terça-feira, 14 de junho de 2022

Dia Mundial do Dador de Sangue 2022. Mensagem da Dr.ª Matshidiso Moeti, Directora Regional da OMS para a África

 14 Junho 2022 - Mensagem da Dr.ª Matshidiso Moeti, Directora Regional da OMS para a África

Todos os anos, no dia 14 de Junho, a comunidade mundial celebra o Dia Mundial do Dador de Sangue, dando destaque aos dadores voluntários de sangue não remunerados cujo acto de solidariedade permite salvar inúmeras vidas em todo o mundo. Uma vez mais, a OMS na Região Africana juntou-se ao apelo lançado para que mais pessoas se tornem dadores regulares de sangue.
O tema retido para este ano, Doar sangue é um acto de solidariedade. Junte-se aos esforços e salve vidas, realça o papel crucial das dádivas voluntárias de sangue para salvar vidas e reforçar a solidariedade das comunidades e a coesão social. Doar apenas uma unidade de sangue pode salvar a vida de até três pacientes.
Em comparação com outras regiões do mundo, a Região Africana regista um número desproporcionado de afecções que requerem dádivas de sangue, uma situação que afecta anualmente sete milhões de doentes. Estas incluem hemorragias associadas à gravidez e ao parto, casos graves de anemia devido ao paludismo e à mal-nutrição, doenças da medula óssea, hemopatias hereditárias, traumatismos e acidentes, assim como catástrofes naturais e provocadas pelo homem. 
Embora a necessidade de sangue de dadores seja universal, o acesso para todos os que dele necessitam não o é. Na Região Africana, a procura ultrapassa regularmente a oferta, o que tem um impacto negativo no acesso atempado para todos os doentes que precisam de sangue seguro e de qualidade garantida para sobreviver.
Em consequência da pandemia de COVID-19, as dádivas voluntárias de sangue não remuneradas diminuíram significativamente. O Maláui, por exemplo, registou uma diminuição de 46% nas dádivas de sangue. 
Os países da Região Africana trabalharam com afinco para melhorar a frequência das dádivas de sangue e a situação parece estar a estabilizar-se. Em muitos países, os serviços de transfusão de sangue dirigiram-se aos doadores através de campanhas de sensibilização, garantindo o transporte de/para as suas casas, utilizando plataformas digitais e criando centros de atendimento telefónico.
A situação continua a ser desafiante e é exacerbada por diversos problemas, incluindo a escassez de pessoal e o financiamento limitado por parte dos governos e organizações parceiras para a educação, recrutamento e retenção eficazes de dadores de sangue.
A OMS na Região Africana presta apoio aos países a vários níveis, incluindo através da mobilização de recursos para a implementação de planos nacionais de transfusão de sangue, de campanhas de sensibilização para a integração da segurança do sangue nestes planos e do reforço do quadro jurídico e regulador sobre a segurança do sangue.
Por ocasião do Dia Mundial do Doador de Sangue, exorto os governos e os líderes políticos africanos a priorizarem a disponibilização de recursos humanos e financeiros adequados para garantir o futuro dos serviços nacionais de transfusão de sangue. Um serviço de transfusão de sangue que permita aos pacientes ter acesso a sangue e a produtos derivados do sangue seguros, em quantidades suficientes, é uma componente essencial de um sistema de saúde eficaz.
A procura de oportunidades de parcerias e colaborações com os meios de comunicação social, o sector privado e as organizações religiosas e não governamentais ajudará a aumentar o recrutamento e a retenção de dadores de sangue voluntários não remunerados. 
Gostaria de agradecer sinceramente aos dadores de sangue africanos pela sua contribuição altruísta para os sistemas nacionais de saúde. Trata-se de uma oferta de importância vital para os doentes que precisam de transfusão de sangue.
Gostaria também de saudar os esforços incansáveis do pessoal dos serviços de transfusão de sangue, que se mostra profundamente empenhado em manter reservas críticas de sangue, a acção dos profissionais de investigação e desenvolvimento que procuram novas tecnologias e utilizações para o sangue doado, assim como as equipas médicas que administram o sangue de forma racional para salvar vidas.
Doar sangue é um acto de solidariedade. Ao tornar-se um dador de sangue, irá ajudar a aliviar a pressão exercida sobre os sistemas de saúde que ainda se debatem com o fardo da pandemia de COVID-19.


