sexta-feira, 29 de março de 2019

Este fim de semana no Largo de S. Lourenço | DUAS DEZENAS DE EXPOSITORES NA PROVA DE VINHOS DE BAIRROS

Dois dias para apreciar verdes tintos de excelência


O aprazível espaço do Largo de S. Lourenço vai receber, neste fim de semana, a 17ª edição da Prova de Vinhos Verdes e Petiscos de Bairros, um certame local de referência, orientado para dar a conhecer e divulgar o vinho verde, sem dúvida o produto agrícola mais produzido, reconhecido e apreciado nesta freguesia paivense, sobranceira ao Rio Paiva.

Muitos vão ser os visitantes que vão marcar presença no certame, onde vão estar representadas as mais importantes quintas da freguesia, que se dedicam à produção do excelente vinho verde, com maior destaque para a produção do verde tinto, cada vez mais procurado e reconhecido, sendo que, ao todo serão cerca de duas dezenas de expositores nesta iniciativa de referencia, com dezena e meia de vinicultores locais, para além do artesanato, da gastronomia, da doçaria tradicional, da representação da União de Freguesias de Sobrado e Bairros, das Caipirinhas de Vinho Verde e do Restaurante da Feira, este ano com exploração a cargo da Comissão de Festas de S. Lourenço, que apresentará as especialidades gastronómicas que a freguesia mais evidencia.

A abertura do evento está agendada para a tarde de Sábado, dia 30, e contará com a presença do presidente da Câmara Municipal, Gonçalo Rocha, para além de outros autarcas e entidades convidadas, destacando-se as intervenções alusivas ao certame e à temática vitivinícola e potencialidades da freguesia.

Esperando que o certame possa repetir o êxito de anteriores edições, o presidente da União de Freguesias de Sobrado e Bairros, José António Vilela reconhece a colaboração da Câmara Municipal e do Executivo Gonçalo Rocha, tendo em conta o apoio disponibilizado pela autarquia paivense para a organização da iniciativa, elogiando a coragem dos produtores locais por fazerem questão de marcar presença numa actividade de grande interesse para a promoção da freguesia e do seu vinho verde, assim como de grande importância para dinâmica económica do próprio concelho.

Também  o presidente Gonçalo Rocha manifesta o desejo que a iniciativa seja um sucesso, registando uma boa adesão de visitantes e não deixa de destacar a importância do sector vitivinícola na economia desta freguesia e no próprio concelho, referindo que, “ o nosso vinho verde tem um potencial enorme que deve ser desenvolvido e, sendo um produto genuíno e de grande qualidade, merece sem dúvida, continuar a ser valorizado cada vez mais e divulgado em iniciativas desta grandeza, tal como esta, que tem sido promovida e realizada pela autarquia procurando mostrar o que de melhor tem a freguesia ”.


A abertura oficial e recepção às entidades convidadas está agendada para as 14 horas de Sábado, com intervenções politicas, seguindo-se um périplo pelos “ stands” e expositores e a primeira prova de vinhos, registando-se um momento teatral com a participação da Micas Arrebitada, depois animação com exibição de folclore, com a participação do Rancho Folclórico de Bairros, e um momento de bailarico com a presença do conjunto Os Populares Bairristas, sendo que, a partir das 21h00, a animação prossegue com a actuação da Banda Marcial de Bairros ( Concerto Coral Sinfónico ), culminado a noitada da feira com a animação a cargo da Orquestra Sirilanka, de Cinfães.

Já no Domingo, dia 31, o certame prossegue durante a tarde, com destaque para uma actuação musical protagonizada pelo grupo de Concertinas de Bairros e um momento de bailarico com a presença da música tradicional dos “ Amigos da Sexta “, que vão actuar até ao encerramento.

