quarta-feira, 18 de junho de 2025

Município de Proença-a-Nova convida à manifestação de interesse em espaços de incubação e coworking


O Município de Proença-a-Nova encontra-se a preparar uma candidatura ao programa CENTRO2030, com vista à criação do FOREST LAB & BUSINESS CENTER, um centro de incubação de empresas que pretende colmatar lacunas existentes na oferta de espaços físicos adequados à incubação e desenvolvimento de empresas.
Neste contexto, está a ser promovido um processo de manifestação de interesse, dirigido a empresas, empreendedores e entidades que tenham interesse na utilização futura de espaços de incubação empresarial ou coworking.
As entidades que desejarem manifestar o seu interesse podem fazê-lo até o dia 25/06/2025, enviando a minuta disponível no site do município para o endereço de correio eletrónico candidaturas@cm-proencanova.pt
A participação nesta auscultação não implica qualquer compromisso, mas é fundamental para aferir o potencial de procura e adequar a futura resposta às reais necessidades do tecido económico local e regional.
O projeto pretende responder às necessidades identificadas no território, nomeadamente a escassez de espaços ao acolhimento de novas iniciativas empresariais, bem como fomentar a criação de um ambiente propício à inovação, ao empreendedorismo e à valorização dos recursos endógenos.

*Gabriel Reis
Comunicação, Turismo e Eventos



RUA DR. FRANCISCO VIEIRA, EM SILVES, SOFRE CORTE DE TRÂNSITO NO DIA 23 DE JUNHO


O Município de Silves informa que a rua Dr. Francisco Vieira, em Silves, estará encerrada ao trânsito entre as 07h00 e as 16h00, no próximo dia 23 de junho, na sequência da necessidade de utilização de grua de grandes dimensões para substituição de alguns dos vidros da fachada sul do Museu Municipal de Arqueologia de Silves.
A autarquia pede a atenção dos automobilistas e residentes para esta situação e agradece a compreensão e colaboração de todos.

Município de Proença-a-Nova convida à manifestação de interesse em espaços de incubação e coworking


O Município de Proença-a-Nova encontra-se a preparar uma candidatura ao programa CENTRO2030, com vista à criação do FOREST LAB & BUSINESS CENTER, um centro de incubação de empresas que pretende colmatar lacunas existentes na oferta de espaços físicos adequados à incubação e desenvolvimento de empresas.
Neste contexto, está a ser promovido um processo de manifestação de interesse, dirigido a empresas, empreendedores e entidades que tenham interesse na utilização futura de espaços de incubação empresarial ou coworking.

As entidades que desejarem manifestar o seu interesse podem fazê-lo até o dia 25/06/2025, enviando a minuta disponível no site do município para o endereço de correio eletrónico candidaturas@cm-proencanova.pt

A participação nesta auscultação não implica qualquer compromisso, mas é fundamental para aferir o potencial de procura e adequar a futura resposta às reais necessidades do tecido económico local e regional.

O projeto pretende responder às necessidades identificadas no território, nomeadamente a escassez de espaços ao acolhimento de novas iniciativas empresariais, bem como fomentar a criação de um ambiente propício à inovação, ao empreendedorismo e à valorização dos recursos endógenos.

*Andreia Gonçalves
Unidade de Comunicação, Turismo e Eventos




Comunicado de Imprensa - Resposta da NERC ao Município de Coimbra

COIMBRA TEM ESPAÇOS PARA ATRAÇÃO DE EMPRESAS

A ERC – Associação Empresarial da Região de Coimbra não pode deixar de manifestar a sua profunda preocupação face à notícia recentemente publicada sobre o atraso no anúncio da instalação de duas novas multinacionais em Coimbra, alegadamente por falta de espaços disponíveis. Esta justificação é, no mínimo, inaceitável e carece de rigor.
 
Espaços existem. Falta é vontade política e capacidade de articulação. O vazio que hoje se sente nesta área resulta, em grande parte, da inoperância do vereador com o pelouro das empresas, cuja atuação tem sido marcada por conflitos com empresários e associações, em vez de uma postura proativa e agregadora. É inaceitável que se tente desviar o problema, escondendo a ausência de uma estratégia séria para a captação de investimento.
 
A cidade dispõe de espaços centrais, qualificados e vocacionados para a instalação de empresas. O que falta é uma política transparente e equitativa de promoção desses locais, e não a tentativa de beneficiar espaços ligados a interesses específicos. A promiscuidade entre decisões políticas e interesses particulares é inaceitável, disso o exemplo de não encaminhamento de investidores para espaços disponíveis no mercado em entidades reconhecidas na área de incubação e sediação de empresas, bem como o recente exemplo do ITAP.
 
Ao invés de se apostar em medidas objetivas para atrair investimento e criar emprego, assistimos à organização de eventos e iniciativas que, sendo mediáticos, servem mais para entreter do que para resolver os reais problemas do tecido empresarial local — muitas vezes recorrendo a fundos públicos.
 
