terça-feira, 15 de dezembro de 2015

A MINHA PRIMEIRA DÁDIVA


Durante toda a minha vida, tive medo de agulhas, nem para análises conseguia tirar sangue. Mas depois ouvi falar da Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro (ADASCA), do qual a minha mãe faz parte e fui-me informar e disseram-me que já podia dar sangue. Mas, claro, ainda tive de ponderar, sobre o meu medo de agulhas e a minha possível ajuda.

Ainda demorei algum tempo para me habituar á ideia de ser uma possível dadora de sangue. No dia 8 de Janeiro de 2011, fui com a minha mãe para ver qual era o procedimento e quando dei por mim já estava a dar sangue e devo dizer que o meu medo desapareceu, pois pensei que a minha ajuda valia/vale mais do que um simples medo de agulhas.

Aproveito para dizer que também fiz o rastreio de medula óssea. Adorei a experiência e vou continuar a adorar, porque na minha cabeça estão aquelas pessoas que precisam de ajuda e eu sei que o meu sangue, algum dia virá a ajudar uma ou mais dessas pessoas.

Por isso fica aqui uma pequena chamada de atenção, UM DIA PODE SER UM DE VOCÊS, e eu não estou só a falar de uma criança ou de um idoso, mas sim de todos os seres humanos, porque não são só estas pessoas que necessitam de sangue mas sim todos nós.

Não hesite em dar sangue, se pode, dê, ao dar está a ajudar um familiar ou até um simples desconhecido, mas pense está a ajudar um ser humano.

Por Diana Monteiro
Sócia da ADASCA nº. 2213


A FÉ CONFORME S. PAULO


"São Paulo definiu a fé como «uma demonstração das coisas que não vemos». E, com efeito, a fé abre-nos o acesso a um mundo desconhecido, infinitamente vasto, no qual começamos a respirar, a alimentar-nos, a reforçar-nos. Pouco a pouco, tomamos conhecimento de domínios que até ali nos eram desconhecidos e, então, nós sabemos.

É por isso que não se deve opor fé e saber, eles funcionam em conjunto: a fé abre o caminho para novos conhecimentos. Pode-se dizer que a fé é o infinito e, neste infinito, o saber ocupa um pequeno território. É a fé que sonda o infinito, que o explora, que nos liga a ele, que nos faz penetrar nele sempre mais para diante. Assim, o nosso conhecimento do mundo divino cresce, aumenta, graças à nossa fé.

A fé precede sempre o saber, é ela que nos permite avançar. Para se saber, primeiro é preciso crer; mas, quando nós sabemos, já não necessitamos de crer, a fé transporta-nos para um novo espaço de investigação. E é assim que, pouco a pouco, a fé nos conduz ao conhecimento perfeito."

Autor desconhecido


FRENTE CONTRA A CORRUPÇÃO


A informação é um bem social imprescindível – foi por falta dela que os Estados Unidos sofreram o 11 de Setembro, o maior atentado terrorista da história. O Estado democrático e o dever de ofício levam o jornalista e o promotor à condição de predadores dos agentes públicos infiéis – um fuça e o outro jurisdiciona – com a diferença de que o salário do promotor é pago pelos contribuintes, que não visam ao lucro. Já o jornalista presta serviço para empresários que só pensam em dinheiro. O promotor desonesto pode perder o emprego para sempre, mas se o repórter pegar um jabá, por exemplo, corre o risco de ficar desempregado temporariamente porque essa é uma prerrogativa do veículo onde trabalha. Ou seja, no caso do jornalista, a relação patrão-empregado não passa pelo crivo da moralidade.

É por essas e outras razões que defendo, ardentemente, a autorregulação da profissão de jornalista, seja através de um conselho ou ordem, para o autocontrole da conduta ética e profissional da categoria, através de instrumentos que vão além de meros preceitos éticos. É humilhante uma classe de intelectuais como a nossa, responsável por tão nobre missão, não ter competência para se organizar na forma de uma instituição como a dos advogados ou médicos, por exemplo, que possuem instrumentos próprios para o controle dos registos profissionais. Não admito que o controle de registo profissional do jornalista continue sendo feito pelo Ministério do Trabalho e Emprego, se temos plenas condições de ter o seu domínio de forma mais eficiente e competente.