Recorde-se que, esta 17ª Prova de Vinho e Petiscos de Bairros, tem o apoio da CM de Castelo de Paiva e a colaboração das diversas associações da freguesia, tendo o presidente da União de Freguesias de Sobrado e Bairros, José António Vilela, garantindo a realização e a continuidade do evento, prometendo uma dinâmica cada vez mais forte nesta mostra que já é uma referência concelhia e que, todos os anos atrai centenas de visitantes para apreciar o Melhor Verde Tinto do Mundo.

Évora | No âmbito Artes à Escola: Roteiro teatral pelas ruas de Évora recorda os caminhos da Inquisição



Duas turmas de alunos do 10º ano da Escola Secundária André de Gouveia participaram, no dia 27 de Março de 2019, na visita guiada “De Eborae Inquisitore”, dinamizada pela associação Ex-Quorum, no âmbito do projecto municipal “Artes À Escola”.

A visita teve início na Praça 1º de Maio e finalizou no Largo Conde Vila Flor, junto ao antigo Palácio da Inquisição. Durante todo o percurso, dois actores guiaram os participantes numa visita pela história e pela memória patrimonial de Évora, à mistura com música e momentos teatrais que cativaram a atenção de todos. Salientando a importância de preservar a memória, a ExQuorum trabalhou com talento e muita qualidade um tema basilar na História da Europa e da cidade de Évora, a Inquisição, que deixou como balanço final milhares de inocentes torturados e assassinados por questões religiosas.

O espectáculo, sob direção de Hugo Miguel Coelho, teve como actores Maria Marrafa, Vicente de Sá, Hugo Coelho (tambor) e Angela Fortes (violino). Os materiais cénicos foram da autoria de Anabela Calatroia e Sara Tuna. O texto original é de Vicente Fino, tendo como consultores: Bruno Lopes, Fernanda Olival - CIDEHUS. “De Eborae Inquisitore” é uma criação coisasdocorpo, com produção ExQuorum.

Refira-se que esta primeira edição do “Artes à Escola” decorre até final de Maio, tendo como principal finalidade proporcionar às crianças e jovens (desde o Pré-Escolar ao secundário) o acesso a várias áreas e expressões artísticas, estimulando a sua aprendizagem, formação e conhecimento, promovendo, por sua vez, uma maior proximidade com espaços e atividades culturais locais, envolvendo toda a comunidade.




