quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Cantanhede | Fim Época 2018-19 do Ténis de Mesa SC Povoense

BOLETIM INFORMATIVO JULHO E AGOSTO 2019

TAÇA DISTRITAL ATM COIMBRA
Sporting Clube Povoense campeão da Taça Distrital da ATMC

No passado dia 19 de Julho de 2019 realizou-se a final da Taça Distrital, competição organizada pela Associação de Ténis de Mesa de Coimbra, que decorreu nas instalações da equipa do Travasso, na Mealhada. Após ter vencido de forma categórica o Ginásio Figueirense nas meias finais, a nossa equipa defrontou a equipa do Abrunheira na final, um rival de qualidade e com jogadores experientes que estiveram uma época conosco na 2ª Divisão Nacional.

Não obstante, a vontade de vencer a prova era enorme e os nossos jogadores não defraudaram as expetativas. Ao longo de todo o encontro a superioridade da nossa equipa foi patente, garantido uma vitória tranquila por 3-0 e conquistando um título histórico para o nosso clube. Este foi um dos momentos mais importantes da nossa curta história e a cereja no topo do bolo de uma temporada muito positiva da nossa equipa, onde se cumpriram vários dos objetivos traçados no início de época. Desta forma o SC Povoense garantiu ainda a presença na Supertaça da temporada seguinte, onde irá defrontar a fortíssima equipa dos UGAS da Ega. 

Esta conquista só foi possível devido à contribuição decisiva de um conjunto de atletas que desde o primeiro momento lutaram e deram tudo para vencer o título. É um motivo de orgulho perceber que o esforço feito ao longo de toda a época valeu a pena e foi recompensado, e permite-nos encarar com mais motivação a próxima temporada, onde iremos tentar fazer ainda melhorar e continuar com o crescimento do clube. Parabéns a todos, força SC Povoense!

 

GALA DA ATM COIMBRA
Jovem atleta do SC Povoense vence prémio "Atleta Revelação" da época

No dia 20 de Julho de 2019 realizou-se a gala da Associação de Ténis de Mesa de Coimbra, que contou com a presença do Presidente da Federação Portuguesa de Ténis de Mesa, Pedro Miguel Moura. Este evento simbolizou o encerramento da temporada 18/19 e serviu para premiar os principais destaques da época findada, tanto a nível individual como coletivo.
O maior destaque da gala vai sem dúvida para a nossa jovem atleta Catarina Guimarães, que foi reconhecida com o prémio “Atleta Revelação” da Associação de Coimbra. A evolução da Catarina ao longo da temporada e os bons resultados obtidos justificam sem dúvida este prémio, recompensando o esforço que a nossa atleta coloca em cada treino e em cada jogo. Foi uma época de enorme crescimento competitivo para ela, onde obteve excelentes resultados em torneios distritais e nacionais, tendo-se inclusivamente estreado no campeonato distrital de séniores.

Para além de uma ótima atleta, a Catarina é também uma aluna e uma rapariga exemplar, com uma família que se envolve de uma forma muito positiva com o nosso clube e a incentiva a praticar a modalidade, dando-lhe todas as condições para isso. Por tudo isto, este reconhecimento é um motivo de orgulho para o Sporting Clube Povoense e indica-nos que a aposta em atletas jovens e com vontade de evoluir deve continuar a ser o rumo a seguir. Estamos no caminho certo, e seguramente a próxima temporada será ainda melhor. Parabéns Catarina!
 

EXPOFACIC 2019
SC Povoense presente em mais uma edição da Expofacic

Entre os dias 25 de Julho a 8 de Agosto decorreu mais uma edição da Expofacic em Cantanhede, um evento que combina música, gastronomia, exposições e negócios, com enorme tradição no município. Tal como na edição passada, a secção de Ténis de Mesa do Sporting Clube Povoense esteve presente com um stand, de forma a dar visibilidade à nossa modalidade para as centenas de milhar de visitantes que visitam o certame.

