sábado, 29 de dezembro de 2018

PM socorre Augusta Maíta a manter “tacho” no INGC

Foto de Adérito Caldeira
A declaração de um Alerta Laranja, devido ao pico da época chuvosa em Moçambique, foi o mote para o primeiro-ministro socorrer da nova directora-geral do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) que está a enfrentar dificuldades no novo “tacho”. O défice de 900 milhões de meticais para executar o Plano de Contingências parece ser o menor dos problemas de Augusta Maíta que reuniu à porta fechada com Carlos Agostinho do Rosário nesta quinta-feira(27).
Com o registo de chuvas intensas na Região Norte e pouca precipitação no Centro e no Sul, tal como o Instituto Nacional de Meteorologia previu, Moçambique está em plena época chuvosa, desde Outubro, que deverá atingir o seu pico nos próximos meses de Janeiro e Fevereiro.
Pese o facto dos terramotos não serem previsíveis mas o sismo de 5,5 graus na escala de Richter registado no passado dia 22 no Posto Administrativo de Chiurairue, no distrito de Mossurize, na Província de Manica, e outros que podem ocorrer estão arrolados no Plano de Contingências 2018/2019 que vai custar mais de 1,1 bilião de meticais dos quais Governo apenas vai disponibilizar, através do Orçamento do Estado, apenas 206 milhões.
A conjugação destes factores culminou com a declaração, nesta quinta-feira(27) de um Alerta Laranja que permite ao INGC iniciar a assistência pontual aos moçambicanos que têm estado a ser vitimados pelas variadas calamidades naturais, diga-se habituais neste período.
“Neste momento estamos preocupados com a zona Sul, por causa da seca, mas há eventos extremos um pouco por toda a parte, houve o sismo em Manica que deixou mais de 600 infraestruturas destruídas” explicou a jornalistas a recém empossada directora-geral do INGC.
No entanto, e após pouco mais de 2 horas que durou o Conselho Coordenador de Gestão de Calamidades, o primeiro-ministro reuniu à porta fechada com Augusta Maíta e o ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, quiçá para articularem formas de ir buscar aos Parceiros de Cooperação os cerca de 900 milhões de meticais de défice existente para suprir o Plano de Contingências até Março de 2019.
Recorde-se que o @Verdade revelou que a época chuvosa 2017/2018, que iniciou com um défice inicial de 954 milhões de meticais, terminou com o INGC ainda a precisar de financiar 636.946.464 meticais.
Após o encontro à três, enquanto oito ministros, vices-ministros e outros quadros seniores do Governo aguardavam sob o sol ardente no exterior do Centro Nacional Operativo de Emergência, Carlos Agostinho do Rosário liberou o ministro Adriano Maleiane e continuou reunido com Augusta Maíta durante mais de um quarto de hora.
O primeiro-ministro furtou-se aos jornalista no final dos encontros restritos mas o @Verdade apurou que a candidata derrotada à presidência do Concelho Municipal da Beira está a enfrentar muitas resistência no cargo para o qual foi nomeada sem competências técnicas nem o capital político necessário para articular com os vários ministérios e instituições que devem trabalhar conjuntamente para que as actividades de emergência decorram com sucesso.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Partiu para o eterno descanso o maior velocista moçambicano de todos os tempos: José Magalhães (1938 – 2018)

