terça-feira, 27 de dezembro de 2022

Estarreja | Campanha "Separe, o seu papel volta a ser presente" é prolongada até sábado


Ainda pode participar até ao próximo sábado na campanha “Separe, o seu papel volta a ser presente” e assim contribuir para a humanização dos serviços de oncologia pediátrica. Entregue o papel e cartão no Eco Centro, localizado no Eco Parque Empresarial, fazendo referência à campanha.
 
A Câmara Municipal de Estarreja promoveu pela primeira vez a campanha “Separe, o seu papel volta a ser presente”, de separação e recolha de papel que alia o compromisso verde do Município a uma causa social. No dia 26 de dezembro, após as festividades de Natal, os serviços municipais fizeram a recolha porta a porta de papel e cartão.
 
Nesta fase, durante esta semana, pretende-se reforçar as quantidades recolhidas, convidando os Munícipes a entregarem diretamente o papel e cartão no Eco Centro, um parque equipado com contentores de grandes dimensões, destinados a receber, separadamente, diversos tipos de resíduos para posterior encaminhamento, com vista à sua posterior valorização e/ou reciclagem.
 
Para além de ser enviado para o destino correto - a reciclagem e reutilização -, o papel dos embrulhos volta a ter valor para quem mais precisa uma vez que o resultado da campanha solidária será direcionado para melhorar a qualidade dos serviços das crianças que recebem tratamento no Hospital Pediátrico de Coimbra.
 
A campanha municipal conta com a parceria da ERSUC – Resíduos Sólidos do Centro, S.A. e do Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
 
Inserida no Compromisso Verde do Município de Estarreja, esta ação faz parte da estratégia focada na prevenção e redução de quantidades de resíduos produzidos, na separação de embalagens, bem como na recolha seletiva e respetivo encaminhamento para reciclagem.
 
Por um planeta mais sustentável, apela-se à população que seja mais consciente nas suas escolhas e inclua as ações “reduzir, reutilizar e reciclar” na sua lista de desígnios para 2023.
 
Mais informações 964761777 / das@cm-estarreja.pt 
 
 
 
 
Carla Miranda

Eletricidade, gás, portagens e pão: novo ano traz aumentos generalizados

O ano que se aproxima vai ficar marcado pelo aumento generalizado de preços que os consumidores irão pagar pelos serviços que usam no dia-a-dia, com a inflação em novembro a atingir os 9,9%.
A eletricidade vai aumentar para quem está no mercado regulado, mas também para alguns clientes que passaram para o liberalizado, pressionada pelos preços do gás natural, usado para produzir eletricidade.
As portagens também registam acréscimos, assim como as rendas, ainda que limitadas pelo Governo, tendo em conta o impacto da inflação nestes preços.
As atualizações de preços já conhecidas para 2023:

Eletricidade
O preço da eletricidade em mercado regulado aumenta 1,6% em janeiro de 2023, em relação a dezembro, sendo que a subida ascenderá a 3,3% face à média deste ano, valores superiores aos propostos em outubro, anunciou a ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.
De acordo com os dados publicados pela ERSE, com este aumento, a fatura média mensal, a partir de janeiro 2023, para um casal sem filhos (potência 3,45 kVA, consumo 1.900 kWh/ano) aumenta 0,54 euros, e para um casal com dois filhos (potência 6,9 kVA, consumo 5.000 kWh/ano) sobe 1,41 euros.
No mercado liberalizado, a EDP Comercial anunciou que vai aumentar em cerca de 3%, em média, o valor da fatura da eletricidade dos clientes residenciais, a partir de 01 de janeiro, refletindo a volatilidade do custo de aquisição de energia.
Por sua vez, a Endesa prevê manter o valor global das faturas de eletricidade dos clientes em 2023, passando a incluir o custo do mecanismo ibérico, mas reduzindo os preços da eletricidade, avisou a empresa em nota aos clientes.