Foram dias de enorme diversão e bons momentos, com um espírito de companheirismo entre os elementos do clube para se revezarem e permitirem que o stand estivesse sempre aberto e disponível para os visitantes. Para além da mesa presente no interior do stand, onde as pessoas podiam jogar e se divertir, este ano tivemos também uma mini mesa colocada em cima de uma bicicleta que fez as delícias de miúdos e graúdos que com ela se cruzaram. Foram muitas as vezes em que o stand encheu e se fizeram filas para poder jogar, o que naturalmente nos enche de orgulho.

O balanço do evento foi claramente positivo, pois tivemos bastantes miúdos que ficaram interessados em vir treinar para o nosso clube no início do ano letivo. É para nós uma obrigação estar presente nesta enorme montra nacional, de modo a dar a conhecer a nossa evolução e a afirmarmo-nos cada vez mais na nossa região. Iremos continuar a trabalhar afincadamente para que na edição do próximo ano estejamos novamente presentes, a divulgar o nosso clube e a nossa modalidade, contagiando as pessoas para que se juntem a nós e nos ajudem das diversas formas possíveis. Força Povoense!
 

PREPARAÇÃO ÉPOCA 19/20
Reforços de luxo juntam-se à equipa A do SC Povoense

A temporada da equipa A do Sporting Clube Povoense culminou de forma honrosa com a manutenção no Campeonato Nacional (2ª Divisão, zona Centro-Sul). No entanto, as saídas do Alex Portilla e do André Neto, dois elementos muito importantes para a equipa nos últimos anos, fizeram com que fosse necessário incorporar reforços para colmatar as saídas e manter o nível de jogo que permitisse alcançar os objetivos do clube.

Desta forma, a estrutura do clube decidiu ir buscar 3 jogadores que se juntaram ao Pedro Ratola, João Diogo Ramos e Nuno Antunes, elementos que transitaram da época anterior. Pedro Dinis, um dos melhores jovens atletas do distrito de Coimbra e que pertencia à equipa da ACM Coimbra, um jogador habituado a ganhar títulos e que demonstrou enorme vontade em pertencer à nossa equipa; David Monteiro, um atleta que neste momento vive em França por motivos profissionais mas que está de regresso, com enorme experiência no nosso campeonato e que sempre demonstrou um nível de jogo muito bom; e, finalmente, um jogador que já pertencia ao nosso clube, o Gonçalo Balteiro, que irá deixar a equipa B e fazer alguns jogos ao longo da época com a equipa A.

Todas estas decisões foram tomadas após um período de reflexão e análise, e estamos confiantes que os novos atletas se irão adaptar rapidamente, ajudando-nos a vencer jogos e a tentar fazer ainda melhor do que o ano passado. Da nossa parte tudo iremos fazer para que se os atletas se sintam em casa e se integrem no nosso espírito de companheirismo e amizade. Força equipa!

 


INFORMAÇÕES ÚTEIS
Horários para a época 19/20


Criada em 2010 pelo Treinador Pedro Ratola, a secção do Ténis de Mesa do SC Povoense, em Cantanhede, tem vindo a crescer paulatinamente e com o decorrer das temporadas os resultados obtidos têm vindo a ser cada vez mais positivos. Prova disso é o facto de a equipa sénior se encontrar na sexta temporada consecutiva a competir no Campeonato Nacional (2ª Divisão, zona Centro-Sul), onde o nível mesa tenístico é bastante elevado.
 
Nesta época o Ténis de Mesa do SC Povoense está a dar sequência a tudo aquilo que de bom foi feito nas épocas passadas de forma a consolidar o projeto em todos os escalões, especialmente ao nível da iniciação. Desta forma estamos recetivos a acolher jovens atletas, tanto masculinos como femininos, que queiram acima de tudo aprender e divertir-se. Estamos de portas abertas às 3ª e 6ª a partir das 17h45 e às 5ª a partir das 19h30 nos antigos Bombeiros Voluntários de Cantanhede (por cima da loja do cidadão, em Cantanhede).

Temos também uma secção de Lazer, destinada aos atletas seniores que não competem nos campeonatos nacionais e distritais, de modo a que quem queira apenas disfrutar e divertir-se sem ter necessariamente de competir, o possa fazer.

Apareçam!
 