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Partiu para o eterno descanso José Filipe Magalhães: o maior velocista moçambicano de todos os tempos! “Magatsutsa”, como lhe chamavam os amigos, nasceu a 16 de Janeiro de 1938 na cidade de Lourenço Marques e faleceu na passada terça-feira(25), Dia da Família, na cidade de Nampula onde vivia incógnito. Recordamos a sua carreira num artigo que o @Verdade publicou há alguns anos.
Recebeu o testemunho com atraso, saiu disparado como uma bala e apitou! “Pipiii…”! Uma, duas, três vezes. Abram alas, porque vai passar o bólide, José Magalhães, o maior velocista moçambicano de todos os tempos!  Os adversários ficavam avisados, puxavam ao máximo pelas suas pernas, mas nada podiam fazer, para contrariar a velocidade do “filho do vento”.
A partir do dia em que se decidiu pela velocidade a sério, nunca mais perdeu, em 16 anos de carreira, frente a um compatriota. As suas marcas, obtidas em pista de cinza, hoje em dia valeriam milhões. Com outro nível de preparação, sem favor, seria o “Carl Lewis” africano.
Corria mais do que a bola e por isso ruiu o sonho de vir a ser ponta-de-lança no futebol. Sugeriram-lhe o atletismo, onde optou pelas corridas de velocidade. Os seus recordes dos 200 (21,2) e 400 (47,6), quase 35 anos depois, mantêm-se imbatíveis. Nos 100 metros, detém um excelente tempo: 10,7.
Acendeu a Pira Olímpica pela primeira vez
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Estava em Portugal com a família, em gozo de férias, nas vésperas da inauguração do Estádio Salazar, hojem Estádio da Machava. O director dos Caminhos de Ferro de Moçambique(CFM) na altura, achou que o melhor atleta do clube teria que marcar presença na inauguração daquele que era o maior recinto desportivo do Ultramar.

Assim sendo, foi chamado de emergência, veio sem se preparar devidamente, correu e ficou em segundo lugar, atrás de um atleta estrangeiro. Depois, jogou-se o Portugal-Brasil, em futebol. Houve a maior enchente de todos os tempos. Mas teve uma grande honraria…
"É verdade. Fui eu quem transportou a tocha, para acender pela primeira vez a Pira Olímpica, depois de uma cerimónia importante e após uma volta de honra. É algo de que não me esqueço, mas que as pessoas já se esqueceram".
Fiz tempos fabulosos, mas… nunca corri em tartan!
Comparam-se os tempos, a maior parte deles obtidos no estrangeiro e veja-se a classe deste “sprinter”. Em 16 anos de carreira, nunca correu no “tartan”. E se corresse? O Mundo poderia estar a seus pés. Contentou-se com as pistas de cinza, em cujas curvas os atletas tinham que se “segurar” para não resvalar. Sobre as suas marcas… "Nos 200 metros, tenho o registo de 21,2, marca obtida há quase 40 anos e até hoje não batida".
Nos 400 metros, o registo de 47,6. Só nos 100 metros eu era fraquinho e não passava dos 10,8/10../7!

Fraquinho? – perguntámos nós! Tomara a geração actual correr o hectómetro a essa velocidade, mesmo com o tartan e os mais modernos sapatos de pregos! Magalhães, nas estafetas, era o garante das vitórias, devido à sua propensão para as curvas. Ocupava normalmente a segunda ou terceira posição nas partidas, para pegar no testemunho e quebrar o ritmo dos adversários. Correu pela selecção de Portugal e espalhou a sua classe pelo mundo. Uma revelação sobre as estafetas, em que entrava nos 4x200 e 4x400: "Os adversários chegavam a chorar. Choravam mesmo, porque por vezes iam na dianteira e eu tirava-lhes o pão da boca. Ficavam complexados quando me viam. a estafeta era o meu forte, pois recebia o testemunho em corrida e “comia-os” a todos".
Era nessas ultrapassagens que por vezes buzinava à sua passagem. Os adversários só se apercebiam da deslocação do ar, para logo a seguir lhe verem “a matrícula”. O seu forte, eram as curvas. Mas, em regra, investia no arranque. Os primeiros 50 metros, em qualquer prova, tinham que ser seus.
Abandonado!
Tem conhecimentos acumulados mas nunca foi chamado a transmiti-los. É uma mágoa que sente, pois a partir da altura em que se retirou, nunca mais lhe deram qualquer oportunidade. Foi pura e simplesmente esquecido.
Sentia-se abandonado pelo único clube em que militou toda a vida, o Ferroviário e que nem o recebeu quando lhe foi conferido o troféu de Atleta do Século(Nota do Editor em 2013): “vivia em Nampula nessa altura. Quem se lembrou de mim foi a Federação. O meu clube, nem uma festa de homenagem pela distinção que um seu atleta teve, nem nada. Também acho que o Estado moçambicano se deveria recordar que eu existo, há acções em que deveria participar porque estou vivo”.
Bonga: rival e amigo
Portugal, Espanha, França, Grécia! Por aí passou um senhor chamado José Magalhães, oriundo do remoto Moçambique. Em terras lusas, tinha um rival: Barceló de Carvalho. E quem é ele?
"É o Bonga, antes de ser cantor. Conhecíamo-lo pelo verdadeiro nome: Barceló de Carvalho. Era o meu grande rival nos 200 e 400 metros, colega nas selecções. Nem imaginava que tinha boa voz. Nessa altura, 64/65/66/67, não cantava. Mas era um grande atleta. Depois da rivalidade nas pistas éramos grandes amigos".