Marta Temido anuncia “plano de contingência” para o verão e garante que “tudo fará” para evitar novos encerramentos das urgências

 A Ministra da Saúde deu uma conferência de imprensa tensa depois de passar o dia reunida com os sindicatos e a Ordem dos Médicos, na sequência do encerramento das urgências de Ginecologia e Obstetrícia em alguns hospitais na região de Lisboa. Lamentando que esta seja uma situação que se vai repetindo, Marta Temido anunciou um plano de contingência para o verão e adiantou um plano a médio prazo de apoio à medicina intensiva e que passa também por contratações de médicos.
Perante as várias situações de encerramento forçado das urgências de Ginecologia e Obstetrícia — assim como de Urgência Geral — em alguns hospitais na região de Lisboa, Marta Temido anunciou que o Governo vai avançar com um "plano de contingência para junho, julho, agosto e setembro".
Sem indicar medidas efetivas, a ministra disse que o plano vai incidir no "funcionamento mais antecipado, articulado e organizado das urgências em rede do SNS", no "acautelamento de questões remuneratórias associadas" e no "apoio às lideranças", referindo que tal operação vai ter em conta a "monitorização do que são os indicadores, como por exemplo, a saúde materna".
Apesar de ter sido anunciado que Temido faria uma declaração aos jornalistas sem direito a perguntas por ainda encontrar-se em reuniões com vários parceiros, a ministra viu-se forçada a responder a algumas questões numa curta mas tensa sessão no Ministério da Saúde.
"Sabemos que estes problemas e constrangimentos, não sendo de hoje, estão agora numa fase mais aguda, porque depois de dois anos de pandemia e do adiar de um conjunto de medidas que queríamos ter aplicado anteriormente, revelam-se com outra gravidade e magnitude", admitiu a ministra.
"Tudo faremos para que se voltem a evitar situações como as que vivemos nos últimos dias e em termos de perturbação daquilo que é a tranquilidade social sobre o funcionamento do SNS", continuou, apontando que em causa estão as "escalas de urgência externa de obstetrícia".
"Ao Governo, compete-lhe disponibilizar meios e definir políticas, aos organismos da administração compete-lhes administrar, às instituições compete-lhes gerir os recursos à sua disponibilidade", disse ainda, adiantando também que o Governo está disposto a avançar com um "plano a médio prazo".
Esta passa por "uma coordenação que funcione em devido tempo no apoio à medicina intensiva" e pela "contratação de todos os especialistas que aceitem ser contratados pelo SNS". O Governo, prosseguiu, vai também “olhar para a formação de recursos na área da ginecologia e obstetrícia”. “Nesta primeira época teremos formados só mais 28 especialistas”, referiu.
Marta Temido salientou que o Governo tentará contratar mais médicos e que esta semana será aberto um concurso de contratação de recém-especialistas,, apesar de admitir que "infelizmente" não há "médicos recém formados suficientes nesta área".
"As condições para trabalhar no SNS são difíceis e também sabemos isso", frisou, lembrando que "esta situação não é nova", já que "repete-se sistematicamente em determinadas alturas do ano"
Durante a manhã, Marta Temido esteve reunida com diretores clínicos de vários hospitais da região de Lisboa nas instalações da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), na Avenida Estados Unidos da América, em Lisboa.
Já durante a tarde, a ministra esteve sentada com a Ordem dos Médicos e os sindicatos, faltando falar com as administrações regionais de saúde está a decorrer no Ministério da Saúde, em Lisboa.
Na sexta-feira, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo alertou para constrangimentos no funcionamento dos serviços de obstetrícia e ginecologia, até hoje, em vários hospitais na região de Lisboa.
Nesse dia, foi noticiado o caso de uma grávida que perdeu o bebé alegadamente por falta de obstetras no hospital das Caldas da Rainha, o que levou o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Oeste a abrir um inquérito e a participar a situação participando à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS).
Questionado na altura pela agência Lusa sobre o caso, o Ministério da Saúde admitiu que houve “constrangimentos na escala de ginecologia obstetrícia, impossíveis de suprir” e que, por isso, a urgência do Centro Hospitalar do Oeste estava “desviada para outros pontos” da rede do Serviço Nacional de Saúde”.
“Tendo em vista o apuramento de toda e qualquer responsabilidade”, o ministério disse que instaurado um inquérito aos factos pela IGAS, adiantando que os resultados do inquérito serão tornados públicos.
A ARSLVT referiu hoje que, até ao final do dia de hoje, “haverá períodos em que alguns hospitais estarão a funcionar com limitações, ou seja, a desviar a sua urgência externa de Obstetrícia/Ginecologia para outras unidades da Região, que assegurarão a resposta do SNS [Serviço Nacional de Saúde]”.
Entre 10 e 12 de junho foram efetuados 192 partos nas 13 maternidades da região, adianta, apelando “à compreensão dos utentes” e lamentando, desde já, o constrangimento que, apesar de todos os meios disponibilizados, disse não ter sido possível ultrapassar.


