domingo, 16 de fevereiro de 2020

Registada em França a primeira morte na Europa pelo novo coronavírus

Um turista chinês de 80 anos infetado pelo novo coronavírus (Covid-19) morreu em França, sendo esta a primeira morte na Europa, anunciou hoje a ministra da Saúde francesa, Agnès Buzyn.

Esta morte é "a primeira fora da Ásia e a primeira na Europa", sublinhou a ministra durante uma conferência de imprensa.

O homem, originário da província de Hubei - a mais afetada na China -, chegou a França em 16 de janeiro e foi internado no Hospital Bichat, na capital francesa, em 25 de janeiro.
Esta é a quarta morte reportada fora da China continental e a primeira na Europa.
A China anunciou hoje a morte de 143 pessoas nas últimas 24 horas no país devido ao coronavírus Codiv-19, elevando para 1.523 o número de vítimas mortais da epidemia na China continental.
De acordo com a Comissão Nacional de Saúde, o número de infetados no interior da China (que exclui Macau e Hong Kong) cresceu 2.641, para 66.492.
No mesmo período em análise, 1.373 pessoas receberam alta hospitalar.
Por outro lado, só na província chinesa Hubei, epicentro do novo coronavírus, designado Covid-19, foram reportadas mais 139 mortos nas últimas 24 horas, elevando para 1.457 o número de pessoas mortas na província, segundo os dados da Comissão de Saúde de Hubei.
As autoridades chinesas isolaram várias cidades da província de Hubei, no centro do país, para tentar controlar a epidemia, medida que abrange cerca de 60 milhões de pessoas.
O coronavírus Covid-19 provocou agora 1.527 mortos e infetou cerca de 65 mil pessoas a nível mundial.
A esmagadora maioria dos casos ocorreu na China, onde a epidemia foi detetada no final do ano.
Além de 1.523 mortos na China continental, há a registar um morto na região chinesa de Hong Kong, um nas Filipinas e um no Japão e, hoje, em França.
Lusa
Foto: Gonzalo Fuentes, Reuters

Nise da Silveira, psiquiatra brasileira conhecida mundialmente, aluna de Jung, é homenageada pelo doodle do Google


Por Marcelo Ribeiro, em 15.02.2020

A médica psiquiatra brasileira Nise da Silveira — uma importantíssima figura na luta antimanicomial mundial — estaria fazendo 115 anos hoje.

Manicômios sempre foram, durante séculos, uma maneira de afastar os indesejáveis dos olhos dos “normais”. E quando digo “indesejáveis” não estou falando apenas daqueles que sofrem de aflições mentais, mas de todos aqueles que, de certa maneira, não se encaixam nos padrões ditados pela moral da época. Também se encaixavam nessa categoria deficientes físicos, moradores de rua de todas as idades (inclusive crianças), mulheres que engravidaram fora do casamento, pessoas totalmente saudáveis que precisavam ser trancafiadas por interesses específicos como esposas indesejadas, irmãs que receberiam parte de uma herança.
Resumo do Filme "Nise - O coração da Loucura" - Com Glória Pires

Este costume de trancafiar os desvalidos e indesejados vem desde a Europa renascentista e perdura até hoje na sociedade contemporânea. As condições de vida nestas instituições eram e são, quase sempre, apavorantes no pior caso e indignas no melhor. Quem entrou saudável vai desenvolver problemas mentais e físicos e quem entrou doente fica ainda pior.

Nise da Silveira e seu papel na luta antimanicomial

A psiquiatra Nise da Silveira revolucionou o tratamento mental no Brasil. Ela se opôs radicalmente contra as técnicas violentas que eram consideradas tratamento mental em sua época: internamentos perpétuos, eletrochoque, lobotomias, etc. que, além de cruéis, costumavam transformar os pacientes em inválidos completos. Ela também foi a primeira a descobrir o valor terapêutico da interação entre pacientes e animais.

