quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

EXPOSIÇÃO APRESENTA TRABALHOS DE UTENTES DE INSTITUIÇÕES SOCIAIS DO CONCELHO DE REGUENGOS DE MONSARAZ


Exposição apresenta trabalhos de utentes de instituições sociais do concelho de Reguengos de Monsaraz
Os trabalhos de várias entidades do concelho de Reguengos de Monsaraz vão compor a exposição “Criar e Reutilizar: plásticos”. A mostra foi inaugurada no dia 9 de novembro, às 15h, e vai estar patente até ao dia 5 de janeiro de 2020 na Biblioteca Municipal de Reguengos de Monsaraz.

Em exposição vão estar trabalhos do Lar de Idosos e do CAO da Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz, do Solar de São Lucas (Perolivas), do Centro Social e Paroquial Nossa Senhora do Rosário (S. Pedro do Corval), do Centro Social e Paroquial Sagrado Coração de Jesus (Campinho), do Clube das Artes e da aula de pintura e reutilização de materiais da Universidade Popular Túlio Espanca.

A exposição “Criar e Reutilizar: plásticos” é organizada pela Movireg – Associação de Voluntariado em Movimento de Reguengos de Monsaraz com o apoio do Município de Reguengos de Monsaraz. A mostra pode ser apreciada na biblioteca municipal de segunda a sexta-feira das 10h às 13h e entre as 14h e as 19h e aos sábados das 14h às 19h.

Alteração das datas e horários para as sessões de colheitas de sangue no Posto Fixo da ADASCA em Aveiro



As Sessões para as Colheitas de Sangue no Posto Fixo da ADASCA no Ano de 2020 passam a ser todas as 4ª.s feiras e 6ª.s feiras entre as 15 horas e as 19 horas, aos feriados entre as 9 horas e as 13 horas.
As alterações foram introduzidas pelo CST de Coimbra com o qual a ADASCA colabora desde a sua fundação à 13 anos.
O Mapa pode ser consultado ou copiado através do site www.adasca.pt ou pedido pelo e-mail: geral@adasca.pt.
Tenham um Bom Ano 2020 e que nunca vos falte a saúde, como a vontade de ser solidários.

Até lá um Abraço.

Joaquim Carlos.

GNR detém em Alcabideche jovem de 25 anos, já referenciado, por fuga em contramão na autoestrada

Resultado de imagem para GNR detém em Alcabideche jovem de 25 anos, já referenciado, por fuga em contramão na autoestrada
SAPO
A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve na segunda-feira um condutor de 25 anos, em Alcabideche, Cascais, por fuga em contramão na autoestrada, posse de arma proibida e omissão de auxílio, anunciou hoje o Comando Territorial de Lisboa.
O condutor, sem carta de condução, ao aperceber-se que ia ser fiscalizado por uma patrulha do Destacamento de Trânsito de Carcavelos, que estava junto às portagens da autoestrada 16 (A16), no sentido Sul-Norte, inverteu a marcha, iniciando a fuga em sentido contrário, indicou a GNR em comunicado.
Na fuga, durante a qual efetuou manobras perigosas, o homem tentou atropelar um militar da GNR, tendo a sua viatura colidido depois com um motociclo e abalroado outra viatura, posto o que ficou imobilizada.
O jovem estava referenciado pelas autoridades, nomeadamente por furtos de viaturas e em residências.
Lusa

