segunda-feira, 14 de março de 2022

Queda de neve obriga a fechar estradas de acesso à Serra da Estrela


Se vai até à Serra da Estrela, saiba por que estradas pode circular.
Algumas estradas de acesso ao maciço central da Serra da Estrela foram, esta segunda-feira, encerradas devido à queda de neve e condições meteorológicas adversas, disse à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Castelo Branco.

De acordo com a fonte, às 13:00, a circulação rodoviária estava proibida nos troços 11,12 e 13, ou seja, Piornos/Cruzamento da Torre, Cruzamento da Torre/Torre e Cruzamento da Torre/Lagoa Comprida.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para hoje “aguaceiros, em especial durante a tarde, que poderão ser de granizo, e que serão de neve acima de 1.200/1.400 metros, subindo a cota para os pontos mais altos da Serra da Estrela no final do dia”.

SIC Notícias

“PORTO GAIA GRANDFONDO” VAI PASSAR POR CASTELO DE PAIVA. Prova com três percursos possíveis

Reabastecimento previsto para o centro da vila
No próximo dia 20 de Março, Castelo de Paiva vai receber a 1ª edição do 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨 𝐆𝐚𝐢𝐚 𝐆𝐫𝐚𝐧𝐟𝐨𝐧𝐝𝐨, um evento desportivo aberto a todos os entusiastas do ciclismo, com partida no Porto, chegada em Vila Nova de Gaia e passagens por Gondomar, Penafiel, Castelo de Paiva, Cinfães, Arouca e Santa Maria da Feira, sendo que, os mais de 1500 participantes inscritos podem escolher entre três percursos possíveis, de acordo com a quilometragem e o seu grau de preparação, nomeadamente o 𝐌𝐢𝐧𝐢𝐟𝐨𝐧𝐝𝐨 (52 km), 𝐌𝐞𝐝𝐢𝐨𝐟𝐨𝐧𝐝𝐨 (97,5km) ou 𝐆𝐫𝐚𝐧𝐟𝐨𝐧𝐝𝐨 (156,5 km).
Já em 2016, o território de Castelo de Paiva tinha recebido esta importante jornada desportiva, mas nesta temporada, o Porto Gaia Granfondo irá marcar presença no calendário velocipédico nacional, registando-se a partida no coração da cidade invicta e final junto ao quartel da Serra do Pilar, em Vila Nova de Gaia.
Mas o percurso da prova não se limita apenas a estas cidades separadas pelo Rio Douro, percorrendo também os concelhos de Gondomar, Penafiel, Castelo de Paiva, Arouca, Santa Maria da Feira, municípios que serão visitados no Granfondo, tornando este dia ainda mais intenso com tantos ciclistas nestas regiões.
Após a partida no centro do Porto, os ciclistas sobem ao longo do Rio Douro levando à primeira separação de percursos. O Minifondo irá atravessar a Barragem de Crestuma, até ao topo da N222, local que será comum aos outros 2 percursos. Apesar da subida, será um percurso acessível para os menos preparados (52km e 897m de acumulado).

Já os participantes do Mediofondo e Granfondo continuarão a subir o rio até atravessar a Ponte de Entre-os-Rios, sendo que, pelo caminho algumas subidas vão ficando para trás e fazendo a primeira selecção de ciclistas. É quando se atravessa a ponte que as verdadeiras dificuldades começam. Em direcção a Castelo de Paiva, onde vai acontecer no centro da vila, um reabastecimento e ligeiro descanso, o Rio Douro fica para trás para o Granfondo, mas não para o Mediofondo que irá serpentear no sentido contrário. Descidas bonitas onde se pode tirar partido de algumas das melhores estradas da região. O sobe e desce é constante, mas a paisagem compensa, e até Canedo existe uma subida de 4km deverá deixar as últimas marcas antes dos participantes começarem a dirigirem-se para VN de Gaia onde está a meta, completando-se o percurso de 98 km.