A psiquiatra Nise da Silveira revolucionou o tratamento mental no Brasil. Ela se opôs radicalmente contra as técnicas violentas que eram consideradas tratamento mental em sua época: internamentos perpétuos, eletrochoque, lobotomias, etc. que, além de cruéis, costumavam transformar os pacientes em inválidos completos. Ela também foi a primeira a descobrir o valor terapêutico da interação entre pacientes e animais.

Nise da Silveira foi a única mulher a se formar médica em uma classe com 157 homens na Faculdade de Medicina da Bahia. Foi uma das primeiras mulheres a se tornar médica formada no país. Ela e seu marido não tiveram filhos com o objetivo específico de dedicarem suas vidas à medicina. Publicou inúmeros artigos científicos que conectavam pobreza e desigualdade a doenças no Brasil.

Por recusar-se a aplicar as técnicas cruéis de eletrochoque foi transferida para uma unidade desprezada pelos médicos, a “Seção de Terapêutica Ocupacional”. Ela revolucionou o tratamento psiquiátrico no Brasil ao modificar a unidade que assumiu. Ao invés dos pacientes praticarem limpeza e manutenção ela criou ateliês de pintura e modelagem para reconectar seus pacientes com a realidade através da expressão artística.

Ela também introduziu animais ao hospital, que deveriam ser cuidados pelos pacientes, criando assim vínculos afetivos estáveis em suas vidas.

Nise possui ao menos sete livros publicados e incontáveis artigos científicos.

Suas contribuições para a medicina são reconhecidas mundialmente. E, em 2016, foi lançado um filme longa metragem que retratou parte de sua luta Nise: O Coração da Loucura.

Fonte: hypescience.


Mais de 100 pessoas mostram ‘cartão vermelho’ à eutanásia no Porto

Mais de 100 pessoas concentraram-se hoje na Praça D. João I, no Porto, para mostrar um 'cartão vermelho' e dizer "não" à eutanásia, defendendo que Portugal deve cuidar e não matar.
Com o mote “cuidar sim, matar não”, e defendendo que “a vida está em primeiro lugar”, os manifestantes foram usando da palavra e dando o seu testemunho e opinião num palco improvisado, sempre na “defesa da vida”.
Uma dessas vozes foi Jorge Pires, da organização do protesto, que assumiu estar descontente pela forma como alguns querem aprovar a lei da despenalização da eutanásia.
Dizendo que um assunto desta natureza não pode ser tratado de forma “leve e leviana”, o também porta-voz da Associação Pediátrica Oncológica considerou ainda não ter havido um debate sério.
“Temos a obrigação de dar cumprimento aos cuidados paliativos porque não estão a ser cumpridos”, declarou.
Para Jorge Pires, a vida não é referendável, mas sim inviolável: “Ninguém quer morrer”, opinou, acrescentando que quem diz o contrário está em “desespero emocional” e debilitado.
“Não te deixes enganar. Não há morte com mais dignidade do que aquela que não escolhe dia, nem hora”, lia-se num cartaz empunhado por uma criança, enquanto o médico António Sarmento assumia não poder estar de acordo com a legalização da eutanásia, porque em 42 anos de atividade nunca ninguém lhe pediu para morrer.
Comentando que ninguém tem o direito de tirar a vida ao outro, o clínico do Centro Hospitalar Universitário de São João disse temer que se possa abrir um precedente com a despenalização, levando as pessoas a pedir para pôr fim à vida apenas porque se “sentem um fardo”.
Também absolutamente contra a medida esteve António Vasconcelos, de cartão vermelho em punho, frisando que a vida foi dada por Deus e, por isso, ninguém tem o direito de nela interferir.
“Não há direito. Isto não pode ser, por isso, ainda acredito no bom senso dos deputados na hora da votação”, comentou.
Na sua opinião, as pessoas não têm a ideia real do que é a eutanásia, ainda há desconhecimento e confusão sobre o assunto.
“A medicina não é suicidária”, declarou, por seu turno, o médico Mário Gonçalves, considerando que a eutanásia vai prejudicar a prática médica: “Matar não é normal, normal é cuidar”.
A também médica Maria Gonçalves pediu mais cuidados paliativos, maior sensibilidade e que Portugal não implemente uma “cultura de morte”.
A Assembleia da República agendou para 20 de fevereiro o debate dos projetos do BE, PS, PAN e PEV sobre a despenalização da morte medicamente assistida.
Em 2018, a Assembleia da República debateu projetos de despenalização da morte medicamente assistida do PS, BE, PAN e PEV, mas foram todos chumbados, numa votação nominal dos deputados, um a um, e em que os dois maiores partidos deram liberdade de voto.
Há dois anos, o CDS-PP votou contra, assim como o PCP. O PSD dividiu-se, uma maioria no PS votou a favor, e o PAN e o BE votaram a favor.
Face ao resultado, os partidos defensores da despenalização remeteram para a legislatura seguinte, que saiu das legislativas de outubro, a reapresentação de propostas, o que veio a acontecer.
Na atual legislatura, há, de novo, projetos de lei sobre a morte medicamente assistida apresentados pelo BE, PS, PAN e PEV, que determinam as condições em que é despenalizada a eutanásia.
Fontes e Foto: Lusa e Madremedia

