terça-feira, 4 de outubro de 2022

Morreu Loretta Lynn, figura lendária da música country

 

A cantora Loretta Lynn, lenda da música country dos Estados Unidos, faleceu aos 90 anos, segundo um comunicado enviado à imprensa pela sua família.
"A nossa querida mãe, Loretta Lynn, faleceu pacificamente nesta manhã, 4 de outubro, durante o sono na sua cama no seu adorado ranch em Hurricane Mills", lê-se no comunicado da família, que pediu privacidade e adiantou que uma sessão memorial será anunciada mais tarde.
Nascida no estado do Kentucky, Lynn foi uma das primeiras mulheres a subir ao topo deste género musical nas décadas de 1960 e 1970, falando mais abertamente do que nunca nas suas letras sobre sexualidade e a vida íntima das mulheres do seu tempo.
Lynn já era mãe de quatro filhos antes de ingressar numa carreira na música e o facto de ter proveniências modestas — o seu pai era um mineiro nas explorações de carvão — e de as celebrar com orgulho fez dela uma figura querida e facilmente relacionável na música country.
Ao longo da sua carreira, a cantora lançou 60 álbuns e mais de 160 canções, de onde se destacam êxitos como "Coal Miner’s Daughter,” “You Ain’t Woman Enough,” “The Pill,” “Don’t Come Home a Drinkin’ (With Lovin’ on Your Mind),” “Rated X” e “You’re Looking at Country".
Lynn é a mulher que mais prémios recebeu na história da música country: ao todo, entre outras distinções, venceu três Grammys, sete American Music Awards, oito prémios da Broadcast Music Incorporated, 13 prémios da Academy of Country Music e oito prémios da Country Music Association.
A cantora teve ainda a honra de receber a Medalha Presidencial da Liberdade, a maior distinção que se pode conceder a um civil nos EUA. O acontecimento ocorreu em 2013, recebendo tal louvor da parte de Barack Obama.

Madremedia

Imagem: Sapo24

Técnica inovadora para a orientação do tratamento no cancro do pulmão

 

Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC) testou, pela primeira vez em Portugal, a Immuno-PET, uma técnica inovadora que pode ajudar a prever a resposta aos tratamentos de imunoterapia, terapêutica utilizada em doentes com cancro do pulmão. Este exame pioneiro tem potencial para vir a integrar os exames de estadiamento no cancro do pulmão, permitindo identificar a terapêutica potencialmente mais adequada para cada doente. A técnica está já a ser utilizada em doentes com diagnóstico de cancro do pulmão de Coimbra e Leiria, como parte de um estudo clínico a decorrer no Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS) da UC.

Sónia Silva, aluna de doutoramento na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), e também médica pneumologista e coordenadora da Pneumologia Oncológica no Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar de Leiria, destaca que a Immuno-PET pode vir a permitir «selecionar melhor os doentes no futuro para o tratamento mais indicado» e «impedir que se possa perder tempo, ou até mesmo o doente, com terapêuticas que não resultarão em resposta e controlo da doença».

A utilização desta técnica permite fazer uma avaliação de corpo inteiro do doente, sinalizando as zonas que estão afetadas pelo cancro e prevendo a resposta de doentes ao tratamento de imunoterapia, uma das terapêuticas mais promissoras utilizadas em doentes com cancro de pulmão em estádio avançado.

Atualmente, o cancro do pulmão é a «principal causa de morte por cancro no nosso país, tendo uma incidência crescente e sendo também um dos mais frequentes», contextualiza Sónia Silva. É também «mais agressivo e isso está muito relacionado com o facto de os doentes já chegarem com tumores em estados avançados, porque os estádios precoces, que são os operáveis, muitas vezes não dão sintomas», sublinha. Nestes casos avançados, a doença já não está apenas nos pulmões, mas em vários órgãos, o que corresponde ao estádio IV.

O cancro do pulmão é a principal causa de morte por cancro no nosso país, tendo uma incidência crescente e sendo também um dos mais frequentes. Sónia Silva

A utilização pioneira desta técnica está a decorrer no âmbito de um estudo clínico envolvendo o Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar de Leiria (CHL) e o Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), em colaboração com o ICNAS. O estudo surge no âmbito do projeto de doutoramento de Sónia Silva, orientado por Antero Abrunhosa, diretor do ICNAS, e por Carlos Robalo Cordeiro, diretor da FMUC.

