terça-feira, 21 de junho de 2022

ASPEA PREPARA O VII CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUE DECORRE EM MOÇAMBIQUE EM 2023

 ASPEA desloca-se em missão a Moçambique no âmbito da preparação do congresso e da preparação de uma mobilidade de jovens que acontece de 13 a 24 de junho de 2022.
Lisboa, 21 de junho de 2022: A Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA), na pessoa do presidente, Joaquim Ramos Pinto, deslocou-se em missão até Moçambique, no passado mês de abril, para auxiliar o país anfitrião na preparação o evento e para organizar a mobilidade de um grupo de jovens que irá até ao local já este mês, entre os dias 13 e 24.

Em resumo da sua primeira missão a Moçambique, no âmbito da organização deste congresso, Joaquim Ramos Pinto, admite que “a Educação Ambiental (EA) não é uma solução para a crise socioambiental, mas terá que fazer parte da solução para que isso seja possível. O principal desafio da EA contemporânea é facilitar a transição social para uma cultura de sustentabilidade com especificidades locais e nacionais, mas com uma base comum globalizada. Uma crise socioambiental e irremediavelmente global e as alternativas também terão que ter, em sua diversidade, uma articulação global. A lusofonia é uma plataforma para esta articulação supranacional, para a construção de uma resposta global”.

Acrescenta ainda que “uma resposta global que não deve ignorar as responsabilidades diferenciadas de certas sociedades e grupos sociais. Numa escala de transição, estes custos devem concentrar-se nas sociedades e grupos sociais que estão supersatisfeitos com suas necessidades à custa da apropriação desproporcional dos recursos naturais de todo o planeta e da externalização de ônus ambientais e sociais que geram ou superdesenvolvimento. Esta leitura é válida entre sociedades e também entre grupos sociais de uma mesma sociedade”.

Estes são alguns dos pensamentos que a ASPEA vê reforçados, e trás da sua primeira missão a Moçambique este ano, e que pretende debater e trabalhar no próximo congresso, já em 2023.

 O Congresso para 2023

O VII Congresso Internacional de Educação Ambiental dos países e comunidades de Língua Portuguesa e Galiza decorrerá em Moçambique, mais concretamente no distrito de Matutuine, localizado a sul da Província de Maputo, no Centro Internacional de Conferências Joaquim Xissano, entre os dias 4 e 7 de julho de 2023. A comissão organizadora juntamente com todas as instituições e com os participantes de todos os grupos de trabalho estão a coordenar este espaço para proporcionar um cruzamento de trabalhos, ideias e atividades de campo da Educação Ambiental dos países, regiões e comunidades falantes da língua portuguesa. O evento pretende fomentar o amplo debate no fórum promovido pela Rede Lusófona sobre o tema A Educação Ambiental como ferramenta chave para a Sustentabilidade, contribuindo para o fortalecimento da REDELUSO e da própria Educação Ambiental.

Antes de mais o congresso quer fomentar as discussões sobre as escalas de transição dos modelos de vida. E neste contexto, a ASPEA defende que “É preciso ousar proposições que diminuam o excessivo consumismo e simultaneamente, diminuam a pobreza extrema. É emergencial compreender que uma catástrofe natural será também uma catástrofe social, afetando mais os grupos em situação de vulnerabilidade. Há que se debater, assim, sobre as responsabilidades da pequena percentagem que se apropria indevidamente da natureza, prejudicando os grupos invisibilizados nas estatísticas de lucros das minorias”.