Rendas
As rendas só poderão subir, a partir de janeiro, até 2%, depois de o Governo ter publicado uma lei nesse sentido, em Diário da República, em outubro, no âmbito das medidas de mitigação do impacto da subida dos preços.
Nos termos da lei n.º 19/2022, "durante o ano civil de 2023 não se aplica o coeficiente de atualização anual de renda dos diversos tipos de arrendamento previsto no artigo 24.º da lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro", sendo o coeficiente a vigorar nos diversos tipos de arrendamento urbano e rural abrangidos de 1,02, "sem prejuízo de estipulação diferente entre as partes".
Ainda assim, o coeficiente de atualização das rendas definido para 2023 (1,02) é o mais alto dos últimos nove anos. Em 2022, foi aplicado um coeficiente de 1,0043 e em 2021 de 0,9997.Portagens
As portagens vão aumentar 4,9% a partir de janeiro, anunciou o ministro das Infraestruturas, considerando "equilibrada" a solução a que foi possível chegar.
"Era para nós claro que um aumento de 9,5% e 10,5% era insuportável, mas também há contratos e responsabilidades e tentámos encontrar uma solução equilibrada que permitisse um aumento menor", disse o ministro Pedro Nuno Santos.
Assim, a partir de 01 de janeiro de 2023, as taxas de portagens terão um aumento que será de 4,9% no valor suportado pelos utilizadores. Acima deste valor, precisou o governante, "2,8% serão responsabilidade do Estado e o remanescente, até 9,5% ou 10,5%, será suportado pelas concessionárias".
Esta solução resulta de uma "partilha de responsabilidades" e evita que o preço das taxas das portagens que decorre dos contratos de concessão aumentassem em 9,5% e 10,5% em 2023, devido ao atual contexto de inflação elevada.

Transportes
A Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) divulgou em outubro que a atualização dos tarifários dos transportes prevista era de 6,11%, recordando que a mesma tem como valor máximo a taxa de variação média do Índice de Preços no Consumidor, exceto habitação, nos 12 meses que decorrem entre outubro do 2021 e setembro de 2022, ou 0 quando esta taxa for negativa.
No entanto, destacou numa nota publicada no seu 'site', para 2023, "no atual contexto macroeconómico, tendo em conta a taxa da inflação, determina a Resolução do Conselho de Ministros n.º 74-A/2022, de 6 de setembro, e sem prejuízo da respetiva compensação a atribuir pelas autoridades de transportes competentes", o "não aumento de 'passes do transporte público'" e "a manutenção, durante esse ano, do tarifário vigente em 2022 para os títulos de transporte da CP" referente aos serviços regulares, ou seja, o aumento tarifário de 6,11%, apenas se poderá aplicar "a títulos e tarifas de transporte ocasionais".
Assim, os passes do tarifário Navegante e os bilhetes ocasionais da Carris Metropolitana vão manter em 2023 os preços que são praticados este ano.
Já os bilhetes ocasionais do tarifário intermodal Andante, da Área Metropolitana do Porto (AMP), vão sofrer um aumento médio de 1% a partir de janeiro, adiantaram os Transportes Intermodais do Porto (TIP). Os passes mensais não sofrerão aumento.

SIC Notícias

Assembleia Municipal de Anadia reúne em sessão ordinária

 A Assembleia Municipal de Anadia vai reunir em sessão ordinária, esta quarta-feira, 28 de dezembro, pelas 14h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho. À semelhança de sessões anteriores será transmitida pelos canais digitais do Município.
Da ordem de trabalhos faz parte a discussão e votação da proposta de Orçamento, Grandes Opções do Plano e Mapa de Pessoal do Município para o ano de 2023.
O plenário irá ainda analisar e votar a proposta do Presidente da Assembleia Municipal, de retificação da deliberação tomada na sessão ordinária realizada no passado dia 29 de setembro, respeitante à “proposta da Câmara Municipal de pedido de autorização para a contratação de um empréstimo a média e longo prazos”.
No final da sessão está previsto um período para a intervenção do público.

Câmara de Pombal promove Passagem de Ano com espetáculo musical e de fogo de artifício

 A Câmara Municipal de Pombal, em parceria com a Associação de Desenvolvimento de Iniciativas Locais (Adilpom), promove a comemoração da Passagem de Ano com espetáculos musicais, com entrada gratuita, e dirigidos a toda a comunidade. O epicentro será a tenda instalada no Jardim do Cardal, em pleno centro da cidade.
O primeiro concerto da noite tem início às 22h00, com a atuação da Banda Nice, que animará os presentes até à tradicional contagem decrescente para a transição de ano. A chegada do novo ano será saudada com lançamento de fogo de artifício, a partir do Castelo de Pombal, enchendo de cor e brilho os céus da cidade.
A noite prosseguirá com a atuação do grupo Akunamatata, que antecederá o Dj Eduardo que animará a pista de dança pela madrugada dentro.
Para garantir melhores condições de festejos em segurança, o trânsito automóvel estará encerrado na zona do Largo do Cardal (entre a rotunda da fonte luminosa e o Largo 25 de Abril) entre as 22h00 do dia 31 de dezembro de 2022 e as 04h00 do dia 1 de janeiro de 2023.

