segunda-feira, 11 de abril de 2016

Franceses à procura da “reforma feliz” em Portugal

Foto:24.sapo.pt
Cerca de 55 mil reformados franceses deslocaram-se este fim de semana ao Salão dos Seniores em Paris, muitos deles à procura da "reforma feliz" em Portugal, disse à Lusa o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa (CCIFP).
"Era impossível entrar no salão sem passar pelo Pavilhão de Portugal, porque era o primeiro em frente à entrada. Estava sempre cheio de pessoas à volta. Ousarei dizer que passaram 55 mil pessoas", explicou o presidente da CCIFP, Carlos Vinhas Pereira, sublinhando que se trata da estimativa do número total de visitantes do evento, que começou na quinta-feira e que terminou este domingo.
Portugal foi o país convidado de honra da 18.ª edição do Salão dos Seniores em Paris que decorreu no parque de exposições da Porta de Versalhes, tendo os visitantes procurado informação sobre "a parte da saúde, fiscalidade e imobiliário" para passar a reforma em Portugal. O salão contou com duas conferências sobre "a reforma feliz em Portugal" - cada uma das quais havia "cerca de 300 pessoas" - tendo havido, também, espetáculos de fado, de humor e "stands com pastéis de nata, vinho do Porto e Moscatel".
Carlos Vinhas Pereira acrescentou que a Câmara de Comércio insistiu na expressão "reforma feliz" ao contrário da "reforma dourada" porque "as pessoas já não vão para Portugal apenas por causa da isenção fiscal, mas também por outros trunfos, como a segurança e o aumento do poder de compra". "Como Portugal era o único país de honra e como era a primeira vez que participava, as pessoas vinham informar-se até porque Portugal está na moda. O balanço foi muito positivo. Muita gente continua a ter interesse por Portugal e tivemos a visita de uma secretária de Estado francesa, o que quer dizer que a França não vê de mau olho o facto que muitos reformados franceses vão para Portugal", afirmou o dirigente da CCIFP.
De acordo com Carlos Vinhas Pereira, desde a entrada em vigor em Portugal do estatuto de residente não habitual, em janeiro de 2013, o número de franceses que foram para Portugal ultrapassou os 25.000. O estatuto do residente não habitual permite uma isenção fiscal durante dez anos a qualquer reformado (do setor privado) da União Europeia, desde que prove que reside em Portugal 183 dias por ano e que não teve residência fiscal no país nos últimos cinco anos.
Quanto à afluência de reformados portugueses ao salão, Carlos Vinhas Pereira indicou que "não tem comparação com o número de franceses".
"Muita gente ainda pensa que por ser português não tem direito de beneficiar desta lei. Estivemos a explicar que eles também têm direito como qualquer francês", continuou.
Um comunicado da Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa indica que "Portugal é o destino favorito dos seniores em França", apontando um estudo da OpinionWay de 2015 segundo o qual "18% dos franceses com idades entre os 50 e os 70 anos" escolhem Portugal para passar a reforma, uma "tendência confirmada pelo palmarés dos ‘paraísos da reforma 2016' do 'site' retraite-etranger.fr que consagra Portugal como o melhor destino para passar a reforma no estrangeiro".
Portugal vai voltar a estar em destaque na 5.ª edição do Salão do Imobiliário e Turismo Português que vai decorrer de 20 a 22 de maio em Paris e que vai contar com "mais de 200 expositores", pretendendo permitir aos visitantes que "encontrem Portugal no meio de Paris", concluiu Carlos Vinhas Pereira.
Fonte: sapo