Precisamos de dar um novo significado à Educação Ambiental, para que ela consiga explicitar as catástrofes, e mesmo diante do caos, ousar a nossa capacidade de transgredir, resistir e jamais perder a capacidade de esperança. Para estas discussões e reconstruções significativas, quatro eixos temáticos nos convidam para se complementar e ampliar cenários das possibilidades em EA:

• EIXO 1 - Educação Ambiental nas Políticas Públicas de desenvolvimento humano 

Considerada como mola propulsora das políticas das Nações, o desenvolvimento ainda permanece como uma das prioridades nas sociedades. Contudo, há muito se discute as diferentes interpretações desenvolvimentistas, inclusive com abordagem ecológica, ambiental, verde ou descarbonizada. Com a advento da proposição da ONU, sobre os objetivos do desenvolvimento sustentável, cresce cada vez mais a necessidade de se pautar a educação ambiental nas proposições de desenvolvimento, concordando ou não com as proposições do milênio. É emergente pautar uma educação ambiental com cuidado ético, justiça e equidade que consigam diminuir o abismo social e aumentar a proteção ecológica.

• EIXO 2 - Educação Ambiental e Cidadania: na escola e na sociedade

 A educação ainda se configura como um projeto para um futuro melhor, tanto em nível de aspiração pessoal como para aprender a viver nos limites biofísicos da Terra. Sem a necessidade de oferecer uma utilidade à educação, a escola tem lugar destacado no âmbito das esperanças de um horizonte justo, que consiga trazer projetos humanos intrinsecamente conectados à natureza. Entre estudos de formação e do cotidiano de aprendizagem, a escola também é local de construção da cidadania, tanto em seu âmbito interno como na sociedade global. Neste contexto, a educação ambiental escolarizada, comunitária, empresarial, difusa ou popular, tem a responsabilidade de contribuir com a formação da cidadania.

• EIXO 3 - Educação Ambiental, o Antropoceno e o enfrentamento à Crise Climática 

Na atual proposta da nova era geológica, o Antropoceno, é responsabilidade da educação ambiental explicitar os colapsos climáticos que ameaçam a Terra, com os desastres cada vez mais frequentes e cada vez mais intensificados pela ação humana. Das predições alarmantes dos cientistas ao negacionismo que cresce a cada dia, será necessário um apelo emergente e eloquente para “mudar o sistema e não o clima”, por meio de intensos processos de formação, divulgação, pesquisas, estudos e meios de prevenção e enfrentamento contra as consequências dramáticas da queima global. É de igual responsabilidade considerar que mesmo frente ao caos, a educação ambiental possa permitir o nosso esperançar pela vida digna.

• EIXO 4 - Educação Ambiental e Diversidades: Natureza e Cultura

 A educação ambiental é política e requer os princípios de justiça, ética, coletivo e inclusão das diversidades e das diferentes identidades de grupos sociais diversos, como de gays, lésbicas, bissexuais, travestis, queer, assexuais e outros (LGBTQIA+); de todas as raças, grupos étnicos, comunidades tradicionais, ou povos da floresta, em especial aqueles grupos em situação de vulnerabilidade. Mas ultrapassando um contexto antropocêntrico, este eixo quer implicar a biodiversidade e os ambientes naturais. Queremos debater uma educação ambiental que expresse a importância de vidas e não vidas; de humanos e não humanos; e da possibilidade da coexistência frente aos desafios das violações de Direitos Humanos e da Terra.

 Um pouco da cronologia do Congresso 

A construção de identidades ancoradas nos territórios onde a língua portuguesa se enriquece, com diversos sotaques e dialetos, foi proporcionada num primeiro encontro presencial em Joinville, durante o VI Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental. Ali, sentiu-se a necessidade da articulação permanente da Lusofonia. Em 2007, a necessidade torna-se realidade e dá lugar ao I Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países de Língua Portuguesa e Galiza, em Santiago de Compostela. Aproximadamente 250 participantes, dos oito países de língua portuguesa e da Galiza, analisaram o estado da arte da Educação Ambiental, realizando diversas conferências, painéis e mesas-redondas que abrilhantaram o evento e revelaram o entrelace de diversas bases teóricas.

