sexta-feira, 22 de junho de 2018

Colômbia, cavalo de Tróia na América Latina?

Colômbia, cavalo de Tróia na América Latina?
Estranho ingresso do país na OTAN ajuda Washington a desestabilizar Venezuela e controlar movimentos populares. Eleição, de Ivan Duque, presidente conservador, pode agravar tendência 
 

Enjoy Summer Sunset Party - Rooftop Jupiter Lisboa Hotel

ENJOY SUMMER SUNSET PARTY
 
TODAS AS QUINTAS-FEIRAS NO JUPITER LISBOA HOTEL

 
Às quintas-feiras, todos os caminhos vão dar ao Rooftop do Jupiter Lisboa Hotel. Entre as 18h e as 21h30 com animação do DJ Luis Sousa, o Rooftop do Jupiter Lisboa Hotel promete ser o spot para relaxar e estar com os amigos ao pôr do sol e depois de um dia de trabalho.

O que esperar das nossas Sunset Parties? Pôr do sol no horizonte, copo na mão e música ao vivo. Até ao final do Verão, os finais de tarde de quinta-feira vão ser assim no Rooftop Bar do Jupiter Lisboa Hotel, na Avenida da República em Lisboa.

Festa aberta ao público em geral:

Primeiro Festival Internacional de Percussão do Alentejo Central decorre em Reguengos de Monsaraz




O primeiro Festival Internacional de Percussão do Alentejo Central teve início esta manhã em Reguengos de Monsaraz com uma aula de tímpanos com Roland Dénes, timpaneiro da Budapest Festival Orchestra. Até às 18h está a decorrer no Parque da Cidade um workshop de percussão africana da responsabilidade do percussionista Sérgio Almeida, músico que convida os participantes para um concerto a partir das 21h30 na biblioteca municipal.

No sábado, segundo dia do Festival Internacional de Percussão do Alentejo, entre as 10h e as 13h, na Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense, haverá uma aula de marimba com Theodor Milkov, que estará pela primeira vez em Portugal. O marimbista russo-grego vai abordar a técnica pianista e os exercícios “Transparent Fluidity” e “Fluent movement for Marimba”. Também às 10h, no auditório da biblioteca municipal, tem início a sessão de musicoterapia para pessoas portadoras de deficiência “A Arte d’Improviso”, por Sara Reinaldo.

Das 15h às 16h30 haverá mais uma aula de marimba com Theodor Milkov na Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense. Às 15h, inicia-se no auditório da biblioteca municipal uma sessão de sensibilização musical para pais e filhos dos 5 aos 10 anos de idade intitulada “Crescer é Divertido”, com Mariana Espadana.

Pelas 18h haverá um concerto de marimba de Theodor Milkov na Igreja Matriz de Reguengos de Monsaraz. O músico vai interpretar a “Suite para Violoncelo n.º 5 em Dó Menor” de Johann Sebastian Bach, a “Sonata para Piano em Dó Maior, K 330”, de Wolfgang Amadeus Mozart, e “Opening Metamorphosis 1”, “Etude 1” e “Metamorphosis 2”, de Philip Glass.

A partir das 21h30, no Auditório Municipal, decorre um concerto com o Pulsat Percussion Group e a participação especial de Theodor Milkov. Fundado em 2012, este grupo desenvolve a música contemporânea para percussão com recurso a novas abordagens e no concerto vai interpretar “Third Construction”, de John Cage, “In Memoriam Bernardo Sassetti, de Daniel Bernardes, “Mallet Quartet”, de Steve Reich, “Mappa do Coração”, de Jorge Prendas, “Metamorphosis 2”, de Philip Glass, e “An Overwhelming Capacity for Denial”, de Michael Laurello.

No domingo, a Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense recebe aulas de marimba com o músico Theodor Milkov entre as 9h30 e as 12h30 e das 14h às 15h30, e de bateria com o baterista André Silva das 10h às 13h. A fechar o Festival Internacional de Percussão do Alentejo Central realiza-se às 18h no Pavilhão Álamo do Parque de Feiras e Exposições o concerto de encerramento com a Banda da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense e os solistas Vasco Ramalho, Rui Quintas e Paulo Amendoeira.

