sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Guillem Anguera apresenta "14 Km" no Festival "Acordeões do Mundo"

GUILLEM ANGUERA [CATALUNHA / ESPANHA] APRESENTA “14 KM”
TEATRO-CINE DE TORRES VEDRAS ACOLHE “ACORDEÕES DO MUNDO”

Guillem Anguera (Catalunha/ Espanha) sobe ao palco do Teatro-Cine de Torres Vedras no próximo dia 3 de novembro, sexta-feira, às 21h30, para mais um concerto inserido no Festival “Acordeões do Mundo”. Nesta noite, Anguera dará a conhecer o seu mais recente álbum, “14 km”.

Música instrumental, com canções originais, onde o acordeão diatónico possui uma presença central. Acompanhado por alguns músicos de luxo, o virtuoso Guillem Anguera apresenta o seu novo registo “14 Km”. Músicas lentas com grande expressividade e harmonias delicadas coabitam com melodias mais ritmadas e alegres, compondo um álbum que mistura diferentes estilos e não deixa ninguém indiferente.
 
Guillem Anguera: Acordeão diatónico
Jorge Varela: Piano
Albert Carbonell: Violino
Hector Beberide: Mandolina, bouzouki e guitarra
Isidre Sans: Baixo elétrico
David Rincón: Percussão
Este concerto destina-se a maiores de 6 anos e o preço do bilhete é de 5 euros.

A 14.ª edição do Festival Internacional Acordeão de Torres Vedras “Acordeões do Mundo” é uma organização da Câmara Municipal de Torres Vedras e do Teatro-Cine de Torres Vedras, integra o programa das Festas da Cidade 2017; tem o patrocínio do Arena Shopping; Água oficial: Vimeiro; Hotel oficial: Ô Hotel Golf Mar.


Informações úteis
Lotação: 400
http://www.cm-tvedras.pt/assets/images/nespeciais-icon.pngacesso a público com mobilidade condicionada
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www.acordeoesdomundo.com

Bilhetes
Concertos no Teatro-Cine de Torres Vedras
1 concerto - 5 €
Passe 5 concertos - 15 €
Descontos: Cartão Jovem: 50% e Cartão Sénior: 50%
Bilhetes à venda em: torresvedras.bol.pt, no Posto de Turismo de Torres Vedras, Posto de Turismo de Santa Cruz, Museu Municipal, CTT, Worten, FNAC’s e, no dia a partir das 18h00, no Teatro-Cine de Torres Vedras.

Teatro-Cine de Torres Vedras
3ª a 6ª: 09h00 às 13h00 e 14h00 às 17h00
a partir das 18h00 em dias de espetáculo
Av. Tenente Valadim, n.º 19, Torres Vedras


Câmara Municipal de Torres Vedras


Parlamento catalão aprova independência com 70 “sim” e 10 “não”

Proposta do Junts pel Sí e da CUP que fala de "República catalã como Estado independente" aprovada com voto secreto em urna, por 70 votos a favor, 10 contra e 2 brancos.
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O Parlamento catalão aprovou, num voto secreto em urna, a independência da Catalunha com 70 votos a favor, dez contra e dois em branco. Na votação não participaram os deputados do Ciudadanos, Partido Socialista da Catalunha e Partido Popular.
"Constituímos a República catalã como Estado independente soberano, democrático e social", afirma a moção, apresentada pela coligação de partidos independentistas Junts pel Si e pela Candidatura de Unidade Popular (CUP). Após a contagem dos votos, cantou-se o hino catalão Els Segadors.
Ciudadanos, Partido Socialista da Catalunha e Partido Popular deixaram o hemiciclo quando se votaram as resoluções do Junts pel Sí. Só o Catalunya Si Que es Pot, que inclui o Podemos, ficou no hemiciclo.
Uma das resoluções do Junts pel Sí pedia que a votação da proposta de resolução que declara a Catalunha como "uma República catalã como Estado independente" fosse secreta. E foi aprovada com 73 votos a favor e oito contra. Alguns deputados da Catalunya Si Que es Pot mostraram contudo o voto "não" às câmaras antes de votar.
Outra proposta de resolução, que dá início ao processo constituinte, foi aprovada com 71 votos a favor, 8 contra e 3 abstenções (também sem a oposição presente).
Antes, todas as propostas de resolução apresentadas pela oposição foram rejeitadas. As do Ciudadanos com 83 votos contra e 53 a favor. As propostas de resolução dos socialistas com 119 votos contra e 16 a favor e outra, que pedia convocação imediata de autonómicas, com 83 contra e 53 a favor. As propostas do PP foram rejeitadas pelos mesmos números.
Duas propostas de Catalunya Si Que es Pot também foram rejeitadas por 123 votos contra, 11 a favor e uma abstenção, enquanto que uma terceira foi rejeitada por 107 votos contra, 27 a favor e uma abstenção.

