quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

Universidade de Coimbra coordena projeto internacional que aposta na gestão agroecológica de infestantes e pragas

 Promover a transição agroecológica para a gestão de infestantes e pragas em toda a Europa é a principal ambição do projeto internacional GOOD, coordenado por Helena Freitas, professora catedrática do Departamento de Ciências da Vida (DCV) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), e que acaba de obter 5 milhões de euros de financiamento.
«Ao implementar uma abordagem multidisciplinar, o Agroecology for Weeds – GOOD pretende criar, implementar e avaliar práticas, sistemas e protocolos de Gestão Agroecológica de infestantes e demonstrar, em condições reais, como a adoção desta gestão pode reduzir fortemente o uso de herbicidas sintéticos, aumentar a sustentabilidade, produtividade e resiliência dos sistemas agrícolas», explica a coordenadora do projeto, que envolve mais de uma dezena de países europeus.
Atualmente, os sistemas agrícolas da União Europeia (UE) enfrentam desafios crescentes de sustentabilidade e produtividade devido ao impacto das alterações climáticas em toda a cadeia de valor agroalimentar, agravado pelos efeitos negativos da pandemia de Covid-19 e, mais recentemente, pelas instabilidades geopolíticas. Estes «são dois fatores que ameaçam a estabilidade do setor agrícola e enfatizam a necessidade de mudança na perspetiva/agenda agrícola europeia», observa Helena Freitas.
As infestantes são consideradas um dos fatores mais importantes para determinar a produtividade, rendimento e sustentabilidade da produção agrícolas. Portanto, os agricultores dependem fortemente de herbicidas devido à sua alta eficácia contra estas ervas nocivas e constituem a segunda categoria de pesticidas mais vendida na UE-27, representando, de acordo com o EUROSTAT, 35% de todas as vendas de pesticidas em 2020.
Perante esta realidade e reconhecendo a necessidade de acelerar a transição para sistemas alimentares sustentáveis, seguros e saudáveis, e enfrentar a ameaça da crise da biodiversidade, várias iniciativas políticas da UE, incluindo o EU Green Deal e sua Farm to Fork (F2F) e Estratégias de Biodiversidade, definiram como meta reduzir em 50% o uso de pesticidas sintéticos até 2030. Estas iniciativas serão transpostas para os Planos Estratégicos dos Estados-Membros da Política Agrícola Comum (PAC) através dos eco-esquemas.
«De acordo com a nova proposta sobre o uso sustentável de pesticidas, o foco deve ser direcionado para a promoção de adoção de métodos alternativos de controle de infestantes», considera a investigadora, acrescentando que, ao fazê-lo, «está a estabelecer-se pela primeira vez uma forte iniciativa para atingir os ambiciosos objetivos da Comissão Europeia (CE) com metas juridicamente vinculativas para a redução de pesticidas na UE».
Além disso, e segundo a professora da FCTUC, os aspetos socioeconómicos concomitantes envolvendo a gestão de ervas daninhas, simultaneamente com o papel dos agricultores na tomada de decisão, a preocupação pública com o uso e a resistência a pesticidas, a segurança alimentar, as questões gerais de saúde humana e as regulamentações governamentais resultantes exigem a redução da dependência excessiva de herbicidas e o desenvolvimento de abordagens de sistemas alternativos usando estratégias preventivas, mecânicas, culturais e biológicas combinadas com ferramentas de agricultura de precisão num contexto de Gestão Agroecológica de infestantes.
Com a duração prevista de quatro anos, este projeto desenvolverá uma Rede Agroecológica que engloba um ecossistema de 16 Living Labs (LLs), com a intenção de melhorar a cocriação de conhecimento, a decisão dos agricultores – criação e aceitação do utilizador final de abordagens. Esta rede de gestão será tanto uma rede física de LLs, permitindo aos utilizadores e parceiros a partilha de conhecimentos e experiências, como uma rede digital de todos os atores relevantes em toda a cadeia de valor agroalimentar, criando ligações com outros projetos e redes que operam no campo da Agroecologia e Gestão de Pragas.
Para a concretização deste objetivo final o novo projeto propõe diversas soluções focadas no «uso de plantas de cobertura em todos os laboratórios e o aumento de sua capacidade competitiva contra infestantes por meio de inoculação com microrganismos benéficos, a combinação de plantas de cobertura com outros métodos de Gestão Agroecológica e soluções digitais num esquema integrado para a redução da pressão de pragas e uso de herbicidas nos 16 LLs», conclui a investigadora.
Coordenado pelo Centro de Ecologia Funcional da FCTUC, o GOOD é um projeto Horizonte Europa e envolve, além de Portugal, países como França, Espanha, Itália, Grécia, Irlanda, Bélgica, Letónia, Países Baixos, Sérvia e Chipre.
 
