segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Águeda | Centro de Interpretação do Rio vai divulgar património natural e cultural ligado ao rio

 Exposição permanente e diversas atividades – para diferentes faixas etárias – vão abordar os rios da região, em especial o Rio Águeda
Águeda vai ter um Centro de Interpretação do Rio. As obras de adaptação e reabilitação do antigo edifício do Centro de Canoagem e sua zona envolvente já iniciaram, implicam um investimento de 412.753 euros e têm um prazo de execução de 150 dias.
 
“Depois de resolvermos um imbróglio judicial que impediu o seu uso durante quase duas décadas, vamos finalmente implementar este projeto que não só vai transformar positivamente aquela zona, com um espaço criativo e pedagógico, como vai permitir divulgar o imenso e rico património natural que temos no nosso concelho”, disse Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda, acrescentando que esta infraestrutura irá ser uma referência na região na promoção e educação para a ciência e na difusão da importância dos nossos rios.
O grande objetivo deste espaço, que integra o conjunto de ações a implementar no âmbito do projeto LIFE Águeda, é difundir o rio, através da criação de uma exposição permanente e da promoção de atividades para as diversas faixas etárias, explorando tanto o património natural, a biodiversidade, os ecossistemas e os habitats presentes, como a riqueza cultural que lhe está associada, nomeadamente as tradições, os ofícios, engenhos, instrumentos e dinâmicas que se desenvolviam na bacia do Rio Águeda (e algumas que ainda ocorrem).

O Centro de Interpretação do Rio – C-Life tem, assim, uma componente pedagógica muito forte, que permite explorar a ligação entre os ecossistemas naturais e o património cultural e social locais. Para além de abordar as intervenções realizadas no âmbito do projeto LIFE Águeda, o C-Life vai divulgar aspetos como o continuum fluvial (parte acessível aos peixes e que permite a sua circulação no rio), os obstáculos no rio (tipos e funcionalidades dos açudes), biodiversidade do rio, conjunto de peixes nativos, peixes migradores, vegetação autóctone, ações de combate e controlo de espécies invasoras, entre outros temas.

Serão ainda abordados, neste centro, a história do Rio Águeda, a ligação ao povo aguedense (nomeadamente aspetos relacionados com a exploração económica dos recursos fluviais), bem como
as artes de pesca e a pesca sustentável.
 
O Centro de Interpretação do Rio, que será adaptado para poder ser utilizado por pessoas portadoras de mobilidade condicionada, irá contar com três aquários, uma sala polivalente e um mini-auditório, ocupando uma área total de construção de 443 metros quadrados (num terreno com área de 5161 metros quadrados).

Em concreto, no piso 0 serão criadas zonas de vestiários, instalações sanitárias, zona de arrumos e área de acesso ao piso superior. A reorganização pensada permitirá que este piso seja de
funcionamento autónomo, servindo de apoio ao espaço exterior e às atividades que aí possam ser realizadas.

No piso 1 será desenvolvido o núcleo expositivo composto por receção, escritório (sala de apoio) e um percurso/corredor que se caracteriza por um efeito em curva, como se de um rio se tratasse e
onde vão ser criados os aquários. No final, haverá uma sala polivalente, dotada de equipamento multimédia.

Serão ainda arranjados os espaços exteriores, prevendo-se a aplicação, em áreas previamente definidas, de pedra rolada.

Ao investimento da empreitada de construção do Centro de Interpretação do Rio soma-se a aquisição dos aquários e o design de interiores, comportando um investimento total de 531.407 euros.

Refira-se que este equipamento está a ser construído no âmbito da implementação do projeto LIFE Águeda, que visa a (re)naturalização dos troços dos rios Vouga, Águeda e Alfusqueiro, bem como o
restauro dos seus habitats. O Projeto LIFE Águeda tem estabelecida uma parceria entre entidades dos domínios público e privado, com a coordenação por parte do Instituto MARE (Universidade de Évora), integrando o Município de Águeda, o Fluviário de Mora, a Docapesca e a Aqualogus.

