quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

Cerimónia de entrega do Prémio CNS | 5ª Edição


O CNS | Campus Neurológico contribui mais um ano para a melhoria da qualidade de vida de pessoas com doença neurodegenerativa.

TORRES VEDRAS, 14 DEZEMBRO 2022
Pelo 5º ano consecutivo, o CNS | Campus Neurológico atribui um prémio no valor de 2.000€ e duas menções honrosas no valor de 500€ a projetos que visam melhorar a vida de pessoas com doenças neurodegenerativas.
A cerimónia de entrega de prémios decorreu no dia 14 de Dezembro, no CNS | Campus Neurológico. João Silva, Engenheiro Biomédico, viu o seu trabalho reconhecido com o 1º prémio. Intitulado como “Análise de Elementos Traço e Biomarcadores para a Doença de Parkinson através de XRF e Espectroscopia de Raman”, o projeto vencedor tem como objetivo investigar e adotar uma abordagem diferente, para a compreensão da génese e progressão da doença de Parkinson. Foram distinguidas ainda duas Menções Honrosas: o projeto "CogniTolls", criado por Aline Fragas e António Ramiro, ambos estudantes do mestrado em Engenharia Biomédica no Instituto Superior Técnico de Lisboa; e o projeto "re.MIND", criado por Carla Figueiredo, Francisco Jorge, Sandra Branquinho e Susana Alexandre, enfermeiros no Centro Hospitalar do Oeste, Unidade de Torres Vedras e no CHLC, Hospital de Santa Marta.
O Prémio CNS nasceu com o objetivo de homenagear e reconhecer o papel de José Ferreira Júnior & João Januário Coutinho na génese do projeto CNS, como exemplos do potencial associado a um envelhecimento saudável e da necessidade de lutarmos contra a “crueldade” do declínio associado às doenças neurodegenerativas.

Tem como finalidade estimular na população em geral a criação de iniciativas, projetos e trabalhos que visem melhorar a qualidade de vida de pessoas com doenças neurodegenerativas (Doença de Alzheimer, Doença de Parkinson, entre outras) ou contribuir para a promoção da saúde na população adulta. Todos, independentemente da idade ou profissão, são convidados a concorrer, podendo as candidaturas ser individuais ou em grupo.

As candidaturas foram avaliadas por um júri composto pela Dra. Carolina Coutinho Ferreira (Presidente do júri e farmacêutica), pelo Dr. Carlos Paiva (médico), pela Dra. Maria Manuel Carvalho (psicóloga), pela Fisioterapeuta Filipa Pona-Ferreira, pelo Dr. António Bastos (arquiteto) e pelo Frei Hermínio Araújo (sacerdote franciscano).

O CNS | Campus Neurológico dá os parabéns aos vencedores e agradece a todos os que contribuíram submetendo uma candidatura.

Sobre o CNS | Campus Neurológico
O CNS | Campus Neurológico nasce com o objetivo de facultar a doentes, familiares e cuidadores, num mesmo espaço físico, uma abordagem multidisciplinar, especializada em doença de Parkinson e outras doenças do movimento, doença de Alzheimer e outras demências, Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) e outras doenças neurológicas.

Adicionalmente, através das unidades CNS Science e CNS Academy, o CNS pretende conciliar uma atividade clínica de excelência com a condução de projetos de investigação de qualidade e a formação de profissionais de saúde e do público em geral.

O CNS tem como missão melhorar a qualidade de vida e autonomia dos seus doentes, utilizando para tal uma abordagem multidisciplinar especializada, realizada por profissionais de saúde de competência reconhecida, em colaboração com os familiares e cuidadores. Tem ainda o propósito de formar os doentes e famílias, tornando-os parte integrante do processo de decisão clínica.

Relembramos que as candidaturas à 6ª Edição do Prémio CNS José Ferreira Júnior & João Januário Coutinho, estarão abertas de 1 de Junho a 30 de Novembro de 2023.

O CNS agradece a participação e felicita o empenho de todos.

