terça-feira, 12 de maio de 2020

91 infectados pela covid-19 em Moçambique; Trabalhador do Porto de Maputo infectado de fonte desconhecida

Foto de Adérito Caldeira
A Directora Nacional de Saúde Pública anunciou este domingo (10) o diagnóstico de quatro novos casos positivos do novo coronavírus que elevam para 91 os infectados no nosso país. A Dra. Rosa Marlene revelou ainda que o indivíduo moçambicano diagnosticado com covid-19 no passado dia 1 de Maio e cuja fonte de infecção ainda não foi determinada é trabalhador do Porto de Maputo. Apesar da declaração do Estado de Emergência os principais portos de Moçambique não foram encerrados e continuam a receber tráfego internacional de embarcações.

Entre sábado (09) e domingo(10) o Instituto Nacional de Saúde testou mais 174 casos suspeitos da covid-19, 78 da Província de Cabo Delgado, dos quais 22 do acampamento da Total em Afungi, 76 da Província de Maputo e 20 da Cidade de Maputo. “170 revelaram-se negativas para a infecção de covid-19 e quatro foram positivos para infecção da covid-19”.

“Temos três indivíduos de nacionalidade moçambicana, do sexo masculino, de idade de 32 anos, 34 e 43 anos de idade, e um indivíduo de nacionalidade sul-africana, do sexo masculino de 41 anos de idade, todos são trabalhadores do acampamento de Afungi, no Ditristo de Palma, na Província de Cabo Delgado”, detalhou a Directora Nacional de Saúde Pública que indicou que os quatro novos infectados “não apresentam sintomatologia, assim sendo cumprimos com o protocolo do Ministério da Saúde de isolamento domiciliar”.

A Dra. Rosa Marlene disse na conferencia de imprensa deste domingo (10) que “todos imigrantes moçambicanos que regressaram da África do Sul e estavam no Centro de Trânsito de Magwaza foram testados e todos resultados foram negativos para a infecção da covid-19”, contudo divulgou que um novo grupo de imigrantes ilegais no país vizinho está a caminho da Província de Maputo.

“Estamos a espera de 439 (ilegais da RSA) que vem, 39 chegaram e já estão em Ressano Garcia no Centro de Trânsito de Magwaza, os 400 recebemos informação que foram testados na África do Sul com resultados negativos, todos, e não vão para o Centro de Trânsito”, afirmou a autoridade de Saúde Pública que ajuntou que este novo grupo sairá “da fronteira directamente para a suas de origem, obviamente com registo e seguimento através das Direcções Provinciais das zonas”.
Entretanto a Directora Nacional de Saúde Pública revelou que o moçambicano com idade entre os 24 e 34 anos de idade, diagnosticado na Cidade de Maputo no passado dia 1 de Maio e cuja fonte de infecção não foi determinada é trabalhador do Porto de Maputo.

“Em relação ao caso do Porto (de Maputo), continua a investigação, neste momento foram recolhidas mais do que 100 amostras e esperam-se os resultados, o caso tem sintomatologia ligeira, mas ainda não se chegou a conclusão de que cadeia de transmissão faz parte. Aparentemente não está ligado a Afungi, provavelmente poderá ter sido contacto lá no Porto (de Maputo), continuamos a investigar e todos os colegas que na empresa, que é prestadora de serviços ao Porto, a quem se fez o rastreio”, declarou a Dra. Rosa Marlene.

Não sendo um dos 82 casos de transmissão local, não tendo viajado para o exterior recentemente e sem nenhum relacionamento com a Província de Cabo Delgado ou com algum indivíduo que trabalhe na petrolífera Total o @Verdade entende que este trabalhador do Porto de Maputo pode ter contraído a infecção em contacto com os muitos estrangeiros que continuam a entrar no país através desta fronteira portuária.