Madremedia

Operação “Verão Seguro 2022” está a chegar

A Guarda Nacional Republicana inicia a “Operação Verão Seguro 2022”, a 15 de junho e esta continuará até 15 de setembro.
  • O reforço de patrulhamento, oe apoio e da fiscalização "a fim de garantir a segurança, a ordem e a tranquilidade públicas, com particular ênfase nas zonas de maior aglomerado de veraneantes e turistas, nos estabelecimentos de diversão noturna considerados mais críticos, nos principais eixos rodoviários e nos locais de festas, romarias e eventos de grande dimensão, bem como a garantia da proteção da natureza e do ambiente" será o objetivo primordial desta Operação.
  • A GNR irá empenhar várias valências de reforço, de forma flexível, em ações coordenadas de patrulhamento e de fiscalização, dando especial atenção:
  • Garantir a sua missão de vigilância na orla costeira, considerando também praias e locais junto à costa;
  • Intensificar as ações de apoio, regulação e fiscalização da circulação rodoviária, com particular ênfase para as vias de comunicação com maior sinistralidade e volume de tráfego mais intenso;
  • Intensificar o patrulhamento junto aos estabelecimentos de diversão noturna e de maior aglomerado de pessoas, bem como garantir a segurança de eventos, festas e romarias sazonais.
  • Para promover e facilitar o policiamento de proximidade no que se refere aos turistas e numa conjuntura de cooperação internacional, a Guarda irá realizar "diversas ações de patrulhamento misto e conjunto, em vários pontos do País, com a Guardia Civil, a Gendarmerie Nationale francesa e a Arma dei Carabinier italiana, contribuindo para o clima de segurança de quem visita Portugal. Para além do patrulhamento misto, irá garantir atendimento, acolhimento e encaminhamento diferenciado, para estes cidadãos em específico", informa a corporação em comunicado.
  • Os militares desenvolverão ainda ações "de informação e sensibilização, no âmbito do policiamento de proximidade, por forma a prevenir potenciais riscos e perigos, por forma a reforçar o sentimento de segurança durante a sua estadia."

 

Triste Comemoração do Dia Mundial do Dador de Sangue

Na qualidade de presidente da direcção da ADASCA – Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro, a caminho de completar 16 anos de existência, manifesto a minha mais profunda tristeza, e descrença no futuro que se vislumbra no mundo da dádiva de sangue.

Com o decorrer dos anos, as datas mais marcantes (Dia Nacional do Dador de Sangue e Dia Mundial do Dador de Sangue) que deviam servir, para unir as associações num salutar convívio com os dadores deixaram de ter a importância que já tiveram. Tudo acabou, e vai acabar com o pouco que resta, tendo em conta que os sinais são evidentes, o que me deixa profundamente preocupado, triste e desencantado. Sentimo-nos minimizados.