Leiria | Lagoa da Ervedeira e Praia do Pedrógão recebem Taça de Portugal - 4ª Triatlo de Leiria


É já no próximo sábado, dia 07 de setembro, que tem lugar a Taça de Portugal – 4º Triatlo de Leiria.
Na Lagoa da Ervedeira e na praia do Pedrógão, dois dos mais emblemáticos espaços naturais do concelho de Leiria, são aguardadas centenas de pessoas para assistirem a este evento desportivo de referência nacional e para apoiarem os atletas em prova.
Com a participação de atletas de todo o país, o IV Triatlo de Leiria caracteriza-se por uma prova aberta e uma etapa da Taça de Portugal de Triatlo, composta por um percurso de natação de 750m e de 300m, a realizar na Lagoa da Ervedeira, um percurso de ciclismo de 8 Km e 20 Km, na estrada atlântica [M536], e um percurso de atletismo de 5 Km e 2 km, a realizar na marginal da Praia do Pedrógão.
Devido à dimensão deste evento, bem como às suas características, poderão verificar-se dificuldades na fluidez do trânsito a partir das 14h30 do dia 07, pelo que o Município irá proceder a alguns condicionalismos e cortes de trânsito, apelando à compreensão de todos para esta situação, dado que se trata de um evento que prestigia o concelho e nos coloca no calendário nacional das grandes provas de triatlo.

Cortes e Condicionalismos ao Trânsito antes e durante a prova:
Entre as 14h00 e as 19h00 do dia 06 de setembro
• Trânsito interdito na rua da Lagoa, no troço entre a Estrada Atlântica e o Centro da Ervedeira;
Entre as 13h00 e as 18h30 do dia 07 de setembro
• Trânsito Interdito na Estrada Atlântica (M536), entre a Rotunda do Carriço (CM1123)  e a rotunda da EN109-9 (acesso à Praia do Pedrógão);
• Trânsito Interdito na Rua D. Dinis até a Rotunda do Parque de Campismo (Estrada Florestal Praia da Vieira);
• Trânsito Condicionado na Rua da Maré Viva (acesso ao Parque de Estacionamento) e interdito na Avenida Olímpio Duarte Alves até a Rua Sampaio Rio (Restaurante Santola);
• Trânsito Condicionado na Vila da Praia do Pedrógão;
• Estacionamento Interdito a partir das 09h00 do dia 07 de Setembro na Rua da Maré Viva (incluindo parque de estacionamento na rotunda do Barco), Avenida Olimpo Duarte Alves e Rua Sampaio Rio em ambos os sentidos, na Praia do Pedrogão;
O Município de Leiria agradece a colaboração e compreensão de todos os munícipes pelos inconvenientes decorrentes das alterações ao trânsito que se farão sentir nas zonas abrangidas e adjacentes ao percurso
Será permitida a saída de moradores e utentes dos parques de estacionamento, bem como a circulação de veículos prioritários e de transportes coletivos, mediante gestão e eventual acompanhamento policial (GNR Monte redondo).





Acidente com Helicóptero de combate a incêndios

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JN

Um Helicóptero Ligeiro de combate a incêndios rurais, de indicativo operacional Hotel 33, pertencente ao Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais, sofreu esta manhã um acidente durante a descolagem, no Centro de Meios Aéreos (CMA) da Pampilhosa da Serra, distrito de Coimbra.

O alerta foi dado às 10h48. O helicóptero sofreu danos materiais significativos e já foi substituído por outro meio aéreo da mesma tipologia a operar a partir do CMA da Lousã, enquanto estiverem a ser apuradas as causas do acidente. Há apenas a registar um ferido leve.

O helicóptero preparava-se para a descolagem para participar no combate a um incêndio na freguesia de Sobreira Formosa e Alvito da Beira, concelho de Proença-a-Nova, distrito de Castelo Branco.

As causas do acidente serão apuradas pelo Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários, entidade competente em matéria de investigação de acidentes com aeronaves.