O programa do concerto integra as composições “Xeres”, de John Mackey, “In a Cause Called Glorious”, de Stephen Melillo, “Symphonic Overture”, de James Barnes, “Innuendo”, de Marco Somadossi, e “The Universe”, de Ludwig Albert. O primeiro Festival Internacional de Percussão do Alentejo Central é organizado pela Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense com o apoio do Município de Reguengos de Monsaraz.

Poucos benefícios da Sasol em Inhambane devem-se a incapacidade “de controle por nossa parte do gás que sai de Moçambique”

Foto da Autoridade Tributária de MoçambiqueQuestionado sobre a escassez de benefícios da Sasol para os cidadãos de Inhambane, decorridas quase duas décadas desde que começou a explorar de gás natural em Pande e Temane, o Presidente Filipe Nyusi assegurou aos seus patrões que “é um assunto que está a ser tratado e achamos que vamos ter uma saída, porque a exploração de riquezas deve beneficiar os moçambicanos”. Porém Lourenço Sambo, o responsável pela angariação de investimentos para Moçambique, esclareceu ao @Verdade que o problema com a petrolífera sul-africana não está relacionado com eventuais benefícios fiscais mas antes com a falta de “capacidade de controle por nossa parte do gás que sai de Moçambique”.
No passado dia 14 os cidadãos do distrito de Govuro, na província de Inhambane, queixaram-se ao Presidente da República que a multinacional que explora gás natural desde o ano 2000 não faz “nenhum investimento visível que beneficie directamente a população”.
Na verdade foi a renovação de uma demanda que é corroborada pelas estatísticas oficiais que indicam que durante estes 18 anos poucos manhambanas deixaram de ser camponeses e embora a multinacional sul-africana tenha investido só na fase inicial de 1,2 bilião de dólares norte-americanos a indústria extractiva e minas registou um pequeno aumento de trabalhadores na província, passou de 0,2%, em 2008/2009, para 0,8, em 2014/2015 de acordo com Inquérito ao Orçamento Familiar.
Sem trabalho e com poucas fontes alternativas de rendimentos significativos os manhambanas continuam a viver em casas de construção precária à mercê das calamidades naturais que cada vez mais se fazem sentir em Moçambique: 64,9% vive em habitações com paredes de caniço ou paus maticados, 39,5% delas cobertas por capim e 56,6% cobertas com zinco, o saneamento existente é de latrinas não melhoradas em 53,1% dos agregados e 23,2% nem sequer têm latrina. Apenas 14,9% dos agregados familiares em Inhambane têm acesso a energia eléctrica.
O drama é agravado pelo dificuldade em ter acesso à água potável canalizada, que é um privilégio de 15,7 por centos dos habitantes da província de Inhambane enquanto 35,4% obtém-a em poços, 26,8% usa poços protegidos ou furos com bombas manuais.
"Nós não tínhamos mercados e quando fizemos a concessão de Pande e Temane precisávamos de mostrar que era possível fazer negócio”
Foto da Presidencia da República
Em evidente pré-campanha eleitoral o Chefe de Estado tranquilizou os seus “patrões”, “achamos que tem toda a razão sobre o aproveitamento dos recursos extraídos pela Sasol, (…)é um assunto que está a ser tratado e achamos que vamos ter uma saída, porque a exploração de riquezas deve beneficiar os moçambicanos”.