O Brasil promoveu, em 2013, o II Congresso Lusófono de Educação Ambiental dos Países de Língua Portuguesa e Galiza, em Cuiabá, Mato Grosso. Recuperou-se o estado da arte nos espaços da Rede Lusófona, além de algumas regiões e comunidades que mantêm vínculo com a lusofonia, como é o caso da Galiza. Procurou-se um fio condutor na (des)colonialidade, que percorreu o debate de três dias de evento, fazendo emergir os sentimentos de pertença, o fortalecimento da Educação Ambiental e ositinerários de um sonho lusófono, fortalecendo a comunidade dos países, regiões e comunidades falantes da língua portuguesa.

Em 2015, a Torreira, em Portugal, foi palco do III Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa e Galiza. A comissão organizadora e todas as pessoas que participam na coordenação dos diferentes grupos de trabalho permitiram um evento com uma multiplicidade de olhares que cruzou com o campo da Educação Ambiental dos países, regiões e comunidades falantes da língua portuguesa, além de fomentar o amplo debate no fórum promovido pela Rede Lusófona sobre o tema Educação Ambiental e Participação Social: travessias e encontros para os bens comuns, contribuindo para o fortalecimento da REDELUSO e da própria Educação Ambiental. 

Em 2017, realizou-se, na Cidade de Santo António, na Ilha do Príncipe, em São Tomé e Príncipe, o IV Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa e Galiza, organizado pelo Governo Regional do Príncipe. A programação contou com a multiplicidade de olhares que cruzaram com o campo da Educação Ambiental dos países, regiões e comunidades falantes da língua portuguesa, fortalecendo o amplo debate no fórum promovido pela Rede Lusófona sob o tema A Terra é uma ilha: A Educação Ambiental como resposta às suas fragilidades e como contributo para viver nos seus limites.

Em 2019, nos Bijagós, Guiné Bissau, realizou-se o V Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa. Nesta quinta edição, foi fomentado um amplo debate no fórum promovido pela Rede Lusófona sobre o tema Crise Ecológica e Migrações: leituras e respostas da Educação Ambiental, contribuindo para o fortalecimento da REDELUSO e da própria Educação Ambiental. Este congresso teve como inovação um Fórum Infanto-juvenil e um painel inteiramente dedicado à infância e juventude na CPLP, no ano que a CPLP designou como o ano para a Juventude.

O VI Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa e Galiza decorreu em 2021, em Mindelo, Ilha de São Vicente, Cabo Verde, sob o lema Oceano, Lusofonia e Educação Ambiental: caminhos e esperança para uma transformação socio-ecológica na CPLP. Participaram, presencialmente, 150 pessoas e 250 de forma virtual.

Marinha Grande | PROFESSORES ERASMUS DEBATEM DIGITALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO

O adjunto do presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Nuno Brito, recebeu esta terça-feira, 21 de junho, no Salão Nobre dos Paços do concelho, 12 professores de Espanha, Itália, Polónia e Roménia, participantes no projeto Erasmus +, que se encontram a realizar um intercâmbio com o Agrupamento de Escolas de Vieira de Leiria.
Nuno Brito deu as boas-vindas aos docentes, falou sobre a história e tradição da indústria vidreira e salientou a importância do ensino e da responsabilidade do Município ao nível da educação, no âmbito da transferência de competências.
O professor José Soares, do Agrupamento de Vieira de Leiria, destacou o trabalho que tem sido realizado ao nível da digitalização dos jardins-de-infância e escolas do 1º ciclo, com a utilização dos recursos informáticos, despontados sobretudo após a pandemia, que representam uma mais-valia para a comunidade educativa.
Após a receção no Salão Nobre, o grupo visitou o Núcleo de Arte Contemporânea, o Estúdio Poeiras Glass e as oficinas de artesanato do Museu do Vidro

Durante a sua estadia no concelho, que decorre de 20 a 24 de junho, os parceiros vão conhecer a região e explorar diferentes recursos relacionados com as metodologias ativas e "Blended Learning”, no âmbito do projeto Erasmus+ "Digitalization for kindergartens and primary schools" DZ-ZON.