Torres Vedras | VIMEIRO RECEBE 38ª EDIÇÃO DO CONCURSO DE SALTOS INTERNACIONAL


O 38º Concurso de Saltos Internacional do Vimeiro está de regresso a Porto Novo, em Torres Vedras, entre 13 e 15 de setembro. A competição, que se assume como uma referência para os amantes da modalidade, irá decorrer no Centro Hípico do Hotel Golf Mar, recebendo cerca de 100 cavaleiros e 200 cavalos de vários pontos do mundo.

O concurso conta com provas internacionais de 1.20 m a 1.45 m, assim como provas para os mais jovens de 1 m e 1.10 m.

No entanto, as atenções estarão viradas para o Grande Prémio de qualificação para o Ranking Mundial da Federação Equestre Internacional, que decorre durante a tarde do dia 15 de setembro.

Sublinhe-se que Paul Connor será o course designer do concurso. Atualmente sediado em Hong Kong, o inglês vem pela primeira vez a Portugal desenhar os percursos da competição, sendo auxiliado pelo português José Santos. O evento contará, ainda, com o apresentador Marcos Almeida Rodrigues, que dará voz a todo o espetáculo desportivo.

As competições internacionais de hipismo do Vimeiro já fazem parte dos destinos prediletos dos cavaleiros portugueses e estrangeiros, sendo um ponto de encontro de excelência para a prática do desporto equestre.

O 38º Concurso de Saltos Internacional do Vimeiro tem o apoio da Câmara Municipal de Torres Vedras.

Desporto | BTT Cacia a Caminhar Dia 15 de Setembro


Uma iniciativa a não perder.
O Litoral Centro associa-se ao evento mediante a sua divulgação por todas as suas Plataformas informativas.


Nacional | Carne e peixe têm primazia no prato, mas a maioria já come uma refeição vegetal por semana

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SAPO Lifestyle
A carne e o peixe ainda ocupam uma posição central nas refeições dos portugueses, mas a maioria (65%) já come uma refeição de base vegetal pelo menos uma vez por semana, indica um inquérito hoje divulgado.
O II Grande Inquérito da Sustentabilidade em Portugal, da Missão Continente (Grupo Sonae) e do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa, indica que, numa semana típica, os portugueses costumam fazer uma alimentação com refeições com carne branca (média de 4,73 vezes por semana), carnes vermelhas (3,65), peixe (3,5) e uma refeição de base vegetal, sem carne nem peixe (1,95).
O estudo, hoje divulgado, mostra que os homens tendem a comer quase mais uma refeição semanal com carnes vermelhas do que as mulheres.
Em relação ao consumo de frutas e vegetais, muitos dos inquiridos afirmam não comer fruta (18,8%) ou vegetais (23,6%) pelo menos uma vez por dia. Já os consumidores muito frequentes de fruta/vegetais (três vezes ou mais por dia) rondam os 27,8% e 12,1%, respetivamente.
De referir que mais mais de metade (50,6%) dos inquiridos manifestaram disposição para a reduzir o consumo de carne e para seguir uma alimentação de base vegetal (45,1%) e cerca de metade (46,6%) mostrou-se disponível para pagar mais por carne proveniente de métodos de produção mais sustentável.
O estudo, coordenado pelas investigadoras Luísa Schmidt e Mónica Truninger, indica que os produtos de origem animal (como a carne e o peixe) ainda ocupam uma posição central nas principais refeições dos portugueses, fazendo parte daquilo que entendem como uma refeição culturalmente adequada, mas os inquiridos mostraram-se globalmente disponíveis para alterar os seus hábitos alimentares e mudar “algumas práticas culturalmente estabelecidas”.
“Há uma predisposição para a mudança, para reduzir consumo de carne e a adotar uma alimentação de base vegetal”, explicou Luísa Schmidt, frisando que “estes picos se verificam sobretudo entre os mais velhos, por questões de saúde (…). Nos mais novos surgem por opção cultural”.
Para Luísa Schmidt, os dados mostram que “a questão da saúde entrou completamente nas preocupações dos portugueses”.
“Isso vê-se na atenção a tudo o que tem a ver com o desperdício alimentar (…), mas também nas preocupações com a utilização de agroquímicos e na contaminação por baterias, assim como com a utilização de hormonas nos alimentos”, afirmou.