No entanto o @Verdade questionou a um dos obreiros da entrada da Sasol no nosso país, Lourenço Sambo, actual director geral da Agência para a Promoção de Investimento e Exportações (APIEX) antes responsável pelo Centro de Promoção de Investimentos, se a pouca contribuição da petrolífera sul-africana para a província não estaria relaciona aos benefícios fiscais que obteve desde a sua implantação?
“Uma coisa são os incentivos e outra coisa é a forma como nós negociamos os projectos isso é que tem de ser dito. A Sasol nasce justamente para a utilização daqueles poços que sempre estiveram em Pande e em Temane e nunca foram usados, e era preciso encontrar os mercados”, começou declarar Sambo.
O responsável da APIEX aclarou que: “Quem diz Sasol fala de gás mas também se pode falar de energia, é um problema de mercado. Nós não tínhamos mercados e quando fizemos a concessão de Pande e Temane precisávamos de mostrar que era possível fazer negócio”. “Não é verdade que a Sasol ainda está a gozar dos 10 anos (de incentivos), já passaram, o problema da Sasol é outro”, afirmou Lourenço Sambo que indicou que o problema “é a capacidade de controle por nossa parte do gás que sai de Moçambique”.
“Não temos a capacidade de transformar os recursos naturais, o mesmo dilema vai acontecer na bacia do Rovuma”
Na perspectiva de Sambo “é o impacto e o efeito da Sasol na própria economia local é isso que não se está a ver, justamente porque ele foi estruturado numa negociação de colocar um pipeline entre os dois países, para desenvolver Secunda, isso é que tem que ser dito. Nós é que ainda não temos uma capacidade de industrialização, não temos a capacidade de transformar os recursos naturais, o mesmo dilema vai acontecer na bacia do Rovuma porque nós não temos capacidade”.
Centro de Integridade Pública
“O mesmo dilema tivemos com a Mozal, só hoje é que estamos a utilizar um pouco do alumínio da Mozal, houve um momento em que dissemos vamos exportar. Então é um problema de negociação, é um problema do país e aí concordo perfeitamente que temos de mudar de paradigma”, concluiu o director geral da APIEX.

Esta posição de Lourenço Sambo de certa forma confiram um estudo do Centro de Integridade Pública que constatou que existe uma fórmula abusiva de fixação do preço do gás natural que é extraído pela Sasol Petroleum Pande que o vende à Sasol na África do Sul, sua empresa mãe, a um preço muito abaixo dos preços de referência nos mercados mundiais.
O @Verdade contactou o Instituto Nacional de Petróleo, que é o regulador do sector, a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, que é a representante do Estado nas explorações de Pande e Temane, e a própria Sasol mas nenhuma das entidades respondeu aos pedidos de informação.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

VILA GALÉ - Sunset parties estão de volta aos hotéis Vila Galé

Sunset parties animam hotel Vila Galé Collection Palácio dos Arcos
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O hotel Vila Galé Collection Palácio dos Arcos, em Paço de Arcos, terá, a partir de 28 de junho, as suas sunset parties, que prometem momentos de descontração, música chill out e uma privilegiada vista para o rio Tejo, para o mar e para o pôr-do-sol.

Estas festas ao final do dia realizam-se todas as quintas-feiras, entre as 17h00 e as 21h00, no jardim deste hotel de cinco estrelas, que resulta da reabilitação de um antigo palacete do século XV. Decorrem até 12 de setembro. E a entrada é gratuita.

Exclusivamente para as sunset parties, foi criada uma carta de bar com diferentes tipos de gin combinados com frutas e especiarias, vinho a copo e mojito ou caipirinha para celebrar o verão, bem como snacks (hambúrgueres, wraps, sanduíches).

A 5 de julho, o apresentador e DJ Fernando Alvim assume o comando da mesa de som e a animação.

Este verão, também outras unidades do grupo Vila Galé terão sunset parties:
- Vila Galé Collection Douro, em Lamego: às sextas-feiras, das 18h00 às 20h30, com início a 29 de junho;
- Vila Galé Ericeira, na Ericeira: às sextas-feiras, das 18h00 às 20h30, e início já hoje;
- Vila Galé Clube de Campo, em Beja: aos sábados, das 18h00 às 21h00, com início a 30 de junho;
- Vila Galé Cerro Alagoa, em Albufeira: aos sábados, das 19h00 às 22h00, com início este sábado, 23 de junho;
- Vila Galé Ampalius, em Vilamoura: aos sábados, das 19h00 às 21h00, a partir deste sábado, 23 de junho;
- Vila Galé Albacora, em Tavira: às sextas-feiras, das 19h00 às 21h00, com início a 20 de julho.


VILA GALÉ HOTÉIS
aserafim@vilagale.com 
Tel: (+351) 217 907 600
Campo Grande 28 - 3º G
1700-093 Lisboa
Portugal 

www.vilagale.com


Saudação da Conferencia Europeia das Igrejas por ocasião do 70º aniversário da fundação do Conselho Mundial de Igrejas



“ Caminhar juntos, ao serviço da justiça e da paz”

Com alegria a Conferencia Europeia das Igrejas celebra o 70º aniversário da fundação do Conselho Mundial de Igrejas. A nossa comunhão congratula a vossa comunhão por esta celebração que nos impressiona e pela vossa história cheia de fé e dedicada a construir uma família global de Igrejas que querem caminhar juntas ao serviço da justiça e da paz.