Fonte: DN
Foto: REUTERS/JUAN MEDINA

Orfeão de Leiria e Filarmonia das Beiras em novembro



A Marinha Grande é palco de concertos da Big Band do Orfeão de Leiria e da Orquestra Filarmonia das Beiras, nos dias 4 e 10 de novembro, respetivamente, no âmbito da “Região de Leiria - Rede Cultural”. A entrada é gratuita.

O próximo mês vai acolher a realização de mais dois concertos inseridos na programação da “Rede Cultural”, que teve início em setembro e se prolonga até 2019, assegurada pela parceria dos municípios que compõem a CIMRL - Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria, designadamente os Municípios de Marinha Grande, Ansião, Alvaiázere, Batalha, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Leiria, Pedrogão Grande, Pombal e Porto de Mós.

No Município da Marinha Grande, a programação da Rede Cultural para o mês de novembro é a seguinte:

4 de novembro
17h30 .  Museu Joaquim Correia
Big Band do Orfeão de Leiria
Direção: Paulo Bernardino

10 de novembro
22h00 . Casa da Cultura Teatro Stephens 
Orquestra Filarmonia das Beiras – “Reviver Carlos Paião” 
Direção: António Vassalo Lourenço

“Reviver Carlos Paião” através da sua música, num concerto, que é uma sentida homenagem a um dos maiores talentos, em termos de composição e de interpretação, da música ligeira portuguesa do século XX. Este concerto será dirigido pelo Maestro António Vassalo Lourenço e conta com a participação na voz de Daniela Araújo, Teresa Pereira, Raquel Garcia e André Lacerda. 

Ficha artística:
Orquestra Filarmonia das Beiras
Daniela Araújo, voz
Teresa Pereira, voz
Raquel Garcia, voz
André Lacerda, voz
António Vassalo Lourenço, direção musical

A “Região de Leiria - Rede Cultural” é um projeto cofinanciado pelo programa “Centro 2020”.


COMENTÁRIO DA SEMANA Comentário da Semana: Dignidade e humanidade são elementos centrais do jornalismo