O terrorista Cesare Battisti e seus protetores

Cesare Battisti (na foto com Tarso Genro, o ex-ministro da justiça de Lula) confessou seus crimes e admitiu a participação em quatro assassinatos. Enquanto esteve no Brasil, o terrorista foi protegido pelo PT, particularmente por Lula, que proibiu sua extradição. Muitos outros petistas defenderam o condenado e permitiram ao terrorista viver livremente no Brasil…
Roberto de Mattei *
O terrorista vermelho Cesare Battisti, interrogado na prisão de Oristano pelo Procurador de Milão, Alberto Nobili, admitiu todas as acusações dirigidas a ele, especificamente os quatro assassinatos, incluindo dois dos quais ele foi executor — afirmou em entrevista coletiva o promotor Francesco Greco.
Quatro crimes cometidos fisicamente por Battisti: o do policial penitenciário Antonio Santoro, morto em Udine (6-6-1978), pelo fato de ter “perseguido prisioneiros políticos”; o do joalheiro Pierluigi Torregiani e do comerciante Lino Sabbadin, que fazia parte do Movimento Social Italiano, ambos mortos em 16-2-1979, o primeiro em Milão e o segundo em Mestre, pelo fato de “terem se armado contra os ladrões, eram milicianos do lado do Estado e deviam ser punidos”.
Por fim, a morte de Andrea Campagna, agente da Digos, que Battisti matou a tiros em Milão, no dia 19 de abril de 1978. O representante dos proletários armados pelo comunismo (PAC) também admitiu ter ferido mais três pessoas: Giorgio Rossanigo, um médico da prisão de Novara que era “muito rigoroso em relação aos prisioneiros políticos”; Diego Fava, médico da Alfa Romeo que “não liberou certificados para trabalhadores politizados”; e Antonio Nigro, guarda da prisão de Verona.
Respondendo ao Procurador que lhe havia perguntado quem o havia ajudado em suas fugas, Battisti disse que do exterior, “partidos, intelectuais e o mundo editorial” de quem recebeu “apoio ideológico e logístico. E fizeram isso por razões ideológicas e solidárias. Não sei se essas pessoas já se perguntaram se eu era responsável pelo que fui condenado. Para muitos não era o problema”, mas “também fui apoiado porque me declarei inocente, e em muitos países uma condenação à revelia é impensável e porque dei a ideia de um combatente da liberdade”.
Quando o promotor perguntou se ele teria mais alguma coisa a dizer, Battisti respondeu: “Peço desculpas aos familiares das pessoas que matei ou feri. A luta armada foi desastrosa e quebrou a revolução social, cultural e positiva que começou em 68. Para mim e para outros foi uma guerra justa, hoje me sinto desconfortável em reconstruir momentos que só podem provocar minha revisão. Falar sobre luta armada hoje é algo sem sentido para mim” (“Corriere della Sera”, 25-3-2019).
Essa auto-absolvição nada tem a ver com o arrependimento. Pressupõe, de fato, um juízo sobre os próprios atos à luz do bem e do mal e um consequente sentimento de dor e contrição, enquanto o critério de julgamento de Battisti permanece gramsciano, da filosofia da práxis. Seus atos estão errados porque a luta armada foi incapaz de implementar a Revolução Comunista na Itália. O que é mais grave na entrevista, no entanto, é a admissão da existência de uma rede de cobertura ideológica, composta de homens que ainda ocupam cargos-chave e que nunca serão publicamente condenados.
Entre os personagens que afirmaram a inocência de Cesare Battisti estão Gabriel Garcia Marquez e Bernard Henry-Levy e muitos intelectuais de diferentes países, que excluíram a priori que Battisti poderia ser um assassino, ao mesmo tempo acusando o Estado italiano de violência e repressão. Suas opiniões foram divulgadas pela grande mídia que, obrigados a admitir as provas, no entanto, eles evitaram acusar os 1500 signatários do pedido de libertação de Battisti, após a prisão dele na França, em 2004.
A maioria dos terroristas, condenados ou sob investigação pelo judiciário italiano nos chamados “anos de chumbo”, encontrou aceitação nos Alpes graças à doutrina Mitterrand (1982), com a qual o então presidente francês lhes concedera status de refugiados políticos. Tal reconhecimento os afastou da investigação e bloqueou qualquer pedido de extradição.
