quarta-feira, 13 de março de 2024

Aveiro | Começou obra para corrigir aluimento na Avenida D. Manuel de Almeida Trindade; Edifício da PSP é palco de espetáculo inédito; Aveiro recebe espetáculo de uma das mais notáveis vozes do teatro atual

 I – Começou obra para corrigir aluimento na Avenida D. Manuel de Almeida Trindade
A Câmara Municipal de Aveiro (CMA) informa que teve início a obra de reabilitação do coletor de águas pluviais na Avenida D. Manuel de Almeida Trindade, num novo investimento no valor de 90.781,09€, a executar no prazo de um mês pela empresa Armando & Fátima Empreiteiros, Lda..
Os trabalhos incidem na correção do aluimento que se verificou numa das faixas de rodagem da Avenida junto ao ISCIA e ao Parque de Feiras e Exposições de Aveiro e que obrigou a um elaborado projeto de execução para corrigir um problema complexo no coletor de águas pluviais.

II – Edifício da PSP é palco de espetáculo inédito
A performance de Flávio Rodrigues e Maria Fonseca terá lugar no Salão Nobre da PSP de Aveiro. Um espetáculo no âmbito do ciclo Sobretudo, que apresenta criações artísticas em locais inesperados.
Aveiro 2024 – Capital Portuguesa da Cultura apresenta esta sexta-feira, dia 15 de março, às 21h30, um espetáculo performativo e visual inédito no Salão Nobre da PSP - Comando Distrital de Aveiro. A performance, que está a cargo dos bailarinos Flávio Rodrigues e Maria Fonseca, faz parte do ciclo Sobretudo, uma iniciativa que propõe a apresentação de criações artísticas em locais inesperados. Este Inverno já foram apresentados espetáculos na fábrica da Vista Alegre e na Biblioteca da Universidade de Aveiro.
Flávio Rodrigues e Maria Fonseca têm em comum o facto de serem bailarinos com um percurso paralelo nas artes visuais. Para esta performance, os artistas conceberam previamente uma partitura a que irão dar forma no Salão Nobre da PSP, numa criação que foi pensada especificamente para o local, tirando partido de uma mesa de grandes dimensões que ocupa o centro deste espaço
Um espetáculo com movimento, desenho e som, em que o papel, o carvão, a beterraba e outros objetos formarão a base de uma atuação onde o corpo será a força motriz de uma intervenção com uma grande carga visual.
Esta estreia é a primeira colaboração dos dois artistas e surge a convite do curador do ciclo Sobretudo, Miguel Moreira, da associação Útero, que em 2023 selecionou Flávio Rodrigues e Maria Fonseca para a exposição coletiva “bailarinos e coreógrafos que desenham e pintam”, no Teatro Viriato, em Viseu, com outros cinco criadores.
Para mais informações, consulte a programação de Aveiro 2024: https://www.aveiro2024.pt/pt/programa/

III – Aveiro recebe espetáculo de uma das mais notáveis vozes
do teatro atual
Angela (a strange loop), a nova criação de Susanne Kennedy, tem como personagem principal uma mulher cuja vida se desenrola diante dos espectadores. O espetáculo integra a programação de Aveiro 2024 – Capital Portuguesa da Cultura.
Uma das mais notáveis dramaturgas da sua geração estará no Teatro Aveirense com um novo espetáculo. Susanne Kennedy irá apresentar Angela (a strange loop) no dia 20 de março, às 21h30, num evento integrado na programação de Aveiro 2024 – Capital Portuguesa da Cultura.
Para esta nova criação, a encenadora alemã voltou a colaborar com Markus Selg, artista multimédia com quem trabalha há quase uma década. Juntos, conceberam um espetáculo onde a vida de uma mulher se desenrola diante dos espectadores, num lugar que se transforma constantemente, alternando entre o real e o virtual.
Angela (a strange loop) é uma alusão à crescente exposição online da sociedade e à forma como as mulheres se representam e são representadas neste universo. A peça procura, ao mesmo tempo, sublinhar a própria natureza do teatro enquanto simulação do real. O que significa ser autêntico, quais os limites para a partilha da intimidade, que fronteiras se devem definir entre o privado e o público são algumas das questões levantadas, numa viagem que se transforma numa reflexão sobre a natureza das nossas existências.
O espetáculo de Susanne Kennedy teve a sua estreia no Kunstenfastivaldesarts (Bélgica) e, desde então, tem sido apresentado em encontros como o Festival d’Avignon (França), o Wiener Festwochen (Áustria) e o Romaeuropa Festival (Itália), entre outros.