Ilustração: Vitor Teixeira/Portal Fórum

Ricardo José Torres
Doutorando em Jornalismo no POSJOR e pesquisador do objETHOS

Não há dúvidas, estamos enfrentando tempos de cólera, descrença e desumanidade. De uma forma geral, as sociedades democráticas estão declinando e retrocedendo rapidamente. Valores e liberdades estão derretendo de maneira assustadora sob o calor de fraquezas humanas ligadas ao moralismo, ao preconceito, a mentiras e mesquinharias. A primeira semana de outubro de 2017 demonstrou essas evidências através de atos chocantes e episódios avassaladores que provocam inquietude, comoção e reflexão.
Em um microcosmo informativo perverso e inacreditável estivemos diante de situações-limite e escolhas irreversíveis. A morte do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Luiz Carlos Cancellier (02/10/2017), o ataque do ex-contador Stephen Paddock contra a plateia de um festival de música country em Las Vegas(02/10/2017) e o ataque do vigia Damião Soares dos Santos à creche Gente Inocente em Janaúba/MG (05/10/2017) são situações completamente distintas, porém os diferentes contextos apresentam questões jornalísticas delicadas e problemáticas, relacionadas ao tratamento de temáticas ligadas ao suicídio e à morte.
Algumas das questões que se colocam são: Os jornalistas podem se preparar para esses momentos? Como abordar essas temáticas? O que é informação e o que é exploração em casos extremos? Eu diria que jornalistas profissionais, com formação superior, precisam se preparar para coberturas complexas que envolvem o inesperado e o impactante. Para tanto, devem se reconhecer como profissionais que desempenham uma atividade com reflexos sociais, devem estar cientes das possíveis consequências e danos irreversíveis que podem ser causados por informações incoerentes e desequilibradas.
O que transpassa os fatos que ocorreram em Florianópolis, Janaúba e Las Vegas são aspectos de humanidade e dignidade. A dimensão humana do jornalismo está atrelada ao entendimento de que informações jornalísticas estão relacionadas com a construção da civilidade e o reconhecimento de nossos semelhantes. Já a dignidade é uma qualidade moral que remete ao respeito, honra e consciência pessoal de valor em relação à sociedade. É algo que não se ganha, é algo que se conquista, intransferível, frágil, que informações jornalísticas podem afetar de maneira irremediável. A prisão injusta e consequente morte de um homem, o ato terrorista de um estadunidense que matou mais de 50 pessoas e a insanidade brutal de um abjeto que incendiou uma creche são produtos vendáveis ou sintomas estarrecedores de mazelas sociais?
Nessas situações, os jornalistas não podem se abster. Se o jornalismo não preza pela humanidade e pela dignidade dos indivíduos, ele enaltece a artificialidade e a impiedade, minimiza posições e desconhece consequências, o inumano é indigno. As ações jornalísticas impactam diretamente na convivência social e na estruturação dos sentimentos e sentidos que movem determinados grupos sociais. Dessa forma, são um elemento constitutivo significativo de interpretação do entorno e do cotidiano dos indivíduos. O desconhecimento dessa condição singular da atividade jornalística é muitas vezes utilizado e se manifesta por meio de álibis descabidos de jornalistas que culpam o “calor do momento”, o “imediatismo” ou as “informações desencontradas das fontes” para eximir-se de suas responsabilidades.
Jornalismo artificial destrói reputações e a civilidade
Várias teses alimentam a noção de que o jornalista é um mero observador, uma entidade neutra, sem sentimentos e intencionalidades. Essas falácias negligenciam a dimensão humana da atividade jornalística e estimulam a propagação de um sentido jornalístico extremamente artificial e apático. A mera reprodução de tendências homogêneas e hegemônicas pode produzir a naturalização da barbárie e a destruição sumária de reputações. Ao reproduzir a boçalidade de “autoridades” públicas e a insensatez de bárbaros assassinos de maneira acrítica, os jornalistas abastecem a desumanização e gradativamente se aproximam da insanidade, do vale tudo mercadológico.
Predominantemente, o valor monetário está solapando o valor informativo do conteúdo jornalístico. Ao se deparar com casos extraordinários os profissionais não parecem idealizar a verdade, mas o que seria bom para vender. Em inúmeros casos o jornalista explora a superficialidade e não explica a particularidade dos fatos. O debate sobre essas questões é premente, as dimensões ligadas à humanidade e à dignidade que envolvem a ética jornalística devem ser discutidas com seriedade profissional, como elementos e condutas inalienáveis. A responsabilidade e a densidade informativa devem prevalecer diante da criação de “inimigos” e lugares comuns. O jornalista que permanece omisso está sujeito, toda inação é uma ação, uma escolha que desconhece limites, menospreza impactos sociais, favorece a opressão, a intolerância e a idiotice.
O desajuste das convenções jornalísticas e a desvalorização dos profissionais aumentam a probabilidade de erros, desbloqueiam dispositivos repressores e condutas opressivas. Toda produção jornalística envolve movimentos e escolhas, pode ser norteada por inúmeras qualidades positivas (empatia, compaixão, etc.) ou negativas (destruição, aniquilação, etc.). Alguns profissionais classificam esse tipo de posicionamento como ingênuo, no entanto, ingênua é a incapacidade de mensurar o que informações jornalísticas podem ocasionar no cotidiano e na biografia de pessoas, jornalistas afetam e lidam com vidas alheias. Diante da finitude da vida e dos absurdos humanos os jornalistas demonstram humanidade através de condutas, procedimentos e entendimentos.
O sentimento de justiça, a vaidade e a tirania
A justiça é um ideal social difícil de ser mensurado. A sensação de justiça é instável e em inúmeras oportunidades esvaziada de sentido. Atualmente, de maneira açodada informações jornalísticas se filiam com a tirania dos órgãos de justiça em detrimento do que é justo, princípios humanísticos e civilizatórios são constantemente desprezados. A vaidade transforma jornalistas em protagonistas, oráculos da “sabedoria declaratória” que destilam pontos de vista maniqueístas respaldados pela “objetividade”. O podre se apodera das informações que analogamente funcionam como “ataques controlados” em que bombas atingem escolas e hospitais.
A ausência abrupta de diálogo e a existência de imunidade para classes e sujeitos específicos amenizam possibilidades de indignação e questionamento. “Justiceiros” e fontes oficiais também falham, e são apenas um dos diversos lados que envolvem fatos e problemáticas sociais. Onde estão as vozes dissonantes da cobertura jornalística convencional? Esse tipo de posicionamento e abordagem molda diversas perspectivas e convicções assustadoramente absurdas, desumanas e bárbaras. Inúmeros grupos sociais estão revelando, de múltiplas maneiras, facetas preconceituosas, xenófobas e aniquiladoras que pareciam minimizadas e retidas em períodos históricos anteriores. A naturalização, assimilação e reverberação de posturas odiosas e destruidoras é um sinal claro de desesperança, enfraquecimento de princípios de convivência. Vários episódios recentes nos remetem a tempos sombrios e obscuros, períodos de restrições à liberdade, de abusos e de morte.
Nas questões humanas artificializadas, as mazelas do mundo parecem ser absorvidas apaticamente caminhando na mesma direção das informações jornalísticas desconectadas da sua essência. O que constitui o jornalismo são as histórias do cotidiano, com a natureza humana dos fatos sociais.
Fonte: objETHOS