É que embora na Declaração do Estado de Emergência o Presidente Filipe Nyusi tenha anunciado a limitação “da entrada de pessoas nas fronteiras terrestres, aeroportos e portos, exceptuando-se para razões de interesse do Estado, transporte de bens e mercadorias por operadores devidamente credenciados e situações relacionadas com a saúde”, o Governo deixou abertos os portos de Maputo, Beira, Quelimane e Nacala, os aeroportos de Maputo, Beira, Chimoio, Chingodzi, Quelimane, Nampula, Lichinga, Pemba e os aeródromos de Inhambane e Vilanculos.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Produtores de açúcar pedem prorrogação da isenção do IVA durante a covid-19 em Moçambique

Foto de Adérito Caldeira
Como forma de baixar o preço do açúcar para os moçambicanos a Associação dos Produtores de Açúcar de Moçambique (APAMO) pediu ao Governo a renovação da isenção do pagamento do Impostos sobre o Valor Acrescentado (IVA) que a indústria beneficiou durante mais de duas décadas. “Seria bom se a lei que caducou no dia 31 de Dezembro de 2019, que a validade dessa lei pudesse ser prorrogada para este momento em que estamos todos sob pressão da covid-19” apelou João Jeque.

Falando em conferência de imprensa em Maputo, o director executivo da APAMO, voltou a justificar o aumento do preço do açúcar desde que a pandemia da covid-19 eclodio com a incorporação de 17 por cento de IVA nos custos deste produto alimentar que Moçambique produz não só para o mercado nacional mas também exporta, particularmente para a Europa.

João Jeque também disse a jornalistas, na passada quinta-feira (07), que a escassez do açúcar no país deve-se também a maior demanda pelo produto, principalmente consumido pelas famílias mais pobres no chá, como fonte alternativa de proteínas na falta de outros alimentos.

“Recentemente estamos sobre a covid-19 e há a orientação para todos ficarmos em casa, a nossa opinião é que enquanto estivermos sob a pressão da covid-19 e tivermos de cumprir aquele dito fica em casa temos de perceber que as pessoas quando ficam em casa consomem mais alimentos, e temos de perceber que dos alimentos básicos disponíveis para as famílias nem todos estão lá, e o bem substituto de consumo ao qual as pessoas, estando em casa, recorrem é o açúcar”, argumentou.

Jeque afirmou que os Produtores de Açúcar de Moçambique consideram “que fosse útil haver medidas que permitam que o açúcar seja mais acessível às famílias. Praticamente estamos a dizer que seria bom se a lei que caducou no dia 31 de Dezembro de 2019 a validade dessa lei pudesse ser prorrogada para este momento em que estamos todos sob pressão da covid-19”, em alusão a isenção de IVA que vigorava desde os anos 90, como parte das políticas fiscais de revitalização da indústria nacional.

O director executivo da APAMO explicou que “o facto de Moçambique ter reposto a produção do açúcar, naquilo a que chamaremos de revitalização bem sucedida, acontece quando Xinavane instala a refinaria, a linha de açúcar branco, não podemos considerar que o ciclo de desenvolvimento da industria do açúcar termina porque já temos produção suficiente para o consumo nacional e até já exporta. Queria propor que a nossa perspectiva sobre o que é o negócio do açúcar nos desse este conforto de que como já temos açúcar amarelo suficiente e temos açúcar branco suficiente e tudo isto dá para exportar já não há mais nada para fazer no sector do açúcar”.

“Há aquilo que se chama de diversificação do sector do açúcar, nós temos melaço. O melaço pode permitir que Moçambique produza etanol e esse etanol pode servir para que usado na área dos transportes a factura de importação do crude caia substancialmente, por exemplo. Outra exemplo é nós produzirmos ração para alimento do gado, a pecuária pode ser um dos grande impulsionadores da diversificação”, disse João Jeque sugerindo ao Governo de Filipe Nyusi “não seria bom pensar que como Moçambique já é autónomo no açúcar a atenção que o país deve dar no desenvolvimento desse sector terminou”.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Como e por que parar de esperar pela pandemia de coronavírus acabar

