quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Nacional | Quase 50% das autarquias não têm como cuidar e esterilizar cães e gatos

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Quase 50% das autarquias ainda não instalaram serviços próprios para cuidar e esterilizar cães e gatos, havendo 136 Centros de Recolha Oficial (CRO) que servem mais de 150 municípios, informou hoje a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).
“Existem 136 CRO, incluindo alguns que são intermunicipais, servindo mais de 150 municípios [de 308]”, revelou a DGAV à agência Lusa, indicando que os Centros de Recolha Oficial são tutelados pelas Câmaras Municipais ou pelas Comunidades Intermunicipais.
Em 2018, o Governo abriu um concurso que permitiu apoiar 17 candidaturas de autarquias ou agrupamentos de municípios na construção de CRO, com o financiamento de 975.318,91 euros, através de um programa de concessão de incentivos financeiros.
De acordo com a DGAV, em 2019, foram selecionados 20 projetos no valor de 1.128.615,70 euros, tendo já sido assinados 18 contratos para a construção de CRO.
“Para a construção de CRO foram abertas novas candidaturas nos termos do Despacho n.º 4417/2018, de 07 de maio, referente ao Programa de Concessão de Incentivos Financeiros para a Construção e a Modernização de CRO”, referiu a DGAV.
As entidades apoiadas foram as autarquias de Alcoutim, Almeida, Almeirim, Alpiarça, Amares, Arruda dos Vinhos, Avis, Campo Maior, Celorico de Bastos, Crato, Marvão, Monforte, Peniche Porto de Mós, Reguengos de Monsaraz, Vila Viçosa e os agrupamentos de municípios Baião e Resende; Penedono, Sernancelhe e São João da Pesqueira; Moimenta da Beira, Armamar e Tabuaço; e Bombarral e Cadaval.
A DGAV lembrou que os projetos foram selecionados e os contratos programa celebrados no âmbito da Cooperação Técnica e Financeira entre a Administração Central e o setor local.
A seleção de projetos e a assinatura de contratos ocorreram através do Despacho n.º 6258-A/2019, de 8 de julho, assinado pelo secretário de Estado da Agricultura e Alimentação, pelo secretário de Estado do Orçamento e pelo secretário de Estado das Autarquias Locais.

Mais de 130 municípios candidataram-se a apoios de esterilização animal até Agosto


Mais de 130 municípios candidataram-se à campanha de apoio à esterilização de animais de companhia até agosto, financiada em 287.225 euros, mais do que todo o ano passado, anunciou hoje a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).
De acordo com dados disponibilizados à agência Lusa, desde o início do ano, o Estado já pagou cerca de 270 mil euros às candidaturas de 136 municípios em apoios de esterilização para cães e gatos.
Em 2018, a DGAV atribuiu mais de 250 mil euros em apoios à campanha.
A DGAV atentou que o controlo dos animais errantes é uma competência das Câmaras Municipais, devendo estas promover medidas de luta contra o abandono e campanhas de promoção de adoções ou reconciliação dos animais perdidos com os respetivos donos, além de promoverem a recolha no Centros de Recolha Oficial (CRO).
Para se candidatarem ao apoio é necessário que os Centros de Recolha Oficial (CRO) municipais ou intermunicipais registem um mínimo obrigatório de 25 esterilizações, podendo os municípios beneficiar de apoios até aos 15.000 euros e as entidades gestoras de CRO intermunicipais até 30.000 euros.
O apoio financeiro da DGAV consiste na atribuição de quantias fixas por cada esterilização: 15 euros para gatos, 35 euros para gatas, 30 euros para cães e 55 euros para cadelas.
“A administração central tem apoiado financeiramente as autarquias na remodelação e construção de novos CRO, na construção de salas de esterilização e na realização de campanhas de esterilização [500 mil euros por ano]”, segundo a entidade.
Além do apoio financeiro às autarquias, o Governo tem promovido também iniciativas de sensibilização da população todos os anos contra o abandono de animais, com enfoque na detenção responsável dos animais.
A DGAV salientou que tem estado envolvida num grupo de trabalho, com a Direção-Geral da Educação (DGE), que visa a introdução das matérias relacionadas com a detenção responsável e com o bem-estar animal nos currículos escolares, para crianças desde o pré-escolar ao ensino secundário.
Com o objetivo de insistir em campanhas de esterilização, o Governo aprovou mais 50.000 euros até 30 de novembro, para esterilizações de cães e gatos.
Lusa