Sismo de magnitude 2,6 sentido no concelho de Cascais

O abalo foi sentido com intensidade máxima III (escala de Mercalli modificada) no concelho de Cascais e não causou danos pessoais ou materiais.
Um sismo de magnitude 2,6 na escala de Richter foi hoje sentido no concelho de Cascais, sem causar danos pessoais ou materiais, segundo o IPMA
Em comunicado, o IPMA adianta que o sismo teve o seu epicentro a cerca de 20 quilómetros a oeste-noroeste de Cascais e foi registado pelas 07:40 nas estações da Rede Sísmica do continente.
Este abalo foi sentido com intensidade máxima III (escala de Mercalli modificada)
O nível III da escala de Mercalli significa uma intensidade fraca.

SIC Notícias/JMO

Professores voltam à greve esta segunda-feira: o calendário das paralisações

Os sindicatos que representam o setor reúnem-se esta semana com o ministro da Educação para mais uma ronda de negociações.
Arranca esta segunda-feira mais um período de greve dos professores. Nas próximas semanas, estão previstas paralisações às primeiras aulas do dia em todo o país. Fique a conhecer o calendário de protesto.
Os sindicatos que representam o setor reúnem-se esta semana com o ministro da Educação para mais uma ronda de negociações. Depois de um mês de greves, um acampamento de professores à porta do Ministério e uma manifestação nacional com grande adesão, os professores entendem que ainda não é tempo de parar.
Esta segunda-feira os docentes voltam para a rua para pedir sobretudo respeito e uma escola pública digna. Descontentes com as atuais condições de trabalho, os dois sindicatos convocaram uma nova ronda de greves.
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) vai começar por Lisboa, e depois por ordem alfabética, levará a greve a diferentes distritos.
O STOP vai manter as paralisações às primeiras aulas do dia, para já por tempo indeterminado, mas tudo está dependente da reunião com o ministro da Educação que se realiza na quinta-feira.
A Fenprof assume que caso as negociações corram bem, as greves podem ser canceladas. Até lá mantém-se o calendário com as paralisações a terminarem dia 8 de fevereiro no Porto.
Três dias depois, dia 11, haverá uma nova manifestação, desta vez apenas para professores.
O secretário-geral da Fenprof defende que a terceira ronda negocial deve incluir todos os sindicatos que representam o setor. Em cima da mesa vão estar exigências como a revisão do regime de recrutamento e mobilidade e a contagem de todo o tempo de serviço.

