Um vasto programa, que decorrerá entre os dias 7 e 21 de Março, irá assinalar, em Évora, o Dia Internacional da Mulher, dia 8 de Março, numa organização conjunta entre a Câmara Municipal de Évora, Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) e Movimento Democrático de Mulheres (MDM).
Assim, no dia 8, a partir das 14h00, estão previstas uma série de iniciativas, designadamente um passeio de bicicleta, uma visita guiada ao Cromeleque dos Almendres e à exposição “A Mulher nas Coleções do Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Évora", inaugurada na véspera, e patente ao público no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo e Biblioteca Pública de Évora.
A mostra, um conjunto de fotografias (provas fotográficas originais e reproduções digitais de negativos a p/b e de provas fotográficas originais), é o resultado da pesquisa de sinais de narrativas e imagens iconográficas do tema nas diferentes coleções do Arquivo Municipal que, de uma forma, seletiva e subjetiva, remete para a perceção e representação da imagem da mulher nestes últimos 150 anos.
Ainda no Dia Internacional da Mulher, destaque para a “Serenata À Mulher”, agendada para as 17h00, na Praça de Giraldo, organizada pela Associação Académica da Universidade de Évora e para os dois concertos de Mercedes Péon e Mynda Guevara, 21h30 e 23h30, respetivamente, no Teatro Garcia de Resende, no âmbito do Artística Festival.
A programação do Dia Internacional da Mulher prossegue no dia 9 e 10 com a programação do Artística Festival, que contempla uma “conversa” sobre refugiados, arte e cultura, e artistas, liberdade e Igualdade de género, e as atuações de: Emmy Curl, Lonely Low Rosa e Segue-me à Capela.
No dia 21 de março, pelas 16h00, no SOIR Joaquim António D’Aguiar, sobe ao palco a peça “As Armas da Senhora Carrar”, que colocará um ponto final nas celebrações deste dia, oficializado pela Organização das Nações Unidas em 1975.
As ruas de Torres Vedras encheram-se este domingo para receber o primeiro Corso Diurno da edição de 2019 do Carnaval torriense. Foram milhares os foliões que rumaram até à terra do Carnaval “mais português de Portugal”, num dia em que o sol convidava a sair de casa.
O povo torriense e o público presente fizeram questão de se vestir a rigor, apostando em máscaras originais e 100% “made in” Portugal.
Os sete carros alegóricos saíram à rua pela primeira vez, revelando a criatividade dos artistas plásticos responsáveis pela sua criação. As principais personalidades da política nacional e internacional, como sempre, estão representadas. Já os produtos “Made In Portugal” chegaram ao Carnaval dentro de uma caravela que “navegou” pelas ruas da cidade.
Suas Altezas Reais também estiveram presentes e cumprimentaram todos os foliões do cimo do carro dos Reis, que seguiu pelo Corso acompanhado pela comitiva da Real Confraria do Carnaval. Ao compasso do rufar dos tambores das várias bandas, desfilaram ainda Lúmbias, Ministros e Matrafonas, Marias Cachuchas, Fidalgos e muitos outros grupos carnavalescos, sendo que alguns trouxeram os seus carros espontâneos.
Os 44 grupos que participaram no Corso Noturno de sábado também saíram à rua para desfilar mais uma vez, antes de serem conhecidos os resultados do Concurso de Grupos de Mascarados. Os vencedores foram revelados a meio da tarde, num momento que contou com a presença de um convidado especial, o embaixador do Paquistão, Sarfaraz Ahmed Gohar. Na cerimónia liderada pela Real Confraria do Carnaval estiveram também presentes o presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Carlos Bernardes, o presidente do Conselho de Administração da Promotorres, César Costa, a vogal do Conselho de Administração da Promotorres, Raquel Luz, e os vereadores da Câmara Municipal, Ana Umbelino, Hugo Lucas e Cláudia Horta Ferreira.
O grupo “Vigilância à portuguesa” arrecadou o prémio atribuído pela Real Confraria do Carnaval, e conquistou ainda o 2º lugar do Prémio dos Grupos e o 3º lugar do Prémio do Público.
Já o grupo “Cúzidinho à portuguesa” surpreendeu pela positiva com a criatividade da máscara escolhida, o que lhe valeu o 1º lugar do Prémio do Público e o 1º lugar do Prémio dos Grupos.
