sábado, 6 de fevereiro de 2021

Covid-19 | Reforço da capacidade

 


Hospital das Forças Armadas, em Lisboa, com mais 140 camas.

A Ministra da Saúde, Marta Temido, acompanhou, ao início da tarde de hoje, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o Primeiro-Ministro, António Costa, numa visita ao Hospital das Forças Armadas, em Lisboa, que foi reforçado com mais 140 camas.

Este hospital passa, agora, a contar com um total de 197 camas de enfermaria e 15 camas de cuidados intensivos exclusivamente para doentes com Covid-19.

Na sua intervenção, o Primeiro-Ministro elogiou a ação das Forças Armadas «na linha da frente» do combate à Covid-19, tanto ao nível do acolhimento e tratamento hospitalar de doentes, como na evacuação de lares ou no plano de vacinação.

«Quero aqui prestar homenagem às mulheres e homens das Forças Armadas pela ação empenhada num combate que tem de ser de todo o país. As Forças Armadas têm estado na linha da frente», salientou António Costa.

Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que «estamos aqui hoje para mostrar que se trata de um combate de todos, em total união: Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, Primeiro-Ministro, Governo, Forças Armadas, todos unidos com o mesmo objetivo. E, naturalmente, nesse objetivo entrando todas e todos os portugueses».

O Presidente da República manifestou «orgulho e gratidão» pela atuação das estruturas militares no combate à Covid-19, sublinhando que «em tempo de pandemia tem sido extraordinário o papel das nossas Forças Armadas».

Esta visita foi também acompanhada pelos secretários de Estado Adjunto e da Defesa, Jorge Seguro Sanches, e dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro, assim como pelo chefe de Estado-Maior General da Armada, almirante António Mendes Calado, e pelo diretor deste hospital, o brigadeiro-general Rui Sousa.

Sangue | Mais de 8.600 dádivas

IPST agradece e apela para que as dádivas continuem.

O Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) agradece a mobilização para doar sangue, o «empenho e competência dos profissionais de saúde» e a ajuda das associações de dadores na organização de sessões de colheita que ajudaram a contrariar um «decréscimo de cerca de 10% nas colheitas», o que em contexto de inverno, agravado pela pandemia, levou a uma instabilidade nas reservas.

«Apesar da situação difícil em que o país se encontra, a resposta por parte da sociedade foi excecional e sem precedentes: Entre 19 e 26 de janeiro inscreveram-se 8.638 dadores e foram colhidas 7.009 unidades de sangue nos Centros de Sangue e da Transplantação do IPST em Lisboa, Porto e Coimbra», informa o instituto.

No entanto, o Instituto Português do Sangue e da Transplantação sublinha que as necessidades de sangue e componentes sanguíneos nos hospitais «são diárias» e que há condicionantes no armazenamento, uma vez que «os componentes sanguíneos têm um tempo limitado de armazenamento; os dadores de sangue, sendo homens só podem realizar a sua dádiva de três em três meses e sendo mulheres de quatro em quatro meses», ao que acresce a incerteza sobre a evolução da pandemia.

«Assim, esta mobilização foi essencial para estabilizar as reservas de componentes sanguíneos nesta fase, mas a afluência maciça gerou também situações de esperas longas e desconforto. Por isso, o IPST reitera o apelo a todos os dadores para que, dentro das suas possibilidades, procurem os serviços de colheita de sangue de forma regular e faseada, uma vez que só assim será possível continuar a garantir as condições de distanciamento social, um melhor atendimento ao dador e a distribuição constante e regular de unidades de sangue aos hospitais», pede o instituto.

Deslocação para efeitos de dádiva são permitidas pelas autoridades

O IPST relembra que «mesmo em tempos de pandemia é possível continuar a ajudar a salvar vidas, já que nos locais de colheita foram reforçadas todas as medidas para que o ato se efetue com segurança» e as deslocação para efeitos de dádiva são permitidas pelas autoridades.