Ano 2020 | O MUNDO EM QUE VIVEMOS PRECISA DUMA TRANSFORMAÇÃO

Sim, o Mundo em que vivemos precisa duma transformação de comportamentos, mentalidades, estilos de vida, porque uma vida materialista não nos leva a lado nenhum. Vivemos numa sociedade de consumo sem conta nem medida. Para muitos de nós, os bens materiais são um fim e não um meio...
Vivemos uma vida agitada. A vida é febril, corre-se dum lado para o outro ao ponto de nos atropelarmos uns aos outros, quando afinal existe espaço para todos.
Não há momentos para reflexão. As pessoas andam nervosas, irritadas, impacientes, explosivas. Mesmo nos lugares de tranquilidade em casa ou no campo, na praia, etc., não há sossego, pois a tecnologia está sempre presente a começar pelos telemóveis da última linha, quer queiramos ou não, invadiram a nossa vida.
A falta de solidariedade é preocupante entre as pessoas. Vivemos egoisticamente  debruçados sobre nós mesmos: há fome e desemprego na rua onde residimos, no bairro que conhecemos, há imensos traumatismos psicológicos, há muita gente triste e solitária, sobretudo na designada 3.ª idade. Que caso fazemos nós destes problemas? O transito na cidade é um inferno... Como é que procedemos?
Assistimos às lutas partidárias mais estúpidas, quando se apela aos cidadãos o diálogo. Os interesses dos partidos são postos acima do bem comum, desvalorizando a dignidade dos cidadãos. E nós, o que fazemos? Alinhamos ou nos distanciamos? Todos somos cúmplices destes estado de coisas...
Por isso, é urgente mudar muita coisa na nossa maneira de viver. Haverá estruturas que devem ser mudadas, mas também nós devemos transformar-nos em novas criaturas, devemos converter-nos a novos estilos de vida, que sejam salutares, respeitando a dignidade do nosso concidadão, a sua diferença. Não o conseguimos dum dia para o outro e temos dificuldade em nos comprometer para toda a vida. Então, qual é o nosso lugar nesta engrenagem?
A nossa proposta é: Tentar viver um dia diferente, estar atento aos problemas que atormentam a nossa família, os nossos amigos, colegas de trabalho, procurar conhecer as actividades que as associações da nossa localidade desenvolvem, e até que ponto as podemos ajudar, quer seja por via do voluntariado, oferta de bens, ou donativos monetários. Não vamos ficar pelas boas intenções, sejamos pragmáticos.
Ano 2020! Tenham isto em conta: O mundo em que vivemos precisa duma transformação, a começar por cada um de nós.

J. Carlos
Director



“Não é preciso entrar no mar para comemorar.” Os conselhos para a passagem de ano

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) deixou conselhos a quem vai passar o ano próximo do mar.
A população foi aconselhada a não ir a banhos, em especial se tiver consumido bebidas alcoólicas, na noite de passagem de ano, reforçando que "não é preciso entrar no mar para comemorar".
Com o aproximar das festividades da noite de fim de ano, a AMN avançou com conselhos dirigidos a toda a população, nomeadamente não ir a banhos, "devendo igualmente evitar as zonas molhadas e as arribas".
"Recomenda-se à população em geral que tenham os devidos cuidados na prática de passeios junto à costa e nas praias, bem como na prática de atividades lúdicas nas zonas expostas à agitação marítima", afirmou a entidade responsável pela coordenação das atividades da Marinha.
Neste sentido, é essencial que as pessoas "assumam uma postura preventiva não se expondo desnecessariamente ao risco".
"Na noite de fim de ano lembre-se: Não é preciso entrar no mar para comemorar", defendeu a AMN.
A última noite do ano vai ser assinalada pelo país com música e fogos de artifício, mas também com trânsito cortado, mau tempo nos Açores, onde o Presidente da República é esperado e temperaturas quentes na Madeira.
Em Lisboa, a entrada de 2020 vai ser feita na Praça do Comércio com concertos dos Xutos e Pontapés e dos Ornatos Violeta, mas o trânsito de acesso àquela zona vai estar cortado a partir das 17h00, e vão ser montados nove pontos de entrada com revista.
No Porto, os eventos "Concerto de Fim de Ano 2019 e Passagem de Ano 2019/2020" já decorrem desde o dia 20, altura em que se iniciaram condicionamentos de trânsito em várias ruas. A partir das 21h00 de hoje e até às 05h00 de 1 de janeiro, a circulação automóvel estará interdita em 24 ruas.
Também em Coimbra, Castelo Branco e Viseu haverá trânsito proibido em várias ruas e avenidas.
A Câmara de Coimbra decidiu manter aberto hoje à noite o parque de estacionamento subterrâneo do Convento São Francisco e permitir o estacionamento na Praça da Canção e na Ínsua dos Bentos.
Em Viseu, a autarquia vai assegurar transportes públicos fora de horas na cidade, período em que o trânsito será cortado em áreas como o Campo de Viriato, palco principal dos festejos da passagem de ano.
A ilha do Corvo, nos Açores, prepara-se para receber o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, mas as previsões de mau tempo - chuva e ventos fortes - poderão impedir a aterragem do chefe de Estado.
No outro extremo encontra-se a ilha da Madeira, onde são esperadas temperaturas de 23 graus de dia e de 18 graus à noite.
Lusa

Trabalhadores da Cervejaria Galiza regularizam salários de Dezembro. 2020 chega com “o fardo das dívidas a fornecedores”