A única condição era que os beneficiários não fossem procurados por atos dirigidos contra o Estado francês e renunciassem, pelo menos em palavras, a todas as formas de violência política. O inspirador da doutrina Mitterrand foi um conhecido sacerdote francês, Henri Antoine Grouès, conhecido como Abbé Pierre (1912-2007), ativista político próximo da extrema esquerda. Esse sacerdote esquerdista foi fundador do movimento Companheiros de Emaús, em 1949, organização fundada no mito de acolher os marginalizados. Entre estes estavam os terroristas vermelhos, dos quais o Abbé Pierre era um protetor (v. Silvano De Prospo e Rosario Priore, Chi maneuvera le Brigate Rosse, Ponte alle Grazie, 2010).
O Padre Pierre criticou amiúde João Paulo II e Bento XVI, pronunciando-se a favor da possibilidade de ordenar sacerdotisas e também homens casados, apoiou o direito dos homossexuais de ter relações estáveis ​​e criar filhos. Antes de morrer, ele confessou ter mantido relações sexuais com mulheres.
No livro autobiográfico, Mon Dieu … pourquoi? (Meu Deus … por quê?), ao falar de “poder do desejo”, ele afirma: “Eu lhe dei passagem. Mas eu nunca tive uma relação regular, pois não deixei que o desejo sexual se enraizasse” (“La Repubblica”, 27-10-2005). Na Itália, o Abbé Pierre foi várias vezes na região de Arezzo, onde quatro comunidades de Emaús prosperaram, e, muitas vezes, encontrava os bispos da diocese que o protegia, incluindo o cardeal Gualtiero Bassetti, que foi bispo de Arezzo de 1998 a 2009, e hoje preside a Conferência Episcopal Italiana.
Em entrevista recente, o Cardeal Bassetti distanciou-se do vindouro Congresso de Verona sobre a família, afirmando que a única família humana é a composta de migrantes, que “são os últimos, os pequenos e os pobres deste mundo”, como disse Paulo VI, “os pobres pertencem à Igreja por ‘direito evangélico’”. “Com a mesma firmeza, gostaria de reiterar um conceito que talvez seja inconveniente para o pensamento correto: para um católico é absolutamente imoral ver o migrante como um inimigo a ser combatido ou odiado”.
Padre Pierre morreu em 22 de janeiro de 2007, aos 93 anos. “Muito obrigado, Pe. Pierre, de nos ter dado exemplo”, disse o cardeal Philippe Barbarin, sentenciado em 19 de fevereiro de 2019, em primeira instância, a seis meses de prisão sob liberdade condicional por encobrir abuso sexual de um padre francês. “Você desaparece — disse ele então — e nós, como os companheiros de Emaús, partimos hoje novamente em bom ritmo para testemunhar este amor e servir aos outros, até o nosso último suspiro”. “Muito obrigado ao Pe. Pierre por nos ter dado exemplo”, comentou o jornal dos bispos italianos, ao anunciar a‘partida’do Pe. Pierre “para as grandes férias”, foi como o jornal denominou a vida que ele levaria depois da morte (“Avvenire”, 21-1- 2017).
Na Itália, a mensagem do Pe. Pierre foi recolhida por Michele De Paolis, um padre salesiano que, entre outras coisas também declarou: “Hoje a atitude da Igreja em relação aos homossexuais é severa, desumana e cria tanto sofrimento ao afirmar que a homossexualidade é um pecado”. […] Algumas pessoas dizem: –— “Tudo bem ser homossexual, mas ele não precisa ter relacionamentos, os homossexuais não podem amar uns aos outros!” – Para o Pe. Michele isso “é a máxima hipocrisia. Seria como dizer a uma planta em crescimento: ‘Você não deve florescer, você não deve dar frutos!’Isso sim, é contra a natureza! (Https://blog.libero.it/gruppoalidaquila/10246589.html). 
Em 6 de maio de 2014, Pe. Michele De Paolis concelebrou a missa com o Papa Francisco em Santa Marta, tendo ficado impressionado com a reação do Santo Padre, que depois de um breve diálogo fez uma reverência e beijou a sua mão. O Papa prometeu uma audiência com o grupo Emaús, mas o Pe. Michele partiu antes para as suas “grandes férias” em 30 de outubro de 2014. Em seu testamento ele pediu para ser cremado e suas cinzas, como ele desejou, são mantidas em uma urna dentro da capela da Comunidade de Emaús (http://www.foggiatoday.it/cronaca/cremazione-don- michele-de-paolis-community-emmaus.html).
O Papa Francisco, naturalmente, ignora o fio vermelho que liga o Pe. De Paolis e o Abbé Pierre com Cesare Battisti…

