domingo, 28 de janeiro de 2018

Rio Sena continua a subir em Paris. Deve atingir nível máximo este domingo

Rio chegou aos 5,78 metros, tendo crescido em caudal 14 centímetros em 24 horas
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O nível da água do rio Sena continuou hoje a subir lentamente, sendo esperado que atinja o seu máximo em Paris esta noite, segundo as previsões oficiais, que apontam uma melhoria da situação noutros municípios da região.

De acordo com o Vigicrues, organismo responsável pela monitorização do caudal dos rios em França, fixou-se em 5,95 metros o máximo esperado para esta noite na ponte parisiense de Austerlitz, onde está instalada uma estação de medição.

Este valor situa-se 15 centímetros abaixo do registado em 2016 em Paris, quando morreram duas pessoas devido às cheias, refere a agência de notícias espanhola Efe.

De acordo com os dados mais recentes, o Sena teve uma altura de 5,78 metros, o que significa um crescimento de 14 centímetros em 24 horas.

O rio permanece fechado à navegação por causa do elevado nível do caudal, que impede que os navios passem debaixo das pontes, e mantêm-se ativados os planos de emergência nos estabelecimentos junto do Sena, incluindo o fecho de 12 estações de comboio.

Doze departamentos do país permanecem em alerta laranja, o segundo mais alto, como medida de precaução, mas as autoridades consideram que a situação é melhor do que o previsto porque as chuvas têm sido menos intensas do que o esperado.

Na bacia superior do rio, manteve-se a melhoria, onde foi levantando em várias seções o alerta laranja, enquanto na bacia inferior, uma zona de meandros, as autoridades alertam que a subida do nível da água continuará até o início da próxima semana.

Enquanto as cheias de 2016 fizeram dois mortos e vários feridos na área de Paris, não há registo de vítimas durante o atual episódio de inundações.

As autoridades parisienses encerraram diversos túneis, parques e o piso de baixo do Museu do Louvre, como medidas de precaução.

Foram igualmente fechadas estradas nas margens do rio, bem como sete estações de comboio ao longo do seu curso, mas tais medidas não causaram perturbações de maior na Cidade das Luzes.

De acordo com a Efe, mil pessoas foram obrigadas a sair das suas casas em Paris e 1.500 famílias viram sua eletricidade cortada.

De acordo com projeções, cheias equiparáveis às grandes cheias de 1910 poderiam causar danos no valor de entre três mil milhões e 30 mil milhões de euros.

Na origem deste fenómeno de cheias que está a afetar diversas regiões de França há alguns dias, estão elevados níveis de precipitação em solos inundados de água.

O bimestre dezembro-janeiro está a ser, no país, um dos três mais chuvosos desde 1900, ano a que remontam os primeiros registos, segundo a Météo-France.

Fonte: DN/Lusa

Quatro casos de legionella no Hospital Cuf Descobertas em Lisboa


Todos os doentes são mulheres e encontram-se estáveis, informa a Direção-Geral de Saúde
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Foram diagnosticados quatro casos de legionella no Hospital Cuf Descobertas, em Lisboa, informou a Direção-Geral de Saúde em comunicado. "Todos os doentes são mulheres e todas se encontram estáveis", informa a nota da DGS, divulgada este domingo.

"As Autoridades de Saúde, em articulação com o Conselho de Administração do Hospital CUF Descobertas e em colaboração com o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge iniciaram a necessária intervenção junto do Hospital", refere ainda o comunicado, explicando que os objetivos nesta fase são o diagnóstico e tratamento de doentes, reforço da vigilância epidemiológica, reforço da vigilância ambiental e a implementação de medidas para interromper a transmissão da doença.

"As entidades envolvidas continuam a acompanhar a evolução da situação e a Direção-Geral da Saúde atualizará a informação sempre que necessário", conclui a nota.

Recorde-se que um surto de legionella com origem no Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa, infetou no passado mês de novembro mais de 50 pessoas e fez seis vítimas mortais.

A bactéria 'legionella' é responsável pela doença dos legionários, uma forma de pneumonia grave que se inicia habitualmente com tosse seca, febre, arrepios, dor de cabeça, dores musculares e dificuldade respiratória, podendo também surgir dor abdominal e diarreia. A incubação da doença tem um período de cinco a seis dias depois da infeção, podendo ir até 10 dias.