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Teoria de gênero e casamento homossexual derrotados em Taiwan

Familia casamento
♦  Plinio Maria Solimeo
Taiwan, cujo nome oficial é “República da China”, é formada pelas ilhas Formosa, Pescadores e outras menores. Em 1949, quando o Partido Nacionalista Chinês perdeu a guerra civil no continente para o Partido Comunista de Mao Tsé-Tung, o general Chan Kai Shek transferiu seu governo para aquele arquipélago. Durante a guerra fria, Taiwan passou a ser reconhecida por muitos países ocidentais e pela ONU como o legítimo governo da república chinesa, em contraposição à República Popular da China, comunista.
Atualmente com mais de 23 milhões de habitantes, o país reconhece 26 religiões. As cinco maiores são o budismo (8 milhões de seguidores), o taoísmo (7.6 milhões), o yiguandao (810 mil), o protestantismo (605 mil) e o catolicismo (298 mil fiéis, ou 1,3% da população). A presença da Igreja Católica em Taiwan provém dos missionários espanhóis que chegaram à Ilha no início do século XVII.

A San Francisco da Ásia

Até as eleições ocorridas no último dia 24 de novembro, Taiwan era considerada a San Francisco da Ásia, ou seja, a nação mais aberta aos homossexuais.
Em 24 de maio de 2017, 12 dos 14 juízes (um se absteve) do Conselho da Alta Justiça determinaram que a limitação do casamento a um homem e uma mulher violava a Constituição de Taiwan. E deram aos legisladores dois anos para que aprovassem uma nova lei em conformidade com a sua decisão. Se eles não agissem, o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo seria automaticamente legalizado, tornando-se aquela Ilha o primeiro país da Ásia a fazê-lo.
A Parada do Orgulho Homossexual de Taipei, capital de Taiwan, é considerada a maior da Ásia.
Entretanto, para a Irmã Stefania Wei, da Aliança de Grupos Religiosos pelo amor das Famílias de Taiwan, frequentemente chamado apenas de Família Taiwan — importante organização dedicada à proteção do verdadeiro casamento —, essa Parada “é vista como excessiva para muita gente. Seu estilo[dos homossexuais], costumes, gestos, causam a muitos uma reação negativa”, afirmou ela por telefone ao Catholic Register. “Muita gente antes simpatizava [com o “casamento” homossexual], mas depois da marcha lhe deram as costas”.
O líder católico Johnpaul Lin é da mesma opinião. Segundo ele, a impressão de muitos taiwaneses ao verem a cobertura dada pela mídia à Parada os levou a considerar que “a cultura homossexual é uma invasão imperialista”. Ele explica: “O povo taiwanês não é contra os estrangeiros. Por longo tempo nós idolatramos os Estados Unidos e a Europa Ocidental. Mas acreditamos que temos um bom povo porque temos boas famílias educando bons filhos. Essa é a lei natural. Vivendo numa família estável, baseada no matrimônio estável entre um homem e uma mulher, esse é o fundamento da sociedade. E não iremos contra isso.”

Surpreendente resultado de um referendo

Nas eleições de novembro último, quando se disputavam mais de 11 postos em municípios, condados, distritos e vilarejos, houve também um referendo para decidir sobre várias questões que dividiam a população. Os 19 milhões de eleitores deveriam responder “sim” ou “não” a cinco perguntas, entre elas se aprovavam o “casamento” homossexual.
Ora, em janeiro de 2016, uma mulher — TseiIng-Wen — assumia pela primeira vez a presidência do país. Advogada, solteira e ex-negociadora de comércio internacional, com diplomas avançados da Cornell e da London School of Economics, em sua campanha ela havia apoiado a plataforma homossexual.
Entretanto, o resultado do referendo surpreendeu não só a mídia, mas também o Governo. TsaiIng-wen perdeu duas das mais importantes prefeituras da Ilha, e teve que renunciar à liderança de seu partido, o Democrático Progressista.

