segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Vacinação de menores de 12 a 15 anos saudáveis só com prescrição médica

A DGS esclareceu hoje que a vacinação de crianças com idades entre 12 e 15 anos sem doenças tem de ter prescrição médica, não bastando a vontade dos pais, como defendeu o Presidente.

Num esclarecimento hoje enviado à agência Lusa, a DGS considera, depois de ouvida a comissão técnica de vacinação contra a covid-19, que "deve ser dada a possibilidade de acesso à vacinação a qualquer adolescente com 12-15 anos por indicação médica".

No sábado, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou que as autoridades de saúde não proibiram a vacinação contra a covid-19 para crianças saudáveis, considerando que "esse espaço continua aberto à livre escolha dos pais".

Pelo menos por enquanto, a vontade dos pais não é suficiente para que a população com idades entre 12 e 15 anos e sem doenças seja automaticamente imunizada, embora isso possa ser conseguido caso o médico avance com uma prescrição.

A DGS refere, no entanto, que, no caso dos adolescentes desta idade (12 a 15 anos) que tenham comorbilidades associadas, a vacinação contra a covid-19 é prioritária.

Referindo que "emitirá recomendações sobre vacinação universal de adolescentes com 12-15 anos logo que estejam disponíveis dados adicionais sobre a vacinação destas faixas etárias", o organismo liderado por Graça Freitas lembrou que, mesmo com indicação médica, a vacinação deve respeitar as faixas etárias em vacinação em cada momento.

Tratando-se de menores, a vacinação é discutida com os pais ou representantes/tutores legais", acrescenta a DGS num esclarecimento que cita o parecer emitido na sexta-feira.

O esclarecimento da DGS surgiu na sequência de declarações feitas por Marcelo Rebelo de Sousa no sábado, no consulado de Portugal em São Paulo, no Brasil.

"As crianças vacinadas beneficiam de uma prevenção que lhes é positiva, isso não foi vedado, nem proibido pela DGS e está aberto aos pais em termos de escolha para os seus filhos", sublinhou então o Presidente da República, acrescentando que haver crianças vacinadas "que possam certificar essa vacinação" pode "fazer a diferença", nomeadamente para a frequência de escolas.

A DGS recomendou, na sexta-feira, a administração prioritária de vacinas contra a covid-19 para crianças entre os 12 e os 15 anos com comorbilidades.

A vacinação universal continua, para já, a ser apenas recomendada a partir dos 16 anos, seguindo o plano de vacinação em curso.

A DGS não descartou, no entanto, alterações futuras se houver "novas variantes de preocupação".

Lusa

ASAE encerra estabelecimento ilegal em Santiago do Cacém com “mais de 400 clientes”

A ASAE encerrou no sábado à noite um estabelecimento ilegal em Santiago do Cacém, onde estavam “mais de 400 clientes”, sem cumprimento das medidas para controlar a pandemia de covid-19.

A ação resultou no encerramento imediato e coercivo do estabelecimento, originando a instauração de um processo-crime por usurpação/aproveitamento de obra usurpada”, indicou hoje a ASAE, em comunicado, referindo que foram ainda instaurados os respetivos processos de natureza contraordenacional, nomeadamente “por se encontrarem em violação do dever de encerramento de instalações e estabelecimentos e pela inobservância das regras de ocupação, de lotação, de permanência e existência de mecanismos de marcação prévia”.

A atuação neste estabelecimento ocorreu no âmbito de uma ação inspetiva, realizada no sábado à noite e que foi direcionada ao cumprimento das medidas previstas no estado de calamidade, que se encontra em vigor para controlar a pandemia de covid-19.

De acordo com a ASAE, foi encerrado coercivamente um estabelecimento na localidade de Santiago do Cacém, o qual “funcionava sem licenciamento obrigatório e em incumprimento das medidas decorrentes do estado de calamidade, encontrando-se no local mais de 400 clientes”.

Além de ter instaurado um processo-crime e os respetivos processos de natureza contraordenacional, a autoridade de fiscalização económica apreendeu “uma aparelhagem sonora profissional, dotada de mesa misturadora de música, com amplificador e oito colunas de som, no valor total de 5.000 euros”.

Desenvolvida pela Unidade Regional do Sul da ASAE, a ação contou com o apoio do Destacamento Territorial de Santiago do Cacém da Guarda Nacional Republicana (GNR).