Covid-19: Grupo de repatriados da China termina quarentena e já deixou o Hospital Pulido Valente

Os 18 portugueses e as duas brasileiras que estavam em quarentena no Hospital Pulido Valente, em Lisboa, abandonaram este sábado à tarde a unidade hospitalar. Estiveram 14 dias isolados.
"A ministra da Saúde agradeceu-nos por termos ficado esse tempo todo aqui, fizemos tudo o que nos pediram, e não é fácil estar preso sem estar doente, é complicado, mas tivemos calma, e só temos de agradecer a parte deles também", disse a brasileira Milene, em declarações aos jornalistas à saída do hospital.
"A família já pode comemorar que saímos do hospital", acrescentou, antes de agradecer às autoridades portuguesas: "O coração hoje é totalmente português, Portugal vai ficar eternamente nos nossos corações, temos uma enorme gratidão pela humanidade e por tudo o que fizeram por nós", disse a futebolista que joga no clube de futebol de Wuhan, a cidade da China onde foi detetado o novo coronavírus (Covid-19).
Os 18 portugueses e as duas brasileiras que estavam voluntariamente em quarentena no Hospital Pulido Valente, em Lisboa, começaram a sair pelas 15:30, de carro, e na maioria não falaram aos jornalistas, já depois de a ministra da Saúde, Marta Temido, ter saído do local, alguns minutos antes.
"Damos por encerrado este isolamento profilático voluntário em que tudo, felizmente, correu bem", disse, em conferência de imprensa, esta tarde, Graça Freitas. A diretora geral de saúde garantiu ainda que, a partir de agora, "estes cidadãos voltam à sua vida normal" sem "nenhuma restrição".
Num comunicado divulgado na noite desta sexta-feira, a DGS referiu que "os cidadãos repatriados na sequência do surto de doença respiratória aguda por novo coronavírus (COVID-19) foram hoje testados pela segunda vez, durante a manhã", sendo que as "análises laboratoriais, que foram realizadas pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), com duas amostras biológicas, foram todas negativas".
Desde 2 de fevereiro que os 20 cidadãos, que vieram da China, estavam instalados no Hospital Pulido Valente (Centro Hospitalar de Lisboa Norte), num isolamento voluntário que tinha, essencialmente, caráter preventivo.
A China anunciou hoje a morte de 143 pessoas nas últimas 24 horas no país devido ao coronavírus Codiv-19, elevando para 1.523 o número de vítimas mortais da epidemia na China continental.
De acordo com a Comissão Nacional de Saúde, o número de infetados no interior da China (que exclui Macau e Hong Kong) cresceu 2.641, para 66.492.
No mesmo período em análise, 1.373 pessoas receberam alta hospitalar.
Por outro lado, só na província chinesa Hubei, epicentro do novo coronavírus, designado Covid-19, foram reportadas mais 139 mortos nas últimas 24 horas, elevando para 1.457 o número de pessoas mortas na província, segundo os dados da Comissão de Saúde de Hubei.
As autoridades chinesas isolaram várias cidades da província de Hubei, no centro do país, para tentar controlar a epidemia, medida que abrange cerca de 60 milhões de pessoas.
O coronavírus Covid-19 provocou agora 1.527 mortos e infetou cerca de 65 mil pessoas a nível mundial.
A esmagadora maioria dos casos ocorreu na China, onde a epidemia foi detetada no final do ano.
Além de 1.523 mortos na China continental, há a registar um morto na região chinesa de Hong Kong, um nas Filipinas e um no Japão e, hoje, em França.
Madremedia