Contra o “casamento” homossexual e a “depravação sexual” nas escolas

Familia casamento
Em Taiwan, manifestação em defesa da instituição da família tradicional e protesto contra o “casamento” homossexual e “Ideologia de Gênero”.
Para que se faça uma ideia da extensão do revide da “maioria silenciosa” taiwanesa temos, por exemplo, que para a questão nº 10: “Você concorda em que o matrimônio definido no Código Civil deve ser restringido à união entre um homem e uma mulher?”, 72,5% dos eleitores responderam “Sim”, e apenas 27,5%, “Não”.
À questão 11: “Você concorda em que o Ministério da Educação não deveria implementar as Regras para a Lei de Educação de Igualdade de Gênero nas escolas de ensino fundamental e médio? ”, isto é, se os eleitores queriam o fim da ideologia de gênero para estudantes de 6 a 15 anos nas escolas, 67,4% responderam “Sim”e 32,6%,“Não”.
O líder católico Johnpaul Lin acredita que essa vitória conservadora é produto do choque que as famílias taiwanesas sentiram ao perceberem que seus filhos estavam sendo educados contra seus próprios valores. “As pessoas começaram a perguntar umas às outras, ‘Por que as crianças estão recebendo essa educação sobre a depravação sexual?’”. Para Lin, “Taiwan presenciou uma revolta maciça contra o ensino de valores LGBT nas escolas”, porque “durante vários anos os taiwaneses passaram muitas horas trabalhando, confiando no Governo para educar bem nossos filhos. Então, quando as pessoas notaram as lições sobre educação sexual e ideologia de gênero, não conseguiram acreditar. Acharam incrível!” E acrescentou: “Esta foi uma das principais razões pelas quais as pessoas votaram contra o “casamento” do mesmo sexo e a ideologia de gênero no referendo.”

Contradição

Entretanto, contraditoriamente, a questão 12 — “Você concorda com a proteção dos direitos de casais do mesmo sexo em coabitação, de um modo permanente, sem mudar o Código Civil?” — foi aprovada por 61,1% contra 38,9%, quando na lógica anterior deveriam ter dito “Não”.
“A definição de casamento entre um homem e uma mulher é de origem divina, e deve ser sempre respeitada e ensinada como tal. É totalmente contraditório salvaguardar a definição legal do casamento entre um homem e uma mulher, por um lado [questão 10], e permitir que o comportamento homossexual seja legalizado por outro lado [questão 12]”, disse ao Catholic Registero Pe. Otfried Chan, secretário-geral da Conferência Regional Chinesa de Bispos.
Mas não se pode negar que o chamado “casamento” homossexual e a “ideologia de gênero” foram completamente derrotados num referendo realizado em um país onde o Governo, o sistema legislativo e judicial, o Ministério da Educação e a percepção popular estavam preparados para torná-lo o primeiro na Ásia a legalizar o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo. Disse o sacerdote. “Foi um golpe para o movimento homossexual”.
Uma pergunta se põe: se a grande maioria dos cidadãos taiwaneses apóia tão fortemente os valores da família, por que o resultado eleitoral surpreendeu? Foi porque a mídia fingiu ignorar que essa maioria não se sente de fato representada pela elite política e judicial do país, a qual já estava pronta para confirmar nos próximos meses o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo. De onde a grande e inesperada vitória.
O Pe. Chan se recorda que há cinco anos participou com um bispo de um lobby contra uma proposta legislativa da DPP (promovida por organizações internacionais) para redefinir o casamento, substituindo o “entre um homem e uma mulher” por “entre dois parceiros” no Código Civil.
“Na época, a necessidade comum e urgente era deter a influência política do movimento LGBT”, lembrou o sacerdote. Com a eleição da presidente Tsai, todos sabiam que o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo seria proposto de uma forma ou de outra.
“Foi então que muitas pessoas, em particular os cristãos, foram alertadas e mobilizadas para protestar e combater essa agenda política”, disse o Pe. Chan. “E nós conseguimos. Então o projeto foi interrompido, e a Taiwan Family, fundada.”
Assim, apesar de toda a pressão internacional e do poderoso lobby homossexual, os taiwaneses tiveram a coragem de ir contra a corrente, defendendo a lei natural e a Lei de Deus com relação ao matrimônio e à educação dos filhos.
Fonte: ABIM

