sexta-feira, 20 de abril de 2018

ULSM | Requalificação da Obstetrícia

Obras visam melhorar as condições de conforto das mães e bebés.
O Serviço de Obstetrícia do Hospital Pedro Hispano, integrado na Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM), vai sofrer obras de requalificação a partir desta segunda-feira, dia 16 de abril.
De acordo com a ULSM, durante a empreitada, o Serviço de Obstetrícia vai funcionar no quarto piso do hospital, assegurando-se, desta forma, a sua normal atividade, à exceção da permanência dos pais durante a noite, que não será possível.
O serviço, que engloba enfermarias, salas de trabalho, gabinetes de consulta e espaços comuns, vai ter obras de pintura e iluminação, além de algumas alterações estruturais que visam uma melhor adequação do espaço.

Vão ser também adquiridas novas camas, cadeirões para maior conforto dos pais e acompanhantes e televisores, incluindo a disponibilidade gratuita da rede sem fios Wi-fi.
A obra de requalificação do Serviço de Obstetrícia tem por objetivo melhorar as condições de conforto para as suas utentes «recém-mamãs, bebés e pais/acompanhantes» refere a ULSM, que explica ainda que «este serviço tem inovado na resposta às necessidades das mães e bebés, com destaque para a possibilidade do pai/acompanhante ter a possibilidade de passar 24 horas em permanência no serviço – uma medida original entre as unidades públicas -, pelo que a questão do conforto e da hotelaria são fundamentais, além da segurança clínica que é garantida».
Orçadas em cerca de 20 mil euros, as obras contam com a contribuição de um donativo de 8.200 euros do centro comercial Mar Shopping, em resultado da sua ação de responsabilidade social de Natal que reverteu a favor deste serviço do Hospital Pedro Hispano.

Algarve | Reabilitação

CMR Sul reabre 17 camas de internamento em maio.
O Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA) iniciou, no dia 6 de abril, data em que se assinalou o 11.º aniversário do Centro de Medicina e de Reabilitação do Sul (CMR Sul), em São Brás de Alportel, a primeira fase do restabelecimento da atividade assistencial desta unidade.
Esta etapa inclui a admissão e a integração de 11 novos enfermeiros e a garantia de abertura, até à segunda quinzena de maio, de mais 17 camas de internamento que se encontravam desativadas. O CMR Sul passa assim a sua lotação das atuais 19 para 36 camas.
O restabelecimento da atividade assistencial e o reforço da melhoria das condições vão permitir aumentar os níveis de excelência na prestação de cuidados especializados na área da reabilitação.
O CHUA concretiza assim a primeira fase do compromisso assumido com a tutela, com a Administração Regional de Saúde do Algarve e com os utentes de, até ao final de 2018, restabelecer a capacidade instalada total do CMR Sul, que culminará com a reativação das 50 camas de internamento desta unidade de saúde.
Paralelamente, e no sentido de garantir a autonomia de gestão do CMR Sul, o Centro Hospitalar Universitário do Algarve está a trabalhar de forma empenhada na criação de um Centro de Responsabilidade Integrada para esta unidade.