É chegada a hora de exigir responsabilidades. Se o Município não está disposta a corrigir o rumo, então deve assumir que está a contribuir ativamente para que Coimbra continue a perder relevância no mapa empresarial nacional. A ausência de uma política aberta, séria e colaborativa com as entidades competentes é, neste momento, o maior obstáculo ao progresso.
 
A NERC exige:
Uma reavaliação imediata da atuação do vereador responsável pela área empresarial.
Transparência total na gestão da articulação dos espaços empresariais disponíveis.
A definição de uma estratégia clara e participada para a captação de investimento, em articulação com as entidades reconhecidas na área do empreendedorismo.
 
Coimbra merece mais. E a comunidade empresarial também.

 

CICLO DE TEATRO AO AR LIVRE PERCORRE AS FREGUESIAS DO CONCELHO DE SILVES NOS MESES DE JUNHO E JULHO


Começa no dia 27 de junho a 3ª edição do Ciclo de Teatro ao Ar Livre do Concelho de Silves que irá levar, às diferentes freguesias, os espetáculos repletos de humor, magia e música " O Grande Fiasco" e "Sopas de Pão".

A freguesia de Pêra é a anfitriã da primeira sessão do espetáculo de magia cómica "O Grande Fiasco" que terá lugar no dia 27 de junho, às 21h30, no espaço exterior do Polidesportivo de Pêra. No dia 28 de junho "O Grande Fiasco" promete levar a diversão à freguesia do Algoz, a partir das 21h30, no largo da Junta de Freguesia.
"O Grande Fiasco" irá surpreender o público com um espetáculo de magia cómica, música e clown. O mágico fracassado e o músico que só toca acordes maiores irão divertir o público com truques de magia e ilusionismos nem sempre bem sucedidos.

O espetáculo de comédia "Sopas de Pão", recupera a tradição do teatro de rua, do improviso e das habilidades das artes circenses, levando o humor e animação a toda a família.

A iniciativa promovida pelo Município de Silves, com entrada livre, transporta a arte do teatro, normalmente apresentada em palco, à população e visitantes em espaços não habituais ou convencionais, criando no público novas experiências e sensações em lugares que lhe são comuns, num registo performativo acessível e culturalmente atrativo que incentiva a valorização cultural, o entretenimento e a reflexão.

Conheça a programação completa do Ciclo de Teatro ao Ar Livre:

» Espetáculo “ O Grande Fiasco”
27 de junho em Pêra | Polidesportivo de Pêra (zona exterior) | 21h30
28 de junho em Algoz | Largo da Junta de Freguesia | 21h30
04 de julho em Silves | Zona exterior do Complexo das Piscinas Municipais de Silves | 21h30
05 de julho em São Bartolomeu de Messines | Jardim Municipal de S.B. Messines | 21h30

» Espetáculo “Sopas de Pão"
11 de julho em Tunes | | Lateral do edifício da Junta de Freguesia | 21h30
12 de julho em Alcantarilha | Parque das Feiras (junto ao Coreto) | 21h30
25 de julho em Armação de Pêra | Fortaleza | 22h00
26 de julho em São Marcos da Serra | Largo da Igreja | 21h30

CTE: 20 anos ao serviço da cultura e da comunidade


Hoje, dia 18 de junho, comemora-se os 20 anos desde da sua reabertura

Volvidos 20 anos e com gestão do Município de Estarreja, o Cine-Teatro de Estarreja tem apresentado uma programação cultural regular, onde tem sido possível consolidar relações de confiança com a comunidade, com o público, com os artistas e equipas técnicas, afirmando Estarreja no panorama cultural nacional. Tem sido especialmente uma chama acesa no território estarrejense representando e dando palco à pluralidade da diversidade cultural dos agentes culturais, educativos e criativos do concelho nas mais diversas expressões e manifestações culturais.

A reabertura da sala de espetáculos aconteceu a 18 de junho de 2005, e até hoje, a sua premissa passa por fazer sempre mais pela cultura, pelas artes, pelos agentes culturais e pelos públicos, com uma oferta cultural de qualidade capaz de promover o conhecimento, estimular a criatividade e a sensibilidade estética e preservar o património cultural e a memória e história locais.

A criação do LAC - Laboratório de Aprendizagem Criativa, incrementou um serviço educativo com nova dimensão, dinâmica e abrangência. Assente nos princípios da educação pela arte e da aprendizagem ao longo da vida, o LAC tem consolidado o sentimento de pertença através do envolvimento da comunidade, estimulando a sua criatividade e incentivando à preservação da memória e interpretação do território e do património.

Ao longo destes 20 anos, o CTE acolheu 4968 espetáculos e atividades presenciais, aos quais se somam 105 eventos online realizados em tempo de pandemia da COVID-19, nos períodos de confinamento. Reunindo, num só espaço mais de 525 mil espectadores assistiram a diversos eventos nas mais diversas áreas artísticas: teatro, música, dança, artes performativas e cinema.

Cine-Teatro de Estarreja integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses

Neste percurso, o CTE viu o seu trabalho reconhecido e foi um dos primeiros 50 equipamentos a obter a credenciação para integrar a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP), instrumento de apoio às artes e à cultura da Direção-Geral das Artes.