AVEIRO EM TERCEIRO LUGAR NOS EUROPEAN CAPITAL OF INNOVATION AWARDS 2022

O Conselho Europeu da Inovação (CEI) premeou Aveiro com terceiro lugar como Cidade Europeia Inovadora em Ascensão. Este reconhecimento a Aveiro foi atribuído no âmbito dos European Capital of Innovation Awards, conhecidos como Capital Awards, que decorreu no âmbito da Cimeira do Conselho Europeu da Inovação 2022, nos dias 7 e 8 de dezembro, em Bruxelas e qiue contou com a presença do Vereador da Câmara Municipal de Aveiro (CMA), João Machado.

Este prémio da União Europeia, apoiado pelo Conselho Europeu de Inovação no âmbito do programa Horizon Europe, reconhece o papel que as cidades desempenham na formação do ecossistema de inovação local e na promoção da inovação, identificando cidades que interligam o público, o meio académico, as empresas e o sector público para traduzir com sucesso os resultados numa melhoria do bem-estar da sociedade, ao mesmo tempo que impulsionam a inovação.

Para Ribau Esteves, Presidente da CMA, “com este reconhecimento, Aveiro vê reforçada a importância do trabalho que está a ser desenvolvido no âmbito da iniciativa Aveiro Tech City, que tem como principais objetivos a aposta na formação dos nossos jovens através da educação STEAM, a criação de um Living Lab de apoio a Centros de ID e a startups e por último, o apoio à transformação digital de serviços e da cidade, de modo a criar mais e melhores serviços para os nossos residentes e visitantes”, disse.

Aveiro concorreu ao prémio através da iniciativa Aveiro Tech City, liderada pela CMA, em parceria com vários parceiros que inclui a Universidade de Aveiro, a Altice Labs ou o Instituto de Telecomunicações, entre outros. O Aveiro Tech City integra mais de 20 atividades distintas, com especial destaque para o trabalho desenvolvido na área da Educação STEAM, do Aveiro Tech City Living Lab ou no apoio à transformação digital do município.

Após um cuidadoso processo de seleção, o CEI atribuiu os seguintes prémios:

The European Capital of Innovation

1º Lugar: Métropole Aix-Marseille Provence (França);

2º Lugar: Espoo (Finlândia);

3º Lugar: Valência (Espanha).

The European Rising Innovative City (para cidades entre 50 e 250 mil habitantes)

1º Lugar Haarlem (Países Baixos);

2º Lugar Mainz (Alemanha);

3º Lugar Aveiro (Portugal).

Esta cimeira anual tem por objetivo reunir inovadores, investigadores, empresários, investidores de todo o ecossistema europeu de inovação para debater e moldar o futuro da política europeia de inovação, tendo contado com a participação, entre outros, da Comissária Europeia para a Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude – Mariya Gabriel.

Em conclusão a Comissária Mariya Gabriel sublinhou que “as cidades finalistas da iCapital são catalisadores de ecossistemas de inovação florescentes em toda a Europa. Estou impressionada ao ver que as cidades são o espaço para a inovação, testando várias abordagens, serviços e produtos para um futuro urbano melhor, mais sustentável e digital".

Cantanhede | Empreitada adjudicada por 38,4 mil euros. Parque Urbano de São Mateus vai ter circuito de fitness

A Câmara Municipal adjudicou esta quarta-feira, 14 de dezembro, a “Construção do circuito de manutenção no Parque Urbano da Quinta de São Mateus”, empreitada que de acordo com o caderno de encargos ascende a 38.411,79 euros.

Com um prazo de execução de 90 dias seguidos, a empreitada foi adjudicada à empresa Predigandaresa - Sociedade de Construções, Lda e visa a construção de um circuito de manutenção de fitness no Parque Urbano da Quinta de São Mateus.

Frequentado diariamente por inúmeros utilizadores para a prática e manutenção do exercício físico, que fazem deste lugar um espaço de “ginásio” ao ar livre em comunhão com a natureza, este parque de lazer vai contar com 12 equipamentos de fitness de fácil utilização e segurança.

A escolha e distribuição dos aparelhos - individuais, multifuncionais e inclusivos, com um destinado a portadores de deficiência motora -, passa pela colocação organizada pelo tipo de exercício a praticar pelo utilizador, dentro de um circuito de 800 metros aproximadamente, devidamente planeado e junto aos percursos existentes.