Marcelo quer continuar a ver a Caixa pública

Foto: expresso
A CGD é peça essencial no actual momento difícil que atravessa o sistema bancário, diz Chefe de Estado.
O Governo pode contar com o apoio do Presidente da República para manter a Caixa Geral de Depósitos (CGD) como peça fundamental do sistema financeiro e no controlo público, disse Marcelo Rebelo de Sousa. As declarações foram proferidas no dia em que se assinalam os 140 anos da instituição.
O Chefe de Estado salientou ainda que a CGD é peça essencial no actual momento difícil que atravessa o sistema bancário.
"Neste domingo a minha presença aqui, a presença do Presidente da República, quer dizer gratidão por 140 anos de história, esperança em relação a outros 140 - senão mais - de futuro e sobretudo o apoio ao Governo na tarefa de defender a Caixa tal como ela é, uma instituição nuclear e uma instituição de controlo público do sistema financeiro português", disse.
O Presidente da República deixou ainda uma palavra "de reconhecimento" aos portugueses por acreditarem no sistema financeiro português "mesmo nos momentos mais difíceis", lembrando que as instituições financeiras atravessaram "desafios muito difíceis" nas últimas décadas na Europa e em todo o mundo.

Já sobre o mecanismo bancário defendido por António Costa, na entrevista à TSF e DN, diz que esse veículo já foi testado em outros países e é "uma prova na confiança" do sistema financeiro e "uma ajuda adicional para fortalecer um sistema financeiro" como o português.
Marcelo classificou ainda a presença do presidente do Banco Central Europeu no Conselho de Estado como "um sucesso" e "muito enriquecedora", defendendo o hábito "à ideia de que a Europa não é uma realidade longínqua".
Fonte: rr.sapo.pt

Maioria dos brasileiros deseja demissão ou destituição de Dilma e de Temer — sondagem

Uma maioria dos brasileiros defende o fim do regime da presidente do Brasil, Dilma Rousseff, mas também o do vice-presidente, Michel Temer, hoje rival político, indica uma sondagem do Instituto Data Folha.
Segundo os resultados do inquérito, 61% dos brasileiros interrogados - contra 68% em meados de março -, declara-se favorável à destituição de Dilma Rousseff, enquanto 60% defende que a atual presidente deveria apresentar a demissão.
Em relação a Michel Temer, cujo partido, o PMDB abandonou a coligação governamental em que era o pilar do executivo brasileiro, 58% dos inquiridos reclama a destituição e 60% a demissão.
Seria Michel Temer que substituiria Dilma Rousseff - acusada pela oposição de "maquilhar" as contas públicas -, até ao fim do mandato, em 2018, caso a presidente fosse destituída.
A destituição de Dilma Rousseff será segunda-feira alvo de uma votação dos deputados.
Michel Temer não é, para já, visado num processo de destituição mas, na semana passada, o Supremo Tribunal brasileiro ordenou ao presidente da Assembleia dos Deputados, Eduardo Cunha, para criar uma comissão para avaliar um possível pedido de "impeachment" ao vice-presidente brasileiro nos mesmos moldes de Dilma Rousseff.
Na sondagem do Instituto Data Folha, 49% dos brasileiros acredita que Dilma Rousseff será destituída, com 43% a pensarem precisamente o contrário.
Por outro lado, 79% dos inquiridos mostra-se favorável à organização de novas eleições no caso de Dilma Rousseff ou de Michel Temer serem ambos destituídos das funções, eventualidade prevista na Constituição de 1988.
Ainda segundo as sondagens, o antigo presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, venceria umas eleições presidenciais em 2018, com apenas 21% dos votos, à frente da sua antiga ministra do Ambiente Marina Silva (19%) e do social-democrata Aécio Neves (17%), candidato que foi derrotado por Dilma Rousseff na votação de 2014.
Desde meados de dezembro, Aécio Neves, líder do PSDB, principal partido da oposição brasileira, perdeu 10 pontos percentuais nas intenções de voto, enquanto Lula da Silva permanece no mesmo nível, realça o Instituto Data Folha.
Nas intenções de voto, Michel Temer apenas consegue 1 a 2% das intenções de voto.
A sondagem foi realizada a 07 e 08 deste mês junto de 2.779 pessoas de 170 cidades do país e a margem de erro é de 2%.
Fonte: Lusa