Congresso da CGTP aprova Programa de Ação por maioria

O XIV congresso da CGTP aprovou hoje por maioria, no Seixal, o Programa de Ação que vai orientar a central sindical nos próximos quatro anos, com 56 abstenções e um voto contra.
De acordo com o documento, a CGTP vai apostar no próximo quadriénio no reforço do seu aparelho sindical para mobilizar os trabalhadores para a luta por melhores condições de vida e de trabalho e por um novo modelo de desenvolvimento para o país.
Os seus objetivos e reivindicações e a estratégia para os alcançar estão definidos no Programa de Ação, discutido durante dois dias no congresso, que decorreu no Seixal (distrito de Setúbal) sob o lema “Valorizar os Trabalhadores por um Portugal com Futuro”.
O documento baseia as suas linhas de ação em torno de seis eixos reivindicativos centrais e faz uma análise muito crítica das politicas nacionais e da União Europeia.
Estes eixos centrais incluem a reivindicação de uma melhor distribuição da riqueza e melhores salários, o combate efetivo à precariedade e à desregulação dos horários de trabalho, que foram dos temas mais abordados nas dezenas de intervenções feitas pelos congressistas.
A alteração do Código do Trabalho, para reintroduzir o princípio do tratamento mais favorável e retirar a possibilidade de caducidade das convenções coletivas, o respeito pela liberdade sindical e a melhoria dos serviços públicos são outros dos eixos estratégicos definidos..
Ao nível da estrutura, o Programa de Ação defende que a sindicalização é a “grande prioridade dos sindicatos e é indissociável do conhecimento da realidade dos locais de trabalho, dos problemas e aspirações e da ligação permanente aos trabalhadores”.
A par do reforço da sindicalização, é defendido o reforço da organização, o que passa pela “reestruturação sindical, administrativa e financeira”.
Para a CGTP, a unidade na ação continua a ser a base da força dos trabalhadores, por isso é assumido o empenho da central e dos seus sindicatos “no fortalecimento da unidade de ação dos trabalhadores para a defesa dos seus direitos e interesses”.
Na proposta de Programa de Ação para os próximos quatro anos a CGTP assume que “mantém inalterável a apreciação negativa sobre a natureza da Comissão Permanente de Concertação Social, do papel que desempenha e dos objetivos que prossegue”.
Na área da Segurança Social, a central sindical reafirma que “não aceita a redução das receitas próprias da Segurança Social Contributiva” porque isso poria em causa “o autofinanciamento e, por conseguinte, a sua sustentabilidade financeira”.
Além de exigir medidas concretas para a recuperação da dívida de contribuições e para o combate da fraude e da evasão contributivas, a CGTP defende “a modernização e a diversificação das fontes de financiamento, nomeadamente com a criação de uma nova contribuição para a Segurança Social sobre o valor acrescentado líquido de cada empresa, conjugada com o volume de emprego”.
A central sindical tece fortes críticas às políticas da União Europeia, por considerar que estas não respeitam os direitos sociais, têm atacado as funções sociais do Estado e não têm respeitado a soberania dos países.
Por isso, promete intervir, a todos os níveis, para contribuir para a construção de “uma Europa que potencie o desenvolvimento económico, social e humano dos países, com particular ênfase no aprofundamento dos direitos laborais, sociais e culturais, como alternativa ao neoliberalismo e à regressão social”.
A intersindical defende ainda a unidade, cooperação e convergência entre as organizações sindicais a nível internacional, mas reafirma o seu estatuto de organização sem filiação mundial, embora pretenda manter o seu relacionamento com as duas centrais sindicais mundiais, a FSM e CSI.
O documento programático foi aprovado com abstenções, nomeadamente da parte de dirigentes socialistas, que nos últimos congressos têm manifestado sempre discordância relativamente às criticas dirigidas à União Europeia e apresentado propostas de alteração.
A não filiação internacional é outro dos motivos de discordância, também manifestado nos anteriores congressos.
Esta é, porém, uma decisão antiga, pois a central sindical já a referia num documento emitido em 1974, pelo seu 4.º aniversário, como sinal de independência, dado que as centrais internacionais estavam conotadas politicamente.
Lusa