Os trabalhadores da Cervejaria Galiza, no Porto, regularizaram hoje os salários de dezembro, transportando para o próximo ano apenas “o fardo das dívidas a fornecedores”, aos quais agradecem a “solidariedade e compreensão”, disse à agência Lusa fonte sindical.
“A partir de hoje não há nada em falta [aos trabalhadores]. Infelizmente continuam as dívidas, um fardo do passado. Continuam a aparecer faturas de luz, água, gás e outras em atraso. Mas os fornecedores têm tido compreensão e mostram muita solidariedade”, referiu Nuno Coelho do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares.
O dirigente sindical aproveitou para fazer um apelo ao Governo: “As dívidas principais são à Autoridade Tributária e à Segurança Social. Era importante que o Estado interferisse no processo, não apenas como mediador, mas como parte ativa”, disse.
Já em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares defende que é ao Governo “quem compete defender os interesses do Estado”, lembrando que este é “o principal credor” da Cervejaria Galiza, estabelecimento que há várias semanas está a ser gerido pelos trabalhadores que entraram em conflito com a gerência do espaço.
“Nada tem feito para assegurar um processo claro, transparente, legal e justo. [O Governo] deixa os trabalhadores abandonados à sua sorte, ao não tomar posição, ao não tomar a iniciativa, ao não intervir no processo”, lê-se na nota do sindicato.
O conflito dos trabalhadores da cervejaria Galiza com a gerência teve início depois de atrasos no pagamento do subsídio de Natal de 2018, bem como uma parte do salário de outubro, pagamentos que, entretanto, já foram assegurados.
Trinta e um trabalhadores da cervejaria estão desde o início de novembro a gerir o espaço, mantendo-o a funcionar, depois de uma tentativa frustrada da empresa de fechar o estabelecimento.
Para o dia 25 de novembro estava agendada uma reunião dos trabalhadores com representantes do Ministério do Trabalho - Direção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), bem como a gerência da cervejaria Galiza e o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares, mas a pedido dos proprietários da empresa o encontro foi adiado.
Hoje, uma nota do sindicato indica que vai realizar-se no dia 17 de Janeiro uma reunião no Ministério do Trabalho.
“Mas os trabalhadores e o sindicato receiam que até lá não haja uma solução justa e definitiva que permita a viabilização da empresa e a garantia dos postos de trabalho”, acrescenta o comunicado, enquanto, à lusa, Nuno Coelho referiu que a reunião servirá para “continuar as negociações” porque, frisou, “falta algo concreto, uma solução definitiva para este caso”.
O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares refere que “os trabalhadores continuam apreensivos quanto ao futuro da empresa, face ao arrastamento do processo e à falta de informação”.
O sindicato conta, ainda, que “com a receita obtida [ao longo da gestão dos funcionários] para além de pagarem todos os produtos necessários ao bom funcionamento do restaurante a pronto, os trabalhadores receberem na nova gestão cinco salários [subsídio de Natal de 2018, subsídio de Natal de 2019 e meses de outubro, novembro e dezembro] e libertaram dinheiro para pagar impostos e outras despesas”.
A Cervejaria Galiza está, desde há quatro anos, em dificuldades, com dívidas aos funcionários, ao fisco e à Segurança Social que ascendem aos dois milhões de euros.
A tentativa de resolver o problema passou pelo recurso a um Processo Especial de Revitalização (PER), aceite pelo Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia, e pela chegada de um gestor.
Os 31 trabalhadores mantêm-se, desde o dia 11 de novembro, de dia e de noite de forma alternada nas instalações, depois de se terem apercebido, nesse dia, da tentativa da retirada do equipamento pela proprietária da cervejaria.
Fundada a 29 de julho de 1972, a cervejaria detida pela empresa Atividades Hoteleiras da Galiza Portuense é uma das referências do Porto no setor da restauração.
Lusa / Madremedia

Recolhida mais um foca numa praia nacional. É a terceira no espaço de uma semana

Uma cria de foca foi hoje encontrada com vida na praia Pequena, em Sintra, tendo sido recolhida pelo Centro de Reabilitação de Animais Marinhos (CRAM), informou a Autoridade Marítima Nacional.

O animal, que apresentava ferimentos ligeiros, foi encontrado por populares, que deram o alerta ao comando local da Polícia Marítima de Cascais.

Os agentes deslocaram-se ao local e criaram “condições de segurança para que o mamífero” estivesse “protegido até à chegada de uma equipa especializada”, lê-se no comunicado da Autoridade Marítima.

Depois de contactados o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas e o CRAM, a foca foi assistida pelos biólogos do centro, que “efetuaram o transporte para as suas instalações”, na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, acrescenta o comunicado, que não adianta mais informações sobre o animal.

Na segunda-feira, uma foca juvenil foi recolhida numa praia de Ovar com um ferimento "bastante grave" numa das barbatanas e ficará em recuperação durante cerca de dois meses, segundo o CRAM.

Também na sexta-feira, foi recolhida outra foca cinzenta macho na praia da Légua, em Alcobaça, que apresentava "problemas respiratórios e vários ferimentos" e que também se encontra entregue aos cuidados do CRAM.

Lusa / Madremedia