Por Natasha Romanzoti, em 11.05.2020

Tenho certeza de que você já disse isso pelo menos uma vez durante essa pandemia: “quando o coronavírus acabar, eu vou…”.
A quarentena de fato colocou uma pausa em vários tipos de planos. Aliado ao fato de que o ser humano já tem uma certa tendência de programar o futuro, esses fatores fazem com que muitas pessoas estejam apenas existindo, ao invés de vivendo esse momento difícil, sempre esperando as condições melhorarem.
Os terapeutas todos concordam que essa não é melhor estratégia. Não devemos esperar por um futuro que nem sabemos qual será. Mas como parar de fazer isso?
O portal Psych Central reuniu algumas dicas de especialistas para te ajudar a lidar com a situação atual e focar no momento presente.

Seja criativo e não deixe de celebrar eventos importantes

Uma das coisas mais chatas sobre o momento atual é ter que adiar diversos eventos e comemorações importantes, como formaturas, casamentos, chás de bebê, aniversários, viagens, feriados religiosos etc.
A psicoterapeuta Liz Goll Lerner sugere que você não simplesmente adie esses eventos; ao invés disso, a ideia é ser criativo e comemorá-los na data em que deveriam acontecer, uma vez que você sempre poderá refazê-los mais tarde, em um momento mais oportuno, do jeito que gostaria.

“O que quer que seja, não espere. Faça agora. Você sempre pode fazer de novo depois”, opina.
Isso porque nosso “relógio fisiológico mental-corporal” presta atenção a grandes eventos da vida, de forma que nossos cérebros antecipam essas comemorações. Quando elas não ocorrem, nós lamentamos. Nos preocupamos e ficamos decepcionados por serem diferentes.
“Então faça algo no presente para marcar o evento e redefinir esse relógio biológico para a data futura”, argumenta a Dra. Lerner.
Por exemplo, faça festas e reuniões virtuais usando o Zoom ou o Google Hangouts, faça uma carreata para demonstrar seu amor por alguém, envie cartas, faça lives no Instagram, aproveite sua viagem que não ocorreu visitando museus virtuais, vendo fotos, cozinhando refeições típicas e ouvindo música tradicional do lugar, enfim, use toda a sua criatividade para viver o evento que foi cancelado/adiado, e, quando você puder fazer diferente no futuro, será uma experiência nova talvez ainda mais cheia de significado.

Escolha ser otimista sobre o futuro

A verdade é uma só: se preocupar não é produtivo a menos que você faça algo sobre essa preocupação. Se isso ajuda as pessoas a praticarem sentimentos como gratidão ou desenvolverem aceitação, pensar sobre o “pior cenário possível” pode não ser de todo ruim.
Mas ficar ruminando o passado ou tendo pensamentos ansiosos sobre o futuro não é saudável para o nosso sistema nervoso, o que deixa nosso corpo em um estado de estresse muito grande.

É o que explica a psicoterapeuta Ann Turner, que ensina seus pacientes a não se “pré-preocuparem”, ou seja, a não se preocuparem antes da hora.
“O medo não tem nenhum poder preditivo. A incerteza é aterrorizante, mas isso não significa que o futuro será o pior cenário”, concorda a psicóloga Carla Messenger.
Pense no seguinte: o pior cenário possível é tão provável quanto o melhor cenário possível.
Segundo a Dra. Messenger, uma boa saída é lembrar que “o futuro tem mais de um roteiro possível e nós o criamos à medida que avançamos”, como um GPS que redireciona o caminho sem mudar o destino.
“Se colocarmos nossa atenção nas restrições, isso pode se tornar muito deprimente. No entanto, há gratidão, otimismo e alegria em todos os caminhos, se você optar por procurá-los”, concluiu a psicoterapeuta Jade Wood.