 
Sara Machado
Assessora de Imprensa – Universidade de Coimbra – Faculdade de Ciências e Tecnologia

Startup da Universidade do Minho atrai investimento de 10 milhões de euros


A SilicoLife, empresa com origem na Universidade do Minho (UMinho), atraiu um investimento de cerca de 10 milhões de euros da BlueCrow, uma sociedade de capital de risco. O primeiro de dois investimentos concretizou-se na passada semana e ronda os 4,9 milhões de euros que servirão para potenciar o desenvolvimento de uma linha de tecnologias de produção de ingredientes para a indústria dos suplementos alimentares.
A SilicoLife combina Inteligência Artificial e Engenharia Biológica para a produção sustentável de variados ingredientes, utilizando fermentação de precisão aliada à engenharia de microrganismos. Com sede em Braga, esta startup da UMinho tem ainda laboratórios de investigação que estão situados no campus de Gualtar.

Com um forte historial na criação de soluções biológicas otimizadas com empresas líderes em diferentes setores, a SilicoLife tem apostado no desenho de microrganismos industriais para produzirem de forma rentável e sustentável os ingredientes e suplementos que fazem parte do nosso dia a dia. Estes microrganismos otimizados são utilizados em processos de fermentação, da mesma forma que se produz cerveja ou insulina 100% humana (produzida por microrganismos em biorreatores).

Simão Soares, CEO da SilicoLife e ex-aluno da UMinho, explicou que este investimento que está a ser feito na empresa “combina a reconhecida competência em I&D da SilicoLife com a capacidade financeira dos fundos geridos pela BlueCrow, para dimensionar uma empresa baseada no conhecimento”. Já a BlueCrow assume que “tem acompanhado o modelo de negócio da SilicoLife e entende estarem reunidas as condições para a equipa consolidar a experiência e conhecimento adquirido ao longo de vários anos e enfrentarem os próximos desafios, desenhando e criando soluções de enorme impacto.”

Para responder a esta nova etapa a SilicoLife já anunciou que irá brevemente anunciar oportunidades de emprego nas áreas de engenharia de software, biologia molecular e engenharia de estirpes e desenvolvimento de negócio, entre outras.

Sobre a SilicoLife
A spinoff do Centro de Engenharia Biológica nasceu em 2010 por recém-graduados em Bioinformática e professores de Informática e Engenharia Biológica da UMinho. Recebeu o “Prémio Atreve-te” como start-up do ano 2011, patrocinado pela Presidência da República, e teve distinções na revista “Wired” do Reino Unido e no Fórum Biochem, na Espanha. O Fórum Económico Mundial colocou-a em 2015 entre seis PME cujas parcerias com multinacionais poderão marcar o desenvolvimento da Europa. Em 2016 foi eleita a 15ª empresa mais promissora do mundo na bioeconomia, pela publicação “BiofuelsDigest”, uma das mais lidas na área. Esta startup de biotecnologia tem sede em Braga e trabalha apenas para mercados externos. Participa em vários projetos científicos e colabora com empresas multinacionais nos campos da química, do agroalimentar e dos materiais. Tem o site www.silicolife.com.