É o que País que temos e nele vivemos. O que está a acontecer no Serviço Nacional da Saúde (SNS) neste momento, com o encerramento de determinados serviços imprescindíveis à população, podemos comparar com o que se vive no mundo da dádiva de sangue. Não entendo como a comunicação social não lhe dá a devida cobertura? Quando a isso se disponibiliza, ouve sempre os mesmos (as federações), raramente ouve os dirigentes associativos, embora, diga-se em abono da verdade, há deles que estão feitos com os sistema.

Os apoios financeiros deixaram de ser assunto, mas, o IPST continua a colher sangue nas instalações das associações, como no caso da ADASCA que nem sequer dinheiro tem para pagar o telefone e combustível para as suas 2 viaturas...

A especialização em justificações para tudo o que corre mal, passou a ser matéria corrente. Assistimos a uma quebra de dadores nas nossas sessões nunca antes registada desde Março do ano em curso.

Por fim, expressamos a nossa solidariedade para com todos os dadores, que em tempo oportuno manifestaram a seu desagrado, pela forma vinham sendo atendidos/tratados em muitas brigadas por alguns faccionários do SCT de Coimbra, nos Centros de Saúde como ainda em alguns hospitais.

A esses tais, queremos dizer-lhes: regressem porque havendo falta de sangue, os primeiros a serem atingidos sãos os doentes, ainda que estes sejam nossos desconhecidos, não se pode colocar vidas humanas em risco. É fácil imputar aos dadores a indiferença aos apelos.

A partir do dia 20 do corrente mês (Junho) as viaturas da ADASCA vão ficar estacionadas no Parque de Estacionamento, e consequentemente, limitamo-nos a abrir o Posto Fixo dentro dos horários afixados para cumprir o calendário das sessões para as colheitas de sangue.

Todo o trabalho para a promoção vai parar.


Cumprimentos

Joaquim Carlos

Presidente da Direcção da ADASCA

964 470 432 + 234 095 331 C/ encaminhado gratuito

www.adasca.pt + Triste Comemoração do Dia Mundial do Dador de Sangue http://www.adasca.pt/node/1588

segunda-feira, 13 de junho de 2022

Jovem de 23 anos desaparecido no mar de Paredes da Vitória

Buscas serão retomadas ao início de terça-feira.
Um jovem de 23 anos está a ser procurado pelas autoridades marítimas depois de, na tarde desta segunda-feira, ter desaparecido no mar da praia de Paredes da Vitória, no concelho de Alcobaça, informou a Capitania do Porto da Nazaré.
O jovem encontrava-se na praia com um grupo de amigos, quando foi tomar banho e desapareceu no mar, cerca das 17:40”, disse o capitão do porto e comandante local da Polícia Marítima da Nazaré, José Zeferino Henriques.
O jovem, estudante, terá sido “apanhado num agueiro, tendo sido levado pelo mar”, acrescentou o comandante.
As buscas que estão a ser realizadas por terra, por mar e por ar vão ser suspensas durante a noite e deverão ser retomadas “aos primeiros alvores, cerca das 06:00 de terça-feira”, disse Zeferino Henriques
De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Leiria no local estiveram empenhados nas buscas 26 homens da Polícia Marítima e dos bombeiros de Pataias, apoiados por nove viaturas desta corporação, da Estação Salva-Vidas da Nazaré e do INEM, e um meio aéreo da Força Aérea Portuguesa.
A época balnear na praia de Paredes da Vitória, no concelho de Alcobaça, distrito de Leiria, só terá início no dia 18, encontrando-se atualmente sem nadadores-salvadores.

SIC Notícias/Lusa

Idosos de lar de Leiria encontram-se com o Papa

É já nesta quarta-feira que 12 idosos da Residência Sénior do Centro Paroquial dos Pousos, Leiria, são recebidos em audiência pelo Papa Francisco.