Braga vence Benfica na Luz

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SAPO DESPORTO
Minhotos continuam sem perder com Rúben Amorim, equipa de Lage soma segunda derrota seguida no campeonato.
O SC Braga venceu esta tarde o Benfica, campeão nacional em título, por 1-0, em jogo da 21.ª jornada do campeonato, realizado no Estádio da Luz.
O líder da prova somou a segunda derrota consecutiva, depois do desaire no Dragão, devido ao golo apontado por João Palhinha, aos 45+1.
Com este resultado, o SC Braga subiu provisoriamente ao terceiro lugar, com 37 pontos, e continuam sem perder desde que Rúben Amorim assumiu o comando técnico da equipa.
O Benfica, que continua com 54 pontos, pode ver amanhã o FC Porto reduzir a distância para apenas um ponto, caso os dragões triunfem em casa do Vitória de Guimarães.
Bancada.pt

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Dois homens detidos por violência doméstica no Dia dos Namorados

A GNR deteve na sexta-feira dois homens por violência doméstica, um em Guarda e outro no Porto, tendo ambos ficado proibidos de contactar as vítimas e um deles sujeito a pulseira eletrónica, foi hoje anunciado.
O Comando Territorial do Porto deteve, no concelho de Espinho, um homem com 32 anos, que já era investigado há duas semanas, anunciou a GNR em comunicado.
Os militares referem que no último ano o suspeito, consumidor de drogas, exercia violência física e psicológica sobre a mulher, de 45 anos.
Na sequência da recente separação dos dois, o suspeito ameaçou matar a vítima, procurou-a em casa, arrombou a porta, destruiu vários objetos no interior da residência, e ainda lhe roubou o telemóvel.
Atendendo à escalada de violência, os militares deram cumprimento a um mandado de detenção, e levaram o suspeito perante o Tribunal de Instrução Criminal de Matosinhos, que lhe aplicou as medidas de coação de obrigação de frequência de um programa de tratamento para a toxicodependência e de afastamento e proibição de contactos com a vítima por qualquer forma ou meio.
O homem ficou controlado por pulseira eletrónica, não se podendo aproximar da vítima num raio de 500 metros.
A outra detenção por um crime da mesma natureza ocorreu em Trancoso, onde o Comando Territorial da Guarda deteve um homem com 29 anos.
De acordo com um comunicado da GNR, após uma denúncia de agressões entre um casal, os militares dirigiram-se ao local e viram um homem a ameaçar a companheira, de 24 anos, tendo efetuado de imediato a detenção.
A GNR apurou que, nos últimos meses, o homem agredia fisicamente, ameaçava de morte e controlava a vítima, verificando-se uma escalada do comportamento violento, devido ao consumo abusivo de álcool.
Presente ao Tribunal Judicial de Trancoso, o homem saiu com as medidas de coação de proibição de contactos e de aproximação da vítima, bem como dos locais que a esta costuma frequentar.