Para além dos milhares de pessoas presentes no Corso, o Carnaval de Torres Vedras chegou ainda a casa dos portugueses que assistiram à emissão do programa “Somos Portugal” da TVI, que esteve durante toda a tarde em direto de Torres Vedras.
A secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, e o primeiro secretário da Embaixada da Índia, Amararam Gujar, também visitaram o entrudo torriense, num dia onde não faltou animação.
O Tó’Candar PALADIN saiu à rua, ao fim da tarde, arrastando consigo uma multidão de foliões que dançaram ao som da Banda Baco. O Corso Diurno transformou-se em corso noturno, tendo-se prolongado até às 23h, com o desfile dos carros espontâneos a animar todos os presentes.
O Carnaval de Torres Vedras é uma organização da Câmara Municipal de Torres Vedras; Produção da Promotorres E.M; Alto Patrocínio: Ministério da Economia; Patrocínio: Sagres e PALADIN; Vinho Oficial: AdegaMãe; Televisão Oficial: TVI; Rádio Oficial: RFM; Certificação Ambiental: Eco Evento Valorsul; Apoio: Oeste Portugal e Green Destinations.
Qual dessas representações (esta acima ou a imagem abaixo) da Anunciação glorifica mais a puríssima Mãe de Deus?
Luis Sérgio Solimeo
Um espetáculo que não se pode deixar de qualificar como sacrílego realizou-se no dia 27 de janeiro em presença do Papa Francisco, durante a Jornada Mundial da Juventudeno Panamá.1 Os atores ridicularizaram o mistério da Anunciação e trataram Nossa Senhora com grande irreverência. Apesar disso, no final da apresentação, o Papa aplaudiu e deu a sua aprovação.22
Nessa peça burlesca, a Virgem Santíssima é apresentada como “uma jovem normal, uma jovem de hoje”, como a definiu recentemente o Papa Francisco.3 A jovem que interpretou Nossa Senhora usava tênis, calça masculina ajustada e uma blusa folgada de cor azul claro. Sua cabeça estava descoberta, e seu celular à vista. O “anjo Gabriel” foi interpretado por um rapaz com calça, camisa e chapéu brancos, tendo um par de pequenas asas preso às costas.
Qual dessas representações (esta ou a imagem no alto do artigo) da Anunciação glorifica mais a puríssima Mãe de Deus?
Em uma paródia da Anunciação, o “anjo” diz a “Maria” que ela se tornará mãe por obra do Espírito Santo. Ela se mostra nervosa, quase histérica, e diz que ainda não está casada com José, não está pronta, tem que ir à universidade, tem medo etc. O “anjo” trata de convencê-la, e lhe diz que deveria regozijar-se. Cada vez mais nervosa, ela responde que não pode regozijar-se: “Que dirá José? Que pensará sua mãe quando souber? E os vizinhos?”
Então a mulher começa a cantar que tem medo, se sente despreparada, e outras coisas. O “anjo” a toma pelas mãos, dizendo que ela é a eleita, e ambos começam a dançar. Outras “anjas” bailarinas, descalças, entram rodopiando, com vestes flutuantes, como em qualquer espetáculo teatral obsceno.
Em seguida, “Gabriel” e as “anjas” bailarinas põem uns óculos carnavalescos, e todos dançam em ronda, cantando em termos semelhantes aos das Escrituras. “Maria” continua a dizer que tem medo, mas logo começa a cantar as palavras do Evangelho, sempre em ritmo pop: “Faça-se a tua vontade”.Em meio a risos, ela toma seu celular e faz uma selfie com “Gabriel”. Outras duas moças sobem ao palco, e dizem que o resto da história é bem conhecido: Jesus veio a nós e nos deu seus ensinamentos.
Entra depois no palco um time de futebol, representando os 12 Apóstolos, declamando e cantando que têm medo de evangelizar, porque serão perseguidos. Surge então um grupo de “policiais”, e os “apóstolos” fogem. Os “policiais” começam a cantar e bailar loucamente, e depois se vão.