Mudar hábitos

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AGROPORTAL
Entre os inquiridos que manifestam maior disposição para a mudança de hábitos destacam-se as mulheres, os inquiridos com nível de escolaridade elevado (ensino superior) e os residentes em áreas metropolitanas.
Mas quem manifesta disponibilidade para mudar a sua alimentação e comer menos carne não se fica pelas intenções. De facto, 5% dos inquiridos já seguem uma alimentação de base vegetal - sete ou mais refeições de base vegetal ao almoço/jantar, numa semana habitual, num total de 14 refeições possíveis.
Entre os inquiridos com maior propensão para seguir atualmente este tipo de alimentação destacam-se as mulheres, os inquiridos com nível de escolaridade mais elevado (ensino superior) e ambos os polos de rendimento do agregado familiar (600€ ou menos, 2.039€ ou mais).
“Os que se situam no polo de rendimentos mais baixo provavelmente não têm um orçamento que lhes permita adquirir carne ou peixe com frequência (…), reforçando a sua dieta com mais vegetais (normalmente na forma de sopa)”, explicam os investigadores.
“Os consumidores que se situam no nível de rendimento mais alto estão provavelmente em transição para uma dieta de maior base vegetal, eventualmente por preocupações de saúde e de sustentabilidade”, acrescentam.
O estudo mostra igualmente que “a generalidade dos inquiridos se mostra familiarizada com o conceito de agricultura biológica”.
“Há uma adesão progressiva ao modo de produção biológica. Relativamente ao anterior inquérito, as pessoas já conhecem bem a agricultura biológica, valorizam-na e compram. Têm mais confiança e defendem até a introdução nos refeitórios e cantinas escolares, sobretudo porque há também uma preocupação muito grande com os mais novos”, explicou a investigadora do ICS Luísa Schmidt, uma das coordenadoras do estudo.
Já quanto à rotulagem dos produtos, os portugueses não se mostram muito informados sobre os símbolos associados às práticas de produção sustentável. Mais de metade (57%) não reconhece qualquer um dos símbolos apresentados no inquérito e os mais reconhecidos – o certificado de agricultura biológica – só é mencionado por 20,9% dos inquiridos.
No que respeita às principais motivações em relação aos hábitos de consumo, a maior parte diz que escolhe alimentos porque são ‘saudáveis’, ‘convenientes’ e/ou porque ‘dão prazer’ a comer.
O inquérito mostra um dado novo que indica que os homens “são mais propensos a escolher alimentos que veiculem uma imagem social favorável de si mesmos”.
“O facto de os homens estarem preocupados com a sua imagem social no que respeita à alimentação é algo novo nestes resultados e pode sugerir que há um grupo emergente de homens na sociedade portuguesa que parece estar atento às leituras que os outros fazem das suas orientações alimentares”, escrevem os investigadores.
Quanto aos principais critérios usados na escolha do produto, os inquiridos sublinham sobretudo a relação de preço-qualidade percebida (frescura, aspeto, sabor, preço justo), seguida por critérios de origem do produto (origem local/nacional), critérios de produção e nutrição (valor nutricional, produção biológica), e critérios informativos (ingredientes e valor nutricional).