Lavando a roupa suja, temos que considerar que boa parte dos jornalistas peca por falta de qualificação ou de carácter – ou dos dois juntos. A falta de carácter não tem cura (e nem ensinamentos, como pensava Sócrates), mas qualificar é possível. Por isso sugiro à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e demais entidades representativas da classe que realizem um encontro nacional da categoria para consciencializá-la sobre o seu real papel na fiscalização dos agentes públicos e orientá-la sobre meios e métodos de actuação – os critérios de conduta ética e a importância da imprensa como guardiã do património público. O mote do encontro seria o verdadeiro papel da imprensa diante do aumento da corrupção no país. Como convidados, teríamos a participação de representantes do Ministério Público, do Poder Judiciário, da Polícia, do Tribunal de Contas e do Poder Legislativo e Executivo.

Venda de espaço
 Moral da história, o que estava ruim, piorou ainda mais. Até porque existem os jornais pontuais, que surgem em época de eleição para dar apoio a este ou aquele candidato. São panfletos que não deveriam ter nenhum crédito, mas são formadores de opinião – e o pior: por traz de cada um desses jornais tem sempre um jornalista fazendo bico para sobreviver.

Sei que a forma com a qual a imprensa nanica fiscaliza os agentes públicos no interior é altamente favorável à corrupção porque a maioria destes veículos depende de verbas públicas para sobreviver. Vende espaço e opinião em troca de favores. Esta relação incestuosa anula a imprensa e faz do jornalista um contribuinte passivo da corrupção. Ora, é compreensível que o dono de um jornal do interior dependa de verbas públicas para custear o seu veículo, mas ele não pode se anular por completo. Tem, no mínimo, que cumprir a sua obrigação de informar o público sobre todos os fatos políticos que ocorrem na cidade porque é função do jornalismo nos regimes democráticos fiscalizar os poderes públicos e privados e assegurar a transparência das relações políticas, económicas e sociais.

O jornalismo declaratório
Por conta disso, a imprensa e a mídia são, às vezes, cognominadas de o Quarto Poder, aquele que é responsável pela fiscalização dos poderes constituídos – Executivo, Legislativo e Judiciário. Assim sendo, é obrigação do jornalista fazer a cobertura sistematicamente do Poder Legislativo, comparecendo a todas as reuniões ordinárias e extraordinárias para levar ao público o que rola nos seus bastidores e com isso fiscalizar o Poder Executivo, que sem o Legislativo não faz nada. É preciso, ainda, ter profundo conhecimento do seu Regimento Interno e da Lei Orgânica do Município.

Recomenda-se que o material obtido nos debates públicos vá para o mix de reportagem, onde deve ser publicado com isenção, ficando as impressões jornalísticas para a secção de opinião. Com isso, o jornal cumpre o seu papel pela concisão do fato relatado. Este tipo de trabalho sério normalmente é reconhecido pelas autoridades, até porque o bom jornalista é aquele que se impõe pelo respeito e a seriedade de seu trabalho. O segredo é se informar bem para informar melhor ainda.

Vale lembrar que as coberturas dos poderes legislativos são exauridas ao final das reuniões porque este é um poder representativo de todos os interesses políticos e colectivos. Dentro desta Casa estão os representantes do povo, dos partidos políticos, do prefeito e de todos os demais segmentos da sociedade, de forma que se a fala de um vereador ou de um deputado ofender alguma autoridade, lá estará, com certeza, o representante legal deste para fazer a sua defesa. Se isso não ocorre, não é problema do repórter. Funciona assim. É o que chamamos de jornalismo declaratório – um fala e outro se defende, através de um debate democrático e salutar. O jornalista, neste caso, é mero mediador de factos.

Relação estritamente profissional
Outra atenção especial deve ser dada às licitações públicas que, por lei, são publicadas na imprensa oficial. O repórter precisa conhecer a lei que rege as licitações públicas, ler os editais e checar os aditivos, que não podem passar de 25% do valor da obra ou do serviço a ser prestado. É sabido que as principais irregularidades detectadas pelos Tribunais de Contas nas prestações de contas dos municípios estão nas licitações, movimentação de pessoal e no sector de compras, procedimentos esses que não passam pelo Legislativo. Portanto, é necessário ao repórter ficar atento a tudo isso porque o tamanho do dinheiro público que vai para o ralo depende do tamanho da omissão jornalística. Até porque, é sempre bom lembrar, o poder judiciário trabalha por provocação. Por isso é importante ao jornalista actuar em parceria com o Ministério Público, que tem poderes para, entre outras coisas, mover uma acção cível pública contra um prefeito ou vereadores por crime de improbidade administrativa.

