quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Anunciado novo local para o festival “Marés Vivas” em Gaia

O Festival "Marés Vivas", em Vila Nova de Gaia, já tem novo local para a edição em 2018.
O festival gaiense deixa a praia do Cabedelo e desloca-se cerca de 500 metros, para a antiga Seca do Bacalhau.
O anúncio da nova localização foi feito há momentos, em conferência de Imprensa. A organização revelou, também, os primeiros nomes para a edição 2018: os norte-americanos Goo Goo Dolls e os irlandeses Kodaline.
JN

Avião “ataca” com sementes zonas destruídas pelos incêndios

Um avião Dromader M-18 que é utilizado no combate aos incêndios florestais, mas também na agricultura vai estar envolvido nos próximos dois dias numa "operação" que pretende evitar a erosão dos solos dos espaços que foram dizimados pelas chamas.
O aparelho vai descarregar numa área de cerca de 50 hectares nos concelhos de Gouveia, Mangualde, Nelas, Oliveira do Hospital, Seia e Tondela centenas de sementes de gramíneas e leguminosas que foram oferecidas por duas empresas.
É sobretudo nas encostas, os sítios de menor acesso e onde existe maior risco de derrocadas, que serão largadas estas autênticas "bombas de sementes". Os locais foram escolhidos pelos municípios envolvidos.
A sementeira não é uma técnica nova em Portugal. Já foi utilizada em Braga e S. Pedro do Sul, com sucesso. A iniciativa vai continuar no próximo ano e poderá ser alargada a outros territórios.
O projeto "Semear Portugal por Via Aérea" é uma ação conjunta do movimento cívico "Replantar Portugal", da Take C'Air Crew Volunteers, da Quercus e da empresa de serviços aéreos Avitrata.
TSF

CANTANHEDE: Trail do Sarilho é já no Domingo

A Secção de Ar Livre e Aventura da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense (ASSSCC), com o apoio do Município de Cantanhede e outros parceiros, vai realizar no dia 10 de Dezembro de 2017, pelas 9 horas, o Trail do Sarilho/Cantanhede 2017.
O evento será composto por um Trail com 29 km de distância (Trail K29), por um Trail com 19 km (Trail K19), por um Mini Trail com 12 km (Mini Trail K12), por uma Caminhada também com 12 km de extensão e por um Kids Trail. As provas irão percorrer caminhos de vinhas, floresta, “Horst” de Cantanhede, com início e fim no Pavilhão do Marialvas.
O Trail K29 fará parte do Circuito Distrital de Trail (ADAC) – Trail Longo.
ESCALÕES KIDS TRAIL:
Benjamins A M/F (8 e 9 anos): 1.200 metros
Benjamins B M/F (10 e 11 anos): 2.200 metros
Infantis M/F (12 e 13 anos): 2.200 metros
Iniciados M (14 e 15 anos): 4.200 metros
Iniciados F (14 e 15 anos): 3.000 metros
Juvenis M (16 e 17 amos): 6.000 metros
Juvenis F (16 e 17 amos): 4.200 metros

LOCALIZAÇÃO:
DISTRITO:
Coimbra
DATA:
Domingo, 10 Dezembro, 2017 - 09:00
DISTÂNCIA:
29.00 km
19.00 km
12.00 km

Câmara Municipal de Cantanhede aprovou orçamento de mais de 24,5 milhões de euros