Comprar perto de casa, com preferência para frescos

Na compra, os inquiridos disseram optar mais pelos supermercados de proximidade (66,2%) para as compras frequentes de alimentação. Os centros comerciais/hipermercados são a segunda opção (64,2%).
“Além dos supermercados de proximidade e dos centros comerciais/hipermercados, é cada vez mais frequente os portugueses recorrerem ao comércio tradicional de proximidade (49,8%) como as lojas especializadas (talhos, peixarias, frutarias), mercearias (39,4%) e as feiras e mercados (39,6%)”, refere o estudo, que indica que as idas às cooperativas de produtores/consumidores são menos frequentes (17,2% e 16,4).
Apenas 14% recorrem às compras ‘online’ para adquirir produtos alimentares.
Segundo os resultados deste inquérito, face ao realizado em 2016, “os supermercados de proximidade ultrapassaram os hipermercados/centros comerciais como os espaços mais frequentados para as compras alimentares”.
“Este é um fator indiciador da aposta forte das grandes cadeias de retalho alimentar no comércio de proximidade e que expressa bem neste inquérito uma tendência de mudança nas práticas dos portugueses. Tal também pode indiciar alguma mudança nas práticas de mobilidade, sobretudo nos grandes centros metropolitanos, que futuros inquéritos poderão indagar com maior profundidade”, referem os investigadores.
Quando questionados sobre as modalidades de compra dos produtos alimentares os portugueses revelam dar uma clara preferência aos produtos frescos, nomeadamente na fruta (89,3%), vegetais (88,5%), carne (86,9%) e peixe (81,3%). A exceção é para as leguminosas enlatadas, mais frequentemente compradas desta forma (56,2%) do que como produto fresco (48%).
No que se refere aos produtos congelados, o peixe é comprado com o dobro da frequência (42,4%) por comparação aos produtos vegetais (21,3%) e a carne (18%).
Tal como no inquérito de 2016, o perfil do “consumidor constrangido” (que tem de gerir constrangimentos económicos pessoais ou familiares) ganhou peso, a par do “consumidor suficiência” (evita desperdício e o excesso de consumo).
“A importância atribuída aos dois perfis revela que os portugueses continuam a dar peso à gestão cuidada do seu orçamento familiar, contendo despesas (particularmente na dimensão de gerir o orçamento para que não falte dinheiro)”, concluem os investigadores.
Registam-se ligeiras subidas nalguns perfis de consumidor relativamente ao inquérito de 2016, designadamente no “prosumidor” (produz os seus bens/autossuficiência) e do “consumidor ético” (evitar ou minimizar os impactos negativos sobre os outros e o ambiente), por um lado, e do “consumidor explorador” (busca de bens e experiências novas, exóticas e diferentes), por outro.

Oito em cada 10 portugueses defende políticas públicas para hábitos alimentares saudáveis

Oito em cada 10 portugueses consideram que o Governo deve intervir para promover hábitos alimentares mais saudáveis e a maioria apoia de forma expressiva o alargamento de medidas como a redução de açúcar nalguns alimentos.
O controlo das refeições nas escolas, reduzindo as ofertas menos saudáveis, a promoção da agricultura biológica e a redução do desperdício alimentar são algumas das áreas em que os portugueses defendem a aplicação de políticas públicas.
Os sumos, os bolos, chocolates e doces, os molhos, os leites aromatizados, os cereais e as águas aromatizadas estão entre os produtos mais escolhidos para serem também alvo de medidas de taxação no que respeita ao açúcar, embora a grande prioridade sejam os sumos e os produtos típicos de pastelaria tradicionalmente mais associados ao açúcar (bolos, chocolates e doces).
De acordo com o estudo, a extensão deste tipo de taxas a outros produtos alimentares tem o apoio de quase metade dos inquiridos (47,7%), enquanto 23% se manifestam hesitantes, mas sem recusar a medida.
O inquérito indica que apenas três em cada 10 estão contra esta taxa.
Quanto à posição sobre a medida já em vigor de aplicação de uma taxa relacionada com o teor de açúcar dos refrigerantes, os níveis de discordância são mais baixos (cerca de 15%), “o que demonstra que os cidadãos desejam uma maior regulação da área alimentar de forma a reduzir o teor de açúcar nos produtos disponibilizados”, referem os investigadores.
Os portugueses mostram-se bastante abertos à intervenção na alimentação escolar através de políticas públicas e as medidas mais apoiadas são o incentivo à distribuição gratuita de fruta, à confeção de alimentos produzidos com produtos da região, assim como de produtos de agricultura biológica.
Defendem igualmente a proibição do uso de plástico descartável nas refeições escolares.
A medida que recolhe menor apoio (ainda que se mantenha maioritário – acima de dois terços das respostas) refere-se à intervenção nas opções de venda em estabelecimentos comerciais no perímetro da escola, nomeadamente a proibição da venda de alimentos pouco saudáveis.
Segundo os dados recolhidos, quando questionados sobre quem são os principais responsáveis pela saúde e segurança alimentar, os portugueses atribuem um grande peso ao Estado central, em particular aos Ministérios da Saúde, do Ambiente e da Agricultura, assim como à Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE), a principal entidade fiscalizadora de segurança alimentar.
A investigadora do Instituto de Ciências Sociais Luísa Schmidt, uma das coordenadoras deste estudo, sublinha, em declarações à Lusa, a duplicidade de sentimentos dos portugueses em relação ao Estado: “As pessoas precisam do Estado e têm noção de que é fundamental para elas, mas querem que seja fiável e meritório”.
A investigadora disse ainda que os dados indicam que os portugueses “estão particularmente atentos a tudo o que são atitudes eticamente menos responsáveis e políticas públicas menos transparentes e efetivas”.
“Há uma atenção muito grande ao desempenho do Estado e aos agentes políticos e uma crítica implícita muito grande relativamente a um certo de tipo de comportamentos morais e à distância entre governantes e governados”, acrescentou.
O estudo analisou 1.600 inquéritos a residentes em Portugal, maiores de 18 anos, estratificado por região, género e idade e tem 95% de intervalo de confiança. Decorreu entre 07 de novembro e 13 de dezembro de 2018.
Lusa / Madremedia