A infeção pode ser contraída por via aérea (respiratória), através da inalação de gotículas de água ou por aspiração de água contaminada. Apesar de grave, a infeção tem tratamento efetivo.

Fonte: DN
Foto: ARQUIVO/GLOBAL IMAGENS

Presidentes mutualistas debateram presente e futuro do Mutualismo em Portugal

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Presidentes mutualistas debateram presente e futuro do Mutualismo em Portugal
A União das Mutualidades Portuguesas (UMP), entidade oficial que representa mais de 2.5 milhões de beneficiários em Portugal, organizou a sua primeira Reunião Anual de Presidentes Mutualistas, este sábado, na Câmara Municipal de Bragança. O evento reuniu quase 50 dirigentes de Associações Mutualistas de diferentes pontos do país, numa inovadora e produtiva partilha de experiências sobre algumas das temáticas mais pertinentes para o Movimento Mutualista português.

Um sucesso. Foi assim a primeira edição da Reunião Anual de Presidentes Mutualistas, que levou até Bragança os responsáveis máximos de diversas Associações Mutualistas do país. Ao todo, estiveram no evento da UMP quase cinco dezenas de dirigentes mutualistas, num evento que permitiu analisar e debater algumas temáticas cruciais para a promoção e desenvolvimento do Mutualismo em Portugal.

Entre os assuntos abordados pelos presidentes mutualistas estiveram as temáticas do rejuvenescimento do Movimento Mutualista, da comunicação e divulgação da atividade das Mutualidades, e o papel que a UMP poderá ter na expansão do modelo mutualista em Portugal e não só.

Num evento organizado em parceria com a Câmara Municipal de Bragança e a Associação de Socorros Mútuos dos Artistas de Bragança (ASMAB), o presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas, Luís Alberto Silva, fez questão de reforçar a importância que os dirigentes mutualistas assumem na afirmação deste modelo social e económico no país.

"Como qualquer entidade coletiva, o Movimento Mutualista precisa de direções fortes, de órgãos associativos fortes, que atuem de forma determinada e persistente junto das entidades locais e nacionais, para defenderem os interesses dos seus Associados e para tornarem as suas instituições mais visíveis e mais reconhecidas", referiu Luís Alberto Silva.

"Reunimos aqui mutualistas de grande valor, pessoas que dedicaram e dedicam uma parte significativa das suas vidas à causa do Mutualismo e aos princípios e valores da entreajuda, da solidariedade, da liberdade, da corresponsabilidade, da democraticidade, da independência e da promoção do bem comum. Mas o presente e o futuro do Mutualismo dependem, em grande parte, da capacidade de nos reinventarmos, de nos adaptarmos, de nos tornarmos cada vez mais fortes… e isso pressupõe visão, abertura, audácia, mais e melhor liderança. O Mutualismo tem uma história de 720 anos em Portugal, mas o futuro exige de nós uma capacidade de nos adaptarmos continuamente a novas realidades. É por isso que os eventos da UMP pretendem trazer uma crescente capacitação, visibilidade, partilha, união e envolvência de todos os mutualistas", afirmou o presidente do Conselho de Administração da UMP, acompanhado pela vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Bragança, Fernanda Vaz Silva, e pelo presidente da Direção da ASMAB, Alcídio Castanheira.

Durante a Reunião Anual de Presidentes Mutualistas, a UMP também apresentou oficialmente a sua lista de eventos para 2018, onde se destaca a comemoração do Dia Nacional do Mutualismo, a 6 de julho, em Lisboa, numa altura em que se celebrará a efeméride de 721 anos de Mutualismo em Portugal. Em 2018, a UMP vai também organizar pela primeira vez um Encontro Nacional de Jovens Mutualistas, nos dias 14 e 15 de abril, e o primeiro Encontro Nacional de Mulheres Mutualistas, a 12 de outubro.


(clique aqui para descarregar imagens do evento)
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Ricardo S. Araújo
Gabinete de Comunicação e Imagem| União das Mutualidades Portuguesas
+351 964 038 930 | raraujo@mutualismo.pt

Pavilhão Municipal de Vagos recebeu festa do Fitness

Cerca de 250 participantes estiveram no Pavilhão de Vagos, este sábado.
 