Eficiência energética

Hospital de Viana do Castelo investe 3,2 milhões de euros.
O Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, vai ser alvo de obras no valor de 3,2 milhões de euros, entre julho de 2018 e dezembro de 2019, com o objetivo de obter ganhos de eficiência energética.
A Unidade de Saúde do Alto Minho (ULSAM), que gere o Hospital de Santa Luzia, informou em comunicado, que aquela intervenção vai permitir, «no primeiro ano de investimento, uma poupança na fatura da energia de 222.283 euros».
«É um caminho a percorrer de forma gradual e planeada, tornando o hospital amigo do ambiente, dos trabalhadores e dos utentes que a ele recorrem. As fontes energéticas de primeira geração devem ser uma opção de todas as organizações, no sentido de consolidarmos a sustentabilidade do ambiente, consequentemente das populações que o habitam, cabendo-nos a nós, dirigentes, a promoção das boas práticas», explica o Presidente do Conselho de Administração da ULSAM, Franklim Ramos.
A intervenção, financiada pelo Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), a iniciar em julho, tem como «objetivo principal obter ganhos de eficiência, aumentando a segurança, conforto e qualidade de vida dos utentes, com evidente redução de custos e de emissão de monóxido de carbono».
Os trabalhos vão «centrar-se no sistema AAVC (aquecimento e ventilação) nas áreas de internamento, comuns e técnicas e na iluminação, com tecnologia LED (Light Emitting Diode), extensível a toda a área interior e exterior do Hospital de Santa Luzia».
A ULSAM acrescenta estarem também a decorrer os procedimentos para o arranque da segunda fase da reabilitação do Serviço de Urgência, que, desde 1984, recebeu «apenas pequenas intervenções».
A nova fase da empreitada, orçada em 790 mil euros, «deverá terminar no quarto trimestre deste ano». Em 2019, está previsto desencadear-se a última empreitada, neste momento, em fase de elaboração do projeto.
O investimento global «na reformulação de fundo» no Serviço de Urgência ronda os 1,2 milhões de euros e resulta de uma candidatura a fundos comunitários aprovada em 2016.
As obras começaram com «a criação de uma unidade de decisão clínica, com 25 camas, concluída em fevereiro de 2017, num investimento de cerca de 76 mil euros, para reduzir, ao máximo, ou acabar com os doentes, em macas, no corredor daquele serviço».
A ULSAM é constituída por dois hospitais, o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima. Além disso, integra 13 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, servindo uma população residente superior a 250 mil pessoas. No total, a ULSAM emprega mais de 2.500 profissionais, entre eles 501 médicos e 892 enfermeiros.

Fuga ao Fisco: CR7 perdeu a cabeça com juíza por causa de Messi


Defesa do português viu Mónica Gómez Ferrer negar o acesso ao caso do jogador do Barcelona. Avançado do Real Madrid aponta "critérios dispares" na forma como ambos estão a ser tratados.
Fuga ao Fisco: CR7 perdeu a cabeça com juíza por causa de Messi
Acusado de defraudar o Estado espanhol em 14,7 milhões de euros, verba relativa a impostos decorrentes da exploração dos direitos de imagem, a defesa de Cristiano Ronaldo terá pedido, à juíza Mónica Gómez Ferrer, o acesso ao processo da Agência Tributária contra Lionel Messi.

No entanto, o pedido foi negado pela responsável do Tribunal de Instrução número um de Pozuelo de Alarcón, algo que, adianta o jornal espanhol El Mundo, levou o internacional português a perder a cabeça.

O avançado do Real Madrid terá acusado a juíza de usar “critérios dispares” face a contratos de patrocínio “idênticos”, como é o caso do acordo entre o próprio e a marca de equipamento desportivo Nike, e a do argentino com a Adidas.

No caso de CR7, o fisco espanhol considerou que deveria ser tributado como receitas provenientes de desempenho desportivo, ao passo que, no do jogador do Barcelona, foi tributado como cessão de direitos de imagem.

Para Mónica Gómez Ferrer, o argumento “não é útil” para o processo, uma visão fortemente contestada pela defesa do internacional português: “Desde que começou o processo, o Tribunal vem adotando diligências transcendentes, sem motivação alguma”.

Para os advogados de Cristiano Ronaldo, a rejeição da juíza denota uma “manifesta falta de fundamento e desproporcionada violação do direito constitucional”, uma vez que nega, à defesa, “o uso de meios de averiguação pertinentes e úteis”.