ABIM
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(*) Fonte: “Corrispondenza romana”, 27-3-2019. Matéria traduzida do original italiano por Paulo Henrique Chaves.

Jornada dedicada à Cataplana de Peixe do rio | 11º FIM DE SEMANA GASTRONÓMICO COMEÇA HOJE EM CASTELO DE PAIVA

Paula Melo realça que a gastronomia é um trunfo da promoção turística  

Pelo décimo primeiro ano consecutivo, o município de Castelo de Paiva associou-se à Entidade Regional do Turismo do Porto e Norte de Portugal e vai reeditar a partir de hoje, mais um fim-de-semana gastronómico, voltando este ano a ser dedicado a um dos pratos mais tradicionais e característicos das zonas ribeirinhas do concelho: a Cataplana de Peixe do Rio, criada com o arrojo e a criatividade do Chefe Tiago Lopes nascido e criado na nossa terra, e como sobremesa, a saborosa Sopa Seca, apetecíveis iguarias que vão estar em destaque nos seis restaurantes aderentes à iniciativa.

Desde o jantar desta Sexta Feira, até ao almoço de Domingo, dia 31, a edilidade paivense propõe o convite para degustar uma gastronomia rica e diversificada, partilhar uma saborosa experiência gastronómica preparada propositadamente para si, a deliciosa Cataplana de Peixe do Rio e a típicas Sopa Seca como sobremesa, um manjar acompanhado pelos melhor vinhos verdes da Sub Região de Paiva.
Assim, neste fim-de-semana, a melhor opção é pôr de lado “tachos e panelas” e visitar um dos restaurantes aderentes ao evento “Fins-de-semana Gastronómicos”, que nesses dias torna mais apetecível a famosa Cataplana de Peixe dos nossos rios, condimentando com a oferta de um copo de vinho da região na degustação desta especialidade da cozinha regional.
A adesão à iniciativa contribui para consolidar o produto “Gastronomia e Vinhos” como uma realidade do concelho de Castelo de Paiva, sendo a lista dos restaurantes aderentes e respetiva ementa distribuída por todo o país, conseguindo-se assim uma boa promoção do concelho e da gastronomia paivense, cujo modo de confeção lhe confere características muito próprias.


                Em Castelo de Paiva, aliaram-se a esta iniciativa os restaurantes A Casa do Zé, Restaurante Típico Casa de São Pedro, Restaurante O Cantinho, Restaurante O Pinhal, Restaurante Douro 41 Hotel & Spa e o Bar do Rio, que terão todo o gosto em recebê-lo com um copo de vinho de boas vindas, e quanto ao alojamento, são muitas e excelentes as opções ao seu dispor, e que lhe oferecem 10% de desconto nas noites de sexta e sábado: Hotel Rural Casa de São Pedro, Douro41 Hotel & Spa*, Casa do Villas, Quinta de Vilar e Almarde, Quinta do Gildinho, Rio Moments Country House Paiva Valley, Solar & Guesthouse Olival da Vinha, Flower Residence, Out of Town Hostel, Quinta de Curvite, Arrabia Guest Houses, Casa da Bichaca, Quinta Arveolinha, Casa da Tia Palmira, Casa dos Strecht´s, Casa S. Antão, Quinta das Vessadas e Canastro Country House. 
Paula Melo, vereadora do Turismo da CM de Castelo de Paiva, realça a importância da iniciativa dedicada à gastronomia paivense e em particular a este prato de referência da cozinha local, uma iguaria que, a par de outros petiscos, atrai muitos apreciadores ao sector da restauração do concelho, lembrando também que, no segundo fim de semana de Março, a edilidade local vai promover no Cais de Boure, junto ao Rio Douro, o Festival da Lampreia, destacando que se pretende que a iniciativa possa ganhar potencial e ser uma referência em termos turísticos, aproveitando o facto da lampreia continuar a ser umaiguaria apetecível, com forte tradição no concelho e que motivará a visita de muitos apreciadores ao território.
         Como prato típico das zonas ribeirinhas do concelho, a Cataplana de Peixe do Rio será o atractivodesta jornada gastronómica e a autarca paivense manifestou o desejo de novo sucesso para esta 11ª edição do Fim-de-Semana Gastronómico, esperando que seja um evento concorrido e que possa potenciar mais visitantes para Castelo de Paiva, atraídos pela riqueza da cozinha regional, pelos excelentes vinhos verdes e pela variedade da doçaria local, referindo que, através da gastronomia é possível sentir as tradições, evidenciar o saber e a arte de bem receber das gentes de Castelo de Paiva.
E Castelo de Paiva tem tradição na cozinha regional. Transmitidos de geração em geração, os seus aromas e paladares únicos foram sendo apurados ao longo do tempo, embora preservando a base tradicional que confere aos produtos locais características muito próprias e apreciadas pelos mais exigentes palatos.
Da lampreia ao sável, do arroz de cabidela ao cabrito ao anho assado com arroz de forno, das pataniscas à vitela assada, passando pelo dourado das rabanadas ao apetecido Pão de Ló, são diversas as iguarias que nesta terra fazem as delícias dos apreciadores e cativam visitantes.
Obrigatório mesmo é acompanhar estes pratos com o afamado Vinho Verde Tinto de Paiva, um dos melhores da região e várias vezes premiado em concursos nacionais, uma oportunidade de comprovar a qualidade e a frescura dos vinhos verdes da Sub-Região do Paiva, um produto único no mundo, onde o verde tinto merece natural destaque, para além dos espumantes de vinho verde de qualidade, já produzidos no concelho.
Aproveite e prolongue a sua estadia a preços convidativos e usufrua de uma oferta diversificada: dê um passeio pelo concelho, venha sentir o Rio Paiva e os desportos de águas bravas, conhecer a Ilha dos Amores e deslumbre-se com a panorâmica dos miradouros de S. Domingos, S. Gens, Santo Adrião ou Catapeixe, ou fique pelo Largo do Conde e visite as exposições patentes no CICL/Edifício da Cadeia, com entrada gratuita.

