pensamento político e económico liberal.

O prefácio da obra é da autoria de Luís Marques Mendes, que vê nas crónicas de Luís Reis «ideias claras para o país». Para o advogado e político português, o autor é «o político por vocação», não o «que assume cargos, mas o que assume convicções».

O antigo ministro e presidente do Partido Social Democrata acrescenta ainda que Luís Reis recusa a «futebolização da política» e «não obstante se posicionar na área do centro‑direita, é cáustico com Rui Rio e com o caminho que leva o PSD. Não poupa nas palavras nem se esconde atrás de qualquer biombo. É este tipo de comportamento que lhe dá credibilidade e que valoriza as suas crónicas.»

Um livro cuja lin­guagem combina inteligência e prazer. Uma grande leitura, que não se poupa à ironia fina e até corrosiva de um cidadão inconformado com a forma como os destinos do país têm sido geridos ao longo da última década.

Da Troika à Geringonça chega às livrarias de todo o país no próximo dia 7 de Janeiro de 2020, mas pode ser adquirido desde já, em pré-venda, através da loja online da Guerra e Paz, Editores.

A dupla sessão de lançamento irá decorrer em Lisboa e no Porto. No dia 6 de Janeiro, pelas 18h30, Luís Reis apresenta a sua obra no espaço «Âmbito Cultural», no 6º piso do El Corte Inglés, em Lisboa, com apresentação do director do jornal Observador, José Manuel Fernandes.  Segue-se a cidade do Porto, que recebe o autor no dia 7 de Janeiro, pelas 18h30, na sala Estúdio Latino do Teatro Sá da Bandeira. A sessão contará com a apresentação do director do jornal Eco, António Costa.

Da Troika à Geringonça
Luís Reis
Não-Ficção / Política
192 páginas · 15x23 · 15,50 €
Nas livrarias a 7 de Janeiro

Guerra e Paz, Editores

O Eco Parque Empresarial continua a crescer: Investimento em curso de 3,1 milhões € criará mais lotes para novas empresas

O grande volume de obras será bem visível no novo ano, mas a empreitada de “Expansão do Eco Parque Empresarial de Estarreja - Fase 3” já está no terreno. Este crescimento para norte vai permitir a infraestruturação de uma zona de 100 hectares, disponibilizando 22 novos lotes para a instalação de mais empresas. A obra tem um prazo de execução de 1 ano.

O investimento é de 3,1 milhões€ (recorde-se que o valor base do concurso público foi de 4,7 milhões€). A empreitada será cofinanciada pelos fundos comunitários do Portugal 2020, em cerca de 2 milhões€, sendo o restante suportado pela Câmara Municipal de Estarreja.

A empreitada inclui a criação de infraestruturas básicas (rede viária, redes de água potável e bruta, saneamento, águas pluviais, iluminação pública, rede de gás e telecomunicações); de estruturas viárias (estacionamento público, passeios, corredor de bombeiros); de espaços verdes e de atividades económicas; e vai responder à elevada procura por parte dos investidores.
   
Dá-se um novo salto de desenvolvimento, após a estabilização da 1.ª fase (parte sul) e da 2.ª fase, que envolveu a construção do Centro de Negócios e prolongamento do acesso principal (Avenida do Pacopar).

O objetivo é consolidar novos polos industriais e assim captar mais investidores para a região.

Para o Presidente da Câmara Municipal, Diamantino Sabina, a expansão vai permitir “a instalação de novas empresas, o aumento da atratividade para investidores locais, nacionais e internacionais, e a afirmação deste complexo como um importante motor da economia local”.

“O investimento decorre do sucesso da estratégia municipal, que levou ao vertiginoso crescimento deste espaço de acolhimento empresarial. Precisamos de crescer e para crescer, precisamos de terrenos, construir e expandir para novas frentes e infraestruturar”. Nesse sentido, “o município tem vindo a encetar, desde há anos, um enorme esforço na aquisição de prédios nesta zona industrial, tendo em vista a consolidação de polos destinados à constituição de loteamentos industriais, de modo a possibilitar a atração de investimentos e potenciar o emprego e o desenvolvimento económico-social de Estarreja”.
  
Neste momento funcionam no Eco Parque 26 empresas, que dão trabalho a 1342 pessoas.


Carla Miranda

Passeio Equestre pela iluminação de Natal das Caldas

Este sábado, 4 de Janeiro, a partir das 18h00, saem à rua dezenas de cavalos e várias charretes para um passeio equestre pelas iluminações de Natal, com partida junto à estação de comboios.

O passeio esteve previsto para 21 de Dezembro mas foi adiado devido ao mau tempo.

