domingo, 7 de julho de 2019

Algarve | Investimento de 7 milhões de euros em resort turístico

O ‘novo’ Cascade Wellness Resort foi ontem oficialmente inaugurado após 2 anos de uma grande intervenção que incluiu a ampliação e renovação da sua oferta ao nível das infraestruturas e serviços, representando um investimento total de 7 milhões de euros.
Localizado no topo da falésia da Ponta da Piedade, em Lagos, e a uma curta distância da praia D. Ana, distinguida pela Condé Nast Traveller como uma das 50 melhores praias do mundo, o Cascade Wellness Resort é um dos resort de 5 estrelas.
Aquele empreendimento oferece agora aos seus clientes um vasto conjunto de infraestruturas: um hotel com 108 quartos e suites (com generosas áreas de cerca de 45m2), 58 apartamentos e 4 villas; 3 restaurantes e 2 bares; 3 piscinas, sendo uma delas de areia; salas de reuniões com capacidade para 500 pessoas, incluindo uma sala polivalente de 350 m2; e kids club.
Dispõe também de um spa com 5 salas de tratamento e uma piscina aquecida, um ginásio com uma oferta completa de equipamentos topo de gama e 2 campos de ténis. Os 2 campos de futebol, com as medidas oficiais exigidas pela FIFA, são um dos motivos pelos quais mais se tem destacado o Cascade Wellness Resort.
O hotel compreende 5 alas individualmente decoradas, cada uma refletindo as expedições dos navegadores portugueses pelos 4 continentes – Europa, África, Ásia e América do Sul – e a nova ala Portugal, onde tudo começou.

Loulé adquire novas máquinas de limpeza de praia

A Câmara Municipal de Loulé adquiriu duas máquinas inovadoras para a limpeza das praias que constituem uma mais-valia para a política municipal de gestão e manutenção ambiental destes espaços.
Com o nome técnico de “Beach Tech 2000” e “CFC Speed Tapiro”, os dois equipamentos têm valências distintas e, nesse sentido, complementam-se na limpeza dos areais louletanos.
No primeiro caso, a máquina, rebocável, com grande capacidade de manobra, destina-se ao tratamento de áreas maiores, enquanto que a segunda conta com um sistema por rastos, podendo girar sobre si mesma sem fazer grandes manobras, adaptando-se a espaços menores, como é o caso de zonas concessionadas onde existem toldos, chapéus de sol e espreguiçadeiras.
Estes equipamentos vêm reforçar a maquinaria do Município destinada para o efeito, contribuindo para o maior eficácia ao nível da recolha do lixo nos areais das praias e no tempo dispendido nessa limpeza, bem como na redução do impacto das máquinas nas zonas dunares.

Moçambique | MITESSE reduziu fraudes e aumentou para 520 milhões de Meticais receitas com contratação de estrangeiros

A ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social revelou nesta quarta-feira (03) que graças às reformas implementadas reduziram as fraudes na contratação de mão-de-obra estrangeira e o Estado quadruplicou as receitas para 520 milhões de Meticais em 2018. Entretanto no 1º trimestre de 2019 reduziu a contratação de expatriados em Moçambique.
Discursando na abertura do último Conselho Coordenador do mandato Vitória Dias Diogo disse que o sector consolidou a implementação do Sistema de Informação Migratório com a inclusão da intercomunicabilidade com o Sistema de Segurança Social e a base de dados da Autoridade Tributária.
“Estas reformas tem possibilitado maior controlo nos processos de contratação de cidadãos estrangeiros no país, contribuindo, simultaneamente, na redução de espaço para fraudes e na melhoria da arrecadação de receitas para o Estado, dos anteriores cerca de 150 milhões de Meticais ano em 2014, evoluímos para cerca de 520 milhões de Meticais ano em 2018”, revelou a ministra.
Embora não tenha precisado quantos estrangeiros trabalham em Moçambique, existem indicações de rondarem os cem mil, a ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social disse que 33.094 estrangeiros foram abrangidos pelas acções de controlo da legalidade, desde 2015, e que 3.775 foram encontrados a trabalharem ilegalmente no nosso país.
O Boletim Informativo do Mercado de Trabalho, que não apresenta dados cumulativos, indica que na sua edição mais recente que durante o 1ª trimestre de 2019 foram contratados 5.830 estrangeiros, uma redução de 20,5 por cento face ao período anterior, com destaque para as províncias da Zambézia, Niassa e Inhambane com variações negativas.
Desse universo 293 expatriados foram contratados no regime de curta duração de 180 dias, aplicável no sector de petróleo e minais, dos quais 101 estrangeiros foram admitidos na Província de Tete, 83 na Província de Nampula e 80 na Província de Cabo Delgado.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Moçambique | Gabinete de Reconstrução pós-Ciclone Idai irá reconstruir “todas outras calamidades”


