domingo, 6 de março de 2016

Azulejos danificados e outros alvo de roubo


 Verdadeira obra de arte... danificar os azulejos

 Quem decifra este código? É visto em diversos locais na cidade

Aqui está uma das famosas placas de financiamento


É do conhecimento público que a cidade de Aveiro é rica em azulejos.
 Existe alguém a retirá-los das paredes durante a noite



 Verdadeira obra de arte.




A cada passo encontramos uma placa a informar-nos da fonte de financiamento, ora, podemos ou não considerar esta informação uma afronta? Já nada se consegue fazer sem dinheiros da CEE? Ao que chegamos. Prega-se um prego, coloca-se a placa: financiamento da CEE ou de determinado programa. Só falta aplicar as ditas placas nas árvores que vão podadas.

Existem ou não medidas preventivas para conservar os azulejos que cidade possui, que são cobiçados forasteiros? Verdadeiras obras de arte, que jamais voltarão a ser produzidas. Estamos perante uma riqueza patrimonial que deve ser preservada.


J. Carlos

A ponte mais famosa de Aveiro… não tem nome



É verdade, a ponte mais famosa de Aveiro não tem nome, mas, todos sabem quem foi o seu construtor. Para os mais idosos trata-se da ponde do parque da macaca, da Avenida de Artur Ravara, ainda da baixa de Santo António.

Esta obra nunca foi bem acolhida pela população aveirense, menos ainda o que fizeram no Parque de Infante D. Pedro, considerando mesmo que, se não estava bem ficou pior. Existem queixas sobre o desaparecimento do bambu que e ali existia. Pode-se argumentar: era urgente executar obras de melhoramento do jardim, ninguém contesta, mas, da forma como estas foram feitas é que não.

Recordo que surgiram recomendações do Amigos do Parque, ao que parece não foram tidas em consideração. Se me é permitido emitir a minha opinião, devo dizer que não concordei desde que tive conhecimento das características da dita obra, nem das que ocorreram na baixa de Santo António, também não concordei com as obras no Bairro do Alboi, Largo Conselheiro Queirós, aliás, ainda hoje me salta à memória um episódio que ocorreu num determinado restaurante localizado naquela zona.

Quase a cada passo encontramos uma placa a informar-nos da fonte de financiamento, ora, podemos ou não considerar esta informação uma afronta? Já nada se consegue fazer sem dinheiros da CEE? Ao que chegamos. Prega-se um prego, coloca-se a placa: financiamento da CEE ou de determinado programa. Só falta aplicar as ditas placas nas árvores que vão podadas.

A quem serve a famosa ponte sem nome? Pelo que se sabe, tem prazo para ali permanecer. Quando começar a ser desmontada como vai ser? Se repararmos as árvores naquela avenida necessitam de ser tratadas… não pela raiz, porque, quando os prédios ali foram construídos já as árvores existiam há muitos anos.

Nem tudo está mal: as lombas existentes naquela artéria deviam ser mais altas, só assim seria possível levar os condutores a serem prudentes na condução, respeitando os peões.

J. Carlos



Protecção com gradeamento na Rua dos Galitos


 A Câmara Municipal de Aveiro tem vindo a realizar algumas obras de melhoramentos pela cidade, sendo uma delas a colocação de gradeamento de protecção junto à Caixa Geral de Depósitos e Café Ria tendo sido retirados os vasos com flores que ali existiam, sendo lançados com frequência durante a noite para a faixa de rodagem, colocando em risco a circulação dos carros na Rua dos Galitos.

Pode passar despercebida esta alteração, mas, em abono da verdade tornava-se urgente que fosse feito algo que alterasse a situação.

Nota-se que falta uns quantos metros até ao passeio, que na nossa opinião deve ter continuidade, evitando assim eventuais quedas junto à passadeira da Rua de Belém de Pará, conforme indica a imagem


J. Carlos


Aveiro é rico em património arquitectónico apesar do mau estado de conservação



Os edifícios que desta vez decidi trazer até este espaço, conduzem-nos a velhos tempos, lembram-nos velhos amigos, muitos deles já não fazem parte deste mundo terreno, deixando o profundo sentimento de saudade.

Existem zonas na cidade de Aveiro que nos deixam contristados pelo estado degradado em que se encontram alguns edifícios que fizeram história e, no presente se encontram abandonados, com aspecto de degradação. Assiste-me o sentimento que para dizer mal, não é necessário grande esforço mental, menos ainda recorrer a termos específicos.Vale a máxima popular: uma imagem vale mais que mil palavras.

Chafarizes que num passado recente tinham água a correr, agora encontram-se em seco, expostos ao calor, que se não forem cuidados vão surgir brechas entrando em estado de ruína. Quero acreditar que a Câmara Municipal vai tomar medidas no sentido de manter em bom estado o património existente, para honra da cidade de Aveiro, que não é só canais para se navegar.

As imagens são fáceis de identificar pelas características dos prédios ou localizações.


J. Carlos