Portugueses estão pouco otimistas para 2023

 
  • 54% consideram que será um ano pior e 17% perspetivam que será igual.
  • Maioria continua a preferir celebrar a passagem de ano em casa.
  • Este ano tencionam gastar em média 83 euros nos festejos, menos 22% que no ano anterior.
Enquanto no ano passado a expetativa dos portugueses era a de que 2022 fosse melhor ou igual ao ano anterior, no final deste ano muitos preveem que o ano de 2023 não seja de todo fácil. No rescaldo da pandemia, as circunstâncias atuais – guerra na Europa e o aumento do custo de vida com impacto no orçamento das famílias – estarão a influenciar a forma como os portugueses perspetivam o novo ano.
De acordo com inquérito realizado pelo Observador Cetelem, mais de metade dos inquiridos, 54%, consideram que o novo ano será um ano pior. Na distribuição por cada resposta, 42% dos entrevistados consideram que será um ano pior e 12% “muito pior”. Ainda assim, 24% dos portugueses inquiridos perspetivam que o novo ano será um ano melhor – 5% dos quais “muito melhor”. 17% consideram que será um ano igual.
Segundo os dados, os mais pessimistas relativamente ao novo ano são os inquiridos dos 35 aos 44 anos e os mais velhos, dos 55 aos 74 anos (65% de cada um dos grupos etários). Os mais jovens, dos 18 aos 24 anos, são os que têm uma atitude mais positiva (51%).
Mais portugueses festejam em casa de familiares e amigos
Este ano, os portugueses continuam a preferir festejar a Passagem de Ano em casa (60%), sobretudo, os inquiridos com mais de 55 anos (67%). No entanto, face ao ano anterior, pautado por cautelas relacionadas com a pandemia, verifica-se que mais inquiridos (37%) tencionam celebrar em casa de familiares e amigos (+14p.p. face ao ano anterior), nomeadamente, os inquiridos dos 25 aos 34 anos (51%). 8% dos entrevistados farão ainda parte das celebrações num restaurante, 6% na rua e 2% num hotel.
Observando os dados por região, verifica-se que os inquiridos residentes na região Centro demonstram ter a maior preferência em passar a Passagem de Ano nas suas casas (64%), enquanto mais inquiridos das regiões Norte e Sul dizem passar a festividade em casa de amigos e familiares (38%, respetivamente). Nas Áreas Metropolitanas, a preferência é semelhante, com 38% e 40%, em Lisboa e no Porto, respetivamente, a preferirem celebrar em casa de amigos e familiares e 60% e 57% em suas casas.
No que respeita aos gastos na Passagem de Ano, os portugueses tencionam gastar em média 83 euros, menos 24 euros do que em 2021. Os mais velhos, dos 55 aos 74 anos, são os que tencionam gastar mais nas celebrações (91 euros). Já os mais jovens, com menos de 25 anos, são os que tencionam gastar menos (74 euros).
Os entrevistados residentes na zona metropolitana do Porto e de Lisboa preveem gastar valores semelhantes, respetivamente 84 e 81 euros. Já os inquiridos da região Sul (92€) tencionam gastar, em média, mais 12 euros na Passagem de Ano do que os inquiridos das regiões Norte e Centro (80 euros respetivamente).

Metodologia
 O inquérito quantitativo Observador Cetelem Natal 2022 foi realizado pela empresa de estudos de mercado NielsenIQ. Este teve como target indivíduos de ambos os géneros, de idades compreendidas entre os 18 e os 74 anos, residentes em Portugal Continental. O estudo foi conduzido através de entrevistas de autopreenchimento online. No total foram feitas 1000 entrevistas representativas da população – amostra estratificada por Distrito/Região; Género e Idade, para assegurar a representatividade da população portuguesa. O erro máximo associado é de +/- 3.1 p.p. para um intervalo de confiança de 95%. As entrevistas foram conduzidas por uma equipa de entrevistadores da NielsenIQ, que receberam treino específico para o presente estudo, por intermédio de questionário estruturado de perguntas fechadas. O trabalho de campo decorreu entre 09 a 15 de novembro de 2022.

MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE MANTÉM REDUÇÃO DA TAXA DE IMI

 O Município da Marinha Grande vai continuar a apoiar as famílias do concelho, em 2023, através da redução da taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), assumindo uma despesa fiscal no montante de 106.090 euros.