Ainda de acordo com o caderno de encargos, “a fixação de todos os equipamentos será feita através de buchas metálicas a maciços de betão (…) e o revestimento do pavimento a aplicar em todos os aparelhos será em poliuretano alifático de altos sólidos para pavimento, na cor verde, travado por uma caixa construída em lancil guia”.

Para a presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio, “é importante proporcionar à população espaços e equipamentos que promovam hábitos de vida saudáveis”.

A autarca, que esteve acompanhada do vereador do Desporto, Adérito Machado, e do presidente da União de Freguesias de Cantanhede e Pocariça, Nuno Caldeira, na sessão de adjudicação da empreitada, destacou a importância de Cantanhede ter “espaços de livre acesso para a prática de exercício físico”.

Se queremos que a nossa cidade tenha um selo de qualidade de vida, é fundamental proporcionar aos munícipes condições para que tenham hábitos saudáveis em espaços de fruição e contacto com a natureza”, complementou.

O Município de Proença-a-Nova deseja-lhe Boas Festas

Em meu nome pessoal, do executivo e dos colaboradores do Município de Proença-a-Nova, desejo um feliz natal e uma vontade de que saibamos em conjunto construir um próspero 2023.
 
João Lobo
Presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova

Bloco questiona Governo sobre combate à erosão costeira na Figueira da Foz

 O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda questionou o Governo sobre o combate à erosão costeira na Figueira da Foz e o adiamento da implementação de um bypass para 2030.

A vulnerabilidade do sistema de proteção costeiro português tem vindo a ser evidenciada a cada ano que passa. A Figueira da Foz possui o maior areal urbano da Europa, 110 hectares localizados entre o molhe norte do porto comercial e a vila piscatória de Buarcos, o que contrasta com o desaparecimento dos areais das praias a sul, nomeadamente Cabedelo, Gala, Costa de Lavos e Leirosa, provocado pela erosão costeira.

Este é um problema que se arrasta há anos, agravando-se a cada dia que passa - a urgência de uma solução é cada vez maior. O movimento cívico SOS Cabedelo defende, desde 2011, que a resposta passa pela implementação de um bypass, um sistema fixo de transposição contínua de areias do norte da foz do Mondego para as praias a sul. Em 2017, a Assembleia da República aprovou uma resolução (64/2017) que recomendava ao Governo que tomasse, com carácter de urgência, medidas no âmbito da proteção da orla costeira e da segurança de pessoas e bens, onde se incluía o bypass, mas apesar de aprovada a proposta não foi concretizada.

Em agosto de 2021, o bypass foi mais uma vez reconhecido como a solução necessária para os problemas da foz do Mondego, por um estudo encomendado pela Agência Portuguesa de Ambiente. Neste seguimento, o então ministro do Ambiente e Ação Climática, Matos Fernandes, assumiu que esta seria a única solução viável para o problema em causa.

A implementação do sistema de bypass chegou a estar prevista para 2024, porém, recentemente, a APA, numa sessão de esclarecimento promovida na Figueira da Foz a 15 de novembro, informou do adiamento do big shot de areia, para 2025, e do bypass, que passa a estar previsto apenas para 2030. Entretanto, a urgência de uma solução é cada vez maior, com o mar a furar as dunas, ficando a poucos metros de ruas e habitações, e com a transferência pontual de areias a demonstrar-se claramente insuficiente. Com o inverno mais uma vez a chegar, crescem os receios de que os avanços das ondas coloquem em causa a segurança de pessoas e bens.

O Bloco de Esquerda, através da Pergunta dirigida ao Ministério do Ambiente e da Ação Climática, pretende saber porque motivo, sendo já amplamente reconhecido que a solução para os problemas de transposição sedimentar da foz do Mondego é o sistema fixo bypass, e dada a urgência da questão, por que razão foi adiada a sua implementação para 2030, bem como porque está previsto um passo intermédio de introdução de um bigshot de areia e não se avança prioritariamente para a instalação do bypass.