Teste de DNA pela internet vira Natal de família de cabeça pra baixo

Convite para fazer teste de DNA pela internet acaba com Natal de família – mas depois um milagre de Natal aconteceu
 
Família tinha comprado a assistente virtual apenas uma semana antes
 
Uma nuvem gigante de fumaça azulada cobriu o céu de Nova York na última quinta-feira, assustando a população
 
Especialista garante que há um exagero na relação entre a produção e o consumo de carne e o efeito que isso tem nas mudanças climáticas
 
Uma das frases mais famosas de Albert Einstein escondia um embate sobre a natureza da mecânica quântica e da própria compreensão do universo
 

Zapaygo ICO tokenizará un ecosistema de pagos consolidado

por Yesica Flores
Zapaygo ICO tokenizará un ecosistema de pagos consolidado

Zapaygo ICO la digitalización financiera en un "Tap"

En un breve resumen inicial repasamos algunos de los puntos fuertes del lanzamiento de Zapaygo ICO. Zapaygo proporciona un menú de productos/servicios y un servicio de pre-pedido y pago a los consumidores; todo ello a través de una aplicación gratuita para teléfonos inteligentes. La apuesta por la digitalización vía Blockchain consolida la adopción de la tecnología. Su ecosistema tecnológico está ampliamente testado y depurado, incluso se encuentra totalmente integrado en el ePos de los estadios deportivos del Reino Unido de alto perfil.
La empresa fue fundada en 2015 y en estos momentos se encuentra sumergida en el evento más disruptivo entre sus cimientos de los últimos años. Activadas las rondas de financiación, el lanzamiento hacia el criptoespacio con pesos pesados en todas las ramas de su equipo será en 2019; un proyecto consolidado cuyo estreno en materia de "criptoactivos" no pasará desapercibido.
Del producto ofrecido, el token ZAP, hablaremos a continuación, mencionando antes algunos de los puntos más llamativos. Zapaygo que no deja detalles por atar, y busca la rentabilidad de cada movimiento de liquidez. El ecosistema ofrecido por Zapaygo ICO y el token ZAP generan una combinación con múltiples posibilidades; siempre enfocados a la comodidad financiera de los clientes y reducir las fricciones en los pagos para todas las partes.

Seguridad y experiencia, valor añadido en la gestión de Identidades Digitales

En una era en la que continuamente accedemos a nuevos servicios y suscripciones, cobran gran importancia las Identidades Digitales. Desde hace unas décadas la progresión es constante, la digitalización de la información no descansa. Sistemas de procesamiento de datos sustituyen las eternas toneladas de vulnerable papel; ahorrando tiempo y espacio. Un entorno totalmente digitalizado requiere de seguridad y mano firme en la gestión de los datos y accesos; las importantes uniones iniciales capacitan el proyecto de principio a fin.
La aplicación de pago Lifestyle Zapaygo firmó en 2017 una asociación de pagos móviles exclusivos por 10 años con The NEC Group. La aplicación de pago continuo une a los proveedores de servicios, comerciantes, puntos de venta electrónicos y consumidores para permitir que los visitantes de las sedes del Grupo hagan un pedido anticipado, realicen un pedido y paguen alimentos y bebidas con sus teléfonos móviles.
Compartimos una recopilación de algunos socios/proveedores de servicios en el ecosistema global Zapayco:
Rapyd (Rapyd.com), un paquete configurable que permite desarrollar interfaces web en pocas líneas. Paycasso (Paycasso.com) una solución global revolucionaria de identificación de clientes, que es altamente flexible y genera la gestión en tiempo real y las métricas operativas, por ejemplo Verisure. Así sigue una amplia lista entre la que forman parte desde necgroup.co.uk hasta mpowermsl.com o datam.com.
Los fondos de capital privado administrados por Blackstone anunciaron públicamente el 12 de octubre de 2018 la adquisición del National Exhibition Centre Group ("NEC" o "la compañía"). Por lo que hay un fuerte respaldo.