Podem doar sangue todas as pessoas com bom estado de saúde, com hábitos de vida saudáveis, peso igual ou superior a 50 kg e idade compreendida entre os 18 e os 65 anos. Para uma primeira dádiva, o limite de idade é 60 anos. A dádiva de sangue é benévola e não remunerada.

A doação de sangue pode ser feita de quatro em quatro meses pelas mulheres e de três em três meses pelos homens.

Para saber mais, consulte
IPST > Dador

Teleconsulta | Insuficiência cardíaca

ULS Castelo Branco monitoriza à distância doentes com a patologia.

O Serviço de Cardiologia do Hospital Amato Lusitano, integrado na Unidade Local de Saúde (ULS) Castelo Branco, está a trabalhar num projeto em que os doentes com insuficiência cardíaca partilham os seus dados sem terem de se deslocar a Castelo Branco, foi hoje anunciado.

«Trata-se de uma teleconsulta, mas com dados objetivos, obtidos em tempo real a partir dos dispositivos implantados, alguns para tratamento da insuficiência cardíaca, mas também de pacemakers corrigindo bloqueios cardíacos», disse à agência Lusa o Diretor do Serviço de Cardiologia, Francisco Paisana.

O hospital começou a trabalhar com o Centro de Saúde da Sertã neste projeto há cerca de um ano, que permite que os doentes com insuficiência cardíaca consigam partilhar os seus dados sem terem de se deslocar à unidade de saúde albicastrense.

A Sertã, no distrito de Castelo Branco, é um dos concelhos com maior número de pessoas a implantar pacemakers, um cenário que é justificado pelo envelhecimento da população.

Este município é ainda um dos que está mais distante do Centro de Pacing da Unidade Local de Saúde de Castelo Branco (ULSCB).

Este projeto permite que os doentes da Sertã e dos concelhos limítrofes possam ser seguidos.

A tecnologia utilizada permite ainda efetuar a consulta de vigilância dos parâmetros de funcionamento, transmitindo a partir do Centro de Saúde para a Unidade de Pacing de Castelo Branco que regista e orienta futuras consultas.

«Assim temos a vantagem da consulta de proximidade com os benefícios inerentes». Não só na «implantação e vigilância remota dos pacemakers alocados ao tratamento da insuficiência cardíaca (onde se inclui o pacing hisiano), mas também na vigilância em tempo real dos pacemakers comuns”, sublinha o cardiologista.

Projeto permite controlo sobre o estado do doente e redução de custos associados

A insuficiência cardíaca atinge mais de 400 mil portugueses, sendo fortemente incapacitante e causadora de uma grande deterioração da qualidade de vida. Adicionalmente, esta patologia representa 3,4% dos custos anuais em saúde e é a primeira causa de internamentos acima dos 65 anos.

Face a estes números, Francisco Paisana realça a importância em reconhecer que a insuficiência cardíaca implica um diagnóstico e tratamento rápido para controlo da condição.

Este projeto permite um controlo sobre o estado do doente, possibilitando a gestão de cenários de crise e facilita ainda uma redução de custos associados, especialmente para a população que teria de se deslocar de ambulância ou táxi até Castelo Branco.

Além disso, devido ao período de pandemia que se vive, é um projeto seguro para os doentes, observa ainda o responsável.

Visite:
ULS Castelo Branco – http://www.ulscb.min-saude.pt/

CHMT | Fiquem em casa

Jovem médica na linha da frente faz apelo à população.
Teresa Oliveira é médica interna nos cuidados intensivos no Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) e trabalha na área dedicada aos doentes Covid-19.

Num vídeo publicado pelo CHMT, a médica fez “um pedido” a todos os cidadãos. Um pedido repetido todos os dias por quem está no terreno numa altura em que o país atravessa a pior fase da pandemia, com níveis de infeção, de internamentos e de mortes que se ultrapassam dia após dia.

“Quero pedir a todos que não saiam de casa, por favor. Muitas das pessoas que estão aqui internadas, a maioria, são mais novos do que os meus pais. Alguns deles têm a idade dos meus irmãos mais velhos. Pessoas sem outros problemas, sem outras cormobilidades. Por favor, fiquem em casa”, apelou Teresa Oliveira.