Évora | Em reunião pública de 27 de Março: Câmara de Évora e comunidade educativa reclamam pelas obras de requalificação da Escola Secundária André de Gouveia

A Câmara Municipal de Évora decidiu esta quarta-feira adotar uma posição conjunta, de pressão junto do Ministério da Educação, para que este conclua rapidamente o projeto de  execução (que é da sua competência), sem o qual não é possível aferir custos e avançar com a candidatura e respectiva obra de requalificação da Escola Secundária André de Gouveia.

O assunto, de extrema importância, foi debatido no período de atendimento aos munícipes realizado antes da reunião pública. A comunidade educativa da referida escola, tendo como porta-voz a Directora do Agrupamento de Escolas André de Gouveia, Maria de Lurdes Brito, encheu o Salão Nobre dos Paços do Concelho. Face à falta de respostas do Ministério, a comunidade educativa apelou à edilidade, alertando para a urgência de dar condições dignas de um ensino público de qualidade a esta escola, a única secundária que não teve obras de requalificação nas últimas décadas. Mesmo sendo esta uma escola  da tutela do Ministério da Educação, a autarquia mostrou, uma vez mais, a sua total disponibilidade para, conhecidos os custos da obra, colaborar neste processo.

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Foi aprovada por unanimidade a assinatura do protocolo de cooperação entre a Câmara Municipal de Évora e o Instituto Nacional de Reabilitação, com vista à implementação do Balcão Inclusivo integrado no Balcão Único. A implementação deste serviço está inserido no Plano de Desenvolvimento Social.
Refira-se que o Balcão de Inclusão tem como objectivo prestar às pessoas com deficiência/incapacidade atendimento especializado na temática da deficiência/incapacidade, que inclui informação global e integrada sobre os seus direitos e benefícios e recursos existentes, apoiando as pessoas na procura das soluções mais adequadas à sua situação concreta.

A proposta de alteração ao Regulamento Municipal para a Atividade de Comércio a Retalho não Sedentária, exercida por feirantes e vendedores ambulantes, foi aprovada por unanimidade. Segue-se agora o período de discussão pública, 30 dias, para recolha de contributo dos interessados e posterior apresentação em Câmara e Assembleia Municipal para aprovação da versão final.


Mereceu também aprovação unânime, de entre um vasto conjunto de propostas, a atribuição de apoio logístico para a realização da Feira Medieval 2019, promovida pela Associação Velha Lamparina, de 1 a 5 de Maio, na Horta das Laranjeiras, em Évora.

