- O vencedor terá a Obra publicada pela Guerra e Paz e recebe um prémio pecuniário.A Associação Internacional de Lions Clubes – Distrito Múltiplo 115, Fundação Lions de Portugal, e a Guerra e Paz Editores têm a honra de anunciar a abertura das candidaturas ao Prémio Nacional de Literatura Lions de Portugal de 2023, prémio que tem um valor monetário de dois mil e quinhentos euros, atribuído ao autor da obra premiada.As candidaturas serão recebidas por email (e só por email), numa forma muito simplificada, que facilita a participação dos autores. As condições a que devem submeter-se as candidaturas estão expressas no Regulamento que pode encontrar nas páginas online do Lions de Portugal e no site da Guerra e Paz editores.As candidaturas abrem no dia 1 de Outubro do corrente ano e encerram às 23h59 do dia 30 de Novembro de 2022.A Guerra e Paz editores publicará a obra vencedora, tal como publicou já o romance Vidas por Fios, de José Martinho Gaspar, vencedor da edição de 2019, Os Dentes do Tejo, de Evelina Gaspar, romance vencedor do Prémio de 2020, o romance vencedor de 2021, A Desaparecida, de Ricardo Lemos, e Periferia, romance de Catarina Costa, vencedor em 2022.O Prémio Nacional de Literatura Lions de Portugal foi criado em 2011 e destina-se a premiar e publicar uma novela ou um romance de autores portugueses, tanto de autores estreantes como de autores já com obra publicada, com a condição de que sejam inéditos.Concebido para servir a causa da leitura e para servir os autores e a literatura portuguesa, este é um prémio que se enquadra nos objectivos de ligação e divulgação da cultura que norteiam, também, a acção do Lions de Portugal.
quarta-feira, 28 de setembro de 2022
Estão abertas as candidaturas ao Prémio Literário Lions 2023
Município assinalou Dia Mundial do Turismo com sessão dirigida a alunos. Cantanhede reúne todas as condições para se tornar um destino turístico de excelência
O vice-presidente da Câmara Municipal não tem dúvidas de que Cantanhede reúne os ativos necessários para se tornar um destino turístico de excelência. Todavia, entende que esse desiderato só será atingido se todos os que operam nesta área continuarem a investir, em busca de oportunidades para gerar mais e melhor turismo.
“É precisa visão estratégica, um plano de ação, mas é necessário também que os agentes ajudem a criar condições, não apenas de atratividade, investindo em novas abordagens, com visão, mas também com criatividade e ousadia”, justificou.
Ao intervir na sessão que assinalou o Dia Mundial do Turismo, organizada pelo setor do Turismo do Município e que reuniu mais de uma centena de alunos das escolas EB 2,3/Secundária da Tocha, Secundária Lima-de-Faria e Escola Técnico Profissional de Cantanhede, o autarca refletiu também sobre o desafio de conciliar o turismo enquanto atividade económica e a perspetiva de desenvolvimento sustentável.
“O turismo é o encontro de vontades entre quem promove, quem partilha as suas riquezas, e quem pretende experiências únicas e marcantes, que os faz voltar e divulgar”, sintetizou, alertando, todavia, que “esse encontro de vontades não pode ser feito a qualquer preço e o Município de Cantanhede está alinhado com os 17 objetivos do desenvolvimento sustentável que constam da Agenda 2030, pois o turismo é parte constitutiva de um processo de desenvolvimento sustentável”.
No caso de Cantanhede, Pedro Cardoso não tem dúvidas de que além da singularidade de integrar três regiões – Gândara, Bairrada e Baixo Mondego -, e da valorização do património natural, arquitetónico, cultural e gastronómico, o turismo traz outra vantagem: “a valorização da nossa identidade enquanto comunidade”.
Reiterando o compromisso da autarquia em consolidar o estatuto de Cantanhede enquanto destino de excelência, o vice-presidente da Câmara relembrou alguns dos principais atributos turísticos locais, “que nos permite ter um território muito especial” e “com enormes potencialidades”.
Na palestra sobre “Repensar o Turismo para um Futuro mais Sustentável”, Ana Moita Francisco, mestre em Gestão Estratégica de Destinos Turísticos e Gestora de Projetos de Destinos Sustentáveis na Biosphere Portugal, sublinhou a importância de serem cumpridos os critérios de sustentabilidade com vista à certificação dos destinos turísticos, apresentando alguns casos de sucesso. Ana Moita Francisco foi mesmo mais longe, ao afirmar que “só se pode falar em turismo se existir sustentabilidade”.
Destaque ainda na sessão que decorreu no auditório da Biblioteca Municipal para a apresentação dos serviços municipais de turismo e das respetivas funções e de alguns dos principais indicadores turísticos do concelho.
A iniciativa terminou com um animado quizz, que testou os conhecimentos dos alunos sobre alguns dos principais atributos turísticos de Cantanhede. Os cinco elementos da equipa vencedora foram premiados com uma coluna de som e headphones.
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