Covid-19 | Combate às notícias falsas

Plataformas digitais unem esforços para combater a desinformação sobre as vacinas.

O programa de monitorização e eliminação das “fake news” (notícias falsas) relacionadas com a pandemia da Covid-19, que junta plataformas digitais como o Facebook, Google, Microsoft, Twitter e TikTok, uniu esforços para combater a desinformação sobre as vacinas na União Europeia.

A Comissão Europeia tem vindo a considerar que a difusão de notícias falsas e enganosas está a “minar os processos de vacinação nos diferentes países”.

Os relatórios de acompanhamento, que foram elaborados pela Comissão Europeia tendo por base a informação relatada pelas plataformas, revelam os “esforços contínuos por parte dos das plataformas para abordar a desinformação em torno da covid-19”.

O executivo comunitário verificou desde logo que, em dezembro de 2020, quando arrancou o processo de vacinação na UE, foram adotadas medidas como a eliminação ou redução de conteúdos com informações falsas ou enganosas, a limitação de comportamentos manipuladores ou da falsa publicidade, a colaboração com mais verificadores de factos e investigadores e ainda a promoção de fontes de informação fidedigna.

A Comissão Europeia solicita mais empenho às plataformas e pede que continuem a aplicar o programa pelo menos até junho de 2021.

AVEIRO | ATIVIDADE LETIVA À DISTÂNCIA: CÂMARA EMPRESTA COMPUTADORES A ALUNOS DO 1.º CICLO E MANTÉM MEDIDAS DE APOIO ÀS FAMÍLIAS

 Manutenção da Escola de Acolhimento e do acompanhamento à distância para Crianças do Pré-Escolar 

Refeições garantidas e novo cabaz com 10 refeições para alunos necessitados 

A Câmara Municipal de Aveiro (CMA) em consequência do Decreto nº3-D/2021, de 29 de janeiro, que determina a retoma das atividades educativas e letivas em regime não presencial a partir da próxima segunda-feira, dia 08 de fevereiro, e após auscultação dos vários Diretores dos Agrupamentos de Escolas do Município de Aveiro e do Diretor da Escola Artística do Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, decidiu tomar várias medidas para fazer face a este novo modelo de funcionamento do presente ano letivo (documento em anexo).

Entre as principais medidas tomadas destaca-se desde logo o facto de a CMA estar a proceder à entrega, a título de empréstimo, de computadores portáteis e/ou acessos à internet aos Alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico que manifestaram necessidade junto dos respetivos Docentes. Numa primeira fase serão contemplados os Alunos de Escalão A e B da Ação Social Escolar, e numa segunda fase os restantes Alunos, que comprovem a real necessidade destes apoios tecnológicos. Os Encarregados de Educação serão contactados pela CMA para procederem ao levantamento dos respetivos equipamentos, sendo que as entregas já se iniciaram hoje, no Centro de Congressos de Aveiro.

De realçar a manutenção da Escola de Acolhimento para receção e acompanhamento dos filhos ou outros dependentes de trabalhadores de serviços essenciais, na Escola e Jardim de Infância de Santiago. Os interessados que reúnem as respetivas condições devem entrar em contacto com a CMA (educacao@cm-aveiro.pt) ou com o Agrupamento de Escolas de Aveiro (diretor@aeaveiro.pt), parceiro da CMA na gestão desta iniciativa.

As Famílias utilizadoras das Atividades de Animação e Apoio à Família em período de interrupção letiva, continuarão a ter disponível a cedência de uma mochila com materiais, atividades e respetivo acompanhamento online dos monitores.

Os Alunos que vierem a ser identificados como não tendo condições para acompanharem o Ensino à Distância pela internet, e que serão integrados em grupos presenciais nos estabelecimentos de ensino, terão acesso ao transporte escolar e ao serviço de refeição escolar no próprio estabelecimento de ensino, sempre que necessário, devendo os Encarregados de Educação procederem à marcação das refeições na plataforma SIGA.