Por fim, o Bloco questiona ainda como tenciona o Governo providenciar a correção dos valores de transposição sedimentar na foz do Mondego no imediato, bem como garantir a segurança de pessoas e bens nas praias do sul da Figueira da Foz afetadas pela erosão costeira, até à implementação de soluções mais permanentes.

Assunto: Combate à Erosão Costeira na Figueira da Foz

Destinatário: Ministro do Ambiente e da Ação Climática

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República

A vulnerabilidade do sistema de proteção costeiro português tem vindo a ser evidenciada a cada ano que passa. A Figueira da Foz possui o maior areal urbano da Europa, 110 hectares localizados entre o molhe norte do porto comercial e a vila piscatória de Buarcos, o que contrasta com o desaparecimento dos areais das praias a sul, nomeadamente Cabedelo, Gala e Costa de Lavos, provocado pela erosão costeira.

Este é um problema que se arrasta há anos, agravando-se a cada dia que passa - a urgência de uma solução é cada vez maior. O movimento cívico SOS Cabedelo defende, desde 2011, que a resposta passa pela implementação de um bypass, um sistema fixo de transposição contínua de areias do norte da foz do Mondego para as praias a sul.

Em 2017, a Assembleia da República aprovou uma resolução (64/2017) que recomendava ao Governo que tomasse, com carácter de urgência, medidas no âmbito da proteção da orla costeira e da segurança de pessoas e bens, onde se incluía o bypass, mas apesar de aprovada a proposta não foi concretizada.

Em agosto de 2021, o bypass foi mais uma vez reconhecido como a solução necessária para os problemas da foz do Mondego, por um estudo encomendado pela Agência Portuguesa de Ambiente. Segundo este estudo, esta é a solução que apresenta melhores resultados num horizonte temporal a 30 anos. Neste seguimento, o então ministro do Ambiente e Ação Climática, Matos Fernandes, assumiu que esta seria a única solução viável para o problema em causa.

A implementação do sistema de bypass chegou a estar prevista para 2024, constituindo um investimento de 18 milhões de euros, com um custo total, a 30 anos, que inclui o funcionamento e manutenção, de cerca de 60 milhões de euros, movimentando um milhão de metros cúbicos de areia por ano. Assim como uma intervenção intermédia de introdução de um big shot de areia nas praias do sul, constituído por 3,2 milhões de metros cúbicos de areia, correspondente a um investimento de cerca de 20 milhões de euros.

Porém, recentemente, a APA, numa sessão de esclarecimento promovida na Figueira da Foz a 15 de novembro, informou do adiamento do big shot de areia, para 2025, e do bypass, que passa a estar previsto apenas para 2030.

Entretanto, a urgência de uma solução é cada vez maior, com o mar a furar as dunas, ficando a poucos metros de ruas e habitações, e com a transferência pontual de areias a demonstrar-se claramente insuficiente. Com o inverno mais uma vez a chegar, crescem os receios de que os avanços das ondas coloquem em causa a segurança de pessoas e bens.

Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministro do Ambiente e da Ação Climática, as seguintes perguntas:

  1. Sendo já amplamente reconhecido que a solução para os problemas de transposição sedimentar da foz do Mondego é o sistema fixo bypass, e dada a urgência da questão, por que razão foi adiada a sua implementação para 2030?

  2. Por que motivo está previsto um passo intermédio de introdução de um bigshot de areia no valor de 20 milhões de euros e não se avança prioritariamente para a instalação do bypass, com investimento inicial previsto de 18 milhões de euros?

  3. Como tenciona o Governo providenciar a correção dos valores de transposição sedimentar na foz do Mondego no imediato, bem como garantir a segurança de pessoas e bens nas praias do sul da Figueira da Foz afetadas pela erosão costeira, até à implementação de soluções mais permanentes?