A Câmara Municipal de Cantanhede aprovou, por unanimidade, com seis votos a favor, o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2018, documentos previsionais que e que irão agora ser sujeitos à apreciação e votação da Assembleia Municipal, no seu próximo plenário, em 18 de Dezembro. Foi na reunião camarária de ontem, 5 de Dezembro, que o executivo liderado por Helena Teodósio votou favoravelmente um programa orçamental que ascende a 24.558.804 euros, verba que, segundo a presidente da Câmara, “ao corresponder a uma variação de menos 2,5% em relação ao de 2017, reflete um esforço de consolidação orçamental sem deixar de se manter em linha com os valores de anos anteriores”.
No texto introdutório, a autarca refere que o documento foi elaborado “com especiais cuidados, até porque vivemos um período em que se adensam as dúvidas sobre se o cenário macroeconómico vai evoluir tão favoravelmente como nos últimos tempos”, adiantando que as propostas de investimento – traduzidas no valor de 10.120.493 euros para despesas de capital – “dão resposta aos objetivos estabelecidos para 2018 e estão alinhadas com os fundamentos de políticas enunciadas para um horizonte temporal de médio e longo prazo”.
Helena Teodósio considera que trata de um orçamento que, “além de deixar transparecer clareza nas opções, rigor na avaliação custos inerentes e realismo na ponderação dos recursos disponíveis, evidencia também a ambição de responder a novos desafios, o que passa por tirar o melhor proveito possível das oportunidades geradas pelo quadro comunitário de apoio em vigor”.
A este respeito, Helena Teodósio destaca os 3,3 milhões de euros provenientes do financiamento da União Europeia para as obras de regeneração urbana previstas no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), montante que não representa a totalidade da receita a arrecadar por essa via, porquanto só no orçamento de 2019 será refletida outra parte da comparticipação relativa aos cerca de seis milhões de euros a investir em Cantanhede nesse âmbito. Do ponto de vista do investimento, as obras do PEDU são as mais relevantes do orçamento para 2018 e contemplam a criação de uma rede ciclável na cidade, a requalificação urbana das ruas dos Bombeiros Voluntários, D. Afonso Henriques e Marquês de Pombal, a reabilitação de imóveis como o antigo edifício da Escola Técnico-Profissional de Cantanhede, a Casa das 3 Marias, a antiga Escola Conde Ferreira e o Mercado Municipal, bem como na recuperação das habitações de carácter social no Bairro Vicentino.
Por outro lado, sublinha a presidente da Câmara, “são também relevantes os investimentos orientados para a crescente qualificação das condições do processo ensino/aprendizagem em toda a rede educativa”, com destaque para as obras de beneficiação e modernização da Escola EB1/Jardim de Infância Cantanhede Sul e da Escola EB 2,3 de Marquês de Marialva, em Cantanhede, as quais contam também com financiamento comunitário.
Segundo a líder do executivo camarário, a autarquia aposta igualmente na valorização da base económica, através da dinamização dos fatores que favorecem a instalação de empresas, e estão ainda previstos importantes investimentos a realizar no âmbito de parcerias com as Juntas de Freguesia, "ao abrigo de acordos de transferência de competências que oferecem evidentes vantagens na gestão e otimização dos recursos, sem esquecer o apoio às associações e outras entidades em matéria de despesas de capital”.
Aspeto que surge enfatizado é o que diz respeito ao controlo da despesa corrente, porquanto o orçamento acomoda o aumento de vários encargos, entre os quais os decorrentes do descongelamento das carreiras dos funcionários e também da evolução dos preços dos bens de consumo que suportam a atividade camarária, particularmente os combustíveis e a energia. Num contexto destes, sublinha Helena Teodósio, “não pode deixar de ser valorizado o facto de as despesas correntes previstas apresentarem uma variação de apenas mais 0,38% relativamente ao orçamento de 2017, o que adquire ainda mais significado se tivermos em conta de que há uma poupança corrente materialmente relevante, no valor de 4.827.446 euros"

DECO alerta contra endividamento descontrolado em vésperas do Natal


Há um alerta da DECO que deve reter agora que o Natal está à porta: cuidado com as campanhas "agressivas" dos bancos que potenciam o endividamento pouco responsável.

A associação de defesa do consumidor diz que voltaram as campanhas censuráveis e garante que os clientes têm recebido propostas de crédito por e-mail sem que as tenham pedido.
RTP

Exposição Nasceu um menino… Mostra de presépios de cortiça na Biblioteca Municipal de Cantanhede

Na Biblioteca Municipal de Cantanhede foi inaugurada no passado dia 5 de Dezembro e se mantêm até ao próximo dia 6 de Janeiro, a exposição Nasceu um menino – Mostra de presépios de cortiça, constituída por trinta e cinco presépios de autoria do artesão Samuel Machado.
As representações da natividade elaboradas por este artista são essencialmente presépios e outras miniaturas alusivas ao Natal, executados com mestria e imaginação, predominantemente com cortiça provenientes de rolhas de garrafas e outros materiais como cartão, tecido, madeiras e barro, totalmente reciclados para o efeito.
Sobre Samuel de Oliveira Machado
Samuel de Oliveira Machado é licenciado em Animação Socioeducativa e possui uma pós-graduação em Intervenção Social, Inovação e Empreendedorismo.
Conta com um percurso profissional de mais de dez anos ligado ao trabalho com a infância e juventude, onde se destacam trabalhos como monitor de centro de acolhimento para crianças e jovens, animador sociocultural e o desenvolvimento de vários projetos de intervenção social nas áreas da economia solidária, hortas pedagógicas e artes plásticas.
Reciclar com cortiça é um projeto de artesanato que Samuel Machado iniciou em 2014 e que convida a olhar para a reciclagem de rolhas de cortiça de uma forma criativa e inovadora. A cortiça, que assume um papel de destaque em todo o projeto, provém de rolhas já utilizadas que são totalmente trabalhadas de forma manual. A esta, juntam-se o como cartão, a madeira, a esferovite e outros tantos materiais recicláveis que dão origem a elementos decorativos que podem ser utilizados nas mais diversas instalações.
Desde o início do projeto que as obras criadas por Samuel Machado têm percorrido o país e sido apresentadas em várias exposições e feiras de artesanato.