Adquira perspectiva

Você sente que não está passando pela quarentena “da forma certa”? talvez não esteja sendo produtivo o suficiente, ou algo do tipo?
Fique sabendo que tem uma coisa que todos os terapeutas concordam: sobreviver é o suficiente. Qualquer outra coisa é extra.
A Dra. Messenger sugere que você considere o seu passado. Quanto da sua “lista de afazeres” de cinco anos atrás você se lembra?
Isso deve te dar alguma perspectiva sobre o que é importante, o que nos lembramos e o que não nos lembramos.
É interessante olhar para trás e pensar no quanto aprendemos, no quanto crescemos e superamos situações difíceis, não é mesmo? E ter sobrevivido à uma pandemia mundial bastará. É possível que muitas pessoas não se lembrem de quantas aulas online fizeram, das plantas que regaram, de quantas vezes por dia meditaram etc.
“Todo mundo está aprendendo agora, consciente ou inconscientemente”, explica a especialista.
Você pode aproveitar a quarentena para fazer uma “retrospectiva prematura”. Algumas perguntas que você fazer a si mesmo são: você está feliz com a maneira como vive? Você está tratando seu corpo com respeito? Você passa tempo suficiente com seus entes queridos? Existem aspectos da sua vida que você tem negligenciado?

Assim, você pode usar esse tempo para imaginar como gostaria de olhar para trás, o que seria legal tirar desse período de isolamento etc.
E, caso esteja disposto, você pode usar esse período em casa para priorizar projetos que sempre teve interesse, como aprender a fazer pão ou se reconectar com velhos amigos.

Permita-se sentir o momento

Acima de tudo, os especialistas enfatizam que é preciso “viver o presente”.
“Não há nada que você possa fazer daqui a 30 ou 60 dias. Mas você pode controlar como será o seu dia hoje”, disse a Dra. Turner.
Por exemplo, você pode decidir a que horas se levantará, o que você comerá, para quem você ligará. Você pode optar por apreciar as flores que desabrocham fora da sua janela e não ler todas as últimas notícias.
Vale observar que fugir dos sentimentos ruins nem sempre é bom. A Dra. Wood defende que você tome seu tempo para lamentar a perda do futuro que você esperava. Lide com esse “luto”, ao invés de adiá-lo.

Além disso, para algumas pessoas, a pandemia pode estar trazendo à tona novamente questões de abandono, sentimento de impotência, comportamentos viciantes e muitos outros temas difíceis.
Se você conseguir ignorar esses sentimentos, pode ser bom. Mas se quiser mergulhar neles, a Dra. Wood sugere que você seja gentil consigo mesmo, e considere manter um diário, conversar com um amigo ou terapeuta e observar atentamente suas emoções através da meditação.

hypescience

México | Consejos Para Que Tu Negocio Supere La Crisis Del Covid-19


por Yesica Flores
La crisis sanitaria provocada por la pandemia y programación del Covid-19, además de crear muchos problemas de salud además de eso, ha puesto en riesgo a muchas empresas pequeñas y medianas, quienes, están amenazadas en su supervivencia por este virus, que ha paralizado al mundo, la economía y por supuesto a los emprendedores, quienes solo pueden quedarse cruzados de brazos esperando a que todo esto pase.

Pero, esa es la única cosa que pueden hacer los negocios, ¿esperar?