Eu, Psicóloga | Estamos mais ansiosos



Podemos pensar que tanto a ansiedade como a depressão são considerados o mal da atualidade. Brasil é o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo e o quinto em casos de depressão. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) 9,3% dos brasileiros têm algum transtorno de ansiedade e a depressão afeta 5,8% da população. Estamos vivendo num período de muitas mudanças e transformações que todo tempo exigem um poder de adequação e organização mental interna imensas.

A ansiedade pode se apresentar através de vários sintomas físicos como: taquicardia, sudorese, dor no peito, respiração ofegante, palpitação, etc. E sintomas emocionais: nervosismo, dificuldade de concentração, medo constante, isolamento social, entre outros. Em algumas situações pode prejudicar o indivíduo levando-o a se afastar do trabalho; principalmente se a capacidade de pensar estiver muito comprometida a ponto de a pessoa perder sua possibilidade de ir e vir, ou seja, ter sua mente atacada de tal forma que a paralise não só emocionalmente como fisicamente.

Nosso inconsciente é responsável por armazenar toda nossa vida, aquelas situações que não lembramos e as que foram traumáticas. E é natural que questões que nem nos recordamos, mas que não foram elaboradas retornem e se revelem em forma de sintomas de ansiedade ainda que acionados por fatores externos (crise no país, política, guerras, separação conjugal, etc).


As situações externas acionam nosso inconsciente e mecanismos de defesas internos que precisam dar conta todo tempo de situações adversas internas e externas. É preciso estrutura mental estável e coesa para lidar com uma série de situações diárias que vivemos e que nosso país vem enfrentando nos últimos anos; isso abala a confiança e a segurança no ambiente em que se vive fazendo (re)-visitar diariamente a capacidade criativa de se transformar frente às adversidades.

A ansiedade é algo natural em qualquer etapa da vida e todos nós experimentamos em algum momento. Podemos dizer que é uma espécie de alarme que soa internamente como resposta do nosso inconsciente diante de conflitos internos ligados ao dia a dia e a relação com o ambiente; pode ser disparado frente a uma ameaça ou situação traumática, um perigo real ou imaginário que pode produzir medo e até paralisação. Quando patológica a ansiedade se caracteriza por um tempo de duração e intensidade maior do que o esperado para tal situação externa, ou seja, uma reação observada como exagerada, mas não percebida pelo sujeito como tal. A pessoa entra em sofrimento e sua capacidade de pensar fica seriamente comprometida. O segredo é continuar pensando durante a tempestade. Pensar é algo extremamente sofisticado, embora não pareça.