Por ultimo, o Granfondo ao chegar a Castelo de Paiva muda de trajectória em direcção a Alvarenga – Arouca, pelo Vale do Paiva, na EN 225, percorrendo subidas mas acentuadas e descidas lindíssimas acompanhadas por áreas verdejantes que levam até ao Rio Paiva, na entrada dos famosos Passadiços. É apenas uma distracção para o que ainda falta percorrer. A antiga ponte sobre o rio vai encantar o pelotão, mas tudo o que desce, também sobe, sendo precisamente neste momento que, os ciclistas desta classe, vão enfrentar uma forte e longa subida até ao alto do Gamarão, ainda no concelho de Arouca, e certamente, as subidas acumuladas e a distância começarão a fazer das suas. Felizmente os abastecimentos previstos irão providenciar o ponto de apoio perfeito para apontar ao que resta percorrer e prova volta ao território de Castelo de Paiva, pela EM 1138 até Bairros e à urbe paivense, onde se junta novamente com o Mediofondo. Resta voltar à EN 222 e passar junto às antigas Minas do Pejão, e em Canedo, mas quem chegar até aqui, certamente conseguirá terminar esta bonita experiência velocipédica, completando em Gaia, mais de 156 Km percorridos.

O campeão de outrora Miguel Indurain, aquele que é considerado um dos maiores ciclistas de sempre, será o padrinho desta 1ª edição do Porto Gaia Granfondo, recordando-se que, o ciclista espanhol venceu cinco vezes consecutivas o Tour de France (1991-1995) e duas vezes o Giro de Itália (1992-1993) e antes de se retirar do ciclismo, ainda foi Campeão Olímpico de contrarelógio individual, em Atalanta (1996).

O perímetro urbano da vila será encerrado ao trânsito neste dia, sendo a mesma zona que normalmente fica condicionada por ocasião dos festejos anuais e dos grandes eventos que se promovem no centro de Castelo de Paiva, sendo que, o presidente da edilidade, José Rocha, congratula-se com a passagem por Castelo de Paiva deste grande evento desportivo, que vai potenciar uma presença alargada de espectadores nos acessos à vila e arredores, numa jornada orientada para a valorização do ambiente que nos rodeia, evidenciando o objectivo de encarar a vida de uma forma mais saudável, com exemplos louváveis para uma vivência mais limpa e atractiva.

O autarca paivense referiu-se também que, esta será ocasião única de proporcionar aos visitantes uma oportunidade para redescobrirem a beleza paisagística do concelho e as suas pontencilidades turísticas, evidenciando o seu património histórico, a sua afamada gastronomia, a doçaria tradicional e o apreciado vinho verde.

A Câmara Municipal de Castelo de Paiva apoia a realização desta prova no seguimento da política que tem sido desenvolvida no âmbito da atracção de provas desportivas que promovam o território e atraiam turistas e visitantes, sendo esta mais uma oportunidade de acompanhar uma prova desportiva de âmbito nacional, contando com o apoio da Associação Comercial e Industrial de Castelo de Paiva, assim como dos Bombeiros Voluntários de Castelo de Paiva e GNR local.

Carlos Oliveira

Figueiró dos Vinhos | “Na Terra dos Sonhos”: obra traz novo ponto de visitação ao concelho


As Fragas de São Simão têm um novo olhar sobre si com a implementação de uma estátua em pedra num dos miradouros do passadiço.

A obra da autoria da Mestre em Escultura Pública, Joana Alves, intitula-se “Na Terra dos Sonhos” e faz parte, agora, do percurso entre o Miradouro das Fragas de São Simão e a Praia Fluvial, trazendo consigo novas curiosidades e novos olhares.

A escultura surge no âmbito do projeto “Territórios de Pedra”, uma rede de cooperação cultural entre os Municípios de Ansião, Figueiró dos Vinhos e Pombal, que visa a valorização da pedra, produto endógeno da região, e as tradições oficinais a ela associadas. A iniciativa incide sobre uma programação cultural em rede, ativada a partir da concretização de eventos culturais associados à paisagem e ao património nos territórios parceiros, nomeadamente, através de projetos artísticos com a comunidade e intervenções escultóricas.

Neste sentido e visando criar uma Rota de Escultura Contemporânea, realizou-se, em 2021, uma Open Call Internacional de Escultura onde foram selecionadas oito propostas de artistas emergentes. As diversas peças produzidas estão, agora, a ser distribuídas pelo território dos três municípios parceiros, valorizando áreas de baixa densidade, prioritárias de intervenção/valorização de acordo com a estratégia territorial local e que se incluam em potencial percurso paisagístico intermunicipal.

Uma das esculturas selecionadas é “Na terra dos sonhos”, recebida pelo nosso concelho e que, segundo a autora, se apresenta como uma escultura figurativa de uma simples criança que contempla a sua terra. A execução da obra pretende demonstrar um misto de otimismo, inocência, honestidade e profunda ligação à terra, convidando o visitante a passear ao ar livre, a ficar mais perto da natureza, a contemplar os horizontes em torno dela e a maravilhar-se com os horizontes, as texturas, as cores, a beleza da vida rural na terra dos sonhos.

