segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Presidente da Associação dos Bombeiros de Mira faz agradecimento público

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Mira Online
AGRADECIMENTO
Fernando Almeida, Presidente da Direção da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Mira, vem por este meio dar conhecimento público e reconhecido agradecimento a todos os nossos conterrâneos e amigos, que se associaram na festa de angariação de fundos para os nossos bombeiros, que se realizou no passado dia 17 do corrente mês de Novembro, no salão do South River Portuguese Club, no Estado de New Jersey, aos quais deixo uma palavra de carinho e um humilde obrigado, em nome da Direção, Comando e do restante Corpo de Bombeiros, por tudo o que fizeram em prol desta causa que é de todos e para todos, bem como da forma como tão bem nos souberam receber, como de resto sempre tem sido seu apanágio.
Ao Presidente do Club, Pedro Oliveira, homem simples e humilde: É com muito orgulho e honra termos um Mirense à frente dos destinos desse grande Club e da equipa que o acompanhou, (pessoal de apoio à cozinha, pessoal de serviço às mesas, do bar, etc), pois também sem eles não seria possível a realização deste evento. Ao vice presidente, João Corticeiro e restantes Órgãos Sociais: A forma como se uniram em torno desta causa e objetivo, foi contagiante, pois apesar do cansaço, transbordava alegria, satisfação e prazer em ajudar. Foram fantásticos, enormes e de uma dimensão solidária que ultrapassou muito as nossas expectativas.
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Aos animadores da festa: Flor Santos, José Clemente (Zé Rascunho) e Pedro Botas, este radicado nos EUA e ao Nuno Calhau que colaborou com os meios técnicos e som.
Ao casal Ilda Casado e Carmindo Tavares que gentilmente e de forma gratuita cederam a sua casa, onde ficou alojada nesses quatro dias, a comitiva Mirense, como também já foi dado a conhecer, composta pelo Presidente da Câmara Municipal de Mira, Dr Raul de Almeida, Presidente da Direção da AHBVMira, Fernando Almeida e Comandante do Corpo de Bombeiros Voluntários de Mira, Nuno Pimenta.
Uma palavra de apreço e gratidão ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Mira por ter aceite o nosso convite e que desde a primeira hora em que o mesmo lhe foi endereçado, ter demonstrado todo o interesse, satisfação e disponibilidade para nos acompanhar nesta longínqua deslocação, tendo em conta o objectivo em causa.
Mais informo de forma oficial, agora que já foi efectuada a transferência para a conta da AHBVMira, que o valor final angariado no evento e disponibilizado, foi de 17.788,98 Euros.
A todos sem excepção o nosso “MUITO OBRIGADO”, muita saúde, felicidades e um grande bem-haja!!!
Aproveito ainda para desejar a todos e respectivas famílias, um santo e feliz Natal e que o ano de 2019 vos traga tudo de bom e o que mais desejarem.
24 de Novembro de 2018
O Presidente da Direção
Fernando Almeida

Associação Empresarial de Cantanhede pede criação de parque TIR e instalação de sinalética, na Zona Industrial

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A Zona Industrial de Cantanhede tem registado um crescimento significativo ao longo dos últimos anos. Este crescimento, por sua vez, e como seria expectável, tem levado a um aumento da circulação de veículos pesados, quer no seio do parque industrial, quer nos limites da cidade.
Com uma legislação bastante rigorosa a cumprir, os motoristas deste tipo de veículos, vêem-se obrigados a respeitar períodos de descanso obrigatório, por vezes de vários dias e dentro do próprio veículo.
Por este motivo, é frequente ver-se várias destas viaturas, algumas com reboques acoplados, estacionadas em diversos locais da cidade de Cantanhede, sem qualquer tipo de ordenamento, segurança ou condições mínimas de higiene para os profissionais que ali efetuam as suas pausas.
No sentido de dignificar o trabalho destes profissionais, bem como transmitir uma imagem ordenada da cidade a quem nela vive e visita, a AEC –Associação Empresarial de Cantanhede solicitou à Câmara Municipal de Cantanhede a criação de uma área de descanso para veículos pesados, vulgo parque TIR, na Zona Industrial de Cantanhede, com infraestruturas de apoio próprias, como bar, sanitários, balneários, entre outras.
Para além deste facto, e como já tivemos oportunidade de referir em reunião da Comissão de trânsito, relembrámos, ainda, o Município da necessidade de sinalética de acesso às Zonas Industriais.