A eficiência jornalística tem tudo a ver com a conduta pessoal do jornalista. Portanto, o ideal é que o repórter evite qualquer relação que venha mais tarde a criar constrangimentos para o livre exercício da profissão. O repórter não deve ter nenhuma relação de amizade com políticos e demais autoridades que fazem parte de seu contexto profissional. Evitar ao máximo possível as informalidades, não aceitar nada que venha a comprometer o seu trabalho, como favores ou agrados, e não fazer parte dos segredos profissionais e/ou particulares de agentes públicos que ostentam poderes porque isso compromete a relação profissional. Eu não vou a festa de político, não lhe peço favores, não os aceito e nem dou margem para que eles me tratem como amigo. A nossa relação tem que ser estritamente profissional, de respeito mútuo, para que possamos ser cépticos, críticos e independentes, como dever ser um bom jornalista.

Agindo desta forma qualificada e ética iremos, com certeza, contribuir muito para a redução da corrupção no país.

[José Cleves é jornalista, Belo Horizonte, MG]

NB: Artigo adaptado considerando o assunto em si, e o interesse público do mesmo. Os leitores o que têm para dizer sobre o assunto? Enviem-nos as vossas opiniões para e-mail: editorlitoralcentro@gmail.com

TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA

Onde posso doar sangue em Aveiro até final do ano de 2015?

A transplantação de medula óssea é uma das formas de tratamento da doença, representando, frequentemente, uma oportunidade de cura para os doentes com leucemia, bem como de outras doenças graves, que podem ser mortais. É o caso da aplasia medular (diminuição importante ou ausência na medula óssea das três linhas celulares que dão origem aos eritrócitos, leucócitos e plaquetas do sangue periférico) ou de algumas imunodeficiências primárias que se manifestam pouco tempo após o nascimento.

Para estas situações, muitas vezes a única esperança de vida é a transplantação de medula óssea com um dador idêntico, ou seja, em casos de compatibilidade tecidular entre dador e receptor. É fundamental transplantar o doente com uma medula óssea tão idêntica quanto possível no que respeita aos marcadores ou antigénios HLA (antigénios de leucócitos humanos).

No fundo, quando se fala em transplante de medula óssea, o que de facto se faz é uma reinfusão ou transfusão no doente de células progenitoras retiradas da medula do dador. Estas células saudáveis vão substituir as células doentes e são responsáveis pela formação de novas células saudáveis. Contudo, para que o transplante tenha sucesso, as células saudáveis devem ser o mais possível compatíveis com as células do doente.

A procura de um dador compatível começa pelos irmãos do doente, no entanto as famílias grandes são cada vez mais raras e, além disso, apenas um doente em cada quatro encontra um dador idêntico entre os irmãos, que tenha herdado as mesmas características tecidulares paternas e maternas. Por essa razão é que, muitas vezes, a solução é encontrada em dadores voluntários compatíveis com o doente.

Para além do transplante de medula óssea, também é comum utilizar-se o tratamento hormonal, também apelidado de terapia endócrina. Uma vez que certos tumores crescem sob a influência hormonal, esta tipologia de tratamento tem a função de bloquear a actividade hormonal normal de um paciente ou de reduzir os seus níveis hormonais, não deixando fornecer a substância que promove o crescimento do tumor.

Esta terapia pode ser usada em estados precoces ou avançados de alguns tipos de cancro. No caso de terapias adjuvantes, as drogas podem ser tomadas durante vários anos e administradas oralmente ou por injecções mensais.

Ser dador de medula óssea 



O transplante de medula óssea é a única esperança de sobrevivência para muitos portadores de leucemia e de outras doenças do sangue. E, enquanto que para o dador o actor de doar é apenas um incómodo passageiro, para o doente pode representar a diferença entre a vida e a morte.

Neste âmbito, o CEDACE (Registo Português de Dadores de Medula Óssea) desempenha a importante função de procurar dadores voluntários de células de medula óssea, compatíveis com o doente. Para poderem constar do registo do CEDACE, os potenciais dadores devem ter entre 18 e 45 anos.

Dado que as pessoas são geneticamente muito diferentes, é uma tarefa muito difícil encontrar um dador compatível. Por isso, o CEDACE está integrado numa base de dados internacional contendo dadores de outros registos, permitindo assim o acesso a medulas de dadores provenientes de Portugal ou de outros países.