Eterniza-se, assim, pelas mãos de Joana Alves, uma identidade territorial, salientando o forte espírito naturalista da região, valorizando o passado e potenciando o contemporâneo. Uma obra de arte colocada num local incomum, em comunhão com a natureza e ao alcance de todos, deixando para as gerações vindouras um registo do nosso património arquitetónico, natural e paisagístico.

Livro exibe “Manto de Emoções” do Centro de Artes de Águeda

 Editado pela Câmara Municipal, é da autoria de Maria Helena Pires e conta com as ilustrações em aguarela de César Pereira

O livro “Centro de Artes de Águeda, Manto de Emoções”, editado pela Câmara Municipal de Águeda, com a autoria da professora Maria Helena Pires e ilustrações do arquiteto César Pereira, foi lançado, na passada quarta-feira, no Café-concerto do CAA.

Esta publicação integra a aposta estratégica municipal, que se assume como um concelho produtor de arte e cultura, assente na valorização e promoção das tradições locais, bem como na salvaguarda do património histórico cultural do Concelho.

Na sessão, Marlene Gaio, Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Águeda, salientou a importância da obra e de como expressa, em aguarela, algumas das imagens mais marcantes dos primeiros anos de atividade do CAA, “um dos ícones da arte e cultura locais”. Desde logo com a imagem da capa, com a chaminé da antiga cerâmica Guerra & Cruz, que “simboliza a indústria, o empreendedorismo e o espírito de iniciativa dos aguedenses”.

Marlene Gaio frisou que, ao folhear o livro, “quase que conseguimos sentir a azáfama na preparação dos espetáculos, o nervosismo dos artistas que se preparam para entrar em palco, a ansiedade do público, as partilhas e as sinergias, o deslumbre das exposições, as viagens imaginárias que já aqui fizemos, quase que conseguimos ouvir os acordes de afinação dos instrumentos”. É esta “arte viva” e esta “vivência da arte” que nos trazem “um manto de emoções”, que “tão bem são observadas nas aguarelas” do ilustrador.

Tal como as inúmeras obras de Maria Helena Pires, que “constituem um património literário de valor inestimável”, este livro “enaltece a arte e cultura locais e que tão bem promove a nossa cidade e o nosso concelho”.

A autora, natural de Chaque (Branca, Albergaria-a-Velha) e radicada em Águeda há mais de três décadas, estava visivelmente emocionada e nervosa com o lançamento desta sua mais recente obra, frisando que este livro “tem uma força e mérito extraordinários” e “reflete a qualidade do trabalho artístico, a emoção e devoção que o César coloca nos seus trabalhos”.

Apesar da diferença geracional, garante haver “um respeito integral pela liberdade de criador” entre ambos, o que, no seu entender, leva à criação de vários projetos, entre os quais este livro e outros que tem em andamento. “Estamos a perspetivar novos encontros a propósito de livros”, avançou, apontando para breve o lançamento de uma nova publicação “Olha o rio se vai lindo”.

César Pereira, arquiteto aguedense de 31 anos, apontou o “grande desafio” que foi converter algumas imagens fotográficas de eventos e aspetos arquitetónicos do CAA em aguarela. “Pintar em aguarela, que já não fazia há muito tempo, e a complexidade das fotografias” foram os seus maiores desafios nesta obra que pode ser adquirida no CAA.

 

foto: Maria Helena Pires, Marlene Gaio e César Pereira

Fogos florestais: mudanças implementadas em Portugal após os trágicos incêndios de 2017 em análise na Universidade de Coimbra


Cientistas e responsáveis de vários organismos ligados à prevenção e combate a incêndios vão analisar, na próxima quarta-feira, dia 16 março, as mudanças implementadas no nosso país no rescaldo dos trágicos incêndios ocorridos em 2017.