Si bien, la prioridad en esta crisis que genero el Coronavirus ha sido la salud, el impacto económico que ha tenido en el mundo sin precedentes, algo nunca antes visto por las sociedades modernas, con un impacto económico tan significativo que obliga a las empresas, a todas, a reaccionar rápidamente a esta mega crisis, en la cual emprendedores, negocios y empres medianas y pequeñas deberán aprender adaptarse y a ser flexibles ante este nuevo panorama.
Esto nos lleva a las acciones que una empresa o emprendedor debería tener para que su negocio supere la crisis del Covid-19:
  1. No subestimes el impacto de la crisis
  2. Mantén una comunicación efectiva y transparente
  3. Delega en tu equipo de trabajo
  4. Prioriza tus tareas
  5. Aprende de la experiencia
5 pasos son las herramientas que todo negocio debe aprender a gestionar durante la crisis, que es la única manera en la que podrá responder a las necesidades actuales.
Ya entendimos que no solo se trata de esperar, sino que hay que estar activos y reactivos a lo que sucede con la crisis, pero, seguro estarás pensando, el problema no es reaccionar, el problema ahora es el financiamiento.
Ese es el gran problema al cual se enfrentan los emprendedores y las pequeñas y medianas empresas hoy en día, al enorme reto de financiar tu negocio, por ello muchas FINTECHS, como Cash Rush, y su rápido acceso a créditos permiten a las empresas encontrar el financiamiento que tanto necesitan en estos momentos.

Vídeo | 9 DE MAIO - DIA DO HINO DA ALEGRIA

A nossa alma canta o Hino da Alegria.

Certamente, Beethoven e Schiller, na antevisão da sua existência e para lhe afugentar todos os medos e todos os confinamentos, para que nenhuma peste o molestasse, mas  ACORDASSE HOJE SEMPRE VIVENDO UM NOVO DIA como distinto cidadão europeu, dedicam-lhe esta invulgaríssima obra de arte, que lhe envio em P. S.

Hino à Alegria
Enviado por Alves Ribeiro 

Autópsia à criança encontrada morta em Peniche revela crime violento, diz fonte policial

O caso da pequena Valentina e a residência alternada - glbnews.com
Este ainda não é o relatório final da autópsia, mas apenas um exame preliminar. Menina de nove anos estava desaparecida desde quinta-feira, corpo foi encontrado no domingo. Pai e madrasta, suspeitos de homicídio, vão ser ouvidos em tribunal na quarta-feira.
O resultado preliminar da autópsia à criança de Atouguia da Baleia, no concelho de Peniche, aponta para uma morte violenta, com lesões na cabeça e indícios de asfixia, disse à Lusa fonte policial.
A criança, que foi encontrada morta na serra D’el Rei, em Peniche, distrito de Leiria, teve uma morte violenta, referem os resultados preliminares da autópsia, terminada ao final da tarde desta segunda-feira.
Embora haja indícios de asfixia, a criança de 9 anos terá sofrido agressões em vários locais, o que lhe causou diversas lesões, incluindo na cabeça, segundo fonte policial.
Se alguma destas agressões resultou na morte ou as duas situações em simultâneo ainda não é conhecido, uma vez que as causas da morte só serão confirmadas depois de exames laboratoriais.
Este ainda não é o relatório final da autópsia, mas apenas um exame preliminar.
Lusa

