A Direcção Geral da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, que recentemente comemorou a passagem do seu 75º aniversário, numa gentileza do Municipio de Cantanhede, tem patente ao público, nos Claustros dos Paços do Concelho, na cidade de Cantanhede, de 20 de outubro a 15 de novembro de 2025, uma mostra fotográfica, intitulada “75 anos, 75 imagens”.
A mostra fotográfica composta por 11 painéis, para além das imagens mais significativas, do percurso associativo ao longo destes 75 anos de actividades desenvolvidas desde as décadas de 1950, recorda também uma das figuras mais importantes do seu historial e o grande responsável pela actividade ininterrupta da Associação sediada na cidade de Cantanhede, o associado nº 1 e campeão olímpico, José Santos.
Hoje, Pessoa Coletiva de Utilidade Pública, Instituição Particular de Solidariedade Social, a Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, integrado no programa das Comemorações do 75º Aniversário através da mostra “75 anos, 75 imagens”, pretende apresentar uma retrospetiva que célebre o seu percurso associativo, através de uma seleção de 75 imagens marcantes da suas actividades ao longo do tempo, sendo uma oportunidade para o público conhecer a evolução associativo desde a data da sua fundação.
A equipa sénior masculina da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, sob a orientação dos treinadores, Luís Amoroso Lopes e João André Costa, que tem vindo a treinar regularmente neste início de época desportiva, já iniciou a sua participação, no Campeonato Nacional da 2ª Divisão masculina, de Basquetebol, nomeadamente a disputar a 1ª fase, da zona norte F.
Para além da equipa da Sociedade Columbófila/Flatlantic, estão a competir neste Campeonato Nacional as equipas de sub 23 da Associação Académica de Coimbra, Olivais Futebol Clube, Sport Clube Conimbricense, Febres Sport Club, Núcleo de Desporto Amador de Pombal e União de Leiria.
Após a realização da primeira jornada, a equipa da Sociedade Columbófila que esta época irá identificar-se com a denominação COLUMBÓFILA/FLATLANTIC, regressará à competição no dia 1 de novembro, deslocando-se a Pombal para defrontar o NAD, pelas 21h00, recebendo no dia 7 em Cantanhede no mesmo horário a equipa do Febres Sport Clube, para cumprir um derby local, voltando à competição para disputar um jornada dupla, deslocando-se a 15 de novembro ao reduto da União de Leiria, pelas 17h00 e à cidade de Coimbra, ao Pavilhão da Palmeira, no dia seguinte, para defrontar o Sport Conimbricense pelas 14h30.
Para cumprir a 7ª jornada deste Campeonato Nacional a equipa da Columbófila/Flatlantic, no dia 19 de novembro, voltará a jogar em Cantanhede, recebendo a equipa da Académica Sub 23, pelas 21h30 e no dia 29 de novembro, recebe a equipa do Sport Conimbricense, pelas 21h00, iniciando dessa forma a 2ª volta do Campeonato Nacional.
No dia 3 de dezembro, desloca-se ao Pavilhão Engenheiro Augusto Correia na cidade de Coimbra para defrontar a equipa Sub 23 dos Olivais, recebendo no dia 19 de dezembro, pelas 21h00 o NAD, voltando à competição no dia 3 de janeiro, defrontando a equipa do Febres, em Cantanhede, na qualidade de visitante.
No dia 10 de janeiro, a Columbófila/Flatlantic, recebe a União de Leiria, pelas 21h00 e no dia 14 de janeiro para cumprir a última jornada desta 1ª Fase, desloca-se a Coimbra para defrontar no Pavilhão dos Pereiros, pelas 21h30 a equipa da Académica.
Poucos episódios da história portuguesa revelam de forma tão clara o lado sombrio do poder como o cativeiro de D. Afonso VI no Palácio de Sintra. O monarca, que nascera em 1643, reinou durante um período conturbado, marcado por intrigas políticas, desconfiança e disputas familiares. Filho de D. João IV, o primeiro rei da dinastia de Bragança, D. Afonso VI foi afastado do governo ainda em vida, acusado de incapacidade mental e de comportamento impróprio para o exercício da realeza.
Em 1667, o seu próprio irmão, o infante D. Pedro, tomou o controlo do Estado. Pouco depois, foi anulado o casamento de D. Afonso VI com D. Maria Francisca de Saboia, que se viria a casar com D. Pedro. O rei deposto foi então conduzido para Sintra, onde permaneceu encerrado durante quase nove anos, numa das salas do Palácio Nacional.
As condições do seu confinamento foram severas. A vigilância era constante, as comunicações com o exterior estavam limitadas e o antigo soberano viveu praticamente isolado do mundo. O palácio, construído para o lazer da corte, transformou-se num espaço de reclusão. O quarto onde ficou, situado numa das alas mais reservadas do edifício, é ainda hoje identificado pelos visitantes como o “quarto de D. Afonso VI”.