Assim, um dador português pode efectuar uma doação para um doente português ou estrangeiro, que necessite de uma transplantação de medula óssea. Só o esforço de cooperação internacional permite uma maior eficácia na obtenção de uma medula compatível e assim salvar a vida de muitos doentes.

Para participar neste programa, cada pessoa deve preencher um pequeno inquérito ( disponível nos locais de colheitas de sangue), que se destina não só a proteger o dador, mas também o doente de eventuais doenças transmissíveis. Uma vez avaliado por um médico, e se não forem encontradas contra indicações, o CEDACE fará análises para determinar as características tecidulares dos leucócitos (chamada tipagem HLA). São estas características que vão permitir avaliar a compatibilidade entre os tecidos humanos e por isso a compatibilidade entre o potencial dador e o doente, antes deste poder vir a receber a medula óssea.

A determinação do HLA requer a colheita de um pouco de sangue (a quantidade de 6ml) da veia do braço, a partir do qual serão também estudados alguns marcadores virais para avaliar se é portador de doenças transmissíveis. No computador ficam registados os dados pessoais, a tipagem HLA e a informação de que determinada pessoa é um possível dador de medula óssea. No caso de aparecer um doente que tenha compatibilidade tecidular, será necessário fazer mais uma pequena colheita de sangue para novos testes de compatibilidade, mais rigorosos. Se estes indicarem que há uma perfeita semelhança entre o potencial dador e o doente, então será feito um exame médico e só depois será feita a colheita de medula óssea.


A colheita de medula óssea poderá ser feita de duas formas diferentes. Por citaférese é feita uma colheita das células necessárias a partir do sangue que corre nas veias periféricas no braço, num processo rápido e simples, sendo depois devolvido ao dador as restantes células e plasma. Na outra forma a colheita de medula óssea é feita no bloco operatório, sob anestesia, por punção dos ossos da bacia. Neste caso há que recorrer a um pequeno internamento de cerca de 24 horas. Não tem riscos para além da pequena anestesia a que é sujeito e poderá eventualmente sentir alguns incómodos no local da picada durante um ou dois dias.

NB: No Posto Fixo da ADASCA já é possível efectuar-se a dádiva de sangue em simultâneo com a inscrição para eventuais potenciais de Dadores de Medula Óssea. Os interessados não devem comparecer em jejum. Se for após o almoço convém deixar passar 2:30 horas período de tempo considerado suficiente para a digestão.

Devem fazer acompanhar do Cartão de Cidadão.

Local: Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso
Rua de Ovar – Bairro de Santiago.

Informações: 234 338 018 (Sede) ou 964 470 432
Coordenadas GPS:
N 40.62659
W -8.65133      
Nota: o mapa de Brigadas para todo o ano pode ser solicitado através deste e-mail: geral@adasca.pt.
 Localização do Mercado Municipal de Santiago em Aveiro

Saiba mais em: Médicos de Portugal – www.medicosdeportugal.pt


Linha de denúncia de praxes recebeu 80 queixas após caso do Meco

Exageros que vão marcar para sempre estes jovens
Ao longo de todo o ano os alunos podem denunciar práticas abusivas, com garantias de confidencialidade, através do email praxesabusivas@mec.gov.pt.