Da burka ao colete de explosivos


by Mira Online
Fonte: entreasbrumasdamemoria
Acabar com o Daesh é possível por meios militares, mas nos últimos vinte anos emergiu uma realidade política e religiosa de natureza muito violenta que existe muito para além do terreno sírio e iraquiano, e está nas nossas cidades.
Recentemente estive num país europeu onde um dos aspectos em que as ruas mais visivelmente mudaram foi o número cada vez maior de mulheres com niqab e algumas com burka. Um niqab, que mostra apenas os olhos da mulher, ou a burka que nem isso mostra, não é nada que passe desapercebido, deixando a milhas o vulgar lenço na cabeça muitas vezes usado com uma roupa em nada diferente da que traria uma rapariga não muçulmana qualquer, ou um mais envolvente hijab, ou um chador, que pela sua preocupação de tapar todo o corpo da mulher, com excepção da face, já proclama mais claramente a prisão a que, em todos estes casos, o corpo da mulher está sujeito. Hijab, chador, niqab e burka reflectem uma hierarquia com distintas origens e tradições, mas em todos os casos significam uma menorização do corpo da mulher e são um símbolo do poder masculino.
Num elevador com duas ou três mulheres, velhas e novas, de niqab, ou num restaurante perguntando-me como é que comem quando todas as atenções estão viradas para elas, como é inevitável, a sua presença gera uma grande sensação de desconforto. Preferia não ter de partilhar um espaço pequeno, mesmo que por minutos, com mulheres que se vestem assim. Incomoda e muito.
Pergunto-me se este tipo de desconforto seria o mesmo que teria um branco no Mississippi se tivesse de se sentar num autocarro ao lado de uma negra nos tempos da segregação. Ou será que o mesmo tipo de desconforto terá um devoto muçulmano se numa aldeia nigeriana, ou numa vila do interior da Anatólia, ou no Magrebe, se tivesse ao seu lado uma mulher "pouco vestida" segundo os seus cânones de correcta maneira de vestir? Aliás, para este último exemplo, não preciso sequer de ir para o mundo do islão: já vi a comoção gerada por uma rapariga que amamentava o filho num café e para isso mostrava um seio. Ou, se se quiser, o incómodo causado por um transexual num meio pequeno e fora dos sítios trendy das cidades. Em quase todos estes casos, mesmo no caso do transexual, é o corpo feminino, a sua ocultação ou exibição, ou a sua assunção pelo sexo "errado", que está em causa. Não sei que mal fizeram as mulheres, com excepção dessa serva da serpente, Eva, para gerarem este tipo de reacção. Saber sei, há muitos estudos de antropologia e psicologia que o explicam, mas sabendo, não sei.
Ora, um dos aspectos mais complexos de uma alteridade cultural, que representa uma fronteira "civilizacional", é o modo como no mundo do islão todas as tentativas de modernização têm encalhado na dificuldade de conceber um papel diferente para a mulher, que não a considere propriedade dos homens, do marido aos irmãos e aos pais, e que não a marque com um vestuário humilhante que se destina a mostrar a sua subjugação. É por isso que o niqab é ofensivo, tanto mais quando ao lado da mulher assim escondida está um marido jovem, desempoeirado, de jeans e telemóvel em punho, que, como é óbvio, não segue qualquer código de vestuário e a transporta como se fosse uma peanha.
No debate sobre o terrorismo que se está a travar, antes com a Al-Qaeda, agora com o Daesh, o facto de alguns dos terroristas que combatem na Síria ou no Iraque serem europeus, e os actos de terrorismo apocalíptico em que o objectivo é matar o maior número de "infiéis" no menor tempo possível serem de responsabilidade de jovens muçulmanos nascidos na França ou na Bélgica, obriga a olhar para Marselha, Paris, Bruxelas e Londres e saber o que é que aí está a acontecer. Obriga-nos também a perceber com ainda maior clareza que o relativismo "multicultural" pode ser muito bem avontadado, mas representa uma cedência de valores civilizacionais inaceitável por quem acredita que um mundo com direitos humanos é melhor do que a aceitação de qualquer selvajaria em nome dos "costumes" ou da religião.