Politica | Mais de metade dos portugueses diz que a crise não passou

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Mais de metade dos portugueses diz que a crise não passou e uma das maiores preocupações é o desemprego, mesmo depois de os níveis terem caído para metade dos valores de há quatro anos.
Segundo o II Grande Inquérito de Sustentabilidade em Portugal, desenvolvido por investigadores do Instituto de Ciências Sociais (ICS), da Universidade de Lisboa (UL), 53,5% dos inquiridos consideram que a crise não passou e apenas menos de um terço (29,8%) diz que a crise está ultrapassada.
“As pessoas sentem que a crise ainda não terminou e isso deixou desconfiança e uma sensação de insegurança que permanece ativa e que é determinante de muitos comportamentos, até de comportamentos ligados ao consumo, com um perfil mais notório do ‘consumidor constrangido’, que faz contas a tudo”, disse à agência Lusa a investigadora do ICS Luísa Schmidt, uma das coordenadoras do estudo.
A responsável apontou como exemplo de comportamentos que mudaram com a crise e se mantiveram como o uso de espaços públicos gratuitos, como os jardins e parques, sobretudo as famílias com crianças, em detrimento dos centros comerciais.
“O uso da marmita é outro dos hábitos que ficaram. Na hora do almoço, a manutenção desse hábito também acontece porque as pessoas tiram prazer a as próprias instituições e serviços se adaptaram e criaram condições para as pessoas poderem almoçar. A mudança passa não só pela nossa necessidade ou jeito de mudar, mas por criar infraestruturas de apoio que facilitem”, sublinhou.
Quanto ao impacto da crise económica nos hábitos de consumo, em geral, ela alterou os hábitos para a esmagadora maioria da população, mas foram “os mais vulneráveis aos efeitos da crise" os que mais mudaram.
Como prova do sentimento de desconfiança para com a crise, o desemprego aparece como a principal preocupação dos portugueses, apesar de os níveis terem descido nos últimos quatro anos de 14,3% para 7,4%.
Os investigadores agregaram as principais preocupações manifestadas pelos inquiridos num conjunto a que chamaram “sustento corrente da vida” (60,6%), incluindo o desemprego (38,8%), o baixo poder de compra/baixos salários (29,2%) e o custo de vida (9,6%).
Ao segundo grande conjunto de preocupações os investigadores chamaram “abalo de confiança no Estado”. Neste grupo, o que os inquiridos apontaram com mais frequência remete para a “corrupção” (26%), mas a falência funcional do Estado que mais os preocupa é o “sistema de saúde” (24,5%), o seu funcionamento e acesso. Em seguida, os inquiridos apontam a quebra de “credibilidade da classe política” (16,1%).
“Embora os inquéritos não permitam estabelecer uma ligação direta entre o funcionamento do sistema financeiro e a falência moral da classe política por via dos mecanismos clássicos de corrupção que os media tanto têm difundido, é percetível o reconhecimento de que a vida pública decorre num regime profundamente viciado, o que acentua a separação e distância entre governantes e governados, independentemente dos governos que vão passando”, escrevem os investigadores.
O terceiro grande conjunto de preocupações gira em torno de diversas manifestações de “desarmonia e de discórdia social” (35,4%), incluindo a pobreza/exclusão (16,8%), a fragilidade da vida económica do país (12,8%) e as desigualdades sociais (9,9%).
Ligeiramente mais abaixo surge a preocupação com o ambiente (19,6%), sobretudo nas dimensões de "degradação" e "poluição/riscos".
Comparando com o inquérito anterior, desenvolvido em 2016, há diferenças na forma como os portugueses investiam qualquer rendimento extra disponível. Se há quatro anos colocavam em primeiro lugar a “poupança” (46,3%), depois “fazer férias” (43,1%) e a seguir os “cuidados de saúde” (40,5%), no inquérito de 2018 as prioridades mantém-se, mas os cuidados de saúde sobem ao primeiro lugar (50,5%), sobretudo para quem tem mais de 64 anos e menos escolaridade e rendimento.
A poupança (47,8%) passa para o segundo lugar nas prioridades de investimento em caso de rendimento disponível, “o que indica que, para os portugueses, a experiência da crise económica ainda está muito presente e, sobretudo, teve impactos estruturantes no que respeita à necessidade de segurança económica fundamental”, refere o estudo.
Em terceiro lugar vêm as “férias” (38%), como válvula de escape e sonho compensatório, e já com percentagens um pouco mais baixas (a rondar entre os 20% e os 30%) surge o desejo de “investir na melhoria da habitação”.
“Num contexto de alterações climáticas e com um parque habitacional degradado, esta é uma matéria que veio para ficar e necessita de aprofundamento e apoios”, consideram os investigadores.
O estudo analisou 1.600 inquéritos a residentes em Portugal, maiores de 18 anos, estratificado por região, género e idade e tem 95% de intervalo de confiança. Decorreu entre 07 de novembro e 13 de dezembro de 2018.
Lusa / Madremedia