Os ensaios clínicos desenvolvidos até ao momento têm sido realizados com doentes com diagnóstico de cancro do pulmão de não pequenas células (o mais prevalente), indicados para fazerem um tratamento de imunoterapia. Os doentes fazem todos os exames habituais e recebem o acompanhamento usual, realizando a Immuno-PET como uma técnica de diagnóstico extra. Sónia Silva destaca que o fator inovador deste exame reside no facto de «ter uma informação de corpo inteiro, de como toda a doença se comporta, além da biópsia e da habitual PET». Num primeiro caso clínico, já em curso, o doente está a responder bem: «a Immuno-PET fixa nos locais onde está a responder à terapêutica, estando concordante com a resposta que está a ter ao tratamento», destaca a doutoranda da Faculdade de Medicina da UC.

Sobre o contexto deste ensaio clínico, Sónia Silva explica que «nos últimos 15 anos, tem havido um boom de terapêuticas para o cancro do pulmão, com muitas terapêuticas inovadoras a surgir, que contribuem para a melhoria da qualidade de vida e sobrevida dos doentes, mas continua, mesmo assim, a precisar-se de mais», nomeadamente «selecionar melhor os doentes para os tratamentos mais adequados».

Paralelamente, espera-se que a Immuno-PET possa vir a contribuir também para a sequenciação terapêutica, permitindo a orientação relativamente à duração ideal do tratamento, por se tratar de um exame que, não sendo invasivo, nem causador de dor, é mais tolerável pelos doentes.

A Immuno-PET não vem substituir outros exames de diagnóstico – como a biopsia ou a habitual PET –, mas pode vir a funcionar como uma técnica complementar que vai ajudar a tornar o acompanhamento clínico do doente mais célere e eficaz ao permitir perceber a resposta à terapêutica.

Antero Abrunhosa salienta que «este estudo clínico tem sido possível graças à excelente colaboração existente entre o ICNAS, a FMUC, o CHUC e o CHL e à existência de uma equipa multidisciplinar envolvendo químicos, físicos, engenheiros, técnicos e médicos que trabalham em conjunto para tornar possível um projeto que liga a excelência da investigação à melhoria dos cuidados de saúde nos hospitais».

 

Universidade de Coimbra



Prémio Nobel da Física 2022

O prémio Nobel da Física 2022 foi atribuído a Allain Aspect, da Université Paris-Saclay e École Polytechnique(França), John Clauster, da J.F. Clauser & Assoc. (Estados Unidos) e Anton Zeilinger, da Universidade de Viena (Áustria),“pelas experiências com fotões entrelaçados, estabelecendo a violação das desigualdades de Bell e sendo pioneiros na ciência da informação quântica”.

Alain Aspect, John Clauser e Anton Zeilinger realizaram cada um experiências inovadoras utilizando estados quânticos enredados, onde duas partículas se comportam como uma única unidade, mesmo quando estão separadas. Os seus resultados abriram o caminho para novas tecnologias baseadas em informação quântica.

Os efeitos inefáveis da mecânica quântica estão a começar a encontrar aplicações. Existe agora um grande campo de investigação que inclui computadores quânticos, redes quânticas e comunicações quânticas encriptadas seguras.

Um factor chave neste desenvolvimento é como a mecânica quântica permite a existência de duas ou mais partículas no que se chama um estado entrelaçado. O que acontece a uma das partículas de um par entrelaçado determina o que acontece à outra partícula, mesmo que estejam muito afastadas.

Durante muito tempo, a questão era se a correlação se devia ao facto de as partículas de um par entrelaçado conterem variáveis escondidas, instruções que lhes diziam qual o resultado que deveriam dar numa experiência. Na década de 1960, John Stewart Bell desenvolveu a desigualdade matemática que tem o seu nome. Isto afirma que se houver variáveis ocultas, a correlação entre os resultados de um grande número de medições nunca excederá um determinado valor. Contudo, a mecânica quântica prevê que um determinado tipo de experiência violará a desigualdade de Bell, resultando assim numa correlação mais forte do que seria possível de outra forma.

John Clauser desenvolveu as ideias de John Bell, conduzindo a uma experiência prática. Quando ele fez as medições, elas apoiaram a mecânica quântica, violando claramente uma desigualdade de Bell. Isto significa que a mecânica quântica não pode ser substituída por uma teoria que utiliza variáveis ocultas.