*Simão Santana
Adjunto do Presidente da Câmara Municipal de Aveiro

No próximo fim de semana Teatro Amador em Cadima, Febres e Cantanhede


O Ciclo de Teatro Amador do concelho de Cantanhede tem agendados para o próximo fim de semana mais cinco espetáculos, desta vez em Cadima, Febres e Cantanhede.
No sábado, dia 16 de março, o Grupo de Teatro Amador da União Recreativa de Cadima vai estrear “Em terapia”, de Matías Del Federico, no salão da Junta de Freguesia de Cadima, a partir das 21h30. Nesta comédia, três casais que não se conhecem encontram-se num consultório para uma sessão de terapia de grupo, para a qual não estavam preparados, o que acaba por desencadear algumas peripécias bem divertidas.

Também no sábado, às 21h30, o grupo cénico das Pequenas Vozes de Febres vai representar no Pavilhão Multiusos da vila uma encenação da peça “Ali”, baseada numa adaptação de Anabela Rocha da história de “Aladdin”, da Disney.

Ainda no sábado, mas às 22h00, no auditório do Centro Paroquial de São Pedro, em Cantanhede, é a vez do Grupo de Teatro São Pedro estrear a peça que preparou para a edição deste ano do Ciclo de Teatro Amador. Trata-se de “Nova Paródia”, da autoria de Maria Dulce Sancho, cuja ação se desenrola em torno de uma pessoa que tenta representar ao vivo o programa de uma rádio local.

No dia seguinte, domingo, “Um Tributo a Beatriz Costa” será apresentado pelo Grupo de Teatro Associação do Grupo Musical das Franciscas, no salão da sua sede, às 16h00. A peça retrata a vida pessoal e profissional da popular “menina da franja”, com destaque para alguns momentos da sua infância e certos episódios mais marcantes enquanto atriz e cantora, designadamente a sua paixão pelo teatro e pelo cinema.

Igualmente no domingo, o Grupo de Teatro Cordinha d’Água sobe ao palco do Pavilhão Multiusos de Febres para representar “Mundo ao Contrário”, de Olga Resi, e “O Mar e a Amália”, de Rosa Santos. No primeiro caso, “as personagens dos contos infantis, cansadas de desempenharem os mesmos papéis há séculos, revoltam-se contra o autor, exigindo mudanças. A peça infantojuvenil propõe-se a repensar a questão dos estereótipos e dos preconceitos, no contexto do mundo da fantasia”, alertando para a importância da empatia, tolerância e solidariedade, afirma a sinopse.

Relativamente à peça “O Mar e a Amália”, de Rosa Santos, o enredo começa com o desaparecimento de pescadores no mar, situação que deixa a família consternada e com dificuldades para lidar com a dor. Quando a Amália surge a cantar sente-se o amor no ar até ao dia em que os homens surgem sãos e salvos, quando as suas amadas já não contavam com isso, refere a sinopse.

O Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede prossegue até ao final de abril, com espetáculos todos os fins de semana. O programa envolve a participação de 17 grupos cénicos que realizam dois espetáculos, um deles na sua comunidade, outro fora, no âmbito do programa de itinerância definido para o efeito.