Fonte:noticiasaominuto 

CHMT reforça equipamentos

Investimentos nos hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas.
O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) vai aplicar um conjunto de investimentos, nos próximos dois anos, nas unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, tendo já sido instalado um aparelho de exames TAC (tomografia computorizada) orçado em mais de 200 mil euros.
De acordo com o Presidente do Conselho de Administração (CA), Carlos Andrade Costa, «o aparelho para a realização de TAC já está instalado na unidade hospitalar de Tomar, representando um reforço importante da capacidade de diagnóstico no CHMT».
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Seguem-se, agora, as parametrizações do equipamento e a formação aos profissionais que vão operar diretamente este novo equipamento. Prevê-se que possa estar a funcionar e ao serviço dos cidadãos dentro de, aproximadamente, um mês.
«Dentro de três semanas vamos instalar no Serviço de Imagiologia de Torres Novas um novo mamógrafo, um investimento na ordem dos 180 mil euros, além de estarmos a incrementar um novo software com upgrade do sistema de digitalização», neste serviço, «que vai facilitar o acesso dos médicos hospitalares e médicos de família à visualização de exames de diagnóstico», acrescentou Carlos Andrade Costa.
Ainda em Torres Novas, vai ser criada uma «sala limpa», até ao final de 2018, onde funcionará a câmara de fluxo laminar, equipamento que permite a preparação da medicação a ser distribuída aos doentes com cancro, um investimento estimado em cerca de 120 mil euros.
Na unidade hospitalar de Abrantes, por sua vez, vão ser renovados, até ao verão, equipamentos na Unidade de Cuidados Intensivos – monitores e ventiladores -, um investimento na ordem dos 130 mil euros, além de um investimento de cerca de 700 mil euros, até 2019, ainda em Abrantes, na aquisição de um aparelho de TAC e um outro de ressonância magnética.
Até 2019, o CHMT tem ainda investimentos programados de cerca de 6,5 milhões de euros (M€), um valor que decorre da obra de ampliação da Urgência Médico-Cirúrgica, na Unidade de Abrantes (1,5 M€), e a aprovação de candidatura de três projetos, um para cada unidade hospitalar, ao POSEUR – Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos, no valor total de financiamento de cerca de 5 M€.

