domingo, 12 de julho de 2020

ANEPC lamenta morte de Bombeiro no combate a incêndio


Um Bombeiro do Corpo de Bombeiros de Miranda do Corvo morreu hoje quando combatia um incêndio em mato na Serra da Lousã, distrito de Coimbra.

No mesmo teatro de operações, dois Bombeiros do Corpo de Bombeiros Municipais da Lousã foram assistidos devido à inalação de fumo e um outro Bombeiro do Corpo de Bombeiros de Miranda do Corvo sofreu ferimentos nos membros inferiores (queimaduras).

O incêndio deflagrou pelas 18:26 horas, mobilizando 250 operacionais e 70 veículos. O incêndio foi, entretanto, dado como dominado por volta das 21h00. No local decorrem ainda as operações de rescaldo e vigilância.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil expressa publicamente um voto de pesar e de solidariedades aos familiares, amigos e a todos os Bombeiros de Miranda do Corvo e de Portugal.

Um bombeiro morreu e outro ficou ferido a combater fogo na Lousã

Um bombeiro morreu a combater um incêndio na Serra da Lousã, enquanto que outro ficou ferido. O fogo já foi dado como dominado.
Um bombeiro morreu e pelo menos mais um ficou ferido a combater um incêndio na Serra da Lousa, confirmou o SAPO24 junto de fonte dos Bombeiros Voluntários da Lousã.
O incêndio, confirmou a mesma fonte, já foi dado como dominado.
A informação, inicialmente avançada pelo semanário Expresso, é de que se tratavam de membros de uma equipa de intervenção inicial da corporação dos bombeiros de Miranda do Corvo.
O mesmo jornal indica que o fogo deflagrou na sequência da trovoada seca que se fez sentir na região Centro durante a tarde deste sábado.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) tinha alertado hoje para o risco de incêndio rural associado à ocorrência de aguaceiros e trovoada seca prevista com maior probabilidade nas regiões do interior Norte e Centro e Alto Alentejo.
Madremedia

Andebol, basquetebol, futsal, patinagem e voleibol voltam a 22 de Agosto

“A possibilidade de retoma da competição sénior a partir de 22 de Agosto tem primordial importância também para os compromissos internacionais das seleções nacionais, por forma a permitir a sua adequada preparação para a representação nacional”, recordam as várias modalidades, em comunicado conjunto.
Estas datas carecem ainda de serem aprovadas pelo Conselho de Ministros e publicadas em Resolução do Conselho de Ministros até ao final de Julho.
As respetivas federações estiveram hoje reunidas, por videoconferência, com representantes da Direção-Geral da Saúde (DGS) e da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto a “finalizar a análise ao Protocolo Orientador de Regresso aos Treinos e Competições – Covid-19”, que permita consumar as pretensões destas modalidades.
Estas entidades revelam que foi concluído que “durante a atual fase de treino condicionado é permitida a partilha de bola nas modalidades coletivas de pavilhão, desde que garantida a sua repetida limpeza e desinfeção, mantendo-se a regra do distanciamento de três metros entre praticantes”.
Estas e outras medidas de prevenção serão publicadas na atualização à Orientação nº 030/2020 da DGS, que está a ser finalizada por este organismo.
As equipas de formação continuarão na atual fase de treino condicionado, aguardando pelo resultado da avaliação da retoma gradual dos escalões seniores.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 556 mil mortos e infetou mais de 12,36 milhões de pessoas em 196 países
Lusa

sábado, 11 de julho de 2020

AVISO À POPULAÇÃO: PERIGO DE INCÊNDIO RURAL – MEDIDAS PREVENTIVAS

Perigo de incêndio rural no Alentejo - Rádio Campanário
1. SITUAÇÃO
De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê-se a partir da tarde de hoje (11JUL) e o dia de amanhã (12JUL) um agravamento da instabilidade atmosférica, apresentando condições de instabilidade em todo o Portugal Continental, com exceção do Algarve, com maior probabilidade nas regiões do interior Norte e Centro e Alto Alentejo, com possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoada seca.