Sob proposta da Câmara, a Assembleia Municipal, reunida no dia 23 de dezembro, aprovou a redução da taxa de Imposto Municipal sobre Imóveis, para prédios ou parte de prédios urbanos destinados a habitação própria e permanente do sujeito passivo ou do seu agregado familiar, e que seja efetivamente afeto a tal fim, atendendo ao número de dependentes que compõem o respetivo agregado familiar, respeitante ao ano de 2022 a liquidar em 2023.

A redução é de 20,00 euros para agregados familiares com um dependente, de 40,00 euros para dois dependentes e de 70,00 euros para três ou mais dependentes.

Para o presidente da Câmara, Aurélio Ferreira, “esta medida, que volta a ser implementada, vai no sentido de apoiar as famílias, através da discriminação positiva em função do número de filhos, numa conjuntura de imprevisibilidade em que assistimos à perda de poder de compra”.

Foi também aprovada a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis para os prédios urbanos, pelo valor mínimo de 0,3%, respeitante ao ano de 2022 a liquidar em 2023. A receita deste imposto tem em consideração os investimentos em curso e que se perspetivam lançar no concelho da Marinha Grande, nas áreas das infraestruturas de redes municipais, tais como rede de águas, saneamento, rede viária, requalificação urbana, entre outros, cuja execução física e financeira terá um forte impacto na estrutura da despesa do orçamento camarário do ano de 2023.

O presidente Aurélio Ferreira justifica que, “não obstante a redução de receita municipal que tal medida representa, mantemos a taxa do IMI no valor mínimo, quando a lei prevê que essa variação possa ocorrer entre 0,3% e 0,45%, como forma de não onerarmos os encargos das famílias com imóveis, uma vez que, muitas das quais, já sentem o aumento das despesas com a habitação”.

Cinco blocos de parto encerrados entre 30 de dezembro e 2 de janeiro


Saiba quais são os blocos de parto que vão fechar e os que vão estar a funcionar normalmente.

Os blocos de parto dos hospitais de Caldas da Rainha, Loures, Barreiro, Beja e Portimão vão estar encerrados entre as 08:00 de sexta-feira e as 08:00 de 2 de janeiro, divulgou esta segunda-feira a tutela.

O encerramento destes blocos de parto consta do plano hoje divulgado pela direção executiva do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para o funcionamento das maternidades em Portugal continental durante a quadra festiva do Ano Novo.

Segundo o plano, designado como segunda fase de "Nascer em segurança no SNS", os blocos de parto dos hospitais das Caldas da Rainha, de Loures, do Barreiro, de Beja e de Portimão estarão encerrados entre as 08:00 de 30 de dezembro e as 08:00 de 2 de janeiro.

A funcionarem sem interrupção estarão 33 maternidades - 13 no Norte, sete no Centro, 10 em Lisboa e Vale do Tejo, duas no Alentejo e uma no Algarve.

Nestas condições, na região Norte, serão as maternidades de Bragança, Vila Real, Viana Castelo, Braga, Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Póvoa de Varzim, Matosinhos, Penafiel, Porto (hospitais São João e Santo António), Vila Nova de Gaia e Santa Maria da Feira.

Na região Centro estarão abertas sem condicionamentos as maternidades de Aveiro, Coimbra, Viseu, Leiria, Guarda, Castelo Branco e Covilhã.

Nos mesmos termos, em Lisboa e Vale do Tejo, constam as maternidades de Abrantes, Santarém, Vila Franca de Xira, Lisboa (hospitais de Santa Maria e São Francisco Xavier e Maternidade Alfredo da Costa), Amadora-Sintra, Cascais, Almada e Setúbal. Sem constrangimentos estarão também as maternidades de Évora e Portalegre, na região do Alentejo, e de Faro, no Algarve.

Em comunicado, a direção executiva do SNS refere que na primeira fase da operação "Nascer em segurança no SNS", que decorreu no período do Natal, entre as 08:00 de sexta-feira passada e as 08:00 de hoje, estiveram a funcionar ininterruptamente 29 blocos de parto, "tendo a rede do SNS assegurado uma resposta articulada a todas as utentes que recorreram aos serviços de saúde".

Segundo a nota, não se verificaram irregularidades e nasceram neste período, no SNS, 366 bebés.

A direção executiva do SNS irá avaliar os resultados da organização da rede de obstetrícia feita para o Natal e Ano Novo para efeitos de "decisões seguintes", nomeadamente "o funcionamento desta rede de referenciação no primeiro trimestre de 2023".

SIC Notícias/Lusa