Foto do gabinete do PM
O Governo decidiu alargar as atribuições do Gabinete de Reconstrução pós-Ciclone Idai para abarcar recuperação das zonas afectadas pelo Ciclone Kenneth e “todas outras calamidades que eventualmente vierem a ocorrer” em Moçambique nos próximos tempos.

Criado a 9 de Abril para assegurar a reconstrução e recuperação pós-calamidades nas zonas afectadas pelo Ciclone Idai, que em Março passado fustigou a Província de Sofala e afectou as províncias de Manica, Tete, Zambézia e Inhambane o Gabinete de Reconstrução pós-Ciclone Idai teve as suas atribuições alargadas desde o passado dia 22 de Maio para poder abranger as províncias de Cabo Delgado e Nampula, que foram atingidas pelo Ciclone Kenneth em Abril.

Além disso o @Verdade apurou que o Conselho de Ministro decidiu que esta instituição, que ainda busca dinheiro para iniciar as suas actividades no terreno, irá lidar com “todas outras calamidades que eventualmente vierem a ocorrer durante a sua vigência que, pela sua natureza, requeiram ou impliquem a avaliação de perdas e danos, bem como a elaboração do respectivo Programa de Reconstrução”.

O @Verdade foi informado que o objectivo não é minimizar a área de intervenção do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades mas antes tirar essa responsabilidade de uma instituição que tem a missão de lidar com as situações de emergência que cada vez mais fazem parte do dia a dia de Moçambique.

Por outro lado é objectivo do Governo, caso consiga os 3,2 biliões que pediu à Comunidade Internacional, através deste Gabinete reconstruir não só as zonas directamente afectadas pelos ciclones Idai e Kenneth mas aproveitar para recuperar diversas outras infra-estruturas danificadas em épocas chuvosas anteriores nas províncias do Centro e Norte do país.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Moçambique | Desigualdade salarial melhorou muito pouco em Moçambique, indica OIT


Uma nova base de dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), sobre a distribuição de rendimentos no mercado de trabalho em 189 países, afirma que apenas 10 por cento dos trabalhadores em todo o mundo, ganham metade do salário global. Em Moçambique essa desigualdade melhorou menos de 1 por cento, desde 2014.

A Base de Dados de Compartilhamento e Distribuição de Renda do Trabalho, desenvolvida pelo Departamento de Estatísticas da OIT, divulgada na passada quarta-feira (03) em Genebra, na Suíça, contém informações de 189 países. Ela é produzida através da maior colecção do mundo de dados de pesquisa de força de trabalho harmonizada e mostra que 10 por cento dos trabalhadores recebem 48,9 por cento do total do salário global, enquanto os 50 por cento dos trabalhadores mais mal pagos recebem apenas 6,4 por cento.

O director de Produção de dados da OIT e Unidade de Análise, Steven Kapsos, disse à ONU News que “os dados mostram que, em termos relativos, os aumentos nos rendimentos daqueles que ganham mais estão associados a perdas para todos os outros, com trabalhadores de classe média e baixa renda vendo um declínio na sua participação da renda.”