Durante o seu cativeiro, Portugal era governado por D. Pedro, que exercia as funções de príncipe regente e mais tarde assumiria o trono como D. Pedro II. A deposição de D. Afonso VI foi apresentada como uma medida de estabilidade política, mas também traduziu o conflito entre a autoridade formal do rei e o poder real exercido pelos que o rodeavam.
D. Afonso VI morreu em 1683, em Sintra, sem ter recuperado a liberdade nem o trono. O seu corpo foi trasladado para o Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa. O episódio marcou profundamente a história da monarquia portuguesa, revelando como o poder, mesmo nas suas formas mais legítimas, podia ser manipulado por interesses de família e de Estado.
Hoje, o quarto onde o rei viveu os últimos anos da sua vida continua a ser um dos espaços mais enigmáticos do Palácio Nacional de Sintra. As paredes guardam o silêncio de um rei que teve tudo e a quem tudo foi retirado. Talvez a sua história seja, afinal, uma lição sobre a natureza do poder e da condição humana: o trono é frágil, a glória é breve e a solidão é o último território onde todos, reis ou súbditos, acabam por se encontrar.
A CCDR NORTE, em parceria com a Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C) e a Agência para o Clima (ApC), promove uma sessão pública dedicada àapresentação e discussão do Plano Social para o Clima (PSC), no âmbito da sua consulta pública, no próximo dia 20 de outubro, pelas 14h, no Auditório da CCDR NORTE, no Porto.
O evento contará com a presença da Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e será organizado em painéis temáticos que abordarão as principais dimensões do Plano, constituindo uma oportunidade para conhecer as medidas propostas, participar no processo de consulta pública e contribuir para o seu aperfeiçoamento.
O PSC é um instrumento nacional que decorre do Fundo Social para o Clima (FSC) e incorpora os contributos recolhidos nas sessões anteriores realizadas em Lisboa, Faro, Funchal e Ponta Delgada. Desenvolvido no contexto da nova fase do Comércio Europeu de Licenças de Emissão (CELE 2), o Plano abrange as emissões de dióxido de carbono provenientes da queima de combustíveis em edifícios, transportes rodoviários e noutros setores.
Com o objetivo de promover uma transição justa, inclusiva e coesa rumo à neutralidade climática, o PSC propõe medidas de apoio a públicos-alvo vulneráveis, nas áreas da eficiência energética em edifícios e da mobilidade sustentável e acessível para todos.
A consulta pública decorre até 18 de novembro e os contributos podem ser submetidos através da plataforma participa.pt.
No livro Assim Nasce Uma Ideia, publicado na aclamada coleção Ciência Aberta da Gradiva, os organizadores Vítor Cardoso e Ana Carvalho convidam o leitor a uma viagem pelos bastidores da ciência, revelando o que a História, muitas vezes, omite: a génese, caótica e profundamente humana, das ideias que transformam o mundo. Com o contributo de um prefácio esclarecedor de Henrique Leitão, esta obra apresenta-se não como um manual, mas como um repositório de narrativas contadas na primeira pessoa por cientistas de renome, incluindo Prémios Nobel, mas também jovens doutorandos, sobre a centelha inicial das suas descobertas.
O grande maravilhamento do livro reside no seu poder de desmistificação. A ciência é frequentemente apresentada ao público como um processo linear e lógico, uma sucessão inevitável de hipóteses e provas. Cardoso e Carvalho, no entanto, expõem a verdade: o processo criativo é "desconcertante, exigente, meticuloso, provocador e, frequentemente, emocionante," como bem descreve a editora. O leitor apercebe-se de que a ideia seminal surge raramente como um momento eureka completo e acabado. Em vez disso, é uma intuição vaga nascida de um erro, uma conversa informal, uma observação periférica ou, até, de um período de frustração absoluta.
A diversidade dos testemunhos (provenientes de um arquivo online com mais de dez anos, o "The Birth of an Idea") é crucial. Ao ler as histórias de vida e as confissões de alguns dos cérebros mais brilhantes da física (e áreas afins), percebemos que o sucesso científico não advém apenas do génio inato, mas da capacidade de persistência e de reconhecer o potencial numa pista inesperada. O livro reforça a ideia, sublinhada no prefácio de Henrique Leitão, de que a pulsão para criar, para "dar forma a um algo, ordenado, cristalizado", em oposição à entropia do universo, é uma característica definidora da nossa espécie.
Para o leitor não-especializado, Assim Nasce Uma Ideia é uma obra particularmente valiosa. A linguagem acessível, apesar da profundidade dos temas, aliada à estrutura de curtas narrativas, torna a leitura envolvente e inspiradora. Não se trata apenas de saber o que foi descoberto, mas como a mente humana chegou lá. É um exercício fascinante sobre a psicologia da criatividade e uma homenagem à coragem de arriscar no desconhecido.