O autoconhecimento é uma ferramenta indispensável para se ampliar a capacidade de pensar, investigar e compreender o que está ocorrendo no mundo interno e descobrir o que está causando estes sintomas emocionais e até físicos. Trocando em miúdos, é buscar entender qual é o ‘botão’ que foi acionado e que se revelou nesse ou naquele sintoma. Com o autoconhecimento será capaz de se descobrir mais a seu respeito, descobrir do que se gosta, buscar ter flexibilidade, não exagerar nas autocriticas e cobranças; ser capaz de definir prioridades em sua vida; valorizar as pequenas conquistas, valorizar as relações; escolher melhor seus relacionamentos. Quanto mais a pessoa descobre sobre seu mundo interno, seus medos, desesperos e angustias mais recursos são liberados para lidar com as pressões externas.


RENATA BENTO – Psicóloga, especialista em criança, adulto, adolescente e famÍlia. Psicanalista, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro. Perita em Vara de Família e assistente técnica em processos judiciais. Filiada a IPA – Internacional Psychoanalytical Association, a FEPAL – Federación Psicoanalítica de América Latina e a FEBRAPSI – Federação Brasileira de Psicanálise.

Eu, Psicóloga | Enem: 5 aplicativos que vão te ajudar a estudar para a prova



Me Salva!  

Me Salva! é um canal de YouTube, site e aplicativo que funciona como um curso preparatório para o Enem, vestibulares, ensino médio e até ensino superior, com estudos nas áreas de engenharia, ciências da saúde e negócios. As duas primeiras aulas da plataforma são gratuitas. Para ter acesso ao restante do conteúdo é preciso fazer uma assinatura ou comprar um dos pacotes oferecidos. 

CDF  

As definições de CDF foram atualizadas: Clube Desafio Futura. O dispositivo é um jogo de perguntas e respostas, sendo que cada partida vale pontos. É possível jogar sozinho ou desafiar amigos online. As questões são de diversas áreas como cultura, tecnologia, atualidades e meio ambiente. O app é gratuito e está disponível para Android e iOS. 

Descomplica 

Com videoaulas, monitorias ao vivo e testes, o Descomplica oferece planos pagos de auxílio de estudos focados no Enem. Os valores vão de R$ 7,90 a R$ 49,90 por mês durante um ano. A plataforma faz promoções e trabalha com cupons de desconto. O app do Descomplica funciona nos sistemas Android e iOS. 

Desafie-me  

Desenvolvido pelo grupo Ser Educacional, o Desafie-me é um jogo com mais de 1,6 mil perguntas, todas das últimas nove edições do Enem. O app possui testes que podem ser feitos sozinho ou desafios em grupo. As perguntas são das seguintes áreas: Biologia, Matemática, Português, História, Geografia, Física, Química, Inglês e Espanhol. 

EDU.app 

O aplicativo possui mais de dois mil videoaulas feitas pela Fundação Lemann, em parceria com o Youtube Edu. Os conteúdos são das últimas cinco edições do Enem com dicas e orientações para a prova. O EDU.app está disponível apenas para Android. 

Política | Barroso diz que Gilmar é leniente com crime de colarinho branco

Em duro bate-boca no STF, ministros se acusam de mentiroso, de advogado de criminoso internacional, de propagador do ódio e de libertador contumaz de presos

Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso, ministros do STF
Os ministros do STF Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso (Nelson Jr./SCO/STF)
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), acusou nesta quinta-feira o também ministro Gilmar Mendes de ser leniente com o crime de colarinho branco, disse que o colega “não trabalha com a verdade” e afirmou que ele vive “destilando ódio”. Barroso disse ainda que Gilmar muda de jurisprudência de acordo com o réu.

Todas essas declarações foram feitas em um bate-boca entre os dois durante a sessão do plenário desta quinta, quando julgavam um caso sobre a extinção de Tribunal de Contas dos municípios do Ceará.

“Não transfira para mim essa parceria que Vossa Excelência tem com a leniência em relação à criminalidade do colarinho branco”, disse Barroso. A presidente do STF, ministra Cármen Lucia, precisou intervir, lembrar aos dois que estavam no plenário e pedir para que voltassem ao tema do julgamento.

A discussão começou quando Gilmar fez referência à situação financeira difícil que vive o Rio de Janeiro, estado natal de Barroso, que respondeu lembrando que em Mato Grosso, estado de Gilmar Mendes, “está tudo muito preso”, em referência a vários políticos detidos recentemente em esquemas de corrupção. E acrescentou, numa provocação a Gilmar. “Nós prendemos, tem gente que solta”.

Fonte: Revista Veja