O CMI, como muitas outras expressões ecuménicas de reconciliação quer nacionais quer regionais, nasceu das cinzas de um conflito global, que deixaram atrás de si milhões de mortos e pouca esperança numa paz duradoura. Enquanto a Europa ainda fumegava, o CMI surgia como um farol não apenas para as Igrejas, mas para a humanidade, no seu comprometimento pela unidade e pela paz com justiça através do aprofundamento de relações, apesar de todas as diferenças profundas de cultura, politica e até religiosas. Esta luz continua a brilhar até ao dia de hoje.

Nas décadas que se seguiram o CMI lançou diálogos teológicos corajosos, que só se tornaram possíveis pelo seu estatuto único no mundo ecuménico. Estas conversações fizeram a diferença não apenas para os participantes e para as suas comunidades de origem, mas deram vida ao imperativo bíblico que diz: “que todos sejam um”. Pelo discernimento da oração através da comunhão, as Igrejas puseram-se acordo em aspetos fundamentais da fé cristã, incluindo acerca do batismo, eucaristia, ministério e eclesiologia. Paralelamente o CMI cresceu em número e diversidade, e beneficiou deste crescimento para realizar a sua tarefa ecuménica. A qualidade global de todos os trabalhos do CMI conduziram a um comprometimento mais forte e mais claro no combate contra as estruturas da injustiça. As diferentes experiências partilhadas em conjunto e em comunhão permitiram um profundo testemunho no que diz respeito a questões raciais, de justiça em relação ao género, os direitos das crianças, a proteção dos recursos naturais e no comprometimento com a sustentabilidade em todas as suas formas. Foi assim, sem dúvida, que o CMI estimulou as Igrejas a enfrentar novos desafios e novas alegrias.

A vossa história é ricamente interligada com a nossa. Olhando para trás, os nossos povos, as nossas igrejas, e as nossas preocupações foram coincidentes. A Europa tem sido muito abençoada pela inspiração ecuménica global. Da Federação Mundial de Estudantes Cristãos (WSCF) e da marcante Conferencia Missionária de Edimburgo em 1910, surgiu a proposta da parte das Igrejas de Constantinopla, para se formar uma “liga de Igrejas” que haveria de seria a raiz da fundação do CMI em Amesterdão em 1948. Mais uma vez olhando juntos para trás, temos novamente a possibilidade de renovar as nossas relações e reinterpreta-las á luz dos novos desafios do séc. XXI. Saudamos na Europa realização da sua 11ª Assembleia, e oramos para que possa ser um tempo significativo de partilha para o movimento ecuménico global.

Há medida que celebramos o que foi conseguido nos últimos setenta anos em comunhão, damos graças por esta oportunidade única de responder á chamada de Deus para a unidade, missão, justiça e paz e que foi providenciada pelo CMI. Que o CMI possa continuar a ser uma inspiração para as igrejas e povos da Europa e para a comunhão global que enriquece a nossa peregrinação conjunta em direção á justiça e á paz.

Virtude e vício destacam-se no nobre

Sao Carlos BorromeuSegundo São Carlos Borromeu…

“O último benefício a considerar na nobreza é que, assim como uma pedra preciosa refulge mais quando engastada em ouro do que em ferro, assim as mesmas virtudes são mais esplendorosas no nobre do que no plebeu; e à virtude junta-se a nobreza, como o maior ornamento dela…
Tal como no nobre é muito mais esplêndida a virtude, também nele o vício é de longe muito mais vergonhoso. Assim como mais facilmente se nota a sujeira num lugar claro e batido pelos raios do sol do que num canto obscuro, e as manchas numa veste de ouro do que numa veste comum e andrajosa, ou, por fim, marcas e cicatrizes no rosto do que em outra parte oculta do corpo, assim também os vícios são mais notáveis e chamam muito mais a atenção, e mais vergonhosamente desfiguram o espírito dos culpados, nos nobres do que nos homens de condição vulgar”.

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(Homiliae CXXII, apud Plinio Corrêa de Oliveira, Nobreza e elites tradicionais análogas nas alocuções de Pio XII ao Patr