*Carla Cruz Silva 
Divisão de Comunicação, Imagem, Protocolo e Turismo

Sociedade Portuguesa de Oncologia apresenta Clube de Oncologia: iniciativa estreia no mês de abril e vai percorrer várias cidades de norte a sul do país


Iniciativa vai percorrer várias cidades de norte a sul do país.  Sociedade Portuguesa de Oncologia apresenta Clube de Oncologia com ação a estrear em Óbidos.

A Sociedade Portuguesa de Oncologia acaba de lançar o Clube de Oncologia dos Grupo de Trabalho Patients' Advocate da Sociedade Portuguesa de Oncologia.
O Clube de Oncologia irá ter a sua primeira edição de muitas, através de um programa itinerante que vai percorrer vários pontos do país. Esta ação procurará ser um momento presencial de partilha entre profissionais de saúde - Oncologistas Médicos, Radioncologistas, especialidades cirúrgicas, Enfermeiros, Assistentes Sociais - que lidam diretamente com o cancro, e doentes oncológicos, seus cuidadores ou a população em geral com interesse nesta temática.

Susana Sousa, médica oncologista e coordenado do grupo, sublinha que «o Clube de Oncologia pretende a cada edição discutir os mais variados temas que façam sentido nesta área tão abrangente, duma forma isenta, adequada, precisa, clara e que a audiência capte, entenda e valorize. Em destaque vamos ter assuntos tão diversos desde rastreio, diagnóstico, tratamento, seguimento, cuidados paliativos ou outros que fizerem sentido e a audiência estiver disposta a conversar sobre o grande tema que é a Oncologia.»

A estreia desta ação decorrerá na Biblioteca Municipal de Óbidos no dia 6 de abril pelas 17h00, sendo que a segunda edição está agendada para 17 de maio na Biblioteca Municipal de Penafiel.

*Lara Faria 

Cantanhede | Equipamento esteve junto ao quartel dos Bombeiros Voluntários. Ecocentro Móvel recolheu 2,5 toneladas de resíduos em 30 dias

 
Em apenas um mês – entre os dias 5 de fevereiro e 4 de março -, o Ecocentro Móvel, temporariamente instalado na Rua dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, recolheu 2,5 toneladas de resíduos. Trata-se de um registo considerável se levarmos em conta que em todo o ano de 2023 foram recolhidas cerca de 6,5 toneladas de resíduos urbanos recicláveis.
De entre os resíduos, as cápsulas de café foram a que registaram maior volume, com 594 kg depositados no equipamento. Tal facto vem reforçar a pertinência do protocolo que a INOVA-EM estabeleceu com a AICC - Associação Industrial e Comercial do Café, assim como da campanha de sensibilização em prol da sustentabilidade e da circularidade.
“Estamos a entrar no terceiro ano de atividade e os valores atestam a validade deste projeto ambiental, que privilegia a implementação de novos fluxos de resíduos de pequena dimensão”, justifica o presidente da INOVA-EM, Pedro Cardoso.
Ainda de acordo com o responsável, “o objetivo é contribuir para que a prática da reciclagem seja cada vez mais comum e acessível”. “Se cada um de nós fizer a sua parte, estaremos a contribuir não só para um concelho mais limpo e sustentável, mas também para um planeta onde as próximas gerações vivam de uma forma saudável”, completa.
Entre as 2,5 toneladas de resíduos recolhidas e, desta forma, corretamente encaminhados para os postos de valorização e de tratamento, destaque ainda para os tinteiros (117 kg), rolhas (9kg), calçado (242 kg), bem como jornais e revistas (354 kg).
Até 22 de março, o Ecocentro Móvel estará no parque de estacionamento do Ançã Futebol Clube, em Ançã, onde a população poderá também depositar materiais como pequenos eletrodomésticos, CD's/DVD's, loiças/espelhos e vidros, produtos de limpeza, brinquedos, têxteis e embalagens de tintas/vernizes.