México | Adiós Al Papel, Lo De Hoy Son Los Contratos Electrónicos


por Yesica Flores

La empresa mexicana Trato busca decirle adiós a los contratos en papel y pasar a los contratos electrónicos a través del uso de tecnologías como Blockchain, Inteligencia Artificial (IA) y Big Data.
La firma permite que las empresas puedan ahorrar en los costos que generan los procesos legales reiterativos -que generalmente llevan a áreas jurídicas-, acelerando los tiempos de negociación y firma de documentos legales, aprovechando las ventajas que ofrece la tecnología para el seguimiento de los términos y condiciones que contienen los documentos jurídicos.
“La negociación de los contratos hoy debe ocurrir de manera electrónica; es decir, la gran diferencia con los contratos tradicionales es que se evita el uso del papel y se cuenta con un documento más seguro, con mayor información y fácilmente rastreable. Las empresas que hoy continúan utilizando contratos en papel es porque están acostumbradas al uso del mismo pero no se han dado cuenta que son mucho más vulnerables que los contratos que hoy pueden hacer en TRATO ya que se podrán exigir los términos y condiciones de cada contrato de manera más sencilla y lo mejor de todo, es que al sistema no se le olvidará nada”, señala Ignacio Bermeo, director general de Trato.
La startup señala que es importante que las empresas se actualicen y se animen a probar las facilidades que da este tipo de herramientas, además de que el uso de este tipo de contratos se ampliará todavía más; de hecho, según analistas del mercado, se espera que para 2023 el tamaño del mercado de contratos electrónicos alcanzará los 428,920 millones de dólares.
Trato, que nació en 2014, señala que en México no hay suficiente apertura de la gente a utilizar este tipo de infraestructura digital debido a la costumbre que todavía existe hacia el uso de los contratos tradicionales hechos en papel, así como por  la duda que genera el saber si los contratos electrónicos son aceptados en todos lados.
“Entre nuestros objetivos está cambiar la creencia de que todo se debe hacer en papel. La apuesta de hoy es lo digital. Mientras las regulaciones propicien la adaptación de este tipo de empresas, nosotros estamos abiertas a aceptarlas”, indica el director general de la firma.
Respecto al diferenciador de Trato con otras empresas similares, su fundador señala que el mercado de contract management softwares no tiene un claro líder en la actualidad. Existen diversas opciones que abarcan diversos territorios o funciones en específico, pero la mayor parte de estas soluciones intentan resolver todo y propician un mayor caos en lugar de hacer una solución más simple e intuitiva.
“Nuestro principal diferenciador es que hemos logrado que la tecnología trabaje para el cliente y no al revés, utilizando soluciones innovadores no ofrecidas por otros proveedores, como Blockchain, IA y Big Data”, indica.
El uso de contratos electrónicos es una realidad a nivel global, tan sólo en los últimos años ha mantenido un crecimiento promedio anual de 5.45%, de 283,650 millones de dólares en 2015 a 332, 610 millones de dólares en 2018, según el informe Global Electronics Contract Manufacturing Services Market 2019.
Desde sus inicios, la startup ha captado la atención de distintas incubadoras y fondos de inversión, entre ellos, The Founder Institute, posteriormente ingresó a la aceleradora estadounidense 500 Startups, Avalancha Ventures y muy recientemente DUX Capital, entre cuyos socios se encuentra el reconocido Shark Tank experto en tecnología, Marcus Dantus.
TRATO, ha trabajado con empresas de gran calibre como BBVA, INVEX, Rappi, Cabify, Samsung, Estafeta, entre otras. Registró un crecimiento el año pasado de 300% y espera que para este sea de 500%. Dentro de sus planes, es que para 2020 cuenten con clientes en Sudamérica y Europa, así como levantar una ronda de inversión para abrir oficinas en otros países.