ESTARREJA | Descobrir e Experienciar a Ria: experiências culturais, naturais e náuticas num único evento

 Passeios de moliceiro e de bicicleta, workshops, visitas dançadas e guiadas, exposições, experiências de kayaks, de voos de trike, e de SUP, saídas de campo, e música: não faltam motivos para vir conhecer parte do Baixo Vouga Lagunar.
De 24 a 26 de junho, a Estação Náutica (EN) de Estarreja promove um fim de semana com experiências gratuitas para que todos possam usufruir e desfrutar da beleza da ria. Com coordenação da Câmara Municipal, da programação da 2.ª edição do “Descobrir e Experienciar a Ria”, que volta a contar com o apoio de diversos parceiros, destaca-se a inauguração das obras de Reabilitação do Cais da Ribeira da Aldeia, em Pardilhó, agendada para o dia 25, às 15h.
Isabel Simões Pinto, vereadora da Cultura e Eventos, nota que “com passos curtos e com o envolvimento empenhado de todos os parceiros, temos vindo a trilhar um caminho seguro e essencial para a promoção e a qualificação de uma oferta turística integrada no município de Estarreja, valorizando o património natural e cultural, particularmente todas as tradições e atividades ligadas à Ria.” A edição deste ano, centrada no polo de Pardilhó – Ribeira da Aldeia, mas também com atividades no polo de Salreu – Esteiro de Salreu, “virá, seguramente, contribuir para a consolidação deste caminho”, enalteceu a autarca.
Diversidade e inclusão: uma iniciativa pensada para todos
O primeiro dia do evento, 24, quebrará barreiras proporcionando atividades náuticas acessíveis e adaptadas aos idosos ou visitantes com deficiência ou com necessidades especiais, com o objetivo de promover a sua inclusão social. Tudo isto é possível com a colaboração da ANDDI – Associação Nacional de Desporto para Deficiência Intelectual, e dos parceiros da EN (Associação Cultural e Recreativa Saavedra Guedes, Picapeixe, Power2flly, Terra D’Agua, Tirraat e Águas do Centro Litoral - Grupo Águas de Portugal).
 
A Estação Náutica de Estarreja vem potenciar a frente lagunar do nosso território, banhado pelos braços da Ria, para a prática de desportos náuticos, aliado à contemplação da beleza do nosso património natural. Neste âmbito, Isabel Simões Pinto realça que  “tornar os desportos náuticos na Ria acessíveis a todos é um dos nossos desígnios, contribuindo para a inclusão social de centenas de jovens e adultos, e este ano também de idosos, com necessidades especiais e/ou com problemas de mobilidade, que podem praticar exercício físico na água e em contacto com a natureza. Esta é mais uma forma de promovermos a igualdade na nossa comunidade, prevenindo e combatendo todo o tipo de discriminação que resulte de fatores como a idade ou a deficiência, em estreita articulação com a ANDDI e com os diversos parceiros da EN, que têm um papel essencial nesta componente, proporcionando momentos felizes a todos os participantes”.
 
Dois dias. Inúmeras atividades náuticas e culturais.
 
O convite está lançado. Pegue na família e nos amigos com destino à EN de Estarreja. Ver do céu as paisagens únicas da ria ou passear de bicicleta ou de veículo elétrico, admirando a biodiversidade deste local único; visitar exposições e estaleiros ou participar em workshops que enaltecem a decoração do moliceiro, são algumas das experiências para observar, sentir, viver e colecionar.
 
EN de Estarreja é uma das 24 existentes no país
 
O Município tem vindo a apostar na preservação das tradições, das memórias e das atividades ligadas à Ria, criando produtos turísticos ligados ao património natural e cultural, afirmando a Estação Náutica de Estarreja como elemento de valorização do território e impulsionador de uma oferta turística náutica qualificada e distintiva.
 