COMPLEXO DAS PISCINAS MUNICIPAIS DE SILVES ESTARÁ ENCERRADO ENTRE OS DIAS 19 E 31 DEZEMBRO

 
A Câmara Municipal de Silves informa que o Complexo das Piscinas Municipais de Silves (CPMS) estará encerrado entre os dias 19 e 31 de dezembro.
De acordo com o atual Regulamento de Funcionamento e Utilização do Complexo das Piscinas Municipais de Silves, nomeadamente de acordo com o art.º 19º que define o funcionamento das instalações, está previsto o encerramento do CPMS durante o período de um mês.
Assim, e de forma a causar o menor transtorno possível aos nossos utentes foi decidido, após deliberação em Reunião de Câmara, distribuir o encerramento por dois momentos distintos, correspondendo um desses períodos ao final do mês de Dezembro.
A autarquia pede desculpa pelo incómodo e agradece a compreensão dos munícipes.

Detida mãe de Jéssica, a menina de 3 anos que morreu em Setúbal

Foi ainda detido outro homem, de 28 anos, filho da alegada ama de Jéssica.
A Polícia Judiciária deteve esta quinta-feira a mãe de Jéssica, a menina de três anos que morreu em junho, na cidade de Setúbal, quando se encontrava aos cuidados de uma suposta "ama".
Para além da mãe da menina foi ainda detido um homem, de 28 anos, filho da alegada ama e do companheiro. Segundo a Polícia Judiciária tanto este homem, como a mãe de Jéssica são "suspeitos de estarem relacionados com a morte da criança".
As duas pessoas detidas hoje estão indiciadas pelo crime de homicídio qualificado", disse a fonte da Polícia Judiciária de Setúbal à Lusa.
Os dois detidos serão presentes às autoridades judiciárias competentes para primeiro interrogatório judicial e aplicação de medidas de coação.
A menina de três anos morreu a 20 de junho de 2022 por alegados maus-tratos. Jéssica apresentava vários hematomas no corpo e tinha pedaços de cabelo arrancados.
Na altura, o alerta foi dado pela mãe, que foi esta quinta-feira detida. Quando o INEM chegou ao local onde estava Jéssica, encontrou uma criança em paragem cardiorrespiratória, tendo sido de imediato transferida para o hospital. Mas Jéssica não resistiu aos ferimentos e acabou por morrer.
Inicialmente, a mãe terá dito que a criança caiu na escola , mas numa segunda versão foi dito que J éssica tinha estado com a ama cinco dias.
A avó materna confirmou esta versão, revelando que a filha lhe ligou depois de ir buscar Jéssica à ama nessa manhã. Foi alegadamente entregue à mãe já ferida. Segundo a ama, a criança teria caído de uma cadeira.
Na quarta-feira, dois dias depois da morte de Jéssica, a alegada ama, a mãe e o padrasto de Jéssica são interrogados pela Polícia Judiciária. Ao fim do dia e terminadas as diligências, foram detidas três pessoas: a alegada ama, o seu companheiro e a filha do casal por suspeitas de homicídio qualificado, ofensas à integridade física grave, rapto e extorsão. A mãe e o padrasto da menina saíram em liberdade.
A mulher, que se dizia ser a ama de Jéssica, afinal não o era. “Tita”, como é conhecida, e o seu companheiro terão emprestado dinheiro à mãe da criança e cometido os crimes até que a dívida fosse saldada.
À SIC, o padrasto da menina confirmou esta dívida que a companheira tinha e confirmou, também, que pagou por duas vezes a pessoas conhecidas de “Tita”. Numa primeira vez terá pago 50 euros, numa segunda 150 euros.
Jéssica terá sido feita refém deste casal , de 52 e 58 anos, durante quase uma semana, onde terá sofrido maus-tratos severos.
De acordo com Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças, foi aberto em 2019 um processo de promoção e proteção da menina, tendo o caso seguido para o Ministério Público (MP).
A sinalização de Jéssica Biscaia, nascida em janeiro de 2019, foi feita pelo Núcleo Hospitalar de Crianças e Jovens em Risco de Setúbal, "por a criança estar exposta a ambiente familiar que poderia colocar em causa o seu bem-estar e desenvolvimento".
medida de proteção, entretanto decidida pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Setúbal, não foi aceite pelos pais, o que originou de imediato o envio do processo ao MP, em 31 de janeiro de 2020.
Segundo informação do Tribunal de Setúbal, em 18 de maio de 2020, o MP, com base numa sinalização de violência entre os progenitores ocorrida na presença da criança, instaurou um processo judicial de proteção de Jéssica.
Em junho de 2021, foi efetuada uma avaliação da medida, propondo-se a manutenção por se considerar existirem ainda fragilidades no agregado familiar (períodos de rutura e de reconciliação na relação dos pais), e a avó materna assumiu a responsabilidade de supervisionar os cuidados parentais à neta, com quem estaria todos os dias.
Nesse mês, a equipa técnica multidisciplinar da Segurança Social de Setúbal relatou ao tribunal que, de acordo com a informação prestada pela avó, a situação de violência doméstica entre o casal tinha acalmado.
Ainda de acordo com as informações dadas pelo tribunal, já em maio de 2022, foi efetuada nova avaliação, referindo que o casal estaria separado, com o progenitor a trabalhar no estrangeiro desde há cerca de quatro meses e sem subsistir o quadro de violência entre o casal.
Com base nesta informação, o Ministério Público promoveu o arquivamento do processo em 24 de maio deste ano, confirmado por um despacho judicial seis dias depois. Jéssica morreu cerca de um mês depois.