No seguimento desta aprovação, o CTE teve a oportunidade de concorrer, em 2022, ao apoio financeiro para a programação, um concurso também promovido pela DGArtes, e liderou a lista de 38 equipamentos culturais de todo o país, recebendo 400 mil euros para o quadriénio 2022/2025, correspondendo a 100 mil euros anuais.

A celebração é com o público

Esta quarta-feira, dia 18, às 21h30, o CTE desafia as famílias mais corajosas a dormir na sala de espetáculos da cidade e a descobrir os segredos do palco, numa noite inédita com uma visita performativa “Contraponto”, fruto de uma residência artística da companhia Radar 360º.

O teatro da cidade continuará em festa no dia 21, a partir das 21h30, e convida Jorge Palma e Júlio Resende para um concerto ímpar. Une-se o piano e a genialidade dos dois, e uma voz. Juntos, desconstroem e rearranjam assim as canções de Palma, que o público tão bem conhece, e visitam ainda repertório de outros, cujas influências lhes são comuns, num concerto quase lotado.

No domingo, dia 22, o CTE abre as cortinas para a estreia da adaptação da peça de teatro “O Lobisome”. E tudo começou em 1936 quando Egas Moniz decide escrever um texto teatral para entreter os seus cinco sobrinhos-netos. Quase 90 anos depois, a peça é agora interpretada por crianças que integram o TRAMA – Grupo de Teatro Infantil do Município de Estarreja, que já esgotou as duas sessões agendadas para as 11h e as 15h, e por isso há uma sessão extra agendada para as 18h.

*Gabinete de Comunicação, Relações Públicas e Protocolo

Universidade de Coimbra: Estudo avalia risco de exceder limites de segurança de metais tóxicos e iodo pelo consumo de macroalgas e halófitas em Portugal

 
Um grupo de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), em colaboração com a Universidade de Aveiro, realizou, em Portugal, o levantamento dos níveis de metais tóxicos e iodo em macroalgas e plantas naturalmente adaptadas a biótopos salinos, conhecidas como halófitas.
Atualmente, as macroalgas e halófitas são reconhecidas como alimentos funcionais, representando uma fonte de nutrientes essenciais e compostos bioativos. O aumento do consumo destes produtos e o facto de serem ainda pouco estudados justificaram esta avaliação a nível nacional.

Os resultados mostram que o arsénio e o iodo são os dois elementos químicos que limitam o consumo, em segurança, de macroalgas, principalmente de macroalgas castanhas, que são as que as pessoas mais consomem. Por outro lado, as halófitas parecem ser uma boa alternativa se cultivadas em locais não contaminados.
Importa destacar que a Agência Internacional de Investigação do Cancro (IARC), da Organização Mundial da Saúde, classifica o arsénio como cancerígeno para o ser humano (Grupo I). A mesma organização reconhece, ainda, que a ingestão excessiva de iodo pode causar disfunção da glândula tiroide. O nível dos elementos químicos estudados está em curso em vários países europeus, em cumprimento de uma recomendação da Agência Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA), de 2018, que visa garantir a segurança alimentar e promover o desenvolvimento sustentável e responsável do setor.

«Este trabalho teve como principais objetivos determinar em que medida a ingestão de cádmio, chumbo, mercúrio, arsénio e iodo presentes em macroalgas e halófitas excede os limites de segurança conhecidos. Para além disso, foi avaliado o potencial das várias espécies e dos locais de amostragem estudados como possíveis promotores da economia azul e da agricultura marinha em Portugal, considerando que a acumulação dos elementos químicos está relacionada com a localização geográfica em que as várias espécies crescem», elucida Elsa Teresa Rodrigues, investigadora do Centro de Ecologia Funcional (CFE) e do Departamento de Ciências da Vida da FCTUC.

Nesta investigação concluiu-se, ainda, que as zonas estuarinas não são apropriadas para desenvolver agricultura marinha, enquanto a costa rochosa portuguesa apresenta condições seguras para esse fim.

De acordo com a equipa de investigadores, a implementação da agricultura marinha, em Portugal, deve ser feita apenas em zonas restritas da costa, com qualidade ambiental comprovada. Os produtos alimentares comercializados devem apresentar elevada qualidade, ser vendidos a preços justos e garantir benefícios económicos e ambientais, nomeadamente pelo aproveitamento dos subprodutos para o desenvolvimento de outro tipo de indústrias.

«É fundamental a Comissão Europeia estabelecer limites máximos para arsénio e iodo em macroalgas destinadas ao consumo humano e a sua monitorização rigorosa deve ser assegurada pelas autoridades nacionais competentes», consideram os especialistas.

«Faz-se, ainda, o apelo à população para limitar o consumo de macroalgas castanhas, devido ao seu elevado teor de arsénio e iodo, dada a possibilidade de haver efeitos adversos para a saúde», concluem.

O artigo científico “Risks of exceeding health-based guidance values for toxic metals and metalloids through seaweed and halophyte consumption” está disponível aqui.


Sara Machado
Assessora de Imprensa
Universidade de Coimbra• Faculdade de Ciências e Tecnologia