 2. EFEITOS EXPECTÁVEIS

Considerando a previsão meteorológica, espera-se um aumento das condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais em especial nas regiões do Sul e do interior centro e norte 

3. MEDIDAS PREVENTIVAS 
A Autoridade Nacional de Emergência de Proteção Civil recorda que durante o PERÍODO CRÍTICO (01 de julho a 30 setembro) é:

PROIBIDO fazer Queimadas Extensivas SEM AUTORIZAÇÃO. Informe-se na sua câmara municipal ou pelo 808 200 520.

PROIBIDO fazer Queima de Amontoados SEM AUTORIZAÇÃO. Informe-se na sua câmara municipal ou pelo 808 200 520.

PROIBIDO utilizar fogareiros e grelhadores em todo o espaço rural salvo se, usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados, para o efeito.

PROIBIDO fumar ou fazer qualquer tipo de lume nos espaços florestais.

PROIBIDO lançar balões de mecha acesa e foguetes. O uso de fogo-de-artifício só é permitido com autorização da câmara municipal.

PROIBIDO fumigar ou desinfestar apiários exceto se os fumigadores tiverem dispositivos de retenção de faúlhas

PROIBIDO usar motorroçadoras (exceto se possuírem fio de nylon), corta-matos e destroçadores nos dias de Risco Máximo. Evite o uso de grades de discos.

OBRIGATÓRIO usar dispositivos de retenção de faíscas e de tapa-chamas nos tubos de escape e chaminés das máquinas de combustão interna e externa nos veículos de transporte pesados e 1 ou 2 extintores de 6 Kg, consoante o peso máximo seja inferior ou superior a 10 toneladas.

Acompanhe a evolução do perigo de incêndio para os próximos dias, disponível nos sítios da internet da ANEPC, do IPMA e do ICNF, ou junto dos Serviços Municipais de Proteção Civil e dos Corpos de Bombeiros.



Incêndios: PCP ataca “anúncios” e “propaganda” do Governo e pede mais meios

O PCP atacou hoje os “anúncios” e a “propaganda” do Governo socialista sobre o combate aos incêndios florestais, responsabilizando-o pelos problemas que “se mantêm, quando não se agravaram” e pediu mais meios.
“Depois de tantos anúncios e tanta propaganda, os problemas mantêm-se, quando não se agravaram. Este é o tempo de atuar em meios de prevenção e vigilância que assegurem respostas imediatas”, afirmou João Frazão, membro da comissão política do PCP, numa declaração através das redes sociais.
Este é o tempo de defender “os pequenos e médios produtores florestais, cumprindo a Lei de Bases da Floresta e a Lei da Defesa da Floresta contra Incêndios, assumindo uma outra política”, dado que a os incêndios ameaçam as suas explorações, defendeu o dirigente comunista.
Após os grandes incêndios de 2003 e 2005 e de junho e Outubro de 2017, no centro do país, em que morreram mais de 100 pessoas, o PCP considerou que o país está “nas mesmas condições” dos anteriores, apesar da “fúria legislativa” deste e de outros executivos.
Para os comunistas, nessa altura como hoje, “o que faltava não eram leis, mas sim cumprir a Estratégia Florestal Nacional, a Lei de Bases da Floresta, a Lei do Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios, as orientações definidas no Inventário Florestal Nacional”.
“Alertámos que o que era necessário não eram mais regras e burocracias, mas sim meios humanos, materiais e financeiros”, sublinhou João Frazão, que criticou PSD e CDS por cortaram “150 milhões de euros em investimentos na floresta e favorecendo a concretização do esbulho das terras aos pequenos proprietários com o objetivo de as entregar e concentrar em grandes grupos económicos ou fundos de investimento”.
Sobre as “respostas imediatas” a dar, os comunistas vão fazer, em 17 de Julho, uma audição pública com estruturas do Governo.
Desde 1 de Julho que os meios de combate aos incêndios florestais foram reforçados, passando o dispositivo a estar na sua capacidade máxima, sendo o grande desafio conciliar esta época mais crítica em fogos com a resposta à pandemia de covid-19.
Até ao fim de setembro vão estar operacionais 11.825 operacionais, 2.746 equipas, 2.654 veículos e 60 meios aéreos, um aumento de 3% face a 2019.
Lusa