Em Moçambique no último ano do 2º mandato de Armando Guebuza 10 por cento daqueles que ganham mais ficavam com 65,69 por cento de toda massa salarial. Em 2017, último ano com dados disponíveis na base da OIT, essa desigualdade salarial diminuiu 0,99 por cento, portanto os 10 por cento que auferem os salários mais altos ficam com 64,70 por cento de todos os rendimentos salariais.

“A maior parte da força de trabalho global recebe salários surpreendentemente baixos e, para muitos que têm um emprego, isso não significa ter o suficiente para viver”, explicou à ONU News o economista do Departamento de Estatística da OIT, Roger Gomis, que parecia que está a referir-se especificamente a situação salarial em Moçambique.

Na Função Pública moçambicana, por exemplo, os denominados dirigentes Superiores de Estado acumulam mensalmente uma série de subsídios tais como em função da sua formação académica, de risco, bónus, exclusividade, entre outros, que para muitos deles acresce em mais de 200 por cento o vencimento base que a partida já é bastante acima da média.

No sector privado, particularmente nas multinacionais, a desigualdade é muito maior com os trabalhadores expatriados a serem remunerados em função dos salários nos seus países de origem e em divisas comparativamente aos moçambicanos, que embora alguns ganhem acima da média, tem salários 10 a 30 vezes abaixo dos seus colegas estrangeiros.

A nova base de dados será usada para monitorar o progresso em direcção aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Golfinhos e belugas treinados para a guerra

Pescadores noruegueses encontraram uma beluga branca, espécie maior que o golfinho, ajaezada com um arreio no qual se lia “Equipe São Petersburgo” em um dispositivo para instalar câmera. O especialista Ree Wiig acredita que o animal foi treinado pela “Marinha de Guerra russa com base em Murmansk”. 

É sabido que a URSS treinou golfinhos, focas e belugas para detectar navios inimigos, e em 2017 a TV russa revelou que a Marinha de Guerra retomou esses treinos militares no Ártico. Nos últimos três anos, Putin reabriu três bases nesse mar, e numa guerra os golfinhos e belugas seriam úteis ao Kremlin para provocar o maior dano possível aos adversários.

ABIM

Nisa reúne três dezenas de dadores de sangue



A Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre – ADBSP – entrou no segundo semestre de colheitas. Parece que ainda ontem espreitava 2019... e, no entanto, já estamos a revisitar, pela segunda vez no ano, as terras do distrito onde marcamos encontro com dadores e gente de boa vontade.

Desta feita estivemos no centro de saúde de Nisa. Aqui voluntariaram-se três dezenas de pessoas para doar sangue, sendo 50 % do sexo feminino.

Nem todos puderam colaborar como desejavam, dado que os presentes são primeiro avaliados clinicamente. Duas dúzias foram as unidades de sangue total conseguidas em Nisa, o que é de se realçar.

Três jovens estrearem-se como dadores, dos quais duas mulheres. Quanto ao Registo Português de Dadores de Medula Óssea contabilizou três novos interessados, o que também destacamos.

A Câmara Municipal de Nisa apoiou o almoço convívio que foi servido num restaurante local. Sentaram-se à mesa: equipa da ADBSP, pessoal do banco de sangue do hospital de Portalegre e, como não poderia deixar de ser, os nossos dadores.
13 de julho em Castelo de Vide
As brigadas da ADBSP são aos sábados, da parte da manhã. Temos agendadas, em julho, colheitas em: Castelo de Vide, no centro de saúde, dia 13; São Salvador da Aramenha (Marvão), no salão da junta de freguesia, no sábado 27.
No verão não deixe de fazer a sua doação. Consulte: https://www.facebook.com/AssociacaoDadoresBenevolosSanguePortalegre/
JR