Em suma, este é um livro obrigatório na estante de qualquer curioso que anseie por compreender o motor por detrás do progresso científico. O livro celebra a figura do cientista como explorador, movido por uma curiosidade inesgotável e pela certeza de que, apesar dos obstáculos, "havemos de saber!". Um trabalho editorial de grande mérito que humaniza a ciência e inspira a criação.
Evento é o único do país a integrar o prestigiado circuito UTMB World Series e projeta internacionalmente as serras da Estrela, Açor e Lousã como palco privilegiado para o trail running e o turismo sustentável.
O Centro de Portugal vai posicionar-se entre os destinos de referência mundial para o turismo ativo, sustentável e de natureza entre 1 e 3 de maio de 2026, dias em que a região recebe o “OH MEU DEUS – Ultra Trail Centro Portugal by UTMB®”. Esta é a única competição em Portugal a integrar o restrito calendário de provas da UTMB (Ultra-Trail du Mont-Blanc) World Series.
Tendo como base a cidade de Seia e com percursos de 20 km, 50 km, 100 km e 100 milhas, a prova atravessa alguns dos mais impressionantes cenários da região: o Parque Natural da Serra da Estrela, as Serras do Açor e da Lousã, e as redes das Aldeias do Xisto, Aldeias de Montanha e Aldeias Históricas de Portugal.
O percurso levará os atletas a descobrir paisagens icónicas da região – vales glaciares, a Lagoa Comprida e a imponente Torre, o ponto mais alto de Portugal continental – assim como comunidades serranas moldadas por pastores, artesãos e agricultores que há séculos dão vida a estas montanhas.
Um símbolo da resiliência da região
A prova é também um símbolo de resiliência e regeneração para as comunidades da Serra da Estrela, que continuam a recuperar dos incêndios que marcaram profundamente o território. Através do desporto e do turismo sustentável, a prova contribui para revitalizar a economia local, fortalecer o orgulho das populações e valorizar o património natural e humano da região.
Rui Ventura, presidente da Turismo Centro de Portugal, entidade parceira do evento, sublinha que “a integração do ‘OH MEU DEUS’ no circuito UTMB World Series é um passo muito importante para a afirmação internacional do Centro de Portugal enquanto destino para os adeptos do turismo ativo, que são cada vez mais em todo o mundo. É uma oportunidade extraordinária para mostrar ao mundo a beleza e a diversidade das nossas serras e aldeias e a hospitalidade das nossas gentes".
"O desporto é um poderoso motor de coesão territorial e de valorização dos territórios de baixa densidade, e este evento é um exemplo inspirador de como o turismo pode ser sustentável, inclusivo e transformador. É também uma celebração da força e da resiliência das nossas gentes, que transformam as adversidades em novas oportunidades”, acrescenta.
A UTMB® World Series é o mais prestigiado circuito mundial de trail running, que reúne as provas de referência do planeta. A entrada do “OH MEU DEUS – Ultra Trail Centro Portugal” neste calendário internacional confirma a maturidade do evento e o impacto crescente da região nas modalidades ao ar livre, em linha com a aposta da Turismo Centro de Portugal na promoção de um destino saudável, ativo e em contacto com a natureza.
“A inclusão do Oh Meu Deus no circuito UTMB World Series é uma grande conquista para a região e tem um impacto direto na visibilidade e revitalização das aldeias da Serra da Estrela. Este evento não só atrai milhares de atletas e seus acompanhantes, promovendo um turismo de natureza sustentável e de qualidade, como também reforça o orgulho e a identidade das comunidades locais, valorizando o seu património natural e cultural”, considera Pedro Pontes, diretor de Estratégia, Planeamento e Promoção da Turismo Centro de Portugal.
“Este é o resultado de um trabalho coletivo e apaixonado da nossa equipa, que ao longo dos anos consolidou o ‘Oh Meu Deus’ como um evento de referência nacional. Esta nova etapa representa não só o reconhecimento internacional, mas também o reforço de uma trajetória de crescimento que sempre teve como prioridade o impacto positivo nas comunidades e no território”, destaca Paulo Garcia, diretor da corrida.
Fortalecimento da economia local
A organização do evento conta com o envolvimento de associações e parceiros locais, como a Lousitânea, Picos do Açor e o Lousã Mountain Club, que promovem práticas responsáveis e a conservação da natureza. Esta colaboração assegura que a prova tenha um legado positivo e duradouro, contribuindo para a manutenção e valorização dos trilhos da região, bem como para o fortalecimento da economia local através do envolvimento de produtores, artesãos e pequenos alojamentos.