O convite do Vaticano surgiu na sequência de uma carta que um grupo mais alargado de idosos da instituição lhe tinha enviado em janeiro. Nessa carta, os séniores “faziam-se de convidados” para um encontro “em que houvesse chá ou vinho”, explicou a diretora técnica da Residência.
Para que tudo decorra bem, revelou Catarina Rodrigues, vão 13 cuidadores, entre funcionários e voluntários: “Cada cuidador vai dormir com o seu utente e ajudá-lo em tudo o que é a sua rotina diária, desde a higiene, alimentação, medicação, o vestir, o despir”, já que “alguns deles precisam de ajuda para todas essas atividades e nós vamos estar lá para os apoiar nisso”, afirmou em entrevista à Renascença.
Do ponto de vista médico, a principal preocupação é o calor, revela a enfermeira que os acompanha. Fátima Silva explicou que, dadas as temperaturas altas que se vão fazer sentir na altura “a desidratação é uma questão que nos idosos pode acontecer”, por isso “vão levar uma garrafinha de água, personalizada, chapéus e mochilas com tudo o que é necessário para usufruírem ao máximo desta jornada”.
Quanto ao resto, “não há qualquer limitação relativamente à alimentação”, pois “não há nenhum utente com patologia diabética”, portanto, “vão fazer a medicação normal”. Já quanto às emoções do encontro “é deixá-las fluir”. “Se houver alguma coisa, levamos um ‘sos’ para controlar as emoções”, disse com um sorriso nos lábios.
Entrevistados pela Renascença, os idosos envolvidos mostraram-se surpreendidos com o convite e muito satisfeitos.
Manuel Feijoeiro reconheceu que “nunca pensámos em ter este convite de ir a Roma ver o Papa”. A Francisco, tenciona pedir pelos filhos, pelos netos e bisnetos, pela saúde de todos e pela paz.
Já Mariana Stoca não se cansa de enumerar as virtudes de Francisco. Ainda retem na memória as imagens que viu de Francisco em Fátima. “Chegou-se à frente do altar, à frente de Nossa Senhora”, recorda com emoção. “Fiquei maravilhada, nunca esquecerei esse dia, e estou muito feliz e muito contente por ir visitá-lo”, declarou à Renascença.
Na bagagem, o grupo leva também algumas surpresas para oferecer ao Santo Padre, além de algumas garrafas de vinho. Um miminho em jeito de agradecimento que esperam que Francisco aceite.

 Teresa Paula Costa / RR

IFAB aprova “em definitivo” as cinco substituições por jogo no futebol

Decisão foi ratificada esta segunda-feira em Doha, no decorrer da Assembleia anual do órgão que regulamenta as leis do jogo.

A possibilidade de cinco substituições num jogo de futebol, em vez de apenas três, uma ideia introduzida durante a pandemia da Covid-19, foi esta segunda-feira "validada definitivamente" pelo IFAB.
A decisão foi ratificada esta segunda-feira em Doha, no decorrer da Assembleia anual do órgão que regulamenta as leis do jogo.
Nas conclusões da reunião, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, disse também que continua a ser "avaliado" um sistema de deteção semi-automático do fora de jogo, que o organismo gostaria de ver implementado no Mundial2022, entre 21 de novembro e 18 de dezembro.
Nos estádios, seriam colocadas 10 a 12 câmaras na parte superior do recinto, que serviriam para acompanhar os jogadores e ajudar os árbitros em dois aspetos do fora do jogo, o momento em que a bola é passada ou tocada, e a posição dos jogadores em relação à linha limite virtual.
Infantino adiantou que a avaliação tem sido "muito satisfatória", mas que serão os especialistas da FIFA a decidir se o sistema irá avançar ou não para o Mundial no Qatar, embora exista muita "confiança" de que isso aconteça.
Outras questões que saíram da reunião têm a ver com a decisão do IFAB em aumentar o número máximo de suplentes na folha de jogo, que passam de 12 a 15, mas com o critério final a pertencer aos organizadores das competições.
Já em relação às cinco substituições, em outubro de 2021 o órgão tinha deixado nas 'mãos' de cada competição a escolha em manter ou não as cinco alterações - que surgiram em contexto da Covid-19 -, o que não se verificou no caso da Liga inglesa.
Mais recentemente, já em março deste ano, a Premier League tinha avançado que iria permitir cinco substituições, mas a partir de 2022/23, uma situação que o IFAB torna esta segunda-feira permanente nas suas leis do jogo.

TSF