Soporte corporativo de alto nivel en Zapaygo ICO y adiós a las colas

El ecosistema no ofrece brechas en cuanto a las asociaciones, patrocinadores y colaboraciones. Los socios unidos al proyecto Verteda ePOS(verteda.com), darán visibilidad frente a unos 750 mil usuarios semanales; por otra parte, el Grupo NEC (necgroup.co.uk) promocionará Zapaygo mensualmente a 28 millones de personasaproximadamente. Se debe a la asociación por contrato de pagos móviles con los mencionados.
Son dos factores de peso que garantizan el alcance global del proyecto, añadidos al acuerdo de ser listados en Deloitte Waves ICO Platform próximamente. La aplicación agiliza el proceso de pedido y pago en bares, restaurantes, estadios y muchos otroslugares, ayudando a los usuarios y todo tipo de empresas. Además de reducir el tiempo perdido en las colas prácticamente a cero; facilita la automatización y monitorización del lado del vendedor, mejorando la experiencia para todas las partes.
Hablemos un poco del equipo, del que nos llama la atención el ex CFO de MasterCard, Frank J. Cotroneo; el Mr. Cotroneo, como Director de Estrategia, aportará el liderazgo y la experiencia en el mercado financiero que necesita un proyecto de tales magnitudes. Una estrategia respaldada por un equipo repleto de líderes en el sector de las finanzas y gestión de capital; así como avalada por abogados y estrategas contrastados de ambos lados del océano.

La revolución de los servicios financieros en la palma de la mano

La tecnología ha sido desarrollada para innovar el lado del cliente y ofrecer herramientas financieras de calidad. Hemos experimentado recientemente un auge tecnológico que concierne a todas las partes; a su vez, la experiencia mejorada del cliente viene acompañada de potentes herramientas del lado del vendedor. 2019 parece que será el año en el que se consolide la transformación del sector financiero; el Internet de las cosas (IoT), la autogestión de productos financieros desde billeteras y la tokenización se unen en Zapaygo.
El procesamiento de Big Data vía IA (inteligencia artificial), ha catapultado el sector de las ventas. Hoy día la atención personalizada es un punto muy a tener en cuenta. Las depuradas herramientas de gestión, han catapultado la experiencia como vendedor; el ecosistema de Zapaygo facilita la gestión de potentes sistemas mediante interfaces sencillas y avanzadas. En el lado del cliente, con Zapaygo la experiencia de usuario se ve enriquecida; recompensas de fidelidad, descuentos, ahorro de tiempo en sus gestiones y mucho más. Ahorrar tiempo y evitar dolores de cabeza es la finalidad; atrás quedan los molestos procesos, pagar por los servicios habituales se torna sencillo y cómodo desde cualquier dispositivo.

Detalles relacionados con el evento de financiación Zapaygo ICO

Toda la infraestructura mencionada anteriormente, y el experimentado equipo darán forma al lanzamiento en torno al token ZAP; un lanzamiento que revolucionará el espacio ICO global con una espectacular gira de la mano de Bloomberg. Más de 10 paradas serán las que efectuarán a lo largo de varios continentes,  así es como se conoce ya al token. Como punto inicial, los ZAP parten de un precio simbólico de 0.007142$ dólares Estadounidenses por unidad.
La venta privada con bonificación aplicable (+40%) se encuentra activa, concretamente en su segunda ronda. Como parte de la ronda privada, por cada $ 1 pagado, se le asignará previamente $ 1 de bonos tokenizados; de los bonos hablaremos en breve, puesto que forman parte de los planes para 2019 posteriores a la ICO que ahora acontece. Apuntan desde su página de participación que dicha bonificación añadida es por periodo limitado y sin costes ocultos. Puede encontrar detalles más concretos en su web Zapayco ICO o el libro blanco (whitepaper).
En las próximas semanas, al finalizar la venta privada comenzarán las rondas de preventa del token ZAP; disminuyendo el bono de la venta privada a unos respetables +28% y +12,5% respectivamente. La ronda final y denominada ronda ICO cerrará la etapa de financiacion sin bonos al establecido precio simbólico de 0.007142$.