Algumas brechas permaneceram após a experiência de John Clauser. Alain Aspect desenvolveu a configuração, utilizando-a de uma forma que fechou uma importante lacuna. Ele foi capaz de mudar as definições de medição depois de um par entrelaçado ter deixado a sua fonte, pelo que a definição que existia quando foram emitidas não podia afectar o resultado.

Usando ferramentas refinadas e longas séries de experiências, Anton Zeilinger começou a usar estados quânticos entrelaçado. Entre outras coisas, o seu grupo de investigação demonstrou um fenómeno chamado teletransporte quântico, que torna possível mover um estado quântico de uma partícula para outra à distância.

“Tem-se tornado cada vez mais claro que está a surgir um novo tipo de tecnologia quântica. Podemos ver que o trabalho dos laureados com estados entrelaçados é de grande importância, mesmo para além das questões fundamentais sobre a interpretação da mecânica quântica”, diz Anders Irbäck, Presidente do Comité Nobel da Física.

António Piedade com Comité Nobel

Distribuição de fruta gratuita e lanche escolar para todos. Câmara Municipal de Castelo de Paiva assinou protocolos para garantir refeições escolares e actividades de apoio

Medida abrange 768 alunos do 1º ciclo e do ensino pré – escolar

  O Município de Castelo de Paiva procedeu, na última semana de Setembro, à assinatura dos Protocolos de Colaboração com as diversas IPSS do concelho, que asseguram as componentes educativas, nomeadamente as Refeições Escolares e Lanches, as Actividades de Animação e de Apoio à Família no Pré-Escolar e Actividades de Enriquecimento Curricular, no âmbito do 1º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Pré Escolar

Foram assinados pela Vereadora da Educação, Liliana Vieira, em representação do Município de Castelo de Paiva, e pelos representantes das entidades, Centro Social de Santa Maria de Sardoura, a Associação de Solidariedade Social “Os Cucos”, o Centro Social do Couto Mineiro do Pejão, o Centro Social de Real e a Associação de Reformados Pensionistas e Idosos de Pedorido, sendo que estas medidas de apoio social abrangem alunos de todas as freguesias do município, porque todas têm cobertura destas componentes educativas.

Para a edilidade paivense continua a ser prioridade investir no sector da Educação, como garantia de futuro, permitindo a todas famílias aceder aos recursos necessários e fundamentais, para o sucesso escolar e pessoal dos seus educandos.

A Câmara Municipal de Castelo de Paiva continua assim, a assegurar o serviço de Refeições Escolares a todos os alunos que estejam a frequentar o 1º Ciclo do Ensino Básico, bem como actividades de animação e apoio à família  no Pré – Escolar ( refeição + prolongamento de horário ), uma medida social que abrange cerca de 768 alunos, sendo 501 do 1º Ciclo do Ensino Básico e 267 relativos ao ensino Pré – Escolar.  

Para a Vereadora da Educação da Câmara Municipal, Liliana Vieira, esta é uma medida de grande alcance social, que representa um excelente contributo para auxiliar as famílias paivenses, nestes tempos em que, cada vez mais, se evidenciam as dificuldades económicas, potenciando uma poupança que poderá ser aplicada em outras necessidades da vida familiar.

Liliana Vieira enaltece a qualidade do serviço que tem sido prestado por estas entidades locais, e evidenciou que, “ ambicionamos fazer ainda mais, até porque queremos continuar a corresponder às necessidades que, neste âmbito educativo, se fazem sentir, acreditando que, só através de um continuo investimento na melhoria das condições de acesso ao ensino é que o concelho de Castelo de Paiva pode chegar à prosperidade que se deseja para todos, e ao crescimento e desenvolvimento sustentado que todos ambicionamos para a nossa terra “.

Recorde-se entretanto que, no novo ano lectivo recentemente iniciado, a CM de Castelo de Paiva vai continuar a assegurar a distribuição gratuita de fruta nas escolas do concelho, uma iniciativa com três distribuições semanais, ao mesmo tempo que a autarquia mantém a acção, também orientada para as crianças do 1º Ciclo do Ensino Básico, com a atribuição do Lanche Escolar, a ser gratuitamente distribuído duas vezes por semana nos estabelecimentos de ensino de Castelo de Paiva, mantendo-se a  participação ao nível da comparticipação das Refeições Escolares.