O heroísmo católico e a decepção do mundo moderno

♦  Santiago Escobar
Cruzadas
Estamos testemunhando a extinção da chama do heroísmo que moldou profundamente a história da civilização ocidental, brilhando em momentos diferentes. Brilhou quando os católicos resistiram nas catacumbas aos sanguinários governantes romanos, ou quando monges das mais diferentes procedências, iluminados pela fé e o mandato apostólico, evangelizaram as hordas bárbaras que os ameaçavam com violência.

Também brilhou quando os destemidos cruzados, muitos deles pertencentes a ordens religiosas de cavalaria, como os Templários e a Ordem de Cristo, lutaram contra os infiéis muçulmanos em terras inóspitas e difíceis, a milhares de quilômetros de seus países, ou quando denodados missionários jesuítas evangelizaram os povos pagãos no Oriente. Brilhou mais recentemente quando fiéis mexicanos defenderam sua religião das perseguições iníquas dos comunistas que queriam destruir qualquer noção de piedade nas bravias terras mexicanas.
Todos esses exemplos citados acima nos mostram um alto senso de heroísmo. Católicos capazes de comprometer todas as suas forças e até, se necessário, dar suas próprias vidas por um interesse mais alto do que o deles próprios. Esses são os verdadeiros ideais! Foram esses tempos maravilhosos que a passagem arbitrária da modernidade está destruindo.
O homem contemporâneo, por causa de seu desejo egoísta de satisfação pessoal a qualquer preço, está perdendo cada dia mais o sentido da vida. É por isso que as estatísticas estão se tornando cada vez mais preocupantes, dado o aumento de pessoas com depressão (especialmente os jovens). Também preocupa o tédio da vida contemporânea, que resulta muitas vezes em frustração, porque as pessoas tentam ser o que não são, procuram comprar aquilo para o qual não têm o dinheiro necessário.
Podemos ver então, como numa regressão estatística, as relações das diversas variáveis: aumento da depressão, monotonia, falta de interesse por qualquer coisa que não seja o “eu” e, por outro lado, a variável progressiva da descristianização, que no fundo é a perda do amor à cruz.

Ilusão otimista

Cruzadas
A modernidade trouxe uma nova maneira de entender a política e a sociedade. Surgiu assim o estado de bem-estar social (Welfarestate), no qual os homens julgavam poder encontrar a felicidade total nesta terra pelos benefícios proporcionados pelo Estado, aumentando neles um espírito de segurança falsa. Mas — oh desapontamento! — as instituições estão se afundando, aniquilando-se. Vivemos hoje no maior caos institucional.

Um sintoma de tudo isto são os social-democratas na Alemanha, que recebem de mãos abertas legiões de muçulmanos ébrios por conquistar a Europa, enquanto rotulam esse suicídio de humanitarismo. Ou os profetas do ambientalismo que, apesar do descrédito científico, insistem em nos impor, até mesmo em encíclicas, um catastrofismo que leva as pessoas a uma psicose ambiental. O homem não é mais considerado como o rei da natureza, como Deus o criou, mas como o invasor que depredou o ecossistema. Temos, portanto, uma enxurrada sistemática de sofismas visando a desestabilizar dia a dia o homem contemporâneo.
Por isso, caro leitor, encorajo-o a fazer parte da luta ordeira e pacífica que o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira empreende diariamente em todo o Brasil, com vistas a manter acesa “a mecha que ainda fumega” (Mt 12, 20). Não apenas isso, mas, sobretudo, obter que o Divino Espírito Santo, a rogos de Maria Santíssima, faça com que dessa mecha brote um incêndio de amor e justiça incontenível que se estenda sobre toda a face da Terra e a renove completamente:“Emite Spíritum tuum et creabuntur, et renovabis fáciem terrae” — Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da Terra.
Fonte: ABIM

Museu do Vidro inaugura a exposição “Aromas em vidro

O Museu do Vidro inaugura a exposição “Aromas em vidro, frascos de perfume portugueses e internacionais – Coleção Afonso Oliveira”, no dia 8 de dezembro (sábado), pelas 17h00.

A exposição apresenta um conjunto de frascos de perfume, em vidro, portugueses e internacionais, que constituem a coleção de Afonso Oliveira, que conta com cerca de três mil exemplares. 