Comunicado | Movimento Juntos pelo Rossio: Processo Classificação do Jardim do Rossio


O Movimento Juntos pelo Rossio – Associação cívica, vem por este meio informar que o requerimento entregue ao Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) para a Classificação de Interesse Público do conjunto arbóreo do Jardim do Rossio passou a uma nova fase, com o pedido de elementos adicionais para um eventual classificação da parte de essa instituição.
O Movimento estranha ainda o atraso na comunicação do resultado do concurso público internacional do projeto de requalificação do rossio e ponte de praça e as verdadeiras razões pelas quais o projeto terá encontrado “percalços” conforme divulgado pelo edil Aveirense.

O Movimento Juntos pelo Rossio confirma que o Executivo Municipal, liderado por José Ribau Esteves, mentiu deliberadamente, e mais uma vez aos seus munícipes, alegando na nota de imprensa de 21 de Novembro de 2019 (https://www.noticiasdeaveiro.pt/aveiro-pareceres-confirmam-legalidade-e-qualidade-do-projeto-para-o-rossio-camara/ ) o indeferimento do Requerimento entregue ao ICNF para a classificação de Interesse Público do conjunto arbóreo do Jardim do Rossio, quando o mesmo estava, e ainda está, em fase de recolha de elementos adicionais.
Imagem: Litoral Centro - Comunicação e Imagem
Na sequência da informação deliberadamente falsa por parte do Executivo Camarário Aveirense de indeferimento relativo ao requerimento posto junto ao ICNF, e desmentida em vários momentos pelo Movimento Juntos pelo Rossio, vimos informar que no final do mês passado chegou uma notificação por parte do ICNF a solicitar ao Movimento mais informação relativamente aos 25 plátanos e as 4 palmeiras das canárias que estão, ao momento, a ser objeto de nova apreciação quanto à sua classificação como arvoredo de interesse público, tendo por base os critérios de classificação de interesse público como o facto das plátanos ultrapassarem os 100 anos de idade e, no caso das palmeiras-das-canárias, também do porte. O ICNF solicita neste ofício que o Movimento Junto pelo Rossio proceda ao estudo fitossanitário das Palmeiras atrás mencionadas assim como a um estudo dendrocronológico (estudo da idade através da contagem de anéis dos troncos) num prazo de 30 dias. O nosso movimento informa que esses estudos já estão a ser realizados por entidades públicas competentes e os subsequentes resultados serão divulgados mal sejam conhecidos.

Desde Novembro de 2019 que o Juntos pelo Rossio tem vindo a solicitar a divulgação pública de todos os pareceres que sustentam a decisão camarária, sendo que até ao momento isso não aconteceu. Mantemos os argumentos invocados aquando da apresentação do requerimento de classificação das árvores do Jardim do Rossio, o processo encontra-se em fase de audiência prévia com os prazos definidos por lei.