SIC Notícias

domingo, 15 de janeiro de 2023

IPO do Porto apela à dádiva de sangue junto dos jovens

 "Nunca nenhum doente teve o seu procedimento adiado por falta de produto. Mas aumentar os dadores de sangue sobretudo recrutando nas camadas jovens é muito importante", disse Luísa Lopes dos Santos.
O Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto reforçou nesta sexta-feira o apelo à dádiva de sangue dos jovens e à necessidade de angariar dadores de plaquetas, procedimento que pode permitir transfundir um adulto ou até duas ou três crianças.
“É muito importante mantermos os nossos dadores regulares de todas as idades, mas é importante que seja renovando o grupo de dadores regulares, por isso é que pretendemos apelar às camadas jovens”, disse a diretora do serviço de o Serviço de Imuno-Hemoterapia do IPO do Porto.
Em declarações à agência Lusa, Luísa Lopes dos Santos recordou que nesta instituição “é muito necessária a transfusão, quer seja a parte vermelha, quer sejam as plaquetas”, razão pela qual reforçou o apelo às faixas etárias jovens.
“Os nossos doentes consomem muitas plaquetas. Aí interessam-nos muito que as camadas jovens sejam dadoras específicas de plaquetas”, referiu a diretora.
Entre outros serviços, no IPO do Porto existe uma unidade de transplante, bem como uma unidade de tratamento de leucemias, ao que acrescem os doentes que fazem quimioterapia, procedimentos que necessitam de um “stock” regular de plaquetas.
À Lusa, Luísa Lopes dos Santos explicou que “um dador de sangue dá plaquetas mas, para ser eficaz, é necessário juntar quatro ou cinco unidades”.
“E se for um dador específico de plaquetas que é uma dádiva ligada a uma máquina específica uma dádiva permite transfundir um adulto ou até duas ou três crianças”, sublinhou.
Salvaguardando que o IPO do Porto tem neste momento reservas de sangue de todos os tipos e que nunca nenhum procedimento foi adiado por falta de sangue, a diretora do Serviço de Imuno-Hemoterapia reforçou o apelo aos jovens, uma vez que a faixa etária que tradicionalmente menos dá sangue é a dos 18 aos 24 anos.
“Temos um bocadinho menos de grupos negativos. Mas não temos nenhum constrangimento. Nunca nenhum doente teve o seu procedimento adiado por falta de produto. Mas aumentar os dadores de sangue, sobretudo recrutando nas camadas jovens, é muito importante”, frisou.
A dádiva de plaquetas exige os mesmos critérios da dádiva de sangue, mas os dadores podem fazer o procedimento de mês a mês. Trata-se de uma dádiva em que não exige uma reposição das proteínas e células sanguíneas tão demorada.
A dádiva de plaquetas demora 40 minutos a uma hora e um dador regular de sangue pode ser dador de plaquetas.
Atualmente, a faixa etária que mais dá sangue no IPO do Porto é a de entre os 25 e os 44 anos, seguindo-se a dos 45 aos 65. A faixa etária dos 18 aos 24 é a mais pequena.
Luísa Lopes dos Santos admitiu que existem meses mais críticos em termos de reservas: “há meses de maior procura dos serviços, (que são) os de verão e dezembro. Depois, janeiro e fevereiro normalmente são mais parcos em dadores”.
O horário para dádiva de sangue no IPO do Porto é de segunda a sexta-feira, das 08h30 às 19h00, ou aos sábados, das 08h30 às 12h00. O estacionamento para dadores de sangue é gratuito.
Na terça-feira, o Instituto Português do Sangue (IPST) reforçou o apelo à dádiva, lembrando que os meses de janeiro e fevereiro “são os mais críticos” e que uma dádiva de sangue pode salvar a vida a três pessoas.
Em declarações à agência Lusa, a presidente do IPST, Maria Antónia Escoval, explicou que nestes meses há sempre uma diminuição das dádivas, “por um lado, por causa das infeções respiratórias, por outro, por causa das condições atmosféricas, que condicionam bastante a disponibilidade dos potenciais dadores se deslocarem aos locais de colheita”.
“Se pensarmos que uma dádiva de sangue pode salvar até três pessoas, é um gesto de extraordinária solidariedade“, referiu.
Fonte: https://observador.pt/2023/01/13/ipo-do-porto-apela-a-dadiva-de-sangue-junto-dos-jovens/

Cantanhede | ALBERTO ABRANTES VOLTA A SER RECORDADO PELA SOCIEDADE COLUMBÓFILA

 

Na passagem do décimo segundo aniversário do falecimento do Presidente Honorário Alberto Abrantes, a Direcção Geral da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, para recordar o maior vulto da sua história, promoveu ao longo de uma semana um conjunto de iniciativas que perpetuará no futuro, a memória daquele que mais trabalhou para o progresso associativo conhecido naquela Associação, o “eterno” Presidente Alberto Abrantes.

Ao longo da semana, através da sua rede social, na rubrica “RECORDAR PARA CONTINUAR” foi diariamente, publicada uma pequena retrospetiva biográfica do percurso de Alberto Abrantes na Sociedade Columbófila, acompanhada por algumas imagens marcantes da sua actividade naquela Associação.

Coincidindo com a data do seu falecimento no Hospital Universitário de Coimbra, em 15 de janeiro de 2011, contando com a presença de familiares, dirigentes, sócios e amigos, decorreu no Cemitério Municipal uma pequena mais muito significativa homenagem ao eterno Presidente Alberto Abrantes.