Sob o tema "onedaydance" eles participaram numa Convenção Internacional de Fitness que durou durante uma boa parte do dia, desafiando os participantes a mexer-se com energia no sentido de procurar, com exercícios, manter o corpo e a mente sempre em forma.
Foi um sucesso... como pode ser constatado pelas imagens abaixo...

Mira Online

Mário Centeno está a ser investigado pelo crime de recebimento indevido de vantagem

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O ministro das Finanças e presidente do Eurogrupo está a ser investigado pelo crime de recebimento indevido de vantagem. É o mesmo que afastou o ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.
O verão do ano passado foi marcado por uma remodelação governamental: saíram vários secretários de Estado — entre eles Rocha Andrade, ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais — que seriam depois constituídos arguidos no caso das viagens pagas pela Galp ao Euro 2016. Em causa estava o crime por recebimento indevido de vantagem, o mesmo de que agora o ministro das Finanças é “suspeito”, avança o Expresso. A investigação foi noticiada este sábado após as buscas realizadas no Ministério das Finanças esta semana.
O crime por recebimento indevido de vantagem, segundo o semanário, constava dos mandados de busca que os inspetores da Polícia Judiciária e os magistrados da 9ª secção do DIAP de Lisboa — que investiga o crime económico — mostraram quando fizeram buscas no Ministério liderado por Mário Centeno. Este crime é punível com um máximo de cinco anos de prisão.
Este sábado, após o Correio da Manhã ter noticiado o caso, a Procuradoria-Geral da República esclareceu ao ECO que o inquérito do DIAP de Lisboa não tem arguidos constituídos e está em segredo de justiça. Além disso, o Ministério Público assinalou explicitamente que as buscas não foram ao gabinete de Mário Centeno.
“Confirma-se a realização de buscas para recolha de prova documental no âmbito de um inquérito em investigação no DIAP de Lisboa”, afirmou fonte oficial da Procuradoria-Geral da República este sábado, assinalando que “o inquérito não tem arguidos constituídos e está em segredo de justiça”. “As buscas foram no Ministério das Finanças, não no gabinete do Ministro”, concluiu. Contudo, o CM deste sábado garante que os investigadores examinaram os mails de Centeno.
No mesmo dia, o Público revelava que a investigação estava relacionada com a atribuição de isenção de IMI a um prédio da família de Luís Filipe Vieira. Esta isenção aconteceu uma semana depois de o ministro das Finanças, Mário Centeno,ter pedido ao presidente do Benfica para assistir a um jogo na tribuna presidencial — uma relação causal que o Governo já rejeitou. Ministério Público tinha dito que estava a avaliar, mas terá agora avançado com o inquérito.
O Governo também já confirmou a realização das buscas. Questionado pelo ECO, fonte oficial do Ministério das Finanças “confirma a realização de ações inspetivas na passada sexta feira e colabora de forma franca e totalmente disponível com qualquer investigação judicial, colocando à disposição das autoridades judiciárias todos os elementos solicitados”. “É esta a postura do Ministério das Finanças em todos os processos para os quais é chamado a colaborar, respeitando o segredo de justiça“, garantiu o gabinete de Mário Centeno
ECO