Manutenção e reforço do apoio alimentar a Crianças e Jovens

Atenta à importância da nutrição alimentar das nossas Crianças e Jovens, a CMA vai manter o serviço de apoio alimentar dirigido aos alunos de Escalão A e Escalão B, desde o pré-escolar ao ensino secundário, devendo os Encarregados de Educação manifestarem a respetiva necessidade e/ou interesse através da Plataforma SIGA, utilizada normalmente para a marcação de refeições escolares, devendo proceder a essa manifestação de necessidade entre o dia 8 e o dia 10 de fevereiro.

Atendendo a que voltamos ao funcionamento das atividades letivas, embora em formato à distância, os Alunos de Escalão A terão direito ao cabaz alimentar gratuitamente, enquanto que os Alunos de Escalão B terão acesso ao mesmo cabaz alimentar mas com o habitual pagamento de 50% do valor da refeição escolar, ou seja, 0,73€.

A CMA, em articulação com o seu prestador de serviço de refeições escolares, fornecerá um cabaz de bens alimentares às famílias que manifestarem essa necessidade, sendo o mesmo entregue até ao dia 16 de fevereiro, na sede do respetivo Agrupamento de Escolas de origem. Este cabaz corresponde a 10 refeições, ou seja, do período de 8 a 19 de fevereiro. Este apoio alimentar será gerido à quinzena enquanto se mantiver o ensino à distância.

Da mesma forma, a CMA através do Serviço de Psicologia e Aconselhamento, vai organizar uma sessão semanal online sobre os impactos da Covid-19, de modo a manter um canal de comunicação com os Encarregados de Educação e Docentes, enquanto que em cooperação com Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Aveiro vai prosseguir o acompanhamento e apoio de todas as situações de vulnerabilidade que sejam detetados.

Transportes Escolares em funcionamento

Os horários dos transportes escolares também se vão manter em funcionamento até nova decisão, exceto as carreiras exclusivamente escolares, podendo alguma ser ativada em caso de necessidade identificada pelos Agrupamentos de Escolas. Neste âmbito a CMA e a ETAC / Transdev / Aveirobus, farão uma avaliação diária sobre o funcionamento dos transportes públicos municipais, e se forem tomadas outras medidas de alteração da oferta, serão devidamente comunicadas.

Estamos Juntos neste Combate ao Coronavírus / Covid-19.

Câmara de Águeda entrega edifícios renovados às associações da “Casa do Adro”


As obras estão concluídas e as chaves dos edifícios da Orquestra Típica, Cancioneiro e Conservatório de Música foram entregues às respetivas associações.
“Hoje é um dia muito feliz, porque temos aqui uma obra que enriquece Águeda”, afirmou Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda, ontem, na entrega das chaves dos edifícios da Orquestra Típica, Cancioneiro e Conservatório de Música de Águeda, depois das obras de requalificação de que foram alvo no último ano.

O momento foi simbólico, tendo em conta as atuais circunstâncias, pelo que a inauguração formal será feita numa altura mais oportuna. Presentes estiveram Jorge Almeida e Edson Santos, respetivamente Presidente e Vice-Presidente da Câmara Municipal de Águeda, bem como os vereadores da Cultura, Elsa Corga, e das Obras Particulares, João Clemente, que desejaram às associações um “bom regresso a casa”.
“Este é o momento de dar os parabéns ao arquiteto, ao empreiteiro, à fiscalização e aos serviços da Câmara Municipal que acompanharam esta obra e às associações que agora ficam com ótimas instalações para realizarem as suas atividades que tão bem representam Águeda”, sublinhou Jorge Almeida, acrescentando que este “emblemático” movimento associativo que está localizado naquele complexo tem agora condições “para ser ainda mais criativo”.
Para breve, quando a situação epidemiológica o permitir, está prometida uma “grande festa”, que demonstre a satisfação que as associações têm de ver este espaço renovado e terá como protagonistas as próprias coletividades, numa exibição do seu rico portfólio. E a “festa” já tem nome: “Sons do Adro”. Foram as associações que tomaram a dianteira e designaram deste modo a celebração.