Lusitano Espinhal, Presidente do Conselho Fiscal e companheiro do homenageado, com quem delineou a bordo do Niassa, a estratégia a implementar na década de 70, na Sociedade Columbófila, em momento muito emotivo, recordou o amigo e companheiro, referindo nas suas breves palavras a imensa dedicação que o homenageado ao longo dos mais de 40 anos deu aquela Associação e que são um marco ímpar no associativismo local e nacional, reafirmando por último, o compromisso de se continuar a sua obra em prol do progresso associativo do concelho de Cantanhede.

Após decorrido um momento de silêncio e para terminar esta homenagem Lusitano Espinhal e Lurdes Silva colocaram na sepultura de Alberto Abrantes uma coroa de flores.

Para além desta cerimónia que retomou a presença dos amigos de Alberto Abrantes, foi no dia anterior igualmente recordada, a sua pessoa, na celebração da missa, que ocorreu na Igreja Matriz de Cantanhede.

Ainda para perpetuar a sua memória, a Direcção Geral em colaboração com a sua Secção de Columbofilia, vai voltar a instituir a Taça d’ Honra “Alberto Abrantes”, que será disputado pelos associados concorrentes na Campanha Desportiva, que irá decorrer durante este ano.

“… a nossa obra é também de todos…”

Alberto Abrantes – Setembro de 1975


PATINAGEM ARTÍSTICA CONSOLIDADA NO CONCELHO DE CANTANHEDE


Após consolidado os trabalhos da implementação da patinagem artística na Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, contando para esse efeito, com a disponibilidade e colaboração do Município de Cantanhede, as actividades da novel Secção, estão devidamente programados, decorrendo os treinos dos atletas, de grau competitivo avançado, que irão ao longo do ano competir nas variantes de patinagem artística individual (Patinagem Livre), em pares (Pares Artísticos) e em Show e Precisão (Quarteto e Grupo Pequeno), em campeonatos nacionais e em provas internacionais, embora nesta variante, a participação será apenas, em Show e Precisão.

Lurdes Silva, Presidente da Direcção Geral e Magda Silva, tem vido a trabalhar com Mariana Veloso, técnica responsável pelo trabalho já desenvolvido, encontrando-se em fase adiantada a inscrição na APC - Associação de Patinagem de Coimbra e a confeção dos fatos oficiais e vestuário complementar, contando também, com a colaboração dos familiares dos atletas que tem dado o seu contributo na consolidação destes trabalhos, nesta fase inicial.

Paralelamente e tendo em conta que a patinagem artística é uma modalidade desportiva onde, patinadores individuais, em pares ou em grupos conjugam em harmonia, a técnica, a precisão, o equilíbrio, a proeza e a estética, em sintonia com a música, tudo isto sobre patins de rodas paralelas, a Secção de Patinagem e os seus responsáveis técnicos, acolhem para iniciar este trabalho, crianças a partir dos 3 anos.

Com o objectivo de alcançar um crescimento gradual do número de praticantes nas aulas de aprendizagem da modalidade e tendo em conta que se trata de uma modalidade de grande alcance artístico e que carece de equipamentos muito específicos, a Direcção Geral em colaboração com os técnicos, proporciona a todas as crianças, jovens e seniores, participarem em aulas experimentais, disponibilizando os equipamentos técnicos necessários a esta modalidade, decorrendo as referidas aulas de aprendizagem, que permitirão iniciar a prática da modalidade, às terças-feiras das 21h30 às 22h15 e aos sábados, das 10h00 às 11h30.

Qualquer informação estará disponível, nos serviços administrativos da Sociedade Columbófila, ou através dos telefones 231423186 e 963784373.