A Estação Náutica de Estarreja divide-se em dois polos: na Ribeira da Aldeia, Pardilhó, e onde está localizado o Centro de Interpretação de Construção Naval, e o Cais do Esteiro de Salreu, onde se situa o Centro de Interpretação Ambiental da BioRia.
 
Em Portugal existem 24 estações náuticas certificadas, oito das quais no Centro de Portugal.
 
Todas as atividades são de acesso gratuito, mas sujeitas a inscrição obrigatória e prévia. Consulte a programação completa.

Covilhã | JARDIM DAS ARTES RECEBE PRIMEIRO FESTIVAL DO PASTEL DE MOLHO.


A Covilhã vai receber nos dias 1 e 2 de julho o primeiro Festival de Pastel de Molho da Covilhã, a iniciativa da Confraria da Pastinaca e do Pastel de Molho conta com o apoio da Câmara Municipal da Covilhã e da Associação Empresarial da Covilhã Belmonte e Penamacor.

O programa oficial foi ontem apresentado em conferência de imprensa, Paulo Carvalho da Confraria do Pastel de Molho realçou “a importância da iniciativa que alia o carácter educativo à promoção do Pastel de Molho através de um reforço da identidade deste produto endógeno”, Paulo Carvalho sublinhou ainda “a importância de envolver os restaurantes da cidade neste processo de divulgação do Pastel de Molho através de várias provas degustação”.

Nos dias 1 e 2 de julho a festa do Pastel de Molho vai decorrer no jardim das Artes entre as 18.30 e as 23h, com muita animação de rua, exposições de trabalhos dos Jardins-de-infância sobre a temática e ainda várias provas degustação.

Para a vereadora Regina Gouveia esta iniciativa” representa mais uma etapa na divulgação deste produto típico da Covilhã que deve ser valorizado como um elemento da identidade coletiva”, uma ideia partilhada pelo representante da Associação Empresarial da Covilhã Belmonte e Penamacor, Luís Santos aproveitou para recordar a sua vasta experiência na divulgação do Pastel de Molho e desafiou a Confraria a “levar a promoção do Pastel aos Concelhos vizinhos, nomeadamente os que integram a Associação Empresarial”.

O cartaz alargado do Festival tem início a 27 de junho com a Palestra – Valorizar os Produtos Tradicionais, na sede da Associação Empresarial da Covilhã, Belmonte e Penamacor. Nos dias seguintes (27, 28, 29 de junho) estão previstas várias provas degustação em vários restaurantes da cidade e finalmente nos dias 1 e 2 de julho o Jardim das Artes recebe o Festival do Pastel de Molho.

Crónica Postal: É MESMO INCOMPETÊNCIA!


Um país à deriva. Um barco a meter água e sem solução à vista. Poderia estar a exagerar se não fosse muito grave. Grávidas a chegar às urgências e não serem atendidas! Ser obrigadas a procurar outro hospital, como pedintes desesperados! Intolerável!

Intolerável também a culpa morrer solteira. Aliás, como (infelizmente) estamos habituados!

O primeiro-ministro anunciou que a ministra ía apresentar uma solução. A ministra veio dizer que nomeou uma comissão.

Dizem que Salazar afirmava que quando um problema não era para ser resolvido nomeava uma comissão. Assim fez a senhora ministra. Sem solução, adia a resolução do problema. E, entretanto, as grávidas sofrem e desesperam.

A senhora ministra diz que o problema existiu sempre. Irritante discurso! Então, a senhora Marta Temido confessa que bem sabia do problema grave, mas nada fez! Tem a distinta lata de dizer que faz como os outros que a antecederam: também nada resolve!

A culpa?! Ao povo que paga os seus impostos e a quem garantem que tem assistência hospitalar se precisar, a este povo que sofre pouco importa de quem é a culpa! O que o bom povo gostava era de ter governantes com capacidade para resolver os problemas! Afinal, é para isso que neles votam! E poucos são os que mostram estar à altura das exigências do emprego!