Os “apóstolos” regressam ao cenário e continuam a cantar e dançar em coreografia, repetindo sempre: “Tenho medo”. Depois de algum tempo dançando e cantando, “Maria” se aproxima deles, segura suas mãos e diz que já falou com “Gabriel”, e tudo funcionará.
Logo se ouve uma voz forte pelos altofalantes: “Recebe o Espírito Santo, não tenhas medo, regozija-te, e vai evangelizar”. Todos então se ajoelham, levantam-se e começam a cantar junto com as bailarinas “anjas” e “Gabriel”. Em seguida uma dança louca e uma canção, da qual participa “Maria”.
Quando terminou a paródia sacrílega da Anunciação e Pentecostes, o Papa Francisco fez um gesto de aprovação entusiástica. Depois se levantou e saudou efusivamente os dois atores principais. Se já é extremamente grave a própria presença do Papa em uma apresentação sacrílega como essa, tanto mais sua manifestação de apoio irrestrito.
Encenação da doutrina do Papa Francisco
Essa paródia parece ilustrar a doutrina do Papa sobre a Santíssima Virgem Maria. Com efeito, há declarações dele sobre Maria Santíssima que contradizem tudo o que veneramos e encontramos nos Evangelhos, na Tradição e no Magistério da Igreja, bem como no sentimento dos fiéis. Recentemente assinalou que Maria “não nasceu santa”, negando implicitamente o dogma da Imaculada Conceição.4Suas concepções sobre Nossa Senhora estão resumidas em seu livro-entrevista, ao jornal italiano “Corriere della Sera”:
“[Uma] jovem normal, uma jovem de hoje… normal, normalmente educada, disposta a se casar, a ter uma família. […] Logo depois de conceber a Jesus, [ela] era ainda uma mulher normal. […] Nada foi excepcional em sua vida, [ela era] uma mãe normal: inclusive em seu matrimônio virginal, casta nesse sinal de virgindade, Maria era normal. Ela trabalhou, fez compras, ajudou a seu Filho, e auxiliou seu esposo. Normal”.5
Bem o contrário de tudo isso é o que nos diz o Papa Pio XII, de saudosa memória, na encíclica Ad Cœli Reginam, de 11 de outubro de 1954, na qual estabelece a festa da Realeza da Santíssima Virgem Maria:
“Desde os primeiros tempos os cristãos creram, e não sem razão, que Ela, de quem nasceu o Filho do Altíssimo, recebeu privilégios de graça sobre todos os demais seres criados por Deus. […] E quando os cristãos refletiram sobre a conexão íntima que existe entre uma mãe e um filho, reconheceram facilmente a suprema dignidade real da Mãe de Deus”.6
Nada é mais caro ao coração católico do que a honra da Mãe de Deus, a Amada Filha do Padre Eterno, a Admirável Mãe do Filho de Deus, e a Esposa Fidelíssima do Espírito Santo. O fato de o Papa Francisco tratar de maneira simplista e confusa os temas mais delicados e complexos não elimina, antes aumenta o dano que suas declarações fazem às almas, como as que se referem a Nossa Senhora. Sua maneira confusa, improvisada e contraditória de falar é incompatível com o ensinamento verdadeiro, claro e lógico da Igreja, e com a missão do Papa de confirmar os irmãos na Fé.7
Ao expressar a nossa indignação pela ofensa feita à Virgem Maria, nossa Mãe Santíssima, nessa paródia teatral da Anunciação e de Pentecostes, apresentada diante do Sumo Pontífice e com o apoio dele, sugerimos a todos os leitores que façam atos de reparação por esse evento.
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Notas:
“O sacrilégio é, em geral, a violação ou o tratamento injurioso de um objeto sagrado. Num sentido menos apropriado, qualquer transgressão contra a virtude da religião seria um sacrilégio”. – J. Delany, s.v. “Sacrilege”, The Catholic Encyclopedia, (New York: Robert Appleton Company, 1912). http://www.newadvent.org/cathen/13321a.htm.
No dia 21-12-18, o Papa Francisco declara aos empregados do Vaticano: “Então, quem está feliz no presépio? Nossa Senhora e São José estão cheios de júbilo: olham para o Menino Jesus e sentem-se felizes porque, depois de numerosas preocupações, acolheram esta Prenda de Deus, com tanta fé e tanto amor. ‘Transbordam’ de santidade e, por conseguinte, de alegria. E vós me direis: claro! São Nossa Senhora e São José! Sim, mas não pensemos que foi fácil para eles: não nascemos santos, tornamo-nos, e isto é válido também para eles”.http://w2.vatican.va/content/francesco/es/speeches/2018/december/documents/papa-francesco_20181221_dipendenti-vaticani.html.