SIC Notícias

Passeio de Cicloturismo de Pais Natais em Anadia

Integrado na programação de animação de Natal de Anadia vai decorrer, no próximo domingo, 18 de dezembro, o tradicional passeio de Cicloturismo de Pais Natais.  
Os interessados em participar devem efetuar as respetivas inscrições (gratuitas) até esta quinta-feira (dia 15) na secretaria das Piscinas Municipais. A concentração acontece pelas 10h00, na Praça da Juventude, na cidade de Anadia.
Antes da partida, propriamente dita, haverá um momento de animação musical de Natal pelo grupo GroovArt – Academia de Artes. O trajeto, com partida e chegada na Praça da Juventude, terá uma extensão de cerca de 10 quilómetros, percorrendo algumas das principais artérias da cidade de Anadia. No final haverá um pequeno convívio entre participantes com direito a Bolo Rei.
A iniciativa é organizada pelo Município de Anadia, com o apoio do Agrupamento de Escolas de Anadia, da GroovArt - Academia de Artes, do Clube de Ciclismo da Bairrada, do Núcleo de Cicloturismo da Bairrada, da Associação Recreativa de Grada - Sardanetas BTT, da ADABEM - Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Mogofores, da Guarda Nacional Republicana e dos Bombeiros Voluntários de Anadia.


Vagos | Números dizem que o tecido empresarial cresceu muito

De acordo com o balanço acerca do tecido empresarial do concelho de Vagos que a autarquia realizou, tendo em conta a informação constante nas firmografias anuais enviadas pela empresa Informa D&B, assim como na base de dados mensal com as constituições das empresas, o concelho de Vagos conquistou cerca de 100 novas empresas nos últimos 10 anos e ganhou 2000 postos de trabalho no mesmo período.
O concelho de Vagos passou de 596 empresas registadas em 2011 para 694 empresas em 2021, sendo que, no mesmo período, foram criados 1998 novos empregos, consubstanciando 5754 trabalhadores em 2021.
Do ponto de vista do volume de negócios, ao longo de uma década, registou um crescimento na ordem dos 465 milhões de euros, passando de 333 milhões de euros de faturação em 2011 para 798 milhões de euros em 2021.
De igual modo, nos últimos 10 anos, regista-se um crescimento no volume de exportações na ordem dos 250 milhões de euros, cifrando-se em cerca de 327 milhões de euros em 2021.
Do ponto de vista das empresas exportadoras no concelho de Vagos, em 2011 contabilizavam-se 90, sendo que em 2021 passaram a ser 136.
O balanço realizado pela Câmara Municipal de Vagos incluiu todas as empresas com atividade comercial, com sede no município de Vagos, excluindo a banca e os seguros.
O concelho de Vagos tem, aproximadamente, 23 mil habitantes, segundo dados dos Censos 2021, estando entre os cinco concelhos do distrito de Aveiro que registaram um crescimento da população face a 2011.