Secretária de Estado no Algarve

A Secretária de Estado da Saúde, Rosa Valente de Matos, visitou a região do Algarve, no dia 13 de abril, com o objetivo de inaugurar a Unidade de Saúde Familiar (USF) Amendoeira, em Lagos, a Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) Rîbat, em Aljezur, e a UCC Mons Cicus, em Monchique.
A criação destas novas equipas de cuidados de saúde primários da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Barlavento, vêm garantir, reforçar e renovar os cuidados de saúde de proximidade à população nos concelhos de Aljezur, Lagos e Monchique. A cobertura por médico de família a nível regional é atualmente de 85,4%.
USF Amendoeira
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Rosa Valente de Matos inaugurou três unidades de saúde.
São nove enfermeiros, oito médicos de medicina geral e familiar e sete administrativos que compõem a equipa multiprofissional da recém-criada USF Amendoeira do ACES Barlavento, a 15.ª USF a abrir na região. A equipa vai abranger cerca de 13.200 utentes no concelho de Lagos e tem a sede no Centro de Saúde de Lagos, aumentando a qualidade de atendimento aos utentes e minimizando as assimetrias a nível de cobertura médica naquela zona do Algarve.
A equipa da USF Amendoeira, além de promover e apoiar mudanças comportamentais, aproximando os utentes e humanizando o Serviço Nacional de Saúde, compromete-se a prestar cuidados de saúde de forma personalizada, garantindo a acessibilidade, continuidade e globalidade de cuidados prestados à população inscrita. Esta USF de Modelo A abrange ainda o Polo de Saúde de Bensafrim e de Odiáxere, com os horários das 8 às 20 horas, de segunda a sexta-feira, em Lagos, em Bensafrim (dias úteis) das 9 às 17 horas, exceto quintas-feiras (das 9 às 13 horas) e em Odiáxere (dias úteis) das 9 às 17 horas, exceto quintas-feiras (das 8 às 13 horas).
UCC Rîbat
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Com sede nas instalações do Centro de Saúde de Aljezur, a UCC Rîbat é constituída por uma equipa multidisciplinar de doze profissionais (cinco enfermeiras, duas médicas, uma técnica superior de serviço social, uma higienista oral, uma assistente técnica, uma assistente operacional e uma psicóloga), que pretende dar respostas integradas, articuladas, diferenciadas e de proximidade às necessidades em cuidados de saúde da população, prestando cuidados de saúde, apoio psicológico e social, de âmbito domiciliário e comunitário, especialmente às pessoas e grupos mais vulneráveis em situação de maior risco ou dependência física-funcional ou de doença.
Esta unidade funcional integrante do Agrupamento de Centros de Saúde Barlavento, da ARS Algarve, funciona entre as 9 às 17 horas, de segunda a sexta-feira, e abrange cerca de 5.600 utentes no concelho de Aljezur.
UCC Mons Cicus
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A UCC Mons Cicus, situada no Centro de Saúde de Monchique, funciona de segunda a sexta-feira, das 9 às 16 horas, abrangendo cerca de 5.700 utentes no concelho de Monchique.
A equipa da UCC Mons Cicus é composta por nove profissionais (quatro enfermeiras, uma assistente técnica, uma assistente operacional, um médico, um higienista oral, uma técnica de serviço social), que prestam cuidados de saúde e apoio psicológico e social de âmbito domiciliário e comunitário, por exemplo nas áreas da saúde materno-infantil e dos cuidados continuados integrados, a pessoas, famílias e grupos mais vulneráveis em situação de maior risco ou dependência física e funcional ou doença que requeira acompanhamento próximo.
Atuam em unidade móvel de intervenção na educação para a saúde e na integração em redes de apoio às famílias.
A entrada em atividade destas três unidades funcionais encontra-se inserida na estratégia assumida pelo Conselho Diretivo da ARS Algarve com vista a reforçar a prestação de cuidados de saúde de proximidade, passando neste momento a região a dispor de 14 unidades de cuidados na comunidade (sete no ACES Barlavento, cinco no ACES Central e duas no ACES Sotavento).
O Algarve tem neste momento 15 unidades de aúde familiar. No ACES Barlavento, a percentagem de utentes com médico de família atribuído tem vindo a aumentar de forma consistente e abrange mais de 85% da população. A criação da USF Amendoeira vai contribuir para um aumento significativo da cobertura por médico de família, tendo um ganho assistencial previsto de 6.784 utentes. De destacar que o Centro de Saúde de Lagos passou de 77,8% de utentes com médico de família para 82,2%, entre novembro de 2017 e fevereiro de 2018.

Poupança no SNS | 2017

Ministério da Saúde poupou mais de 179 milhões de euros.
O ano de 2017 pautou-se por um aumento significativo da atividade de compras da SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE, registando também um aumento da poupança gerada para o Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O SNS poupou mais de 179 milhões de euros em 2017, valor que representa um aumento de 39% face a 2016, no qual se havia registado uma poupança de mais de 128 milhões de euros.
O volume global de compras, que inclui bens e serviços de saúde e bens transversais, teve um aumento de 55% face ao ano de 2016. Na base deste crescimento estiveram fatores como o aumento da abrangência e das tipologias de compras realizadas pela SPMS, com a formação de acordos-quadro em novas áreas e novas subcategorias.
Se em 2016 as compras na saúde já tinham crescido 16% face a 2015, em 2017 este crescimento foi de 57%. Também a poupança gerada para o SNS acompanhou esta tendência e aumentou 42%, passando de 114,3 milhões em 2016 para 161,9 milhões em 2017.
A SPMS tem como missão a prestação de serviços partilhados em matéria de compras e logística, gestão financeira, recursos humanos e sistemas de tecnologias de informação e comunicação (TIC) para instituições que integram o SNS, tais como hospitais, Administrações Regionais de Saúde e outras instituições.
Os valores agora divulgados no Relatório de Aferição de Poupanças de 2017 provam o aumento da capacidade e da eficácia da atividade de compras da SPMS e demonstram, do mesmo modo, o impacto bastante positivo na geração de poupança e eficiência nas compras de medicamentos, consumíveis, dispositivos médicos e serviços na área da saúde, bem como de equipamentos e serviços de natureza transversal e, também, a criação de sinergias dentro do Serviço Nacional de Saúde.