A autarca paivense realça que, estas são medidas importantes para tornar mais saudável a vivencia escolar das crianças e ajudar as famílias paivenses nesta época de carência e contrariedades, sendo um bom contributo nesta fase difícil, em que as despesas se avolumam no arranque escolar.

Carlos Oliveira



Nova criaçao d’A Escola da Noite em cena em Coimbra até 16 de Outubro

 A nova criação d'A Escola da Noite – “Aqui, onde acaba a estrada”, com texto e encenação de Igor Lebreaud – está em cena no Teatro da Cerca de São Bernardo, em Coimbra, até 16 de Outubro. O espectáculo aborda o tema das grandes migrações forçadas e pode ser visto de quinta a domingo.
Ainda nas próximas semanas, no TCSB, prosseguem os Sábados para a Infância, com Ana Biscaia e Ricardo Kalash, e regressa o Clube de Leitura Teatral, com o autor galego Cándido Pazó.

“AQUI, ONDE ACABA A ESTRADA”, DE IGOR LEBREAUD
“Aqui, onde acaba a estrada”, 73.ª produção d'A Escola da Noite, fala-nos de uma família que há gerações foge da guerra e que chega, por fim, ao local onde a estrada termina: “aí ergue-se o Portão, para lá do qual se encontra a promessa de um mundo melhor. Para poderem entrar, contudo, terão de renunciar à língua que falam, às roupas que trazem e à caixa que, durante anos, arrastaram pelo mundo”. Sem referências espaciais ou temporais concretas, a peça propõe-nos uma reflexão sobre as condições em que tantos milhões de pessoas são forçadas a migrar, em consequência de guerras, perseguições, condições climatéricas ou carências económicas.
O espectáculo assinala a estreia na escrita teatral e na encenação do actor Igor Lebreaud e conta com as interpretações de Ana Teresa Santos, Hugo Inácio, Margarida Dias, Miguel Magalhães e Ricardo Kalash. A ficha artística conta ainda com a cenografia de João Mendes Ribeiro, os figurinos e adereços de Ana Rosa Assunção, o desenho de luz de Danilo Pinto e a sonoplastia de Zé Diogo. Estreou no passado dia 29 de Setembro e a sua temporada prolonga-se até 16 de Outubro, com sessões às quintas e sextas-feiras (19h00), aos sábados (21h30) e no domingo, dia 16 (16h00). Os bilhetes custam entre 5 e 10 euros e já podem ser reservados pelos contactos habituais do TCSB.
Igor Lebreaud nasceu em Pombal, em 1985. Iniciou o seu percurso teatral no Teatro Amador de Pombal. Após a conclusão da Licenciatura em Estudos Artísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, realizou um estágio de actuação n’A Escola da Noite, integrando os elencos dos espectáculos “Este Oeste Éden” (encenação de Sílvia Brito) e “Atravessando as palavras há restos de luz” (enc. António Augusto Barros), ambos em 2009.
Ainda na companhia, integrou os elencos de mais dezasseis espectáculos, trabalhando com os encenadores António Augusto Barros, Sofia Lobo, Cándido Pazó, José Russo e Rogério de Carvalho. Foi co-encenador dos espectáculos “Santíssima Apunhalada”, de Antonio Onetti (2012, com Miguel Magalhães) e “Desmesura”, de Hélia Correia (2019, com Sofia Lobo e Jarbas Bittencourt). Em 2011, foi assistente de encenação em “Animais Nocturnos”, de Juan Mayorga, dirigido por António Augusto Barros. Dirige com regularidade oficinas de teatro para grupos escolares (ensino secundário e superior). É co-coordenador, pela parte d'A Escola da Noite, do Clube de Leitura Teatral, iniciativa co-produzida com o Teatro Académico de Gil Vicente.