Através desta seleção de frascos de perfume, a exposição "Aromas em vidro" pretende dar a conhecer a evolução da perfumaria bem como dos modelos dos frascos para perfume, podendo ser apreciados frascos das fábricas internacionais Lalique e Baccarat, e ainda das fábricas portuguesas F.E.I.S (Fábrica-Escola Irmãos Stephens), Companhia Industrial Portuguesa/Ivima, Centro Vidreiro do Norte, Fábrica dasGaivotas, Atlantis, entre outras.

Em exposição encontram-se frascos das principais marcas portuguesas de perfumaria - Couraça, Claus & Schweder, Ach Brito, Argon, Nally e Confiança de Braga - bem como de perfumaria espanhola e da icónica marca francesa Guerlain.

A exposição “Aromas em vidro, frascos de perfume portugueses e internacionais – Coleção Afonso Oliveira” fica patente no Museu do Vidro até 16 de junho de 2019, de terça-feira a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

Pai Natal, luzes, música: o primeiro dia do Natalim está a chegar a Estarreja



No dia 1 de dezembro, às 18h00, o Natal vai espalhar-se cheio de luz e cor pelas ruas, pelas praças, pelos edifícios de Estarreja: a cidade inaugura as Iluminações de Natal, acende as luzes da gigante Árvore de Natal e o carrossel Parisiense começa a girar na Praça Francisco Barbosa.

Neste feriado há muito mais para vivenciar. Para as delícias dos mais pequenos, para às 18h30, está marcada a icónica chegada do Pai Natal, acompanhado pela parada de Natal das “Saias & Companhias”. Logo de seguida, o velho homem das barbas brancas e os seus ajudantes vão aguardar pelas crianças na Casa do Pai Natal para ouvir todos os seus pedidos.

A Oficina da Fantasia também abre portas, às 18h30, com inúmeras atividades que vão desde as pinturas faciais, aos espetáculos de música e teatro, à modelagem de balões, aos contos de natal e à criação da carta para o Pai Natal, que podem colocar no marco do correio do Natalim.

Mas o programa para este dia especial não fica por aqui e começa bem mais cedo. Às 16h00, o Centro Recreativo de Estarreja inaugura uma Exposição Solidária e, uma hora mais tarde, o Município dá a conhecer a Exposição “Cartazes Antigos de Campanhas de Natal dos CTT”, patente no átrio do edifício dos Paços do Concelho.

No primeiro dia do Natalim - um Mundo de Sonhos que não tem fim!, o público pode também assistir à atuação do Harlem Gospel Choir, talvez o mais famoso grupo de gospel da atualidade, às 21h30, no Cine-Teatro de Estarreja. Reúna a família e amigos em torno de algumas das mais celebradas canções do mundo.

O Mercado de Artes e Ofícios também abre portas neste dia, pelas 17h00, na Praça Francisco Barbosa. Venha explorar os produtos da região e, este natal surpreenda todos com presentes originais. À mesma hora e no mesmo sítio inauguramos o (En)Canto dos Sabores - Street Food. Quem disse que a comida de rua só sabe bem no verão? Natal também é sinónimo de doces e comida. Todos são convidados a sentarem-se à mesa com a família estarrejense para provarem as irresistíveis iguarias e a beberem uma bebida bem quentinha.

Consulte o programa completo dos 37 dias do Natalim - um Mundo de Sonhos que não tem fim! que promete muita animação, música, oficinas, exposições, animação de rua e divertimentos. A pensar na sua família e nos grupos escolares alargamos os horários para se deixar contagiar e não perder nada do Natalim.

Um mundo mágico para visitar de 1 de dezembro a 6 de janeiro. A entrada é livre.

Campos de Trabalho Internacionais (CTI) Candidaturas para entidades



De 1 a 31 de dezembro de 2018 todas as organizações juvenis podem apresentar as suas propostas para Campos de Trabalho Internacionais (CTI), para realização de atividades de 1 de julho a 30 de setembro de 2019.
Trata-se de um programa de intercâmbio, através do qual são apoiados projetos que visem proporcionar aos jovens, de diferentes países, espaços de aprendizagem intercultural através de atividades em prol das comunidades locais.