México | Intel Colabora Con IA Para Identificar Tumores Cerebrales


por Yesica Flores
Lo nuevo: Intel Labs y la Facultad de Medicina Perelman de la Universidad de Pennsylvania (Penn Medicine) trabajan de manera conjunta en el desarrollo de una tecnología, que permitirá a una federación de 29 instituciones internacionales de salud y de investigación, lideradas por Penn Medicine, trabajar con modelos de Inteligencia Artificial (IA) que identifican tumores cerebrales usando una técnica de preservación de la privacidad llamada “Federated Learning”. El trabajo de Penn Medicine será financiado por el programa de Tecnología Informática para la Investigación del Cáncer  (ITCR por sus siglas en inglés)  del Instituto Nacional de Cáncer (NCI por sus siglas en inglés) de los Institutos Nacionales de Salud (NIH por sus siglas en inglés), a través de una subvención de tres años por  $1.2 millones de dólares otorgada al investigador principal, el Dr. Spyridon Bakas, del Centro de Informática y Analítica de Imágenes Biomédicas (CBICA por sus siglas en inglés) de la Facultad de Medicina Perelman de la Universidad de Pennsylvania.
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“La Inteligencia Artificial es muy prometedora para la detección temprana de tumores cerebrales, pero para alcanzar su máximo potencial, requiere más datos de los que tiene un solo centro médico. Al utilizar el software y hardware de Intel, con el apoyo de algunas de las mentes más brillantes de nuestra empresa, colaboramos con la Universidad de Pennsylvania y una federación de 29 centros médicos para avanzar en la identificación de tumores cerebrales y al mismo tiempo proteger los datos sensibles del paciente.” 
– Jason Martin, ingeniero principal de Intel Labs
¿Cómo funciona? Penn Medicine y 29 instituciones de salud y de investigación de Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Holanda, Alemania, Suiza e India utilizarán el Federated Learning que es un enfoque de Machine Learning distribuido, el cual permite que las organizaciones colaboren en proyectos de aprendizaje profundo sin compartir los datos de los pacientes.  
Penn Medicine e Intel fueron los primeros en publicar un documento sobre Federated Learning en el campo de imagenología médica, el cual demuestra particularmente que el método utilizado podría entrenar un modelo con más del  99% de precisión a comparación de un modelo capacitado con el método tradicional, no privado. Este documento se presentó originalmente en la Conferencia Internacional de Informática de Imágenes Médicas e Intervención Asistida por Computadora (MICCAI por sus siglas en inglés) 2018, en Granada, España. El nuevo trabajo aprovechará el software y hardware de Intel para implantar el Federated Learning de manera que ofrezca mayor protección de la privacidad tanto del modelo como de los datos. 
“Nuestra comunidad científica acepta que la capacitación en aprendizaje automático requiere de un gran número y diversidad de datos que ninguna institución tiene. Estamos coordinando a una federación de 29 instituciones internacionales colaboradoras de salud y de investigación que podrán entrenar modelos de IA para la salud con tecnología de punta al utilizar técnicas de aprendizaje automático, incluyendo el Federated Learning. Este año, la federación empezará a desarrollar algoritmos que identifiquen tumores cerebrales a partir de una versión considerablemente ampliada del conjunto de datos del reto internacional de Segmentación de Tumores Cerebrales (BraTS, por sus siglas en inglés) . Estos alcances permitirán a los investigadores médicos tener acceso a cantidades enormemente mayores de datos sobre salud, al tiempo que se protegerá la seguridad de esos datos.”
– Dr. Spyridon Bakas de la Universidad de Pennsylvania.
¿Por qué es importante? Según la Asociación Americana de Tumores Cerebrales (ABTA por sus siglas en inglés), casi 80,000 personas serán diagnosticadas con tumor cerebral este año, y más de 4,600 de ellas serán niños. Con el fin de entrenar y construir un modelo para detectar un tumor cerebral, que podría ayudar en la detección temprana y en obtener mejores resultados, los investigadores necesitan tener acceso a grandes cantidades de datos médicos relevantes. No obstante, es esencial que los datos no dejen de ser privados y estén protegidos, que es donde entra la tecnología en el Federated Learning. Al utilizar este enfoque, los investigadores de todas las organizaciones asociadas podrán trabajar en conjunto en la construcción y el entrenamiento de un algoritmo para detectar un tumor cerebral al mismo tiempo que se protegen los datos médicos sensibles.  
¿Qué sigue? En 2020, Penn y las 29 instituciones internacionales de salud y de investigación utilizarán el hardware y software Federated Learning de Intel para producir un nuevo modelo de Inteligencia Artificial con tecnología de punta, que esté entrenado con el conjunto de datos de tumores cerebrales más grande hasta la fecha — todo ello sin los datos confidenciales de los pacientes. En el subconjunto de instituciones colaboradoras que se espera que participen en la primera etapa de este trabajo en equipo se encuentran, entre otras, el hospital de la Universidad Pennsylvania, Washington University de St. Louis, el Centro Médico de la Universidad de Pittsburgh, Vanderbilt University, Queen’s University, la Universidad Técnica de Múnich, la Universidad de Berna, King’s College London y el hospital Tata Memorial.