Para assegurar o cumprimento dos normativos legais em vigor no estado de calamidade, em prol do combate à disseminação do vírus SARS-COV-2, responsável pela doença covid-19, a ASAE continuará a desenvolver ações inspetivas.

Lusa

Imagem: Alentejo-Sul Informação

Três despistes provocam três feridos graves em Viana do Castelo e Aveiro

 Duas mulheres, mãe e filha, ficaram feridas com gravidade num despiste de carro que teve lugar hoje em Ponte de Lima, distrito de Viana do Castelo, disse à Lusa fonte do comando geral da GNR.

De acordo com a mesma fonte, o alerta do acidente foi dado cerca das 13:10, quando o carro em que as vítimas seguiam se despistou na Estrada Nacional 306, em Bárrio, e acabou por embater num muro, deixando ambas feridas, a mais nova das quais em estado mais grave.

As duas vítimas foram levadas para o hospital, tendo a mãe seguido para Braga e a filha para Viana do Castelo.

Cerca de uma hora depois, às 14:20, em Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro, um outro despiste fez mais um ferido grave, de acordo com a mesma fonte da GNR.

Este acidente aconteceu com uma Moto 4 que estava num terreno florestal da localidade de Alquerubim, quando o condutor, um homem de 49 anos, se despistou, acabando for ficar gravemente ferido.

A vítima foi, entretanto, levada para o hospital de Águeda.

Lusa

Alemanha prepara dose de reforço para as pessoas mais vulneráveis

 A Alemanha pondera administrar uma dose de reforço da vacina contra a covid-19 aos idosos e pessoas imunodeprimidas a partir de setembro, avançou hoje a AFP, citando um projeto do Ministério da Saúde alemão.

O plano, que prevê igualmente a recomendação da vacinação de crianças e adolescentes entre os 12 e os 17 anos, foi elaborado por funcionários do Ministério da Saúde e deve ser finalizado numa reunião agendada para esta segunda-feira entre o ministro Jens Spahn e os titulares da pasta da Saúde nos 16 Estados regionais da Alemanha.

Em causa está o envio de equipas móveis de vacinação a estabelecimentos residenciais para idosos para a administração de vacinas com a tecnologia mRNA, ou seja, Pfizer/BioNTech e Moderna, independentemente da vacina administrada anteriormente a estes utentes.

Os médicos poderão também dar uma dose de reforço aos idosos e pacientes com sistemas imunitários comprometidos.

Segundo o documento, alguns estudos recentes demonstraram a redução progressiva do nível de imunidade contra a covid-19 conferida pela vacinação, o que poderá colocar novamente em risco as pessoas mais vulneráveis.

Apesar de ter uma taxa de incidência mais baixa do que a maioria dos países europeus, a Alemanha tem registado um aumento de casos nas últimas semanas devido à disseminação da variante Delta do vírus SARS-CoV-2.

Simultaneamente, as autoridades germânicas manifestaram alguma preocupação com o abrandamento da vacinação, num momento em que somente 52% dos alemães estão totalmente vacinados, e, por isso, querem também abrir todos os centros de vacinação do país aos jovens entre 12 e 17 anos. As escolas e universidades poderão igualmente organizar vacinações.

No sábado, o ministro da Saúde alemão revelou através da rede social Twitter que um em cada cinco jovens na faixa etária dos 12-17 anos já tinha recebido uma primeira dose da vacina.

Há vacinas suficientes para todos os grupos etários: todos os que quiserem podem ser vacinados", afirmou Jens Spahn.

De acordo com a informação avançada hoje pelo Instituto Robert Koch, a entidade encarregada de controlar e combater epidemias na Alemanha, foram registados 2.097 novos casos e uma morte nas últimas 24 horas. Desde o início da pandemia, o país já registou mais de 3,7 milhões de casos e 91.659 óbitos.

Lusa

Milhares de manifestantes pró Bolsonaro querem mudar sistema de voto

Milhares de apoiantes do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, manifestaram-se hoje nas ruas do Rio de Janeiro contra o sistema de voto por urnas eletrónicas, em vigor desde 1996, reportou a agência noticiosa France-Presse.