Áreas para apresentação de candidaturas:
  • arqueologia,
  • sócio-comunitária,
  • restauro e valorização do património histórico-cultural e
  • ambiente.
Áreas prioritárias
Proteger e Preservar o Património Cultural
O IPDJ garantirá às propostas selecionadas para 2019 um apoio de cerca 21,50 € por dia e por participante.
Prazo
As candidaturas podem ser apresentadas até
31 de dezembro de 2018 exclusivamente na plataforma dos programas do IPDJ, sendo necessário efetuar inicialmente o registo de entidade em:


Particularmente na Zona Centro todos os interessados poderão solicitar mais informações nas Lojas Ponto JA do IPDJ de Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria e Viseu, ou consultar o Portal da Juventude em: www.juventude.gov.pt.

Confederação do Turismo compreende apelo para salário mínimo acima de 600 euros mas adverte para perigos

O presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) diz compreender o apelo para se fixar o salário mínimo no setor acima dos 600 euros, mas lembra que há regiões mais "causticadas" onde isso pode fazer a diferença.
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Na semana passada, a UGT desafiou a CTP a fixar o salário mínimo acima dos 600 euros e a aproveitar o crescimento do setor para reduzir a precariedade laboral.
Questionado pela Lusa sobre este apelo, Francisco Calheiros afirmou que a CTP "aplaude e saúda, quer as empresas, quer as associações, que promovem contratação coletiva em que o salário mínimo é superior a 600 euros", mas adverte que "é preciso ter sempre cuidado com determinadas regiões do país mais desertificadas e causticadas como, por exemplo, a região Centro, onde isso pode fazer diferença".
"É todo este equilíbrio que se tem que fazer", sublinhou, referindo, no entanto, que se estivesse no lugar da UGT "faria exatamente o mesmo".
Na semana passada, o secretário-geral da UGT, Carlos Silva, disse à agência Lusa, no final de uma reunião com a CTP, que fez este desafio, de irem "além dos 600 euros para o salário mínimo" e que o presidente da confederação "admitiu analisar a hipótese desde que o Governo lhes desse um sinal, uma contrapartida".
Instado pela Lusa a mencionar que contrapartidas são essas, Francisco Calheiros disse: "Não gosto de ver as coisas em termos de contrapartidas, gosto de ver em termos de um programa que está em cima da mesa. Estamos à espera da discussão. Temos para a semana já uma reunião onde esperamos que venha a haver desenvolvimentos".
O responsável lembrou ainda que "esta discussão está agora a ter início em sede de Concertação Social e é lá que a CTP discute estas coisas".
"Estamos a envolver-nos nessa questão, estamos em novembro. No ano passado, as discussões foram até fevereiro e não nos podemos esquecer de uma coisa: o salário mínimo faz parte de uma coisa muito maior chamada Acordo de Concertação Social, no qual estão uma série de situações que esperamos que o Governo venha a apresentar novidades", explicou.
"Estou-me a lembrar, por exemplo, de uma coisa que a CTP muito chateia, que é o FCT [Fundo de Compensação do Trabalho], que era para ser visitada em 2018 e que ainda não foi -- embora o ano ainda não tenha acabado --, mais uma série de coisas que queríamos ver abordadas e esta é uma das que faz parte delas", exemplificou.
Na reunião que tiveram, Carlos Silva disse também que, tendo em conta o elevado crescimento verificado no setor do Turismo, aproveitou o encontro para desafiar ainda a confederação a "combater a elevada precariedade", transformando os contratos a prazo em contratospermanentes.
Também aqui a CTP fez depender a sua posição de eventuais contrapartidas para o setor, disse o líder da UGT.
"Se o Governo não reduzir o IRC, a CTP pretende então que não sejam aumentadas as tributações autónomas e nós concordamos que o Governo devia tirar esta proposta do Orçamento do Estado, para reduzir a carga fiscal das empresas, e vamos dar conta disso aos partidos representados na Assembleia da República", disse Carlos Silva à Lusa, na altura.
No encontro, as duas confederações abordaram também a sustentabilidade da Segurança Social e concordaram que está na altura de abolir o fator de sustentabilidade que penaliza as reformas antecipadas.
"Como existe uma grande confusão em relação a esta matéria vamos pedir ao ministro do Trabalho que esclareça devidamente a questão na próxima reunião de Concertação Social", afirmou o líder da UGT.
Lusa