O Ministério da Educação criou uma linha de denúncias de praxes abusivas, após a morte de seis estudantes na praia do Meco, a 15 de Dezembro de 2013. Este serviço recebeu 80 queixas no primeiro ano (2014-2015).
Segundo os números adiantados pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), apenas 45 foram "acompanhadas junto das Reitorias/Presidências das instituições de ensino superior" e as restantes 35 "não se enquadravam no âmbito da campanha".
Sobre as consequências dos casos que mereceram acompanhamento por parte das instituições, a tutela referiu que "foram todos resolvidos no seio das instituições, com recurso aos mecanismos disponíveis e ao envolvimento dos respectivos Provedores do Estudante".
Que significado tem esta cena? È humilhante. 
A tutela não deu pormenores sobre o teor das queixas, justificando a decisão com a necessidade de preservar a confiança dos alunos que recorrem a este canal de denúncia.
Já no arranque deste ano lectivo, nas habituais recepções ao caloiro, uma aluna do 1.º ano da Universidade do Algarve foi internada no hospital de Faro, na sequência de uma suposta praxe que terá consistido em levar os caloiros até à praia, enterrar os jovens na areia próximo da água, ficando imobilizados enquanto lhe eram dadas, à boca, bebidas alcoólicas pelos colegas mais velhos.
O caso motivou a abertura de um inquérito pelo Ministério Público e um processo de averiguações pela própria Universidade, desconhecendo-se ainda o desfecho.
O período de matrículas para novos alunos é desde 2014-2015 acompanhado de uma campanha de sensibilização junto dos estudantes para que recusem participar em atos violentos, abusivos ou humilhantes, e ao longo de todo o ano os alunos podem denunciar práticas abusivas, com garantias de confidencialidade, através do email praxesabusivas@mec.gov.pt.
Tragédia do Meco foi há dois anos
O advogado das famílias dos seis jovens anunciou na segunda-feira que pretende avançar com seis acções de responsabilidade civil contra o sobrevivente da tragédia e a Universidade Lusófona. Passam esta terça-feira dois anos que seis alunos da universidade Lusófona de Lisboa morreram na Praia do Meco, em Sesimbra, quando alegadamente participavam numa praxe na presença do ex-'dux' João Gouveia, único sobrevivente, e que chegou a ser arguido num processo que foi arquivado. Decorre ainda a fase de recurso no Tribunal da Relação de Évora.
"Vamos avançar com seis acções de responsabilidade civil - uma por cada um dos alunos que morreram - contra João Gouveia e contra a universidade. Nessas acções, uma das diligências de prova essenciais, que vamos pedir, é a tomada de declarações de João Gouveia, enquanto réu no processo cível", disse o advogado das famílias, Vítor Parente Ribeiro.
Fonte: rr.sapo.pt

PROMETA A SI MESMO


Ser forte, de maneira que nada possa perturbar sua paz de espírito.
Falar de saúde, felicidade e prosperidade a toda pessoa que encontrar.
Fazer os seus amigos sentirem que há uma coisa superior dentro deles.
Olhar para o lado glorioso de todas as coisas e fazer com que seu optimismo se torne realidade.
Pensar sempre no melhor, trabalhar sempre pelo melhor, e esperar somente o melhor.
Esquecer os erros do passado e preparar-se para melhores realizações no futuro.
Ter tanto entusiasmo e interesse pelo sucesso alheio como pelo seu próprio.
Dedicar tanto tempo ao próprio aperfeiçoamento que não lhe sobre tempo para criticar os outros.
Ser grande na contrariedade, nobre na cólera, forte no temor, e receber alegremente a provação.
Fazer bom juízo de si mesmo e proclamar este fato ao mundo, não em altas vozes, mas em grandes feitos.
Viver na certeza de que o mundo estará sempre ao seu lado, enquanto lhe dedicar o que há de melhor dentro de si mesmo!


(Autor Desconhecido)

PORQUE É QUE AS DÁDIVAS PODEM SER REJEITADAS?


Para que a dádiva seja mais segura, para o dador e para o doente que vai receber, é necessário preencher um conjunto de condições requeridas.

O dador deve ter idade compreendida entre 18 e 65 anos (60 anos se for a primeira dádiva), mais de 50 quilos e sentir-se bem de saúde e em condições de dar sangue. a dádiva pode ser repetida varias vezes por ano, os homens podem fazê-lo de três em três meses e as mulheres de quatro em quatro meses.

Se nasceu, residiu ou visitou determinados países poderá não ser aceite para dar sangue.

Os contactos sexuais e os comportamentos de risco são tidos em conta antes da doação de sangue, pois agentes infecciosos como VIH/ SIDA ou as Hepatites B e C são transmitidos através da transfusão de sangue. Assim, são rejeitados para a dádiva de sangue aqueles que tem novo parceiro sexual desde à seis meses ou tem contacto sexual com múltiplos parceiros.

Não deve ser dador quem tem comportamentos de vida que o coloque em risco acrescido de contrair doenças infecciosas graves; quem consome ou consumiu drogas injectáveis e quem for receptor crónico de produtos sanguíneos.

As pessoas que nos últimos seis meses tenham feito endoscopias, tatuagens ou “piercings” não são, nesse período, aceites como dadores.

Antes da doação, é retirada uma pequena amostra de sangue para se certificarem que o valor da Hemoglobina é compatível com a dádiva e é feita uma avaliação à tenção arterial e frequência cardíaca. As pessoas não devem dar sangue em jejum.


Para além destes, há um conjunto de critérios mais específicos que diferem de pessoa para pessoa e são por isso avaliados na triagem.

Mapa de Colheitas de Sangue: Onde posso Doar Sangue em 2016 em Aveiro?