Condeixa | Piscinas Municipais já reabriram e primeira mensalidade é gratuita

O presidente da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, Nuno Moita da Costa, assinalou no passado domingo, dia 1 de setembro, a reabertura das Piscinas Municipais, após obras de 600 mil euros para reparar a destruição provocada pela tempestade Leslie.
“Fizemos os possíveis e impossíveis para começar e terminar as obras de reparação o mais rápido possível e tal como havíamos prometido conseguimos reabrir o complexo de piscinas interiores no dia 1 de setembro”, assinalou o edil Nuno Moita da Costa.
A autarquia continua a aguardar a transferência dos apoios prometidos pelo Governo, através do Fundo de Emergência Municipal, para as obras de reconstrução após a calamidade, ocorrida em outubro do ano passado, tendo decidido avançar com a empreitada com recursos próprios.
“Esta decisão colocou a Câmara Municipal numa situação financeira muito delicada que só ficará estabilizada quando formos ressarcidos pela Administração Central dos fundos prometido”, sublinhou o presidente da Câmara Municipal de Condeixa.
Para compensar os utilizadores pelos incómodos causados pelo encerramento das piscinas, a primeira mensalidade (setembro) será gratuita para quem já tinha efetuado o pagamento da mensalidade de outubro de 2018. Ao mesmo tempo, a anuidade de 2018/2019 já liquidada será válida para este novo ano letivo 2019/2020.
Recorde-se que as piscinas exteriores já se encontram em pleno funcionamento desde o início da época balnear, após a realização de obras de reparação. Simultaneamente, as aulas de fitness regressaram ao complexo das piscinas municipais depois de terem sido deslocalizadas provisoriamente para uma escola devido aos estragos verificados nas estruturas. As aulas de fitness decorrerem às segundas e quartas-feiras às 19h15 e às quintas-feiras às 20 horas.
As obras de reparação dos danos provocados na estrutura das Piscinas Municipais de Condeixa após a tempestade Leslie ascenderam a cerca de 600 mil euros, contemplando, nomeadamente, a substituição da cobertura e das caixilharias e reparação do sistema AVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado).


Região Centro | Município da Mealhada e Exército assinalam 209 anos da Batalha do Bussaco

O Município da Mealhada e o Exército Português assinalam os 209 anos da Batalha do Bussaco com as cerimónias militares e protocolares e o concerto pela Orquestra Ligeira do Exército, dia 27 de Setembro, na Mata do Bussaco e no Luso.

Os 209 anos da Batalha do Bussaco serão assinalados no próprio dia do aniversário, com o hastear das bandeiras dos países envolvidos do conflito - Portugal, Reino Unido e França -, seguindo-se o cortejo histórico-militar e religioso do Museu Militar ao Terreiro do Monumento e, nesse local, acontece a demonstração da força militar, a missa campal e a cerimónia de homenagem aos mortos.

À noite, no Luso, pelas 21h30, na Alameda do Casino, realiza-se um concerto da Orquestra Ligeira do Exército na Alameda do Casino.

A Batalha de Bussaco foi travada durante a Terceira Invasão Francesa, no decorrer da Guerra Peninsular, na Serra do Bussaco, a 27 de setembro de 1810. De um lado, em atitude defensiva, encontravam-se as forças anglo-lusas sob o comando do Tenente-general Arthur Wellesley, Duque de Wellington. Do outro lado, em atitude ofensiva, as forças francesas lideradas pelo Marechal André Massena, que foram obrigadas a recuar. Esta batalha foi fulcral para a derrota final do franceses nas Linhas de Torres.