*Carla Cruz Silva 
Divisão de Comunicação, Imagem, Protocolo e Turismo

Dia 20 de março, às 18h30, na Católica Porto Business School. Líderes - Ascensão e Queda: A Perspetiva de um Gestor


Convidado especial, Luís Portela, Presidente da Fundação Bial
Luís Portela, presidente da Fundação Bial, é o convidado do Seminário LEAD.lab, organizado pela Católica Porto Business School, que se realiza a 20 de março, pelas 18h30. O objetivo é o de refletir sobre os grandes desafios, as principais competências e apontar recomendações para líderes e liderados. O seminário intitulado “Líderes: Ascensão e Queda” é aberto ao público, mas sujeito a inscrição prévia.
“Todos conhecemos histórias de lideranças bem-sucedidas e célebres que caíram e colocaram as suas organizações em situação crítica,” salienta Arménio Rego, diretor do LEAD.Lab da Católica Porto Business School, acrescentando que “através deste seminário procuramos falar sobre os mecanismos que as organizações podem usar para criar antídotos a essas ocorrências, mas também dos perigos da celebridade e do porquê o sucesso prolongado poder ser inimigo do sucesso.” O LEAD.Lab é um centro de conhecimento em liderança da Católica Porto Business School, liderado por Arménio Rego, que tem como objetivo fundamental gerar conhecimento nesta área, através de um processo de duplo sentido: o conhecimento emergente da investigação realizada nas organizações é divulgado/transferido para as mesmas.

O orador convidado Luís Portela esteve mais de quatro décadas à frente da BIAL, primeiro como CEO, entre 1979 e 2011, e depois como chairman, até 2021. Atualmente, Luís Portela assume a presidência da Fundação BIAL.

O Seminário “Líderes: Ascensão e Queda” realiza-se no próximo dia 20 de março às 18h30, no Auditório Carvalho Guerra, da Universidade Católica Portuguesa. A abertura estará a cargo de João Pinto, dean da Católica Porto Business School.

*Fernanda Teixeira

Rota do Românico promove atividades para os mais jovens nas férias da Páscoa


Na interrupção escolar da Páscoa, a Rota do Românico volta a promover diversas atividades lúdico-pedagógicas no Centro de Interpretação do Românico, em Lousada, nos dias 26 e 28 de março, e no Centro de Interpretação da Escultura Românica, em Abragão, Penafiel, no dia 5 de abril.

Dirigidas ao público mais jovem, entre os seis e os 12 anos, e inspiradas na quadra pascal, as atividades previstas incluirão jogos, oficinas e visitas, que contribuirão para despertar a curiosidade, a criatividade e a vivência em grupo dos participantes.

“Corrida de coelhos”, “Um postal real”, “Caça aos ovos” e jogos tradicionais são os motes principais do programa deste ano das férias da Páscoa na Rota do Românico.

As inscrições, abertas até 22 de março, e todas as informações estão disponíveis no sítio da internet da Rota do Românico.

A Rota do Românico é um projeto turístico-cultural, que reúne, atualmente, 58 monumentos e dois centros de interpretação, distribuídos por 12 municípios dos vales do Sousa, Douro e Tâmega (Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende).

As principais áreas de intervenção da Rota do Românico abrangem a investigação científica, a conservação do património, a dinamização cultural, a educação patrimonial e a promoção turística.

*António Coelho
Planeamento e Comunicação

terça-feira, 12 de março de 2024

CIM Viseu Dão Lafões celebra 17 anos


Durante quase duas décadas, a CIM contribuiu de forma decisiva para o desenvolvimento de toda a região. Os próximos anos vão ser marcados por investimentos territoriais integrados.
A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões celebra hoje, dia 12 de março, os seus 17 anos de existência, pautados por uma dedicação contínua ao desenvolvimento sustentável do território. Fernando Ruas, Presidente da CIM, destaca as realizações significativas que foram alcançadas ao longo deste período.