Ora, se o terrorismo em si não pode ter qualquer explicação que menorize o acto criminoso por qualquer determinação causal como o desemprego, a exclusão, ou qualquer outro factor socioeconómico, já importa saber por que razão é que nas comunidades onde se "criaram" estes terroristas eles são o seu produto, assim como nelas se movem à vontade, mesmo depois de se saber o que fizeram, como na velha metáfora guerrilheira, como "peixe na água". Então há todo um conjunto de factores que se tornam explicativos, explicativos não são justificativos, e entre eles avultam todos os que tornaram estas comunidades muçulmanas europeias, em particular em França, Bélgica e Reino Unido, esse espaço em que os terroristas se movem como "peixe na água". Porque apesar das sucessivas declarações apaziguadoras de que a maioria das pessoas que vivem em bairros como Molenbeek em Bruxelas são gente pacífica — e são — e que condena com toda a veemência os actos de terrorismo — aí já não é bem assim, há nuances —, a verdade é que essas comunidades, que deveriam estar na vanguarda da luta contra o terrorismo que lhe é tão próximo, estão longe de o estar. E aí contam as fronteiras que a alteridade cultural ajudou a erguer, dobrada da crescente adesão dos jovens a um islão fundamentalista, e que reforçam o gueto por dentro. Por fora, sabemos quais são os factores que reforçam esse mesmo gueto, a falta de mobilidade vertical que a estagnação económica da Europa dos últimos anos acentuou e a dificuldade que as sociedades europeias têm de criar o élanascendente que o melting pot americano tem conseguido para a maioria dos seus emigrantes, muitos dos quais chegam sem nada. Na confluência das duas atitudes de gueto resulta que nos microcosmos, como os bairros pobres de Marselha, Londres, Paris e Bruxelas, se há islão moderado, não se ouve, nem parece existir, e o que acontece é uma crescente raiva, manifesta em particular nos jovens contra uma sociedade, que os leva a acentuar ainda mais o isolamento cultural e social. E as raparigas que usam ostensivamente pelo menos uma qualquer forma de "vestuário" islâmico recusam-se a cumprimentar os homens e a ser vistas nos hospitais por médicos e não podem esperar ter muitos dos empregos a que poderiam aceder.
Mas atenção, também aqui os homens se comportam de forma diferente. Quando se diz que os atentados de Paris são contra o "nosso modo de vida", cafés, restaurantes, uma sala de diversão, só em parte é verdade, porque muitos desses jovens radicalizados por uma corrente do islão fundamentalista vivem muito bem nesse "modo de vida": bebem, frequentam prostitutas, vestem-se à ocidental. Até um dia.
Depois há aquele factor que também o nosso "politicamente correcto" tem dificuldade em confrontar: o terrorismo da Al-Qaeda e do Daesh comporta uma componente religiosa, ou melhor, político-religiosa, que temos muita dificuldade em perceber em sociedades já com séculos de laicização. A resposta que se dá vai das alarvidades de Trump às proclamações sucessivas de que o islão "nada tem que ver" com o terrorismo, que é uma perversão do islão. Na verdade, tem. Não podemos separar o lado "bom" do "mau" de uma religião. Há uma corrente no islão, aliás já antiga, que justifica a exterminação dos "infiéis", como no passado aconteceu também no cristianismo. Aliás, deveríamos voltar à nossa história cristã para perceber alguma coisa sobre este fundamentalismo, visto que já o tivemos com bastante força no cristianismo, e está longe de desaparecer de todo. Por isso, se ignoramos que estes jovens que se suicidam, e também matam, têm também motivações do foro religioso, não percebemos que a religião, entendida de uma forma que nós consideramos para nosso conforto como "pervertida", está presente nos actos dos terroristas.
Acabar com o Daesh é possível por meios militares, mas nos últimos vinte anos emergiu uma realidade política e religiosa de natureza muito violenta que existe muito para além do terreno sírio e iraquiano, e está nas nossas cidades. A experiência militar e operacional que estes jovens ganharam na Síria combatendo com o Daesh é importante, mas não é preciso ter uma grande experiência militar, saber muito de explosivos, e obter Kalashnikovs, o que não é difícil, para criar o caos criminoso num campo de futebol ou numa rua apinhada ao fim da tarde. Contrariamente ao que às vezes se sugere, não há grande sofisticação nestes atentados, com regras de clandestinidade rudimentares que só funcionam porque é difícil infiltrar estes meios, ou porque os serviços de informação como os belgas não viram nada na rua ao lado. Melhor humint melhora muito o combate ao terrorismo, mas mesmo assim não o impede de todo.
Dito isto, estamos metidos num grande sarilho.
Mira Online | Abril 11, 2016 às 7:10 am | Categorias: Opinião que Conta | URL: http://wp.me/p5tucu-dam

