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segunda-feira, 14 de março de 2022
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Livro exibe “Manto de Emoções” do Centro de Artes de Águeda
Editado pela Câmara Municipal, é da autoria de Maria Helena Pires e conta com as ilustrações em aguarela de César Pereira
O livro “Centro de Artes de Águeda, Manto de Emoções”, editado pela Câmara Municipal de Águeda, com a autoria da professora Maria Helena Pires e ilustrações do arquiteto César Pereira, foi lançado, na passada quarta-feira, no Café-concerto do CAA.
Esta publicação integra a aposta estratégica municipal, que se assume como um concelho produtor de arte e cultura, assente na valorização e promoção das tradições locais, bem como na salvaguarda do património histórico cultural do Concelho.
Na sessão, Marlene Gaio, Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Águeda, salientou a importância da obra e de como expressa, em aguarela, algumas das imagens mais marcantes dos primeiros anos de atividade do CAA, “um dos ícones da arte e cultura locais”. Desde logo com a imagem da capa, com a chaminé da antiga cerâmica Guerra & Cruz, que “simboliza a indústria, o empreendedorismo e o espírito de iniciativa dos aguedenses”.
Marlene Gaio frisou que, ao folhear o livro, “quase que conseguimos sentir a azáfama na preparação dos espetáculos, o nervosismo dos artistas que se preparam para entrar em palco, a ansiedade do público, as partilhas e as sinergias, o deslumbre das exposições, as viagens imaginárias que já aqui fizemos, quase que conseguimos ouvir os acordes de afinação dos instrumentos”. É esta “arte viva” e esta “vivência da arte” que nos trazem “um manto de emoções”, que “tão bem são observadas nas aguarelas” do ilustrador.
Tal como as inúmeras obras de Maria Helena Pires, que “constituem um património literário de valor inestimável”, este livro “enaltece a arte e cultura locais e que tão bem promove a nossa cidade e o nosso concelho”.
A autora, natural de Chaque (Branca, Albergaria-a-Velha) e radicada em Águeda há mais de três décadas, estava visivelmente emocionada e nervosa com o lançamento desta sua mais recente obra, frisando que este livro “tem uma força e mérito extraordinários” e “reflete a qualidade do trabalho artístico, a emoção e devoção que o César coloca nos seus trabalhos”.
Apesar da diferença geracional, garante haver “um respeito integral pela liberdade de criador” entre ambos, o que, no seu entender, leva à criação de vários projetos, entre os quais este livro e outros que tem em andamento. “Estamos a perspetivar novos encontros a propósito de livros”, avançou, apontando para breve o lançamento de uma nova publicação “Olha o rio se vai lindo”.
César Pereira, arquiteto aguedense de 31 anos, apontou o “grande desafio” que foi converter algumas imagens fotográficas de eventos e aspetos arquitetónicos do CAA em aguarela. “Pintar em aguarela, que já não fazia há muito tempo, e a complexidade das fotografias” foram os seus maiores desafios nesta obra que pode ser adquirida no CAA.
foto: Maria Helena Pires, Marlene Gaio e César Pereira
Fogos florestais: mudanças implementadas em Portugal após os trágicos incêndios de 2017 em análise na Universidade de Coimbra
Cientistas e responsáveis de vários organismos ligados à prevenção e combate a incêndios vão analisar, na próxima quarta-feira, dia 16 março, as mudanças implementadas no nosso país no rescaldo dos trágicos incêndios ocorridos em 2017.
A iniciativa, que vai decorrer, entre as 9 e as 12 horas, hora de Lisboa, em formato webinar, é promovida no âmbito do projeto de investigação “FirEUrisk” (Developing A Holistic, Risk-Wise Strategy For European Wildfire Management, www.fireurisk.eu), coordenado pela Associação para o Desenvolvimento da Aerodinâmica Industrial (ADAI), da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).
O “FirEUrisk”, que conta com 10 milhões de euros de financiamento da União Europeia (UE), junta em consórcio 39 parceiros de várias partes do mundo, designadamente, além de Portugal, Alemanha, Austrália, Bélgica, Canadá, Chipre, Espanha, Estados Unidos da América, França, Finlândia, Grécia, Holanda, Hungria, Israel, Itália, Reino Unido, Roménia, Suécia e Ucrânia. O projeto abrange todos os tipos de incêndios florestais, com foco particular em mega-incêndios, a interface urbano-florestal e os desafios dos incêndios emergentes no norte da UE.
«Após os violentos incêndios de 2107 que causaram 116 vítimas mortais em Portugal, o país reagiu propondo um extenso conjunto de reformas, tais como a criação de uma agência coordenadora, alterações em várias agências governamentais, definição detalhada do papel dos vários intervenientes, incluindo cidadãos, e o lançamento de um programa operacional para preparar melhor o país para eventos futuros», fundamentam os promotores do seminário.
Assim, o evento pretende promover «uma reflexão sobre o caso de Portugal, compreender a filosofia das alterações propostas, a sua implementação e fazer uma avaliação da sua eficácia, cinco anos após os incêndios de 2017», afirmam.
Intitulado “An Integrated Program of Wildfire Risk Management – The Case of Portugal”, o webinar será proferido em inglês. A participação é livre, mas o registo é obrigatório em https://us06web.zoom.us/webinar/register/WN_qXp_dRnNT4WfK7tulN4yUA. O link será enviado diretamente pela plataforma Zoom após o registo. Cada link é pessoal e apenas permite um acesso.
O programa está disponível em: https://tinyurl.com/53bs2fct.
Cristina Pinto
ATLETAS DA SECÇÃO DE AR LIVRE E AVENTURA DA SOCIEDADE COLUMBÓFILA COMPETIRAM NOS AÇORES
A equipa alcançou o 7° lugar na classificação geral por equipas, em 20 equipas classificadas na prova de 24km.
Grada acolhe 7.ª Mostra de Vinhos em Abril
A Associação Recreativa de Grada (ARG) está a organizar a 7.ª Mostra de Vinhos. Este evento, que se vai realizar a 10 de Abril, a partir das 15:00 horas, no Centro Cultural de Grada (sede da ARG), pretende dar a conhecer e promover os vinhos produzidos na Freguesia de Vila Nova de Monsarros.
Nesta iniciativa, os vinhos apresentados serão avaliados por um conceituado júri, que destacará as características de cada vinho e decidirá quais os que possuem melhor qualidade. O programa da 7.ª Mostra irá terminar com um lanche-convívio, que será acompanhado pelos vinhos apresentados.
A 7.ª Mostra de Vinhos é um evento que convida os produtores a apresentarem os seus vinhos e a partilharem experiências sobre a arte de fazer vinho, e que se dirige também à população em geral que tenha interesse em conhecer os vinhos locais. A entrada é livre.
Após um período de interregno, devido à pandemia de Covid-19, a ARG retoma esta iniciativa, que distingue a diversidade e a excelência dos vinhos produzidos na Freguesia de Vila Nova de Monsarros.