Aviso à população - Tempo frio

 1. SITUAÇÃO
Situação Meteorológica:

De acordo com a informação do IPMA, prevê-se para os próximos dias tempo frio e precipitação, salientando-se:
− Uma descida significativa da temperatura a partir de amanhã, domingo, dia 15 de janeiro;
− A intensificação do vento de quadrante Leste, soprando mais intenso nas terras altas;
− Precipitação persistente, por vezes forte, no Minho e Douro Litoral na segunda-feira, dia 16 de janeiro;
− Queda de neve nas terras altas e, eventualmente, a cotas médias (600-800 metros), a partir de terça-feira, dia 17 de janeiro;
− Formação de gelo e geada, em especial no interior a partir do dia 17 de janeiro;
− Desconforto térmico elevado devido à descida da temperatura mínima e aumento da intensidade do vento;
− Aumento gradual da agitação marítima a partir do dia 16, com agravamento progressivo.
A queda de neve afetará também o território Espanhol, com maior incidência na cordilheira Cantábrica, Ibérica Norte e Pirenéus.
Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt
2. EFEITOS EXPECTÁVEIS

Face ao quadro meteorológico previsto, poderão ocorrer os seguintes efeitos:
− Intoxicações por inalação de gases, devido a inadequada ventilação, em habitações onde se utilizem aquecimentos com lareiras e braseiras;
− Incêndios em habitações, resultantes da má utilização de lareiras e braseiras ou de avarias em circuitos elétricos;
− Necessária especial atenção aos grupos populacionais mais vulneráveis, crianças, idosos e pessoas portadoras de patologias crónicas e população sem-abrigo.
− Piso escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;
− Aumento do risco associado ao tráfego rodoviário, quer pela queda de neve nas vias, quer pela formação de gelo;
− Danos em estruturas montadas ou suspensas;
− Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;
− Possíveis acidentes na orla costeira;
− Instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, podendo ser potenciados pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais, ou por artificialização do solo.

3. MEDIDAS PREVENTIVAS

O Serviço Municipal de Proteção Civil da Marinha Grande recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados:
A nível da proteção individual:
− Evitar a exposição prolongada ao frio e às mudanças bruscas de temperatura;
− Manter o corpo quente, através do uso de várias camadas de roupa, folgada e adaptada à temperatura ambiente;
− Proteger as extremidades do corpo (usando luvas, gorro, meias quentes e cachecol) e calçado quente e antiderrapante;
− Ingerir sopas e bebidas quentes e evitar bebidas com álcool, que proporciona uma falsa sensação de calor; − Os trabalhadores que exerçam a sua atividade no exterior, devem utilizar vestuário e calçado adequados e evitar esforços excessivos resultantes dessa atividade;
− Acautelar a prática de atividade física no exterior, prestando atenção às condições do piso para evitar quedas;
− Reforçar o apoio e a atenção aos grupos mais vulneráveis (crianças nos primeiros anos de vida, doentes crónicos, pessoas idosas ou em condição de maior isolamento, trabalhadores que exerçam atividade no exterior e pessoas sem abrigo).

A nível da proteção coletiva:
− Especial atenção aos aquecimentos com combustão (ex.: braseiras e lareiras), que podem causar intoxicação devido à acumulação de monóxido de carbono e levar à morte; − Assegurar uma adequada ventilação das habitações, quando não for possível evitar o uso de braseiras ou lareiras;
− Evitar o uso de dispositivos de aquecimento durante o sono, desligando sempre quaisquer aparelhos antes de se deitar;
− Não sobrecarregar tomadas e/ou extensões elétricas;
− Redobrar os cuidados durante a condução de veículos, especialmente em locais onde se forme gelo na estrada, adotando uma condução defensiva;
− Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
− Consultar a informação meteorológica e rodoviária sempre que as deslocações sejam mais prolongadas e/ou para locais fora das rotas de circulação usuais;
− Contemplar a colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que exista a possibilidade de circular nas áreas atingidas pela queda de neve;
− Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
− Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
− Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;
− Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
− Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

Acompanhe também as recomendações (cuidados a ter com o frio) da Direcção-Geral da Saúde em www.dgs.pt.