A iniciativa, que vai decorrer, entre as 9 e as 12 horas, hora de Lisboa, em formato webinar, é promovida no âmbito do projeto de investigação “FirEUrisk” (Developing A Holistic, Risk-Wise Strategy For European Wildfire Management, www.fireurisk.eu), coordenado pela Associação para o Desenvolvimento da Aerodinâmica Industrial (ADAI), da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

O “FirEUrisk”, que conta com 10 milhões de euros de financiamento da União Europeia (UE), junta em consórcio 39 parceiros de várias partes do mundo, designadamente, além de Portugal, Alemanha, Austrália, Bélgica, Canadá, Chipre, Espanha, Estados Unidos da América, França, Finlândia, Grécia, Holanda, Hungria, Israel, Itália, Reino Unido, Roménia, Suécia e Ucrânia. O projeto abrange todos os tipos de incêndios florestais, com foco particular em mega-incêndios, a interface urbano-florestal e os desafios dos incêndios emergentes no norte da UE.

«Após os violentos incêndios de 2107 que causaram 116 vítimas mortais em Portugal, o país reagiu propondo um extenso conjunto de reformas, tais como a criação de uma agência coordenadora, alterações em várias agências governamentais, definição detalhada do papel dos vários intervenientes, incluindo cidadãos, e o lançamento de um programa operacional para preparar melhor o país para eventos futuros», fundamentam os promotores do seminário.

Assim, o evento pretende promover «uma reflexão sobre o caso de Portugal, compreender a filosofia das alterações propostas, a sua implementação e fazer uma avaliação da sua eficácia, cinco anos após os incêndios de 2017», afirmam.

Intitulado “An Integrated Program of Wildfire Risk Management – The Case of Portugal”, o webinar será proferido em inglês. A participação é livre, mas o registo é obrigatório em https://us06web.zoom.us/webinar/register/WN_qXp_dRnNT4WfK7tulN4yUA. O link será enviado diretamente pela plataforma Zoom após o registo. Cada link é pessoal e apenas permite um acesso.

O programa está disponível em: https://tinyurl.com/53bs2fct.

Cristina Pinto

ATLETAS DA SECÇÃO DE AR LIVRE E AVENTURA DA SOCIEDADE COLUMBÓFILA COMPETIRAM NOS AÇORES

Numa organização da equipa HL Runners Club, em parceria com a Câmara Municipal da Povoação, realizou-se no dia 13 de março, a 2ª edição do Povoação Trail, competição que decorreu nos trilhos da vila da Ilha de São Miguel, que foi elevada a concelho a 3 de julho de 1839, local onde desembarcaram os primeiros povoadores da Ilha, sendo conhecido como o concelho mais lindo dos Açores, competindo os participantes num ultra trail com 50 kms, um trail longo com 24 kms e uma caminhada com 11 kms.

Na prova de 24 km pontuável para o Circuito Nacional de Trail da ATRP, participaram 6 atletas da Secção de Ar Livre e Aventura, da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, tendo Nuno Coelho, alcançado no final da competição o 23° lugar na classificação geral masculino e o 5º lugar no escalão M45, Nuno Ribeiro, 52º geral masculino, 11° M40, Nuno Almeida, 72º geral masculino, 14° M45.

No escalão feminino, Otília Costa, alcançou a 13ª posição na classificação geral feminina e o 4º lugar no escalão de F40, Gabriela Oliveira, 14ª geral feminina, 5ª F40 e Ana Caçoete, a 21ª posição na geral feminina e o 8º lugar no escalão F40.

A equipa alcançou o 7° lugar na classificação geral por equipas, em 20 equipas classificadas na prova de 24km.



Grada acolhe 7.ª Mostra de Vinhos em Abril

A Associação Recreativa de Grada (ARG) está a organizar a 7.ª Mostra de Vinhos. Este evento, que se vai realizar a 10 de Abril, a partir das 15:00 horas, no Centro Cultural de Grada (sede da ARG), pretende dar a conhecer e promover os vinhos produzidos na Freguesia de Vila Nova de Monsarros.

Nesta iniciativa, os vinhos apresentados serão avaliados por um conceituado júri, que destacará as características de cada vinho e decidirá quais os que possuem melhor qualidade. O programa da 7.ª Mostra irá terminar com um lanche-convívio, que será acompanhado pelos vinhos apresentados.

A 7.ª Mostra de Vinhos é um evento que convida os produtores a apresentarem os seus vinhos e a partilharem experiências sobre a arte de fazer vinho, e que se dirige também à população em geral que tenha interesse em conhecer os vinhos locais. A entrada é livre.

Após um período de interregno, devido à pandemia de Covid-19, a ARG retoma esta iniciativa, que distingue a diversidade e a excelência dos vinhos produzidos na Freguesia de Vila Nova de Monsarros.