Assembleia da República, 13 de dezembro de 2022


O deputado,

Pedro Filipe Soares

Costa anuncia nova “prestação extraordinária” de 240 euros para “famílias mais vulneráveis”

O primeiro-ministro revela que um milhão de famílias "que recebem prestações mínimas" serão abrangidas por este novo apoio.
O Conselho de Ministro vai aprovar, esta quinta-feira, uma "prestação extraordinária" de 240 euros para apoiar as "famílias mais vulneráveis" e mitigar os efeitos da inflação.
Em entrevista à Visão, António Costa, considerou que este é "um esforço muito grande, tendo em conta a evolução da inflação neste segundo semestre".
"Entre a próxima semana e o final do ano, um milhão de famílias que têm as prestações mínimas, que beneficiam da tarifa social de energia vão receber mais 240 euros. Começa a ser pago no dia 23 de dezembro e será pago até ao final do ano", revelou o primeiro-ministro.
"A inflação é muito desigualitária nos seus efeitos, os preços têm subido para todos, mas nem todos temos a mesma capacidade de acomodar a subida dos preços", sublinhou.
"Em setembro, percebemos que era preciso responder à classe média, e aqueles 125 euros de apoio extraordinário coincidiram com o regresso às aulas, um tempo sempre de acréscimo de despesas para as famílias. Desta vez, em dezembro, encontrámos folga para esta medida, específica para as famílias mais vulneráveis, sejam pensionistas, sejam beneficiários de prestações sociais", afirmou.
De acordo com a revista Visão, o novo apoio extraordinário abrange aqueles que já foram contemplados em duas prestações extraordinárias, este ano, em duas tranches de 60 euros cada, no final dos primeiro e segundo trimestres, ou seja, todas as famílias que abrangidas pela tarifa especial de eletricidade ou que recebem prestações mínimas, nomeadamente, o complemento solidário para idosos, o rendimento social de inserção, a pensão social de invalidez do regime especial de proteção na invalidez, o complemento da prestação social para a inclusão, a pensão social de velhice e o subsídio social de desemprego.

Carolina Quaresma / TSF
Imagem: DN

Tomada de Posição Pública: Itinerário Principal nº 5 (IP5) - Necessidade de Requalificação Urgente


Desde a sua construção, na década de oitenta do século passado, o Itinerário Principal nº 5 - IP5 rapidamente se transformou num dos principais eixos rodoviários de Portugal.
Também desde essa altura se verificou que o referido eixo rodoviário, que ligava as cidades de Aveiro e Viseu à fronteira de Vilar Formoso, era uma via com elevado nível de sinistralidade.

Com a transformação de grande parte do traçado do antigo IP5 em autoestrada (A25), verifica-se um completo abandono da manutenção, em toda a sua extensão.

Neste sentido, a Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, atendendo ao avançado estado de degradação do IP5 e em face da elevada sinistralidade que daí advém, solicita ao Governo uma intervenção urgente neste eixo rodoviário.

O estado de degradação do IP5 tem vindo a agravar-se ao ponto de a circulação constituir um elevado risco para os utentes, que já teve como consequência vários acidentes, alguns dos quais fatais, acrescendo ao elevado risco para a segurança dos residentes nas proximidades dos troços em causa. Ainda recentemente houve a lamentar mais um trágico acidente, do qual resultou a morte de uma jovem que residia no território da CIM Viseu Dão Lafões, em Oliveira de Frades.

O IP5 é uma via de extrema importância para a economia dos concelhos que atravessa, para a região Viseu Dão Lafões e para Portugal. Devido ao elevado tráfego rodoviário (nomeadamente de veículos pesados), a sua deficiente manutenção tem contribuído para um elevado risco de segurança.

Neste sentido, e na defesa da segurança de todos os utentes desta via, a CIM Viseu Dão Lafões vem exigir o seguinte:

1 - A requalificação urgente do traçado do IP5, em toda a sua extensão;

2 - A isenção do pagamento de portagens na A25, nos Nós de acesso existentes no território da CIM Viseu Dão Lafões, até à conclusão da intervenção solicitada.

O Conselho Intermunicipal, deliberou, ainda, remeter a presente tomada de posição ao Senhor Ministro das Infraestruturas e Habitação, dela dando conhecimento à Senhora Ministra da Coesão Territorial.

O Conselho Intermunicipal da CIM Viseu Dão Lafões
Tondela, 13 de dezembro de 2022