Papa Francesco: “La Chiesa è popolo, l’élite il peccato,” Corriere della Sera, Oct. 7, 2018, https://www.corriere.it/cronache/18_ottobre_07/papa-francesco-chiesa-popolo-elite-peccato-2ab8a8ce-ca64-11e8-8417-701d201b7018.shtml. Ver também, Luiz Sérgio Solimeo, artigo citado.
"O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta, questionandoo Governo, através do Ministério da Agricultura, Florestas e do Desenvolvimento Rural, sobre a plantação de um hectare de eucaliptos próximo das habitações em Vale da Clara, concelho de Vila Nova de Poiares. Os moradores receiam pela sua segurança em caso de incêndio, uma vez que estas árvores foram plantadas literalmente dentro da localidade.
Pergunta:
A população de Vale da Clara, concelho de Vila Nova de Poiares tem contestado a plantação de um hectare de eucaliptos próximo das habitações, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 96/2013, da responsabilidade do anterior Governo do PSD/CDS-PP, que ficou conhecido por liberalizar o plantio de eucalipto.
Os moradores consideram a localização inapropriada receando pela sua segurança em caso de incêndio, uma vez que estas árvores foram plantadas literalmente dentro da localidade. Aliás uma parte do terreno limítrofe à estrada (numa faixa com cerca de 25 metros) encontra-se desde 2014 classificada como solo urbano (espaços residenciais), ou seja, dentro do perímetro urbano definido pelo Plano Diretor Municipal (PDM) concelhio.
Após uma visita à plantação e reunião com os moradores, em maio de 2017, o Partido Ecologista Os Verdes dirigiu uma pergunta ao governo no sentido de obter os devidos esclarecimentos sobre esta arborização.
Na resposta ao PEV, o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural referiu que deu entrada uma comunicação prévia para a plantação de eucaliptos em Vale da Clara e que a mesma foi vistoriada em agosto de 2017, ou seja, após a pergunta do PEV, para avaliar a execução, tendo constatado que o projeto já se encontrava parcialmente realizado. Segundo se depreende da resposta, o projeto foi aprovado com a arborização com eucalipto a um compasso de 5 metros entre as árvores.
Após as consequências dos incêndios de 2017 que assolaram o nosso país, o Decreto-Lei n.º 10/2018, de 14 de fevereiro, veio clarificar os critérios aplicáveis à gestão de combustíveis nas faixas secundárias no âmbito do Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios com o objetivo de reforçar a segurança das populações e dos seus bens.
Deste modo, nas envolventes dos aglomerados populacionais, onde é obrigatória a gestão de combustíveis numa faixa exterior de proteção de largura mínima não inferior a 100 m, “a distância entre as copas das árvores deve ser no mínimo de 10 m nos povoamentos de pinheiro bravo e eucalipto, devendo estar desramadas em 50 % da sua altura até que esta atinja os 8 m, altura a partir da qual a desramação deve alcançar no mínimo 4 m acima do solo”.
Neste sentido, estando os eucaliptos plantados dentro da localidade, a escassos 5 metros de uma das habitações, os quais foram plantados com um compasso de 5 metros entre si, este povoamento está a incumprir o respetivo Decreto-Lei n.º 10/2018. Segundo a população, os eucaliptos estão já com uma dimensão considerável aumentando o risco de incêndio e a vulnerabilidade da população. Aliás, a povoação de Vale da Clara fica localizada a pouca distância da área que foi afetada com os grandes incêndios de 15 de outubro de 2017.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Agricultura, Florestas e do Desenvolvimento Rural possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1- Considerando que o atual povoamento não está em conformidade com a legislação referente à gestão de combustíveis (afastamento de 10 m entre copas) pelo facto de os eucaliptos estarem plantados com um compasso de 5 metros entre si, no interior da aldeia de Vale da Clara (junto a habitações), o seu excedente vai ser cortado e/ou substituído/intercalado por outras espécies, ainda em 2019, antes do período crítico de incêndios?