ANA BISCAIA E RICARDO KALASH NOS SÁBADOS PARA A INFÂNCIA
Prossegue entretanto a programação dos Sábados para a Infância no Teatro da Cerca de São Bernardo. A 8 de Outubro, a ilustradora Ana Biscaia propõe a oficina “A parede é uma cena!”, pensada para crianças a partir dos cinco anos. Nas paredes do sub-palco do Teatro, as crianças vão descobrir as respostas para as perguntas-desafio que a formadora, presença habitual no programa para os mais novos do Teatro, lhes coloca desta vez: “Como é que um livro pode saltar para a parede, como é que um livro se ilustra na parede? Será livro? O que será? Tem um sol, tem beijos, animais?”. A oficina tem a duração de 2 horas e a inscrição custa 10 euros.
A 15 de Outubro, o famoso “Guarda Chaves”, personagem criada pelo actor Ricardo Kalash, desce do Museu Machado de Castro para vir desvendar as histórias do Pátio da Inquisição, um espaço por onde já passaram muitas vidas e instituições: o Real Colégio das Artes, o Tribunal da Inquisição, a GNR, o Canil Municipal ou a Casa dos Pobres, entre muitos outros. Nesta visita guiada,
O Guarda Chaves irá revelar “algumas destas história antigas e apresentar-nos o novo rosto deste espaço, agora pólo de difusão de cultura lusófona, de teatro e artes visuais”. A iniciativa é uma co-produção entre A Escola da Noite, o Centro de Artes Visuais e a Cena Lusófona, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Coimbra e da Galeria Ícone. A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia, até ao limite da lotação definida. As inscrições devem ser feitas através dos contactos habituais do Teatro: 239 718 238 / 966 302 488 / geral@aescoladanoite.pt.

Espanha apoia inclusão da Ucrânia na candidatura Ibérica ao Mundial 2030

Governo espanhol fundamenta dizendo que o desporto e a paz devem estar sempre juntos.
O Governo de Espanha manifestou esta terça-feira o seu apoio à inclusão da Ucrânia na candidatura conjunta ibérica à organização do Campeonato do Mundo de futebol de 2030, acreditando que o desporto e a paz devem estar sempre juntos.
É claro que o Governo apoiaria a inclusão da Ucrânia na candidatura ibérica por um motivo: vincular o desporto à paz é sempre uma boa notícia”, justificou a porta-voz do Executivo, Isabel Rodríguez.
O jornal inglês The Times noticiou segunda-feira que os Governos de Portugal e Espanha já tinham dado o seu acordo à inclusão da Ucrânia na proposta, o mesmo acontecendo com o seu Presidente, Volodymyr Zelensky.
Na quarta-feira, na sede da UEFA, em Nyon, Suíça, os presidentes da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e a Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF), respetivamente Fernando Gomes e Luis Rubiales, vão promover uma conferência de imprensa para falar do tema.
A Ucrânia organizou, em parceria com a Polónia, o Euro2012, tendo ainda albergado a final da Liga dos Campeões de 2018, no Estádio Olímpico de Kiev.
O The Times indica que o país de Leste receberia alguns desafios da fase de grupos, facto que poderia ser uma ajuda na recuperação de infraestruturas no período pós-guerra.

SIC Notícias

Marinha Grande | DIA DO IDOSO CELEBRADO NO TEATRO STEPHENS

 O Município da Marinha Grande assinalou o Dia Internacional do Idoso, esta segunda-feira, dia 3 de outubro, na Casa da Cultura – Teatro Stephens, com um programa dirigido à população sénior do concelho, que contou com a presença de cerca de 200 participantes.

O presidente da Câmara, Aurélio Ferreira, e a vereadora com o pelouro do envelhecimento, Ana Laura Baridó, salientaram a importância de sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento e da necessidade de proteger e cuidar a população mais idosa.

A comemoração do Dia Internacional do Idoso teve início com a atuação do Coro da Tertúlia dos Anos de Ouro. O grupo foi criado pela ADESER II, IPSS, em 2008, com o apoio do maestro Carlos Ferreira, sendo composto por 21 elementos.

Seguiu-se o espetáculo “Todos somos uma canção - Um Brufen, um clister e uma música no coração”, criado para este evento, com o objetivo de dignificar o envelhecimento ativo. O animador Ângelo Valente, o músico/produtor Fábio Rocha, a cantora Verónica Matias e a cadela Shy, apresentaram histórias e músicas cantadas ao vivo, com muita interação com o público.

A iniciativa terminou com a demonstração do Projeto Avós(z) do Judo, pelo Judo Clube da Marinha Grande. O projeto pretende prevenir e atenuar as quedas entre as pessoas maiores de 65 anos de idade, através da prática do judo adaptado.