Governo anuncia aumento do salário mínimo para 760 euros

 Medida foi aprovada em Conselho de Ministros e anunciada pela ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva. Salário mínimo nacional aumenta no início de 2023. Governo confirmou também a cedência do apoio extraordinário de 240 euros destinado a famílias vulneráveis.
Durante o briefing do Conselho de Ministros, Mariana Vieira da Silva anunciou que o Governo aprovou o aumento do Salário Mínimo Nacional (SMN) para 760 euros, com esta subida a refletir-se já a partir de 1 de janeiro de 2023.
A ministra da Presidência sublinhou que este aumento está "em cumprimento dos compromissos assumidos no Acordo de Médio Prazo de Melhoria dos Rendimentos, dos Salários e da Competitividade".
Mariana Vieira da Silva disse também ter sido aprovado o decreto-lei "que estabelece um apoio extraordinário para a mitigação do efeito do aumento extraordinário de preços dos bens alimentares de primeira necessidade" e fruto da inflação.
Este apoio será pago a partir de 23 de dezembro, consistindo em 240 euros, é destinado a famílias vulneráveis e será pago via transferência bancária às que disponibilizaram o IBAN, recebendo as restantes o valor por vale postal.
Ao seu lado, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, disse que este apoio abrangerá "um milhão e 37 mil agregados familiares", o que representa uma despesa de 249 milhões de euros, sendo “pago a todos os agregados que já tiveram um apoio excecional para compensar a inflação”.
O universo de famílias que receberão este apoio é o mesmo dos agregados que obtiveram os apoios extraordinários de abril e de junho, cada um no valor de 60 euros. São estas as famílias que tenham tarifa social de eletricidade e os titulares de prestações sociais mínimas
Segundo as contas apresentadas pela ministra, uma família com dois filhos em que ambos os elementos do casal ganhem o SMN, terão no final deste ano um total de 760 euros de apoios extraordinários, tendo em conta os 60 euros pagos em abril e julho e os 350 euros em outubro (no âmbito da medida mais transversal ‘Famílias primeiro') e os 240 euros que serão pagos no final deste mês.
Questionada se o Governo pretende avançar com um apoio destinado à classe média, a ministra admitiu uma posterior mobilização de medidas, mas sem detalhara, frisando que os apoios se têm destinado sobretudo às "pessoas que mais precisam".
Ana Mendes Godinho destacou que, para 2023, o Governo tem planeado "o reforço dos instrumentos e das prestações sociais".
"Temos procurado, no âmbito de uma estratégia global de valorização dos rendimentos, o aumento dos salários nos próximos anos e também o aumento das pensões, que acontecerá a partir de dia 1 de janeiro. Tem sido uma preocupação transversal para procurar responder às consequências da inflação, procurando também diferenciar as respostas de urgência de acordo com as características de cada situação", justificou.Quanto ao SMN, a ministra indicou que a subida de 705 euros para 760 euros, de 7,8%, "traduz o maior aumento de sempre em termos absolutos”.
Apontando a meta de chegar aos 900 euros de SMN em 2026, Mendes Godinho diz que este aumento significará um crescimento de 78% de 2015 até 2026.
O Governo propõe que o salário mínimo evolua para 760 euros em 2023, para 810 euros em 2024, para 855 euros em 2025 e para 900 euros em 2026, conforme acordado com a UGT e as confederações patronais.

Fonte: MadreMedia