“Estamos entusiasmados por trazer a experiência da UTMB World Series para mais perto da comunidade portuguesa pela primeira vez. Com o OH MEU DEUS by UTMB, o nosso objetivo é construir uma parceria duradoura, com base no legado de um evento que já deixou a sua marca no desporto com uma missão clara: apoiar as comunidades locais e as suas terras. Estamos ansiosos pela edição de 2026!”, diz por sua vez Florian Lamblin, diretor executivo internacional da UTMB.
Com mais de 20 mil corredores portugueses detentores de um Índice UTMB®, Portugal é hoje uma das comunidades de trail running mais dinâmicas da Europa. A edição de 2026 permitirá aos atletas nacionais conquistar Running Stones e qualificar-se para as finais da UTMB World Series em solo português, enquanto os corredores internacionais vão poder descobrir um dos territórios mais inspiradores do continente.
A prova reforçará ainda o compromisso com a inclusão e a diversidade, incentivando a participação de atletas femininas, estreantes e adaptados, num espírito de partilha e superação que reflete a verdadeira essência do trail running.
As inscrições abrem a 4 de novembro de 2025.
Sobre a Turismo Centro de Portugal:
A Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.
*Cátia Aldeagas
Diretora do Núcleo de Comunicação, Imagem e Relações Públicas
O Festival Internacional de Acordeão de Torres Vedras – Acordeões do Mundo, evento de referência na respetiva área do espectro musical, vai ter a sua 22.ª edição entre os próximos dias 24 de outubro e 11 de novembro.
A edição deste ano desse festival volta a assentar nos dois pilares que têm caracterizado a estrutura do mesmo: os concertos no Teatro-Cine de Torres Vedras e as “merendas do acordeão”, que se realizam em locais de todas as freguesias do concelho de Torres Vedras.
O primeiro concerto da edição de 2025 do Acordeões do Mundo trará a Torres Vedras no dia 1 de novembro, pelas 21h30, Caamaño & Ameixeiras, um dos grandes expoentes internacionais da nova música tradicional galega. Um duo que tem vindo a resignificar a música e a dança de raiz com sonoridades mais contemporâneas, destacando-se pelo seu tratamento íntimo e profundo da tradição popular galega.
No dia 7 de novembro, também pelas 21h30, será a vez de subir ao palco do Teatro-Cine de Torres Vedras o acordeonista gaúcho Roger Corrêa, o qual apresentará um concerto baseado no seu segundo álbum - Latino Ibérico -, no qual desenvolve sotaques próprios em estilos ligados tanto à música do sul do Brasil como à música de países vizinhos deste (como milonga, chamamé, chacarera, candombe, tango, salsa e choro), a partir da experimentação com a linguagem universal do jazz. Reconhecido por sua habilidade virtuosa e expressiva em diversos estilos musicais, Roger Corrêa aprofunda no seu mais recente trabalho o destaque para a produção autoral, os fundamentos do improviso e a inovação na pesquisa de novos estilos e fusões de géneros.
No dia seguinte, igualmente pelas 21h30, será a vez do Festival Internacional de Acordeão de Torres Vedras acolher um concerto de um seu velho conhecido – o grupo Danças Ocultas, um dos representantes mais inovadores e mais emocionantes da música contemporânea portuguesa, que tem vindo a progredir no universo da world music internacional com um conceito aparentemente muito simples: calmo, lírico, íntimo, entre o tradicional e o contemporâneo, com apenas quatro acordeões diatónicos.
O último dos quatro concertos da edição deste ano do Acordeões do Mundo acontecerá no dia 9 de novembro, pelas 19h00, proporcionando, pelo segundo ano consecutivo, a acordeonistas tradicionais que participam nas “merendas do acordeão” apresentarem-se na principal sala de espetáculos de Torres Vedras, recriando a alegria e a partilha vividas nas mesmas. No concerto Da Merenda para o Teatro atuarão: Emanuel Soares, Mara Santos, Mário Paulo, Rita Nunes, Rodrigo Maurício, Ruben Alves, Ruben Crispim, Sofia Henriques, Teresa Monteiro, Tiago Inácio, Tiago Pirralho, Tino Costa, Vítor Apolo e Vítor Pastor.
Relativamente às “merendas do acordeão”, é de referir que as mesmas continuarão a ter como “epicentro” a cidade de Torres Vedras, estendendo-se a vários outros pontos do concelho de Torres Vedras. Realizar-se-ão diariamente, à hora do lanche, em espaços de convivialidade (como cafés, restaurantes e associações), com um programa que contempla a audição de tocadores tradicionais e a prova de vinhos DOC e doces tradicionais.
Mais informações sobre o 22.º Festival Internacional de Acordeão de Torres Vedras – Acordeões do Mundo podem ser consultadas nosite da Câmara Municipal de Torres Vedras.
O evento é uma organização desta entidade, integrando-se no programa das Festas de Torres Vedras.