Orquestra Ligeira do Exército

Com sede no Centro Militar de Electrónica em Paço de Arcos, a Orquestra Ligeira do Exército iniciou as suas atividades em 1976. A sua estrutura, em género Big-Band, é composta por cinco saxofones (flauta, clarinete), quatro trompetes (fliscorne), quatro trombones, dois teclados, duas violas, bateria, percussão e três vocalistas. Possui dois registos discográficos, sendo o último gravado num espectáculo ao vivo na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa. A Orquestra Ligeira do Exército está agraciada com a Medalha de Serviços Distintos grau Ouro.
Programa
27 de setembro
09h l Terreiro do Monumento
Hastear das bandeiras nacionais de Portugal, Reino Unido e França, com a presença da Fanfarra e militares fardados à época da Guerra Peninsular
09h30 l Palace Hotel do Buçaco
Receção às entidades
10h l Museu Militar do Buçaco / Terreiro do Monumento
Cortejo histórico-militar e religioso
10h20 l Terreiro do Monumento
Força Militar pronta
Continência a AE, que preside à cerimónia
Missa campal
Cerimónia de homenagem aos mortos
Deposição de coroa de flores
Oração pelo capelão
Palestra alusiva à Batalha do Bussaco
Regresso do cortejo histórico-militar e religioso
Visita ao Museu Militar do Bussaco
Concerto com a Orquestra Ligeira do Exército
21h30 l Alameda do Casino l Luso


FPF lança movimento #DeixaJogar


Iniciativa lançada na segunda-feira na Gala Quinas de Ouro 2019.

O futebol é para ser vivido com emoção e competitividade. No entanto, e acima de tudo, o respeito e o desportivismo para com todos os intervenientes de jogo têm de imperar em todas as circunstâncias.

Com o claro propósito de fomentar o fair-play, quer dentro das quatro linhas, quer fora delas, a FPF lança o movimento #DeixaJogar. Esta iniciativa, que foi lançada na segunda-feira na Gala Quinas de Ouro 2019, tem como principal objetivo combater os episódios de mau comportamento nas bancadas e consciencializar os encarregados de educação e público em geral para os efeitos nocivos dos mesmos e, ao mesmo tempo, promover as boas práticas e os bons exemplos de fairplay.

O movimento é acompanhado por um filme que tem como pano de fundo uma experiência social realizada no início de Agosto, em que se pediu aos pais que lessem em voz alta aquilo que mais marcou os seus filhos na última época e a surpresa desagradável dos mesmos face aquilo que estava retido na memória dos pequenos atletas.

Cantanhede | Três mortos e um ferido grave em acidente na Praia da Tocha


Três pessoas morreram esta terça-feira à noite na sequência de uma colisão frontal entre um carro e dois motociclos, na Estrada Nacional 335-1, a caminho da Praia da Tocha, em Cantanhede.

Na sequência do embate, o carro incendiou-se, com os corpos que estavam no interior a ficarem carbonizados. Para além das três vítimas mortais, o acidente provocou ainda um ferido grave.

O acidente ocorreu pelas 20.20 horas, numa zona de reta com boa visibilidade, que liga a vila da Tocha à praia. "A informação que temos é a de uma colisão frontal entre um veículo ligeiro e dois motociclos, mas só a investigação é que vai determinar as causas do acidente", afirma o comandante do Destacamento de Cantanhede da GNR, Celso Marques.

Motos novas
Uma das vítimas mortais é Cláudio Carvalheiro, de 31 anos, que vivia na Bunhosa, Montemor-o-Velho, e seguia num dos motociclos. Segundo contou ao JN um familiar da vítima, Cláudio tinha a moto há cerca de um mês e dirigia-se para a Praia da Tocha com um amigo, que também tinha comprado a moto há pouco tempo. O amigo de Cláudio Carvalheiro, de 29 anos, ficou gravemente ferido e foi transportado ao Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra. Cláudio Carvalheiro deixa um filho com cinco anos feitos recentemente.

Segundo algumas testemunhas no local, o carro envolvido no acidente seria ocupado por um casal da localidade de Pedros, Figueira da Foz. No entanto, as autoridades não conseguiram ainda identificar os corpos, que ficaram totalmente carbonizados. "Sabemos que se trata de um homem e uma mulher, mas os corpos ainda terão de ser identificados pelo Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses", adianta Celso Marques.

No local estiveram os Bombeiros de Cantanhede, a GNR e o INEM, num total de 25 elementos e nove veículos. O acidente vai ser investigado pelo Núcleo de Investigação Criminal de Acidentes de Viação da GNR.

Sinistralidade na zona
O acesso à Praia da Tocha é uma zona de muita sinistralidade rodoviária, tendo já havido ali vários acidentes. Em agosto de 2018, duas crianças da zona de Tondela perderam a vida poucos quilómetros atrás da tragédia de ontem.

Fonte: JN
João Pedro Campos, Ontem às 21:32