“A CIM Viseu Dão Lafões tem vindo a desempenhar um papel de relevo em diversas áreas ao longo de quase duas décadas de atividade, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e para a crescente atratividade e competitividade do nosso território. Estes 17 anos representam uma jornada de superação de desafios e de concretização de objetivos. Estamos comprometidos em enfrentar os desafios que se avizinham, pelo que a CIM continuará a trabalhar de mãos dadas com os seus municípios, com o objetivo de construir um futuro vibrante e pleno de oportunidades para todos”, sublinha Fernando Ruas.

Em jeito de balanço, Nuno Martinho, Secretário Executivo da CIM, recorda alguns setores em que o trabalho da CIM tem obtido resultados palpáveis.

“Na área da Proteção Civil e da defesa da floresta, em estreita colaboração com os 14 municípios e com os agentes do território, a CIM fortaleceu os mecanismos de resposta e prevenção em situações de emergência, promovendo a segurança dos residentes, nomeadamente em matéria de vigilância florestal para prevenir os incêndios rurais. Também a participação nos projetos europeus Life Landscape Fire e Life Nieblas transformam a CIM numa referência ao nível da proteção ambiental e da resiliência da floresta. É incontestável que lideramos ou colaboramos em projetos e inciativas que estão a transformar a região e estamos a fazê-lo com o território e com os atores locais e regionais”, refere Nuno Martinho.

“Na Educação, na qualificação e nas competências a CIM tem desenvolvido diversos projetos que visam a promoção do ensino de qualidade, reforçando não só a formação e capacitação dos jovens no território, ao mesmo tempo que promove literacias, sejam elas financeiras, ambiental, alimentar ou dedicadas à saúde, que os preparam para serem cidadãos mais capazes de enfrentar o que o futuro lhes reserva. A preocupação em levar projetos inovadores às escolas tem sido uma constante. Noutra vertente, a CIM empenhou-se, ainda, na otimização da rede de transportes, facilitando a mobilidade inteligente e a conectividade entre os municípios, contribuindo para uma maior coesão territorial. O serviço de transporte a pedido IR e VIR, por exemplo, tem alcançado resultados notáveis e mudou a vida das pessoas”, reforça o Secretário Executivo.
Contudo, há mais áreas que merecem realce. “A CIM é uma promotora, cada vez mais ativa, da atratividade e notoriedade do território, destacando-se pela criação de produtos turísticos integrados, com especial ênfase no turismo de natureza, nas Ecopistas do Dão e Vouga, reconhecidas a nível internacional no domínio do walking e do cycling. Também a promoção da Gastronomia e do Vinho do Dão tem sido uma aposta permanente da atuação da CIM, assim como a dinamização e fruição cultural em rede. Na transição digital, a CIM tem impulsionado novos processos, melhorando a eficiência e a qualidade dos serviços públicos prestados aos cidadãos e empresas instaladas ou que querem investir no território”, lembra ainda Nuno Martinho.

Investimentos Territoriais Integrados a pensar no futuro

Comprometida em projetar o futuro, ao abrigo do Portugal 2030, a CIM Viseu Dão Lafões está focada em desenvolver investimentos territoriais integrados, em colaboração com os 14 municípios e outros parceiros do território, sinalizando um compromisso com o crescimento sustentável e a qualidade de vida dos habitantes.

Entre os eixos de intervenção considerados prioritários para os próximos investimentos, destacam-se a Sustentabilidade Demográfica e a Coesão Social, a Educação e as Competências, a Inovação, Competitividade e Qualificação, o Ambiente, a Transição Energética e a Economia Circular, a Transição Digital e a Inteligência Territorial e, também, as Alterações Climáticas, a Prevenção de Riscos e a Proteção Civil, assim como a Cultura, os Recursos, o Turismo e a Atratividade do Território.

*Miguel Fernandes
Gabinete de Comunicação CIM Viseu Dão Lafões