Cerca de 3.000 pessoas desfilaram junto à praia de Copacabana, a maioria sem máscara, e vestida de amarelo e verde, as cores da bandeira nacional, pedindo "mais transparência" no sistema de voto e recontagem, por terem existido, anteriormente, "suspeitas de fraude", indicaram manifestantes.

Bolsonaro, que pretende ser reeleito em 2022, não defende o regresso ao voto em papel, mas que seja impresso um recibo após cada voto na urna eletrónica, para que os votos possam ser contados fisicamente.

"O voto estritamente eletrónico é um roubo! O voto com os recibos impressos não é complicado, as pessoas vão adaptar-se", comentou Roxana Guimaraes, uma enfermeira de 45 anos, que seguia no desfile.

Alguns analistas políticos consideram que o líder do país está a preparar o terreno para contestar o resultado em caso de derrota, como fez o ex-Presidente norte-americano Donald Trump, de quem é um fervoroso admirador.

O Presidente do Brasil não participou na manifestação, que também reuniu milhares de pessoas em Brasília, mas fez um discurso por videoconferência, referindo que não irá aceitar eleições que não sejam "limpas e democráticas".

Acrescentou que irá fazer "todo o possível" para impor a impressão de recibos no voto eletrónico.

Na quinta-feira, Bolsonaro escreveu na rede social Facebook estar convicto de terem acontecido fraudes nas duas eleições presidenciais anteriores, e que ele próprio devia ter sido eleito na primeira volta, em 2018.

No entanto, não apresentou qualquer prova, e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assegura que o sistema atual é totalmente transparente e nunca apresentou qualquer irregularidade, apontando, ao mesmo tempo, que a impressão de recibos poderá, sim, dar origem a manipulações.

No último fim de semana, dezenas de milhares de pessoas manifestaram-se no Brasil para reclamar a destituição do Presidente Bolsonaro, muito criticado pela sua gestão da pandemia covid-19, que já fez mais de 550 mil mortos no país.

Fonte e Imagem: Lusa

Incêndios devastam sul da Europa e obrigam a retirar moradores e turistas

Dezenas de aldeias e hotéis foram hoje evacuados nas zonas turísticas do sul da Turquia devido a incêndios que começaram há cinco dias e já mataram oito pessoas no país, devastando também regiões da Grécia, Itália e Espanha.

Os países ao redor do Mediterrâneo, muito dependentes das receitas do turismo, das quais têm estado privados por causa da pandemia de covid-19, estão a enfrentar temperaturas escaldantes e incêndios florestais mais numerosos do que o normal.

A Turquia regista atualmente os piores incêndios da última década, com quase 95.000 hectares queimados desde janeiro, quando, entre os anos 2008 e 2020, a média para esta altura do ano costumava ficar pelos 13.516 hectares ardidos.

Os corpos de duas pessoas foram encontrados na cidade de Manavgat, na província de Antalya, elevando o número de mortos para oito, avançou o ministro da Saúde turco, Fahrettin Koca, numa mensagem divulgada hoje na rede social Twitter.

Os dois mortos eram um casal turco-alemão que estava em casa quando o edifício ardeu, segundo a agência de notícias estatal Anadolu.

De acordo com o mesmo governanete, o número de pessoas que teve de receber tratamento médico devido aos incêndios ascende, desde quarta-feira, a 864 e mais de 1.100 turistas tiveram de ser retirados através de embarcações -- porque as estradas estavam intransitáveis -- da estância turística turca de Bodrum.

40° previstos em Antalya

Também em Marmaris, na província de Mugla, muitas pessoas tiveram de ser retiradas dos locais através de embarcações, com a ajuda da Marinha, avançou o Ministério da Defesa.

Segundo o ministro da Agricultura e Florestas turco, Bekir Pakdemirli, 111 incêndios florestais estão atualmente sob controlo, mas os fogos continuam intensos nas regiões de Antalya, Mugla e Tunceli (leste).

Espera-se que as temperaturas permaneçam altas após os máximos registados no mês passado, com destaque para os 49,1° alcançados em 20 de julho em Cizre, Anatólia, no extremo sudeste da Turquia.

De acordo com o instituto de meteorologia local, o mercúrio deverá subir, na segunda-feira, aos 40° em Antalya.