Los bonos tokenizados ITBO posteriores al proceso Zapayco ICO en 2019

Como guinda al pastel, al finalizar el proceso descrito previamente, se pasará a una segunda fase. La emisión de bonos ITBO, será acompañada por una oferta inicial. Dichos bonos/token (ITBOS) serán valorados simbólicamente a una tasa estandarizada de 1$ dólar Estadounidense. Constará de 100 millones de bonos tokenizados, incluidos los atribuidos en como bonificación de adquirir tokens ZAP. Recordemos que durante la ya activa venta privada Zapayco ICO se obtiene la bonificación 1:1. Los bonos tokenizados no serán titulizados por activos, sino contra ingresos futuros, aportando el equilibrio que se les espera.
Al adquirir bonos ITBO se recibirán 10 Zaps gratuitos, por lo que al utilizar Zapaygo, los compradores de bonos pueden ahorrar 10 veces el dinero que gastan en comprar un token. Los rendimientos de los bonos tendrán prioridad sobre los dividendos después de impuestos; mientras que, se les atribuye el 10% de las ganancias globales o un 7% anual, dependiendo de cuál sea la más fructífera.
Sin duda, el el whitepaper de Zapaygo nos proporciona una visión técnica y teórica muy completa; podemos estar hablando de uno lanzamientos más relevantes de 2019.
Enlaces de interés:

Wilson com estatuto de herói, Paulinho ‘matador’ e Braga joga final-four em casa

O SC Braga venceu o Vitória de Setúbal por 4-0 e segue em frente na Taça da Liga.

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O SC Braga carimbou a presença na final-four da Taça da Liga, fase que irá disputar em casa, após o triunfo por 4-0 diante do Vitória de Setúbal, nesta sexta-feira. Em pleno Estádio do Bonfim, Wilson Eduardo atingiu o estatuto de herói. O extremo esteve presente em todos os golos do encontro, ao marcar um deles e fazer duas assistências para remates certeiros de Paulinho. Após uma primeira parte a meio gás, os minhotos aceleraram no segundo tempo e conseguiram chegar à vantagem, ainda que apenas o empate fosse necessário para seguir em frente.
Abel Ferreira e Lito Vidigal procederam ambos a várias alterações nas respetivas equipas para este encontro da Taça da Liga. Ora, nos minhotos, Marafona, Ailton, Ryller, Palinha e João Novais tiveram a oportunidade de somar minutos. No caso dos sadinos, já sem hipóteses de seguirem em frente na competição, foram a jogo nomes como Milton Raphael, Cascardo, Dankler, Baba, André Sousa, Pedrosa, Nuno Valente, Alex e Allef, entre outros. Como seria algo expectável, o SC Braga começou o jogo por cima, mas apenas no final da primeira parte deu mostras de aceleração no momento da circulação da posse de bola.
Ora, nos minutos iniciais, o SC Braga tentou impor desde logo o ritmo, mas ainda assim o Vitória conseguiu equilibrar. A estratégia de Abel passou por uma saída com bola controlada a partir da defesa, com três jogadores a permanecerem na linha mais recuada, no caso Esgaio, Raúl Silva e Bruno Viana, sendo que Ailton subia pelo corredor. Até à meia hora, o ritmo competitivo não foi o melhor aos olhos dos adeptos, mas a partir daí começaram a surgir as oportunidades de golo, muito por culpa da maior vertigem dos bracarenses. Paulinho teve o golo nos pés num par de ocasiões, ainda que Allef pudesse ter feito melhor em frente a Marafona aos 41 minutos. Aos 30’, ficou penálti por assinalar a favor do SC Braga, por mão na bola de Nuno Valente.
Tal como terminou a primeira parte, o Braga também começou o segundo tempo por cima e não demorou muito tempo até conseguir chegar à vantagem no marcador. O principal ‘motor’ dos minhotos acabou por ser o capitão Wilson Eduardo, claramente o mais inconformado e em jogo. Ora, aos 53 minutos, Wilson aproveitou um erro crasso de Baba Fernandes num mau passe para Joel Pereira, ganhou o esférico e serviu na perfeição Paulinho, que revelou instinto de ‘matador’ na área sadina. Seis minutos depois, os mesmos protagonistas dos bracarenses desenharam o segundo golo: investida de Wilson pela direita e o extremo direito entrou na área do Vitória para voltar a assistir Paulinho. Aos 76’, Wilson coroou a exibição com um golo de calcanhar, na sequência de um cruzamento de Ailton. Em cima dos 90’, ainda houve tempo para Pablo fazer o golo em resposta a um pontapé de canto.
Com este resultado, o Braga chegou aos nove pontos no grupo B da Taça da Liga e vai marcar presença na final-four da competição, que terá lugar, precisamente, na cidade minhota. Acima de tudo, fica a exibição de alto nível protagonizada por Wilson Eduardo nesta noite, com o extremo a ser o assistente ideal para o instinto finalizador de Paulinho.
Bancada.pt