O Movimento Juntos pelo Rossio não deixa ainda de achar inusitado que, após uma prorrogação de 22 dias adicionais ao prazo inicial, não exista nenhuma resposta pública e oficiosa do resultado do concurso público internacional da requalificação do Jardim do Rossio e Ponte de Praça que terminou no dia 20 de Janeiro.
Mais de 5 meses depois do concurso ter terminado, a “obra de requalificação do Rossio e Ponte Praça, que é essencial e urgente” ainda não tem qualquer resposta, pondo uma vez mais a “transparência e verdade absoluta” - https://www.cm-aveiro.pt/visitantes/estacao-nautica/noticia/rossio-transparencia-e-verdade-absoluta - dentro da gaveta

Relembramos que a ideia de Requalificação do Rossio e Ponte de Praça teve várias fases orçamentais:
  • Nasce em Maio de 2017 com uma dotação financeira de cerca de 1,7 milhões de euros,
  • Em 2018 já passou para uma dotação financeira de cerca de 5 milhões de euros sem qualquer investimento público Camarário (com a palavra de honra por parte do Presidente Ribau Esteves de que se passasse este valor, o projeto não avançava),
  • No final de 2019 passou para quase o dobro desse valor (9,8 milhões de euros) com um investimento público superior a 6 milhões de euros e ainda com uma “oferta” da concessão do parque de estacionamento do Mercado Firmino incluída.

Para quem passa grande parte do tempo a publicitar as contas certas e rigor financeiro das contas, esta derrapagem orçamental de mais de 550% de um projeto que ainda nem passou do papel, tem um significado, descrédito e desconsideração total pelo dinheiro dos Aveirenses.



CANDIDATURA DA COVILHÃ A CIDADE CRIATIVA DA UNESCO JÁ TEM ESTRUTURA, SITE E LOGO


Ontem, dia 10 de julho, o Miradouro das Portas do Sol foi o local escolhido para ter lugar a conferência com o tema “O Design e as Artes na estratégia de desenvolvimento territorial”, proferida por Francisco Paiva, professor do Departamento de Artes da Universidade da Beira Interior (UBI). Esta conferência realizou-se no âmbito da candidatura da Covilhã a Cidade Criativa da UNESCO, na vertente de Design, e marca o início de uma série de conferências e atividades onde temáticas ligadas à Inovação, à Sustentabilidade e ao Design serão exploradas e debatidas. 

A ocasião foi ainda aproveitada para a apresentação do site e do logo oficial da candidatura, bem como da estrutura que irá contribuir para a inclusão da Covilhã na rede de Cidades Criativas da UNESCO. Assim, foram revelados os integrantes: da Comissão de Honra, presidida pelo Reitor da UBI, António Fidalgo, reunindo personalidades e instituições ligadas à Beira Interior e à região centro como a CCDRC - Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro ou o Turismo do Centro; da Comissão Interna ou Direção, presidida por Vítor Pereira, Presidente da Câmara Municipal da Covilhã; da Comissão Executiva, da qual Francisco Paiva é o Diretor Executivo; do Conselho Consultivo, integrado por personalidades ligadas aos eixos fundamentais da candidatura (história local, estratégia e desenvolvimento, artes/design ligadas à lã e aos tecidos). 

Foram também apresentados os parceiros empresariais e institucionais, desde empresas ligadas aos têxteis, todas as escolas da rede pública e privada do concelho e ainda associações culturais da cidade. Há ainda entidades associadas à candidatura, como todas as outras associações culturais do concelho e as juntas de freguesia, no sentido de envolver todo o território nesta estratégia. 

A estrutura da candidatura “estará sempre em desenvolvimento e aberta a todos os contributos”, afirmou Regina Gouveia, Vereadora com o pelouro da Cultura na Câmara Municipal da Covilhã. 

“Demos hoje mais um passo importante na preparação da candidatura da Covilhã a Cidade Criativa da UNESCO, na vertente Design sustentável. Devido à pandemia, adiámos eventos, mas não parámos. Temos vindo a desenvolver projetos e a partir de hoje queremos tornar a candidatura mais visível e tangível à comunidade”, afirmou Regina Gouveia. 

Para a Vereadora, “a conferência hoje realizada tornou mais claro um dos pressupostos básicos da candidatura que é o de pensarmos sobre como desenvolver o nosso território e tornar a Covilhã mais competitiva numa área (o design) que se relaciona com a sua história, desde o tempo em que era conhecida como a “Manchester portuguesa”.