2- Tendo em conta que a versão do Regime Jurídico de Arborização e Rearborização (RJAR) do PSD/CDS-PP permitiu plantações de milhares de eucaliptos de forma simplificada, quantos desses povoamentos aprovados se encontram dentro dos perímetros urbanos, bem como se localizam em áreas abrangidas pelas faixas secundárias de gestão de combustíveis?
Pelo menos 23 pessoas morreram no domingo na sequência de um tornado que causou "danos catastróficos" no estado do Alabama, no sudeste dos Estados Unidos, anunciaram as autoridades, em novo balanço.
Várias pessoas foram hospitalizas, algumas com “ferimentos muito graves”, e há ainda vários desaparecidos, disse xerife do Condado de Lee, Jay Jones, citado por agências internacionais.
O anterior balanço oficial apontava para 14 mortos.
De acordo com o xerife, o tornado percorreu vários quilómetros e causou uma “destruição catastrófica” num raio de 400 metros, ao longo da sua trajetória.
Na tarde de domingo, foram lançados vários alertas de tornado em vários locais dos estados do Alabama, Georgia, Florida e Carolina do Sul.
O serviço nacional de meteorologia norte-americano previa a continuação de mau tempo severo durante o resto do dia (madrugada de hoje em Lisboa).
O Comando Territorial de Aveiro, através do Núcleo de Investigação Criminal de Oliveira de Azeméis deteve um homem de 23 anos pelo crime de tráfico de estupefacientes, em Oliveira de Azeméis.
No decorrer de uma ação de fiscalização, os militares abordaram uma viatura onde seguia o suspeito, tendo detetado a existência de produto estupefaciente na sua posse.
Da ação resultou a apreensão de:
1700 doses de haxixe;
Uma viatura ligeira de mercadorias;
1 895 euros em numerário.
O detido foi presente no Tribunal Judicial de Santa Maria da Feira, tendo-lhe sido aplicadas as medidas de coação de apresentações semanais no posto policial da área de residência, proibição de se ausentar do concelho de residência e proibição de contactos com consumidores.
Nos próximos dias 7 e 8 de Março, o Departamento de Ciências da Terra da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) acolhe o 12º Seminário sobre Águas Subterrâneas, subordinado ao tema “As águas subterrâneas e os desafios societais e ambientais à escala local, regional e global”.
A iniciativa, que vai decorrer no Anfiteatro C, 1º piso do edifício central da FCTUC (polo II da UC), é organizada em conjunto pela Associação Portuguesa de Recursos Hídricos e pelo Departamento de Ciências da Terra da FCTUC.
O objetivo, de acordo com os responsáveis da comissão organizadora do seminário, «é evidenciar a importância e a diversidade das relações entre os Recursos hídricos, a Sociedade e o Ambiente nas diversas escalas geográficas. De facto, para além de constituírem um importante componente ambiental que viabiliza o equilíbrio dos ecossistemas, as águas subterrâneas são igualmente recursos naturais de incontornável importância para as atividades humanas.»
Aprofundar o conhecimento sobre as águas subterrâneas «é decisivo, quer para a sustentabilidade ambiental, quer para a resolução dos desafios sociais e ambientais nas próximas décadas, particularmente num cenário de importantes alterações climáticas», acentuam.
A dimensão e a complexidade das questões atuais de natureza hidrogeológica «aumentam com a escala de observação e com a profundidade de análise. Assim, como um único poço ou furo podem suprir as necessidades de água de uma casa, aldeia ou exploração agrícola, um aquífero pode sustentar uma cidade, uma região, ou um país e contribuir decisivamente para a estabilização do caudal de base de um rio. Por consequência, a má gestão e a sobre-exploração das águas subterrâneas podem afetar profundamente as atividades humanas e os equilíbrios ambientais em pequenas parcelas do território, assim como em vastíssimas regiões», exemplifica a organização.
Além das comunicações e palestras científicas, o seminário inclui visitas técnicas a uma captação de águas subterrâneas para distribuição pública - ETA da Boavista (Coimbra) - e a uma captação de águas subterrâneas para engarrafamento/termalismo - Captações e Termas do Luso.