Religião | Alerta contra o Sínodo Pan-Amazônico

NÃO à internacionalização da Amazônia!
Tendo em vista as gravíssimas consequências que o anunciado Sínodo da Amazônia poderá trazer para a Igreja e o Brasil, com repercussões no mundo inteiro, Catolicismooferece a seus leitores uma edição exclusivamente relacionada com os temas a serem abordados nessa assembleia, que se reunirá no Vaticano em outubro próximo.
A temática do Sínodo inclui uma espécie de eco-tribalismo, além de reformas drásticas na disciplina eclesiástica tradicional.
Não é raro os movimentos esquerdistas difundirem notícias falsas e fantasiosas sobre a situação dos índios da Amazônia, por isso a revista Catolicismo pediu a dois de nossos colaboradores, Paulo Henrique Chaves e Nelson Ramos Barretto, que se embrenhassem naquela vastíssima região, a fim de preparar uma reportagem a respeito de nossos irmãos silvícolas.
Os depoimentos abundantes que os dois eficientes jornalistas apuraram falam por si, convencem-nos da situação real e dos verdadeiros anseios dos nossos silvícolas, habitualmente distorcidos pela mídia esquerdista, pela “esquerda católica” e por certas ONGs, que parecem desejar o pior para o Brasil e os brasileiros.
Os leitores enriquecerão seus conhecimentos sobre nossa Pátria, acompanhando as entrevistas com indígenas e suas lideranças, onde são abordadas situações cruciais, pouquíssimo difundidas. Por exemplo, a dos índios Parecis, que não desejam a estagnação em seus costumes selvagens, mas querem progredir, indo na contramão da “Teologia da Libertação”.
Os neomissionários, ditos progressistas, pregam uma nova teologia indigenista, defendem doutrinas ecológicas primitivistas e se opõem ao desenvolvimento espiritual e material dos silvícolas. Na verdade, não fazem “opção preferencial pelos pobres”, mas uma “opção preferencial pela pobreza”. Não atuam para retirá-los da miséria, mas para mantê-los “engessados” num estado comuno-tribal, pré-histórico.
Recentemente, a mídia difundiu também a delirante ideia de uma invasão do Brasil, com o objetivo de tomar a Amazônia a fim de “salvá-la” — uma alucinação de proporções amazônicas… Ante tais objetivos, a imensa maioria dos brasileiros diz NÃO à internacionalização da Amazônia!
Entre as várias temáticas da edição deste mês da revista Catolicismo, chama especialmente a atenção do leitor os comentários do Dr. Adolpho Lindenberg [p. 24], presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, lembrando de um lado a especial predileção da Santíssima Virgem pelos índios, manifestada em diversas aparições para livrá-los do paganismo e convertê-los à fé católica; e de outro a existência, na agenda do movimento ecologista, de um projeto para uma nova religião panteísta e uma nova revolução cultural.
Sob o pretexto de identificar Deus com a natureza, os ecologistas radicais, com sua concepção marxista, fingem ignorar os maravilhosos planos divinos para a Criação.
ABIM