Homem apanhado a tentar afogar mulher condenado a seis anos de prisão

Situação foi filmada em abril por um homem que passeava junto à margem do rio Águeda
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O homem que a 7 de abril abril foi apanhado a tentar afogar a mulher no rio Águeda foi hoje condenado a seis anos de prisão efetiva.
O caso foi denunciado por um indivíduo reformado que passava nas margens do rio e se deparou com a situação. Alertado pelos gritos da mulher, assistiu, segundo descreveu nas redes sociais, ao "ato mais cruel" que vira nos seus 60 anos de vida.
O transeunte conseguiu ainda fotografar "o momento de aflição da mulher" enquanto "era agarrada por este monstro pelo pescoço com toda a força para de baixo de água". Perante a ameaça de que chamaria a GNR, o agressor acabou por largar a mulher, a qual acabou por ir para uma casa de acolhimento.
O agressor foi detido quatro dias depois, tendo afirmado que nunca teve a intenção de a matar. Perante o coletivo de juízes, o arguido contou que os dois estavam a descarregar lenha da bateira, quando se desentendeu com a mulher, de 63 anos, porque não estava satisfeito com a forma como o trabalho "estava a render".
"A dada altura, a bateira fugiu-me, escorreguei para cima dela e caímos os dois para a água. Entretanto, puxei-a para fora", relatou o arguido, afirmando que nunca lhe passou pela cabeça "fazer-se o que se consta", o que foi desmentido pelo homem que gravou a alegada tentativa de homicídio com o telemóvel.
O homem, que aguardou julgamento em prisão preventiva, estava acusado de um crime de homicídio qualificado na forma tentada, um de violência doméstica, um de resistência e coação sobre funcionário e outro de detenção de arma proibida.
O Tribunal de Aveiro considerou que o homem era culpado dos crimes de que estava acusado, condenando-o a cinco anos de prisão, por um crime de homicídio qualificado na forma tentada, um ano e meio, por um crime de violência doméstica, um ano e três meses por um crime de resistência e coação sobre funcionário e seis meses por um crime de detenção de arma proibida.
Em cúmulo jurídico, foi-lhe aplicada uma pena única de seis anos de prisão.
O arguido foi ainda condenado nas penas acessórias de proibição de contactos, incluindo a proibição de se aproximar a menos de 1000 metros da residência e local de trabalho da assistente, e interdição do uso e porte de armas, pelo período de quatro anos e meio.
O homem terá ainda de pagar uma indemnização de dez mil euros à mulher.
Durante a leitura do acórdão, a juíza presidente disse que o tribunal deu como provado que o arguido "agiu com a intenção de maltratar fisicamente e psicologicamente a assistente e, por outro lado, com a intenção de lhe tirar a vida".
Durante o julgamento, o arguido disse que se tratou de um acidente e que caiu sobre a mulher, negando ter tido intenção de a matar, uma tese que não convenceu o coletivo de juízes.
"As declarações da assistente revelaram-se minuciosas e coerentes e não deixaram ao tribunal qualquer duvida de que o arguido praticou as agressões e tentou afogá-la na água do rio", disse a juíza presidente.
A magistrada referiu ainda que o depoimento da mulher mostrou-se consistente com o relatório do Instituto Nacional de Medicina Legal e com o relato da testemunha que observou o que aconteceu.
O tribunal decidiu que o arguido deve aguardar os ulteriores termos do processo em prisão preventiva.
O arguido já respondeu em dois inquéritos por violência doméstica sobre a esposa, com quem está casado há 36 anos, um dos quais foi arquivado e outro foi alvo de suspensão provisória.
Lusa