Organizado pela Associação de Criadores Puro Sangue Lusitano do Oeste (responsáveis pelo Festival Oeste Lusitano), e integrado na programação “Caldas, Rainha do Natal”, o passeio vai decorrer ao longo de cerca de duas horas, com passagem por vários pontos como a árvore de Natal gigante (na praça 25 de Abril), o Presente Gigante (praça 5 de Outubro), a estátua da Rainha D. Leonor (largo Conde Fontalva) e Hospital Termal.

O percurso previsto poderá ter alterações mediante o trânsito automóvel e condições atmosféricas.

CONCERTO DE ANO NOVO ABRE PROGRAMAÇÃO DE 2020 DO TEATRO-CINE DE TORRES VEDRAS

A Banda Sinfónica da Associação das Filarmónicas do Concelho de Leiria vai protagonizar o Concerto de Ano Novo do Teatro-Cine de Torres Vedras, no próximo dia 5 de janeiro, pelas 16h30.
De referir que esta banda fez a sua estreia precisamente nesta data, em 2013, com o maestro Jean Sébastien Béreau. A celebrar a oitava temporada de existência, com direção artística a cargo das bandas filarmónicas da Bidoeira e Bajouca, a Banda Sinfónica da Associação das Filarmónicas do Concelho de Leiria volta a convidar um maestro de referência internacional - Dárío Sotelo (Brasil) - que trará do outro lado do Atlântico obras de referência do repertório para sopros.
A direção artística do concerto estará a cargo dos maestros José Maria, Nelson Caetano e André Venâncio.
Um espetáculo que os melómanos torrienses não vão querer perder, dando as boas vindas ao novo ano de 2020.
O programa do mesmo é o seguinte:

Parte I
The Rise: 2351 - Hélder Bettencourt - 11' – Maestro José Maria
Poem a la carte - Manfred Schneider - 9' – Maestro Nelson Caetano
Liquid - Jay Bocook - 5'40'' – Maestro André Venâncio


Intervalo

Parte II
Magic Overture - Thomas Doss - 7'51’' – Maestro Dário Sotelo
Role Playing Game – Alexandre Travassos - 11' – Maestro Dárío Sotelo
Suite Estados d’Alma - 4 movimentos - Edmundo Villani-Côrtes - 13’ – Maestro Dárío Sotelo
Variations on a Theme of Robert Schumann - Robert Jager -  9'25’' – Maestro Dárío Sotelo
Suite Norte-Nordeste – Joaquim França - 6'09’' – Maestro Dárío Sotelo


As entradas para se assistir a este concerto são gratuitas.

Dia de Reis em Évora é a Cantar as Janeiras


O Dia de Reis aproxima-se e, em Évora, é sinónimo de cantar as Janeiras pelos seus bairros e centro histórico. As canções e músicas tradicionais da quadra vão ecoar através das vozes dos grupos corais e instrumentais do concelho nas ruas, largos e praças da cidade Património Mundial a partir das 18 horas, culminando as atuações, na Praça do Sertório, pelas 20 horas.

Este ano a iniciativa é protagonizada por 17 grupos corais, polifónicos, instrumentais e pela Banda Filarmónica “Liberalitas Julia”, numa organização da Câmara Municipal de Évora e das Uniões das Freguesias de Évora (Centro Histórico), de Bacelo e Senhora da Saúde, da Malagueira e Horta das Figueiras e da Junta de Freguesia de Canaviais.

Pelas 20 horas todos os grupos envolvidos confluem para a Praça do Sertório, após atuarem nos bairros, onde decorrerá o convívio final que, como manda a tradição, está assegurado em ambiente caloroso, onde não vai faltar o característico lume de chão.

Participam nos Cantos de Janeiras os seguintes grupos:

Cantadeiras da ARPIFSS, Grupo Cantares de Évora, Coral Évora, Coro Polifónico Eborae Mvsica, CORUÉ – Coro da Universidade de Évora, Grupo de Cantares Alentejanos da Casa do Povo de Nossa Senhora de Machede, Grupo de Cantares Regionais Vozes do Alentejo, Grupo Coral da AHRIE, Grupo Coral e Instrumental Vozes dos Canaviais, Grupo Coral de São Brás do Regedouro, Grupo Coral do Centro de Convívio da CME, Grupo Instrumental de Acordeões da ARPIC, TAFUÉ – Tuna Académica Feminina da Universidade de Évora, TAUÉ – Tuna Académica da Universidade de Évora, Tertúlia do Cante Alentejano em Évora, Vozes do Imaginário e Banda Filarmónica Liberalitas Julia.

ORGANIZAÇÃO: Câmara Municipal de Évora | União das Freguesias de Évora | União das Freguesias de Malagueira e Horta das Figueiras | União das Freguesias de Bacelo e Senhora da Saúde | Freguesia dos Canaviais