Coimbra | Oftalmologistas usam tecnologia inovadora no tratamento da córnea no Hospital da Luz Coimbra

No Hospital da Luz Coimbra, os oftalmologistas Joaquim Murta Andreia Rosa e Maria João Quadrado realizaram um crosslinking corneano com uma tecnologia inovadora que nunca foi usada em Portugal.

Este tratamento visa prevenir a evolução do queratocone, obter melhores resultados visuais, evitando assim a necessidade de transplante da córnea.
Uma equipa de oftalmologia constituída por Joaquim Murta, Andreia Rosa e Maria João Quadrado, realizou, na passada semana no Hospital da Luz Coimbra, diversos crosslinking corneanos personalizados em doentes com queratocone em fase evolutiva, através da utilização de uma tecnologia inovadora (Mosaic – Avedro) nunca usada antes em Portugal.
“O queratocone é a primeira causa de transplante de córnea em pacientes jovens e resulta de uma alteração ocular em que há um distorção e adelgaçamento progressivo da área central ou paracentral da córnea. É uma doença em que a prevalência tem vindo a aumentar consideravelmente, afetando fundamentalmente jovens”, afirma Joaquim Murta.
O crosslinking da córnea consiste em submeter a córnea a uma determinada radiação luz ultravioleta, a fim de fortalecê-la e interromper a deformação do queratocone, evitando a necessidade do transplante de córnea. Com os novos tratamentos personalizados de crosslinking, adaptados às características particulares de cada doente, é possível estabilizar a doença, obter melhor regularidade da córnea bem como resultados visuais mais favoráveis; é fundamental tratar a doença nas fases iniciais.

EDP: Mexia ganha 6 mil euros por dia

NOS ÚLTIMOS 5 ANOS, MEXIA GANHOU 10 MILHÕES EUROS! EM PORTUGAL 70% DAS FAMÍLIAS NÃO CONSEGUEM AQUECER AS SUAS CASAS

(Joana Amaral Dias)



"Nos últimos 5 anos, Mexia levou para casa cerca de 10 milhões de euros. Este senhor, que ganha 6 mil euros por dia - os seus rendimentos davam para pagar a 3665 trabalhadores portugueses com o ordenado mínimo, teve o desplante de ir para a Assembleia República dizer que a EDP tem sido um abono para o Estado" (...) "Este salário de Mexia é completamente obsceno! Inaceitável". Comentário de Joana Amaral Dias, este domingo na CMTV.



António Mexia ganha mais de 6 mil euros por dia. Por dia, atenção. E foi este mesma hiena que agora andou a bradar na Assembleia da República que a EDP tem sido um abono de família para o Estado. Que topete repulsivo. Ora bem, a EDP é que tem sido o subsídio vitalício para António Mexia e outros que tais como Eduardo Catroga, Manuel Pinho ou Luís Amado. Para nós, tem sido um calvário.

Enquanto Mexia ganha o equivalente a 3665 trabalhadores portugueses com o ordenado mínimo, Portugal tem das energias mais caras da UE, sendo que, num país europeu do século XXI, 70% das famílias portuguesas não conseguem aquecer as suas casas e, mesmo neste clima, ainda há quem morra de frio.

A EDP foi construída com o esforço e o suor dos portugueses, vendida ao desbarato segundo o Tribunal de Contas para, afinal, continuar a ser estatal. Só que, desta feita, pertença de nações estrangeiras, de Trump e da China que está longe de ser um país democrático. Ou seja, foi assim e desta forma que entregámos em bandeja de ouro um bem estratégico e um monopólio. Para quê? Afinal, para a EDP viver de rendas milionárias que suga ao erário público e os os seus lucros já não entrarem nos nossos cofres mas sim nos bolsos sem fundo de Mexias, chineses e abutres variados. Miséria, Portugal. (Joana Amaral Dias)

Fonte: portugalglorioso