Dragões ‘batem no fundo’ e de lá não conseguem sair

Fonte:otribunaldodragao
Paços de Ferreira bateu o FC Porto por 1-0, na Mata Real. Diogo Jota foi o autor do único golo da equipa pacense.

Numa Mata Real um pouco despida de adeptos portistas, o FC Porto apresentou-se com poucas ideias no início da partida. Nos minutos iniciais a equipa orientada por Peseiro tentou, através de ataques organizados, desconstruir a defensiva pacense. Contudo, não passou de uma tentativa. O Paços de Ferreira fechava com alguma facilidade todos os acessos que o FC Porto tentava explorar.

Era essencialmente pelas alas e com alguns rasgos individuais que os ‘dragões’ tentavam chegar à área da formação da Capital do Móvel. A criatividade de Corona, a combatividade de Herrera e o esforço de Suk foi o que mais se conseguiu destacar nos ‘azuis e brancos’ nos primeiros 45 minutos.

No segundo tempo, Peseiro lançou Brahimi para agitar o ataque, mas sem grande sucesso. Na fase inicial, o argelino e Sérgio Oliveira ainda tentaram chegar ao golo, mas acabou por ser o Paços a causar algumas dores de cabeça à defesa portista.

As ideias continuavam escassas e o FC Porto parecia mesmo estar num jogo de pré-época, como disse Pinto da Costa durante a semana, referindo-se aos jogos que restavam do campeonato.

Do lado dos ‘dragões’, notou-se sempre a falta de um fio condutor de jogo, de linhas de passe e acerto no último terço do terreno. Peseiro foi sempre bastante interventivo mas as indicações do técnico portista pouca influência tinham dentro das quatro linhas.

Sérgio Oliveira foi o elemento que mais se destacou na formação ‘azul e branca’. Raça, querer e esforço foram algumas das caraterísticas que definiram a exibição do médio, que bem tentou chegar ao golo através da sua meia distância.


Já o Paços foi uma equipa que nunca se amedrontou. A formação da casa defensivamente esteve bastante bem ao negar praticamente todas as investidas do FC Porto, que teve de utilizar bastantes vezes a meia distância para causar perigo. Ofensivamente, a equipa pacense também deu um ar de sua graça, maioritariamente através de ataques rápidos, muitas vezes conduzidas por Diogo Jota.

O jovem acabou mesmo por ver a sua exibição premiada com um golo marcado aos 80 minutos de jogo. Jota apareceu na área, recebeu o cruzamento rasteiro de Cícero e rematou para o fundo das redes de Casillas, tendo um desvio de Martins Indi atraiçoado o guarda-redes espanhol.

Depois da derrota frente ao Tondela, no Dragão, o FC Porto volta a desapontar e soma mais uma derrota (a segunda seguida, algo que não acontecia desde 2008/2009), desta vez na Mata Real. O terceiro lugar parece ser cada vez mais uma certeza para a turma da Invicta, que agora está a 10 pontos do Sporting e a 12 do Benfica.

Momento do jogo: Golo de Diogo Jota. O tento do jovem português gelou as intenções dos 'azuis e brancos' em chegar à vitória.


Fonte: noticiasaominuto

Os Verdes no Distrito de Coimbra 11 e 12 de Abril – realizam jornada dedicada ao Ambiente e à Agricultura

Nos próximos dias 11 e 12 de Abril,(segunda e terça feira) uma delegação do Partido Ecologista Os Verdes, que integra o deputado à Assembleia da República, José Luís Ferreira e o eleito da  Assembleia Municipal de Coimbra, Paulo Coelho,promove um conjunto de iniciativas dedicadas ao Ambiente e à Agricultura.