Tribunal Constitucional espanhol suspende investidura à distância de Puigdemont

O Tribunal Constitucional de Espanha decidiu, por unanimidade, suspender a investidura à distância de Carles Puigdemont como presidente do governo regional da Catalunha.
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O tribunal determinou ainda que o discurso a pedir o apoio dos deputados só conta se for feito presencialmente no parlamento em Barcelona.
Esta é uma medida de precaução acordada em resposta ao recurso interposto na sexta-feira pelo governo espanhol e que é acompanhado por um requerimento que adverte os membros do parlamento regional das responsabilidades, inclusive criminosas, que podem incorrer se desobedecerem a esta suspensão.
A medida acordada, citada pela agência EFE, passa por suspender “qualquer sessão de investidura que não seja presencial e que não atenda a três condições".
A primeira condição consiste em impedir o debate e a votação de investidura do deputado Carles Puigdemont como candidato a presidente da Generalitat (governo regional) que não seja de forma presencial, impedindo igualmente que este se faça representar por outro deputado.
Também não poderá realizar-se a investidura do candidato “sem uma pertinente autorização judicial, mesmo que este compareça pessoalmente na Câmara uma vez que sobre ele impende uma ordem judicial de busca e detenção".
Como terceira condição, os magistrados do Constitucional espanhol determinam que os membros do parlamento com ordem judicial de busca, captura e detenção não podem delegar o voto em outro parlamentar.
Os juízes do Constitucional declararam ainda “totalmente nulo e sem valor nem efeito qualquer ato, resolução ou acordo que contrarie as medidas cautelares adotadas na presente resolução".
O Tribunal Constitucional tem ainda de decidir sobre a admissibilidade do recurso, o que farão depois de ouvirem todas as partes e terem dissipado as dúvidas levantadas pelos deputados eleitos pelo movimento independentista Juntos pela Catalunha (JxCat) de Puigdemont sobre a sua admissibilidade, para o qual têm um prazo de dez dias.
Além disso, o tribunal admitiu que Puigdemont e os deputados do JxCat "possam defender seus direitos e interesses legítimos a título particular”.
Carles Puigdemont, que se encontra na Bélgica desde finais de outubro do ano passado, pretendia proferir o seu discurso de investidura, na terça-feira, a partir do parlamento flamengo.
Puigdemont fugiu à justiça espanhola e chegou à Bélgica a 30 de outubro, juntamente com quatro conselheiros, depois de o governo espanhol os ter destituído, ao abrigo do artigo 155 da Constituição de Espanha que ilegalizou um referendo promovido pelos independentistas catalães.
Lusa

Novas buscas para tentar encontrar Maëlys de Araújo

As autoridades francesas realizaram, ao longo desta semana, novas buscas na tentativa de encontrar o corpo de Maëlys, a lusodescendente de oito anos, desaparecida, na noite de 27 de agosto, durante uma festa de casamento, em Pont-de-Beauvoisin, onde estavam com os pais. O único suspeito, Nordalh Lelandais, que continua a negar categoricamente qualquer envolvimento, no desaparecimento da criança, mantém-se em prisão preventiva.
As buscas centraram-se nas zonas "Cruet" e de "Montmélian" (cerca de 50 km do local de Pont-de-Beauvoisin), onde, há 15 dias, foram encontradas ossadas do militar francês, Arthur Noyer, procurado desde 12 de abril, um desaparecimento pelo qual Nordalh Lelandais, também já foi indiciado. Essa zona, constituída de inúmeros penhascos era muitas vezes frequentada pelo suspeito e as autoridades acreditam que o arguido possa ter abandonado o corpo da criança daquela área.
Encontrar os restos mortais de Maëlys é o que falta as autoridades para dissipar as dúvidas do envolvimento do suspeito. Recentemente, a mãe reconheceu o vestido que a filha usava, na noite do desaparecimento, quando as autoridades lhe mostraram fotogramas do sistema de viodeovigilância da aldeia, que captaram o Audi A3 do suspeito, com, ao que tudo indica, a criança no lugar do passageiro.
O suspeito ausentou-se três vezes da festa de casamento, supostamente para ir buscar droga para convidados. Duas saídas aconteceram antes das 2.45 horas, momento em que a menor desapareceu. Apenas dois minutos depois, câmaras captaram o carro do suspeito, com um vulto branco de criança com cabelo castanho no banco do passageiro. Sabe-se agora que Jennifer Cleyet-Marrel, mãe de Maëlys, foi confrontada duas vezes com estas imagens, tendo reconhecido um pormenor do vestido.
Meia hora depois, quando Nordhal voltou a passar por aquele local para regressar ao casamento, já nada estava no banco.
Para além dos desaparecimentos de Maëlys e de Arthur Noyer, a polícia francesa está a verificar a possível participação do indivíduo no desaparecimento de Estelle Mouzin, uma criança de 9 anos em parte incerta desde 2003. A menina desapareceu na zona de Seine et Marne, na zona de Paris. Nordalh estava naquela altura num quartel militar na zona. Os pais de Estelle já pediram aos juízes para investigar.
JN