- Há menos casos de bullying, indisciplina e confronto entre alunos tanto no 1º como no 2º ciclo como revela o Relatório do Centro de Planeamento e Avaliação de Políticas Públicas
- As novas medidas avançam no próximo ano letivo para o 3º ciclo
- As alternativas aos telemóveis ganham adeptos e ajudam a tranquilizar os pais, mantendo os pequenos seguros e contribuindo para uma escola mais segura
- 14 de agosto de 2026.
O novo ano letivo está quase a chegar e com ele vêm novas regras para o uso dos telemóveis em contexto escolar: as restrições chegam agora ao 3º ciclo. Depois dos resultados muito positivos reportados no mais recente relatório oficial do Centro de Planeamento e Avaliação de Políticas Públicas, o governo decidiu avançar com novas regras para o 3º ciclo. Assim, dos 6 aos 16 anos os alunos têm regras mais limitativas no uso dos telemóveis nas escolas, numa medida que pretende contribuir para o bem-estar digital dos mais novos.
Estas medidas estão acompanhadas, de acordo com o PLANAAP, de resultados bastante positivos nos últimos dois anos letivos. O mais recente estudo revela que os diretores e operacionais do 1º ciclo afirmam que o bullying, a indisciplina e o confronto entre os alunos diminuíram entre os 30 e os 40%. Valores que são mais significativos no 2º ciclo, em que os responsáveis afirmam que há menos 40% a 50% de problemas entre os alunos.
“Sabemos que as nossas crianças estão cada vez mais conectadas, e é necessário ajudá-las a criar uma relação mais saudável com a tecnologia. Os estudos revelam também que o uso excessivo de ecrãs está diretamente relacionado a menos paciência, mais stress e, infelizmente, muitas vezes a mais casos de bullying entre os mais novos. Estas medidas estão, efetivamente, a demonstrar resultados positivos e, juntos, será possível criar estratégias que lhe deem mais literacia digital e os ensine a crescer de forma mais saudável com a tecnologia”, comenta Jorge Álvarez, CEO da SaveFamily.
Para contribuir para uma maior segurança dos mais novos, e a acompanhar estas medidas, a procura por soluções alternativas, como os relógios inteligentes para crianças, é uma das apostas dos pais e encarregados de educação.
Com ferramentas que ajudam também a diminuir o bullying, como são o botão SOS em casos de urgência, e as chamadas e vídeochamadas para um grupo restrito de contactos, os relógios inteligentes trazem mais segurança a toda a família, sem a invasão que os ecrãs dos telemóveis podem trazer ao quotidiano dos mais novos. Ao mesmo tempo, o “modo aula” dos relógios permite bloquear o acesso a conteúdos e aplicações durante o tempo letivo, mantendo os mais novos contactáveis em urgências, mas totalmente focados nas aulas, o que contribui para um aumento da melhoria no rendimento escolar e da atenção dos mais novos.
Os relógios inteligentes são, assim, uma solução intermédia e alternativa aos telemóveis, ajudam a cumprir com as regras de limitação em contexto escolar, ao mesmo tempo que ajudam a desenvolver uma melhor relação dos pequenos com a tecnologia.
Acerca de SaveFamily
A SaveFamily é uma empresa espanhola líder no desenvolvimento de smartwatches para crianças e idosos. Desde 2017 trabalha para aproximar a tecnologia às famílias com dispositivos pensados para melhorar a comunicação, a segurança e a autonomia dos utilizadores.
A empresa está presente em mais de 43 países e serve a mais de um milhão de famílias através de uma ampla gama de dispositivos tecnológicos orientados para a segurança e o bem-estar.
*Newsline Agência de Comunicação
infernandes

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