No dia 11, segunda feira, Os Verdes reúnem com moradores de Alcarraques que ao longo dos anos se têm queixado de problemas de poluição provocados por uma fábrica de processamento de bagaço (caroço de azeitona), localizada na povoação.

O dia 12, terça feira, irá ser dedicado à agricultura, pretendendo-se auscultar os diversos intervenientes neste setor.
O PEV visitará a exploração de agricultura da Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra (APCC), para conhecer as especificidades da agricultura social e a reintegração de pessoas com deficiência.
A esta visita, segue-se uma reunião com a Associação Distrital dos Agricultores de Coimbra (ADACO) para abordar os problemas com que os agricultores do distrito se confrontam, em particular os relacionados com o sector leiteiro e com o Aproveitamento Hidroagrícola do Baixo Mondego.
No período da tarde, desse mesmo dia 12, o PEV reunirá com a direção da Escola Superior Agrária de Coimbra com o objetivo de abordar os problemas e desafios que se colocam face à especificidade desta escola orientada para as ciências e engenharias agrárias.
Por fim a delegação de Os Verdes irá reunir com os organizadores do Mercadinho do Botânico, mercado sustentável, que se realiza em Coimbra há doze anos, servindo de ponto de escoamento de produtos de agricultura sustentável e incentivando o desenvolvimento da agricultura biológica e de hábitos mais sustentáveis e amigos do ambiente.
Programa
11/04 – Segunda-feira
18.30H – Reunião com moradores de Alcarraques (Coimbra), no edifício da Associação Recreativa e Cultural de Alcarraques

12/04 – terça-feira
9.00H – Visita à exploração agrícola da Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra
11.00H – Reunião com a Associação Distrital dos Agricultores de Coimbra
14.00H – Reunião com a Escola Superior Agrária de Coimbra
16.00H – Reunião com os promotores do Mercadinho do Botânico, no Mercado do Calhabé
17.00H Conferência de imprensa fazendo o balanço da jornada promovida pelo PEV, no Mercado do Calhabé

CIM assume autoridade de transportes


by Mira Online
O Conselho Intermunicipal aprovou por unanimidade, na quinta-feira, durante a reunião descentralizada na Câmara Municipal de Soure, a assunção de competências atribuídas à CIM Região de Coimbra pelo Regime Jurídico do Serviço Público de Transporte de Passageiros, decidindo, ainda, a criação de um grupo de trabalho com técnicos dos 19 Municípios para acompanhar esta matéria.
Concretizar o princípio da subsidiariedade em matéria de mobilidade e transportes, permitindo que as decisões de planeamento, organização, operação, atribuição, fiscalização, investimento, divulgação e desenvolvimento do serviço público de transporte de passageiros no território da Região de Coimbra sejam tomadas a nível intermunicipal, são algumas das vantagens das novas competências da CIM RC. Potenciar os objetivos da política de transportes, a coordenação e a integração física, tarifária e lógica dos vários modos de transportes são objetivos da CIM RC como Autoridade de Transportes, que tem como missão o aumento das economias de escala, incluindo a redução dos preços e dos custos das transações, e a melhoria e profissionalização da gestão dos contratos públicos.
Compete, também, à CIM RC elevar o nível do serviço prestado através do planeamento integrado das linhas numa lógica de rede, bem como aumentar a sustentabilidade económica e financeira sem nunca esquecer os objetivos de serviço publico. Através do Regime Jurídico do Serviço Público de Transporte de Passageiros, os Municípios veem os seus poderes reforçados na área da gestão e organização dos transportes, podendo agora contratualizar serviços não só nas áreas urbanas, como também nos territórios intermunicipais.
As autarquias e as Comunidades Intermunicipais podem, também, associar-se entre si e criar, redes de transportes de âmbito regional. O reforço da proximidade aos cidadãos e a melhoria do serviço estão na premissa da Assunção desta responsabilidade.
Mira Online | Abril 11, 2016 às 6:55 am | Categorias: Locais | URL: http://wp.me/p5tucu-dai