Por qué los chatbots pueden ser el mejor aliado de tu marca


por Yesica Flores
El logotipo de una empresa es uno de los elementos fundamentales para que los consumidores puedan identificarla fácilmente. En muchas ocasiones, las marcas van más allá de los logotipos tradicionales y el sello de éstas reside en una mascota (como el osito Bimbo), y otras buscan llegar a un nivel completamente nuevo gracias a las nuevas tecnologías que pueden ser utilizadas a su favor.
Tomemos como ejemplo a los asistentes digitales avanzados como Siri de Apple, Alexa de Amazon y Cortana de Microsoft. Gracias a su personalidad y a la simplicidad de sus interfaces de conversación, los clientes pasan cada vez más tiempo con la inteligencia artificial que con cualquier otra interfaz, por lo que los consumidores estarán interactuando constantemente con la empresa y generando un estrecho lazo con la marca al mismo tiempo.
Los chatbots ofrecen a los usuarios de su sitio web o plataforma digital una manera  conveniente de poder interactuar con la empresa, sin tener que instalar una nueva aplicación o buscar en un sitio web diferente. Lo que ofrece una ventaja en diferentes sentidos, tanto en disponibilidad como ahorro de costos. Según un estudio realizado por la firma consultora Juniper Research, se estima que la adopción de este tipo de tecnología en los sectores retail, bancario y salud tendrá un ahorro de 11,000 millones de dólares anuales para el año 2023.
Recientemente, el crecimiento de la mensajería en tiempo real ha producido un cambio fundamental en el modo en el que los usuarios prefieren conectar con los negocios. El estudio ‘State of Conversational Marketing’, por ejemplo, revela que personas de 195 países están utilizando el chat online para comenzar conversaciones con páginas web de negocios, mismas que eran realizadas por humanos.
“Los chatbots están diseñados para mantener una conversación fluida y natural con las personas, siendo capaces de responder las preguntas frecuentes de los usuarios y fomentar las ventas, entre otras tareas, así como obtener información que puede ser útil para cambiar la estrategia de marketing”, comentó el director general de Nearshore Delivery Solutions, Gustavo Parés. “De esta manera, durante los últimos años, los negocios han comenzado a utilizarlos en sus estrategias de marketing para comunicarse con sus clientes actuales y potenciales, siendo una clara tendencia en diferentes sectores.”
Utilizar un chatbot como imagen de la marca puede ser más relevante para la empresa de lo que parece, ya que ayuda a establecer una relación más emocional y tangible con los usuarios. Esto, sin mencionar los beneficios que ya conocemos: estar disponible las 24 horas del día y en diferentes plataformas, atención ágil y personalizada, acceder a una mayor cantidad de audiencia y mejorar la imagen de la marca.
Y si bien los asistentes digitales avanzados como Siri, Cortana o Alexa no cuentan con una imagen definida, tienen su sello característico: Alexa se muestra confiada y considerada, no repite las malas palabras y ni siquiera usa la jerga muy a menudo; Siri, por otro lado, es atrevida, su personalidad es inteligente e ingeniosa, y también es propensa a las respuestas descaradas.
Los chatbots están destinados a hacer nuestra vida mucho más sencilla, al ser una interfaz tecnológica inteligente que gracias a su identidad generan una comprensión más profunda del lenguaje para así poder comunicarse utilizando el lenguaje natural con los usuarios teniendo también un poco de humor y un estilo único.