“Será uma grande festa de e com todas as associações”, anunciou, ontem, Ana Isabel Fernandes, presidente da direção da Orquestra Típica, satisfeita por a coletividade que representa receber esta “casa” renovada, “muito bonita e funcional”, numa altura em que celebram 50 anos de existência em Águeda.

“Lutámos por muito menos do que isto”, disse Augusto Gonçalves, presidente da direção do Conservatório de Música de Águeda, explicando que “a realidade é muito maior do que o que sonhámos”. Num discurso emotivo e visivelmente satisfeito pela “grande obra realizada”, o dirigente salientou a “fantástica colaboração desta Câmara Municipal”, que “dentro do que é legítimo e correto, tudo fez para nos facilitar a vida”, lembrando a disponibilização do espaço da Incubadora Cultural para que o Conservatório pudesse continuar a dar aulas enquanto as obras decorriam.

Uma obra que marca a diferença
“É bom vermos a nossa Águeda a crescer”, disse ainda Jorge Almeida, defendendo que esta obra tem um conjunto de particularidades funcionais que não se vêem mas que fazem dela um modelo e que a tornam, “certamente, uma candidata a prémios na área”.

Sobre a intervenção, o arquiteto e coordenador da equipa de projeto, Daniel Oliveira, natural de Águeda, frisou que é visível “a diferença entre o que estava antes e o que podemos ver agora”, sublinhando que as associações têm, hoje, muito melhores condições “tanto no interior, dos pontos de vista térmico, acústico, espacial e funcional”, como no exterior “com um espaço público/coletivo que ficou muito mais capacitado para ser utilizado e que deveria ser de uso pedonal”.

De recordar que a empreitada da requalificação dos edifícios da Orquestra Típica, Cancioneiro e Conservatório e do espaço exterior envolvente foi adjudicada à empresa Nível 20 – Estudos, Projectos e Obras, Lda. e o investimento global foi de 1,02 milhões de euros.

A reabilitação do Conservatório baseou-se no tratamento das paredes exteriores, com tratamento térmico, bem como na substituição da caixilharia, cobertura e caleiras do edifício. Foi ainda realizada a adaptação sanitária para deficientes e melhoradas as condições de mobilidade no edifício, com a implementação de uma plataforma elevatória para pessoas com mobilidade reduzida.

Ainda relativamente ao Conservatório, é aqui que está uma das obras de maior envergadura que passou pela construção de um espaço novo, construído de raiz, numa zona em declive e quase em cave, o que torna o seu impacto visual quase nulo. Trata-se de uma sala polivalente, para ensaios de orquestra, aulas ou outras funcionalidades, ampliando a capacidade deste equipamento cultural.

Já no Cancioneiro foi colocado um telhado novo, com uma estrutura em perfis de ferro, rematado no cume com uma clarabóia, garantindo a entrada de luz natural no espaço. Apesar desta alteração, o edifício mantém a sua traça original, uma vez que as paredes exteriores foram conservadas, preservando a sua identidade e características típicas aguedenses, de seixo rolado, ou godo como é comummente designado.

Quanto à Orquestra Típica, a intervenção implicou a substituição da cobertura, bem como foram melhoradas as condições de acessibilidade e de conforto térmico (paredes duplas com caixa-de-ar). O espaço foi ampliado com a construção de uma nova sala e foram demolidas algumas paredes para se obterem espaços mais amplos e polivalentes. As fachadas deste edifício foram revestidas com seixo rolado, devolvendo ao espaço uma linguagem arquitetónica coerente com a do complexo.

Uma das grandes intervenções neste complexo prende-se com os arranjos exteriores, uma área que foi transformada, num tratamento paisagístico que apresenta uma bancada a céu aberto e vários espaços verdes.