O Ministério da Defesa turco divulgou imagens de satélite que mostram a extensão dos danos nas florestas, completamente pretas e cheias de cinzas, além de fumo ainda visível.

O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, foi alvo de críticas quando se descobriu que a Turquia não tinha aviões bombardeiros de água, já que um terço do território é constituído por florestas.

De acordo com dados divulgados pela União Europeia, a Turquia foi devastada por 133 incêndios desde o início do ano, o que compara com uma média de 43 fogos entre 2008 e 2020.

Casas queimadas na Grécia

Na Grécia, os bombeiros também lutaram hoje contra um incêndio que eclodiu no sábado, devido às altas temperaturas que se fazem sentir no noroeste da península do Peloponeso, próximo da cidade de Patras.

Oito pessoas foram hospitalizadas com problemas respiratórios e queimaduras e cinco aldeias foram evacuadas.

"O desastre é enorme", admitiu Dimitris Kalogeropoulos, autarca de Aigialeias, vila próxima do local do incêndio.

Nas aldeias de Ziria, Kamares, Achaias, Labiri, quase 30 casas, armazéns agrícolas e estábulos arderam e campos inteiros de oliveiras foram destruídos, de acordo com o jornal local Patrastimes.

"Dormimos do lado de fora à noite, com medo de já não termos casa quando acordássemos!", explicou Skai, morador de Labiri, à televisão grega.

A estância balnear de Loggos também foi evacuada, tendo 100 moradores e turistas sido transportados, na noite de sábado, pela guarda costeira até o porto de Aigio, poucos quilómetros à frente.

Quase 13.500 hectares arderam já na Grécia, desde o início do ano, o que compara com uma média de 7.500 hectares que se registaram nesta fase do ano entre 2008 e 2020.

Depois de incêndios devastadores na Sardenha no último fim de semana, a Itália contabilizou mais de 800 fogos florestais neste fim de semana, principalmente no sul do país, disseram os bombeiros na rede social Twitter.

"Nas últimas 24 horas, os bombeiros realizaram mais de 800 intervenções: 250 na Sicília, 130 na Puglia e Calábria, 90 em Lazio (região de Roma) e 70 na Campânia", referiram os bombeiros na mensagem.

Em Espanha, afetada em meados de julho por um incêndio num parque natural da costa catalã, perto da fronteira com França, os bombeiros lutaram neste fim de semana contra um incêndio perto do reservatório de San Juan, a cerca de 70 quilómetros de Madrid.

Fonte: Lusa

 e Imagem: INFORPRESS

Alívio das restrições arrancou este domingo com restauração a poder funcionar até às 02h00

 Controlo da pandemia de Covid-19 a passar a ser feito "em função do critério da taxa de vacinação da população portuguesa" e sem medidas diferenciadas para cada um dos 278 concelhos de Portugal.

O levantamento gradual das restrições em função da vacinação contra a Covid-19 arranca este domingo com regras aplicáveis em todo o território continental, inclusive o limite de horário de encerramento até às 02h00 para restauração e eventos culturais e desportivos.

Com o controlo da pandemia de Covid-19 a passar a ser feito "em função do critério da taxa de vacinação da população portuguesa" e sem medidas diferenciadas para cada um dos 278 concelhos de Portugal continental, o plano do Governo de alívio das restrições prevê três fases para "libertação da sociedade e da economia, de modo progressivo e gradual", segundo anunciou o primeiro-ministro, António Costa, na quinta-feira, após a reunião do Conselho de Ministros, em Lisboa.

Entre as medidas gerais que se enquadraram nas três fases deste novo plano está a exigência de certificado digital de vacinação ou teste negativo à Covid-19 para restaurantes no interior às sextas-feiras a partir das 19h00 e aos sábados, domingos e feriados durante todo o horário de funcionamento, assim como para viagens por via aérea ou marítima, estabelecimentos turísticos e alojamento local, termas e spas, casinos e bingos, eventos culturais, desportivos ou corporativos com mais de 1000 pessoas (em ambiente aberto) ou 500 pessoas (em ambiente fechado) e casamentos e batizados com mais de 10 pessoas.