Porque, como disse o ministro das finanças a propósito da grave situação das grávidas sem assistência hospitalar, não é um problema de dinheiro! Tem razão o senhor Medina. É mesmo um problema de (in)competência!


O presidente da Direção
Eduardo Costa, Correio de Azeméis

Marinha Grande | ESPETÁCULO DE IMPROVISO DE MÚSICA, DANÇA E TEATRO NA CASA DA CULTURA

A Casa da Cultura Teatro Stephens, na Marinha Grande, apresenta o espetáculo do projeto UpA - Unidos pela Arte à comunidade, intitulado “Lavado a Seco”, no próximo domingo, 26 de junho, pelas 17h30, destinado às famílias e cuja entrada é gratuita.

Trata-se de um espetáculo que exibe momentos de partilha, criação e improvisação de música, teatro e dança. Neste agradável encontro descobrimos "Pessoas" que deram lugar às personagens deste texto dramático, que se fundem numa harmonia criativa, leve e descontraída. Qualquer relação com a realidade será pura coincidência, sem nunca esquecer que a ficção existe, porque, de uma forma ou outra, respira a vida real.

Todos os dias as empregadas da lavandaria de um hospital esperam, ansiosamente, por Serafim, o encarregado do circuito da roupa, que é um contador de histórias e que, juntamente com Lili, partilha com elas os contos que ouve pelos corredores do hospital. As histórias, retratadas em simultâneo, vão desde as situações mais caricatas e cómicas, até às mais tristes e comoventes. Porém, a chefe da lavandaria quer trabalho e pouca conversa... Ficarão eles em apuros?

Ficha técnica
Texto: UpA e Laura Perdomo Encenação: Laura Perdomo Assistente de encenação: Inês Leal Coreografia: Susana Caseiro Música: Sérgio Ventura
Cenografia: Carla Freire
Desenho de luzes: Leonel Moteiro
Elenco: Ana Neves, Andreia Correia, Fátima Silva, Georgina Lourenço, Helena Frade, Isabel Santos, Jéssica Mota, Licínia Batista, Luís Oliveira, Margarida Dias, Margarida Marques, Sara Rijo, Vitor Faustino, João Capão, Bela Belchior, Ana Filipa Cunha, Patrícia Coelho, Rita Martins.
Artistas Convidados: David Ramy, Jesus Kristen, Raquel Gomes e Umberto Giancarli.

Entrada gratuita.

Bilheteira: Teatro Stephens, de terça-feira a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h30.

Caldas da Rainha | Exposição Portugal Acústico

 
A Exposição Portugal Mais Verde, inserida no âmbito da candidatura Portugal Acústico, irá estar patente no Hospital Termal Rainha D. Leonor de 24 de junho a 24 de julho.
 
Portugal mais Verde é uma exposição que aborda o lado mais desconhecido de alguns dos músicos portugueses (entre eles Tiago Bettencourt, João Só, D.A.M.A., Bárbara Tinoco, Xutos e Pontapés, Miguel Araújo...),  que nos últimos 20 anos lançaram álbuns em formato acústico, apresentando objetos pessoais (a primeira guitarra, o álbum preferido, uma peça de roupa, o livro preferido... álbuns galardoados, curiosidades, histórias, entre outros.

A exposição tem ainda uma vertente de educação ambiental, através da difusão de vídeos de músicos portugueses que apelam à adoção de boas práticas ambientais.
 

A inauguração está marcada para sexta-feira, às 18h00, no Hospital Termal Rainha D. Leonor.
 
O Projeto “Portugal Acústico – Nos Braços do Património” é um projeto em rede de abrangência intermunicipal que se destina a promover os valores culturais e patrimoniais dos concelhos de Arruda dos Vinhos, Caldas da Rainha e Marinha Grande.