A primeira fase do plano de levantamento gradual das restrições começa este domingo, quando há 57% da população com vacinação completa, e determina o fim da limitação de circulação na via pública que era aplicada, diariamente, entre as 23h00 e as 05h00, aos concelhos de maior risco de incidência de Covid-19, assim como a possibilidade dos restaurantes e dos equipamentos culturais e desportivos funcionarem "de acordo com o horário do respetivo licenciamento, com o limite das 02h00, ficando excluído o acesso ao público para novas admissões a partir da 01h00, e de acordo com as regras da Direção-Geral da Saúde (DGS)".

Nestas medidas de alívio está também a reabertura de bares e outros estabelecimentos de bebidas "sujeitos às regras da restauração", a que se juntam as discotecas, desde que tenham Classificação das Atividades Económicas (CAE) de bar.

Nesta fase, os restaurantes podem funcionar com o máximo de seis pessoas por mesa no interior e 10 pessoas em esplanadas, os estabelecimentos de comércio a retalho passam a funcionar de acordo com o horário do respetivo licenciamento, o público nos eventos desportivos é permitido com regras a definir pela DGS, os espetáculos culturais com lotação de 66%, os casamentos e batizados com lotação de 50% e os equipamentos de diversão estão autorizados "segundo regras da DGS, em local autorizado pelo município".

Outras das alterações que integram a primeira fase é que "o teletrabalho passa de obrigatório para recomendado, quando as atividades o permitam", de acordo com o plano do Governo, indicando que se mantêm as regras atuais de medidas sanitárias e de saúde pública, designadamente as relativas ao confinamento obrigatório, ao uso de máscaras ou viseiras, ao controlo da temperatura corporal e à realização de testes.

Os bares e as discotecas com CAE de bar que recusem funcionar com as regras da restauração permanecem encerrados até outubro, mês em que todos esses estabelecimentos de diversão noturna devem reabrir, e as festas e romarias populares continuam proibidas este verão, pelo menos até ao final de setembro, por serem um fator de risco "muito acrescido" de transmissão da Covid-19, devido às grandes aglomerações, indicou António Costa.

As três fases deste plano estão associadas à percentagem de população que as autoridades estimam ter a vacinação completa contra a Covid-19 em 01 de agosto (57%), em 05 de setembro (71%) e em outubro (85%).

01 DE AGOSTO

- Fim da limitação de circulação na via pública a partir das 23h00.

- Teletrabalho deixa de ser obrigatório e passa a ser recomendado em todo o continente.

- Restaurantes passam a poder estar abertos até às 2h00 da madrugada, o número máximo de pessoas por grupo passa a ser seis no interior e dez nas esplanadas e os clientes continuam a ter de apresentar certificados de vacinação ou testes negativos à sexta-feira à noite, ao fim de semana e aos feriados.

- Reabrem equipamentos de diversão, como carrosséis e jogos itinerantes, desde que cumpram as regras da DGS e em local autorizado pelo município.

- Reabertura dos bares e das discotecas com CAE de bar mas sujeitos às regras aplicadas aos restaurantes.

- Acabam as restrições de horários para o comércio.

- Volta a ser permitido público nos eventos desportivos, com regras a definir pela DGS.

- Casamentos e batizados com limite de lotação de 50%.

- Eventos culturais com público até 66% da lotação do espaço e com alargamento do horário até às 2h00.

05 SETEMBRO

- Deixa de ser obrigatório usar máscara em espaços públicos ao ar livre.

- Restaurantes, cafés e pastelarias passam a ter limite de oito pessoas por grupo no interior e de 15 por grupo em esplanadas.

- Serviços públicos voltam a fazer atendimento sem marcação prévia obrigatória.

- Transportes públicos deixam de ter limites de lotação.

- Eventos culturais com público até 75% da lotação máxima.

- Casamentos e batizados com até 75% da lotação dos espaços onde se realizam.

OUTUBRO

- Deixa de haver limites no número de pessoas por grupo em restaurantes, cafés e pastelarias, tanto no interior como nas esplanadas.

- Acabam os limites de lotação em todos os estabelecimentos e equipamentos, nos eventos culturais e nos casamentos e batizados.

- Bares deixam de estar sujeitos às regras da restauração e passam a funcionar com a atividade habitual, mas os clientes têm de apresentar certificados digitais de vacinação ou de superação da Covid-19 ou testes com resultado negativo.

- Reabrem as discotecas, com os clientes a terem de apresentar certificados Covid-19 ou testes negativos.

Lusa / TSF