sexta-feira, 10 de março de 2023

Música | TOMARA | Novo álbum "Avalanche"

 "Avalanche", o novo álbum de TOMARA, marca a estreia do músico na escrita de canções em Português.  Inclui os singles "Ao Sol", "A Velha Canção" e o novo "Avalanche".

Ao vivo, no Porto, dia 2 de Abril, e, em Lisboa, dia 11

  1. Avalanche
  2. Ave Negra
  3. Ao Sol
  4. Dias a Mais
  5. A Velha Canção
  6. A Revessa
  7. Amor Perfeito
  8. REM
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O álbum “Avalanche” marca o regresso de TOMARA a.k.a Filipe C. Monteiro às edições discográficas, depois de em 2017 ter publicado “Favourite Ghost”, o seu disco de estreia. TOMARA iniciou a divulgação de “Avalanche” no Verão passado com a edição do single “Ao Sol”, dando sequência à descoberta das suas criações, no Outono, com “A Velha Canção”. Os singles iniciais, passados que estão cerca de 5 anos desde as últimas novidades, evidenciam desde logo uma mudança na escolha da língua – se no seu anterior trabalho o inglês era a base das suas letras, já “Avalanche” foi escrito em Português.
 
Cantar em português confere assertividade às canções, já que me incita a um discurso directo e significativo. Foi um passo importante e algo quase paradoxal. Durante a pandemia, numa altura em que globalmente estávamos unidos e síncronos, senti a urgência de falar com quem estava mais perto. Só me fez sentido escrever em português.
 
Ainda, uma evolução na sonoridade, com a introdução de elementos associados à estética electrónica, não se desvinculando da folk e do som da guitarra, o seu instrumento de origem. Também um reforço na componente rítmica, conjugando com habilidade as batidas virtuais com a bateria de Nuno Sarafa, músico convidado neste novo disco.
 
É um disco assertivo, com nervo e com uma pulsação segura. Mantenho o olhar contemplativo, que me define enquanto autor, mas vou perdendo o pudor de assumir que tenho nas mãos o dom de mudar o que não me faz sentido.

A par dos temas entretanto publicados e que têm ecoado na rádio nacional, o repertório de “Avalanche” é bastante coeso na estética sonora que TOMARA quis explorar - os beats e a electrónica emergem na paisagem onírica e melancólica criada pelas guitarras, pedal steel e synths, conferindo-lhe uma nova arquitectura, mais pulsante e definida. A abertura do disco com o tema título dirige o ouvinte no sentido de se disponibilizar para uma viagem ao imaginário deste projecto. A destacar ainda “Dias a Mais”, “A Revessa” ou “Ave Negra”, este último com letra partilhada com Márcia. Com uma forte componente visual no seu trabalho, Filipe C. Monteiro convidou o designer José Mendes (josemendes.me) para a concepção do artwork, sendo o resultado um objecto de rara criatividade e bom gosto.

"Avalanche" ao Vivo
As apresentações oficiais de “Avalanche” têm lugar a 2 e 11 de Abril, no Porto e em Lisboa, no Novo Ático e no Teatro Maria Matos, respectivamente, com bilhetes entre 12€ e 15€. Para a passagem a palco de “Avalanche”, Filipe C. Monteiro concebeu um objecto visual de intensa dinâmica que conjuga a sonoplastia com imagens e movimentos luminotécnicos, provocando no público uma experiência sensorial de que as suas canções são o fio condutor.

Ainda antes destes concertos, TOMARA aproveitará o mês de Março para um conjunto de showcases em parceria com a FNAC, uma oportunidade para, em proximidade com o público, contar um pouco da génese de “Avalanche”:
​10 Março | FNAC Chiado | 18:30
11 Março | FNAC Aveiro | 17h
11 Março | FNAC NorteShopping | 21:30h
12 Março | FNAC Sta Catarina | 16:30
21 Março | FNAC Almada | 18:30
01 Abril | FNAC Colombo | 16h
02 Abril | Novo Ático (Porto)
11 Abril | Teatro Maria Matos (Lisboa)

Sobre TOMARA

TOMARA é o nome que Filipe C. Monteiro escolheu para o seu projecto individual. Músico, produtor e realizador, colaborou com diversos artistas (Sérgio Godinho, Luísa Sobral, Da Weasel, Márcia, The Legendary Tigerman, David Fonseca, Rita Redshoes, António Zambujo, Carlão e tantos outros) realizando videoclips, documentários ou até mesmo a componente cénica dos seus concertos. Como músico, participou em trabalhos de estúdio e ao vivo de Deolinda, Samuel Úria e Carminho: co-produziu os discos de Rita Redshoes “Golden Era” e “Lights & Darks". Desde 2013 que é músico e co-produtor de Márcia, tendo colaborado nos discos “Casulo”, “Quarto Crescente”, “Vai e Vem” e “Picos e Vales”. No final de 2017, assinou o seu primeiro trabalho sob o nome TOMARA. “Favourite Ghost” foi elogiado pela crítica, tendo integrado várias listas de “melhores discos do ano”. Os singles “Coffee and Toast” e “For no Reason” figuraram em inúmeras playlists e tops de rádios nacionais.

Assessoria de Imprensa
Sonia Ramos


Proença-a-Nova | Projeto “As pessoas e o fogo” discutiu resultados finais da investigação

 

A conferência final do projeto “As Pessoas e o Fogo – reduzir o risco | conviver com o risco” realizou-se no dia 3 de março no Instituto de Ciências Sociais, em Lisboa, numa iniciativa que contou com a presença dos vários investigadores que, entre 2019 e 2022, desenvolveram a metodologia de trabalho prevista na área geográfica ocupada pelos 20 concelhos do Pinhal Interior. Este projeto, do Instituto Superior de Agronomia, Instituto de Geografia e Ordenamento do Território e Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, tem por objetivo principal desenvolver e testar um novo quadro analítico que apoie o desenvolvimento e avaliação de novas políticas de gestão florestal centradas nas pessoas para reduzir o risco de incêndio.
Para além de duas sessões de trabalho dinamizadas junto de representantes de associações e outras entidades dos concelhos de Proença-a-Nova, Figueiró dos Vinhos, Oliveira do Hospital e Vila de Rei, foram ainda realizados 116 inquéritos aos presidentes das 121 juntas de freguesia do Pinhal Interior, 497 inquéritos a proprietários florestais, 200 inquéritos a agricultores e 386 inquéritos aos residentes de 15 freguesias. Analisadas as respostas, os resultados finais foram divididos em duas áreas: uma sobre as comunidades, com respostas, estratégias e obstáculos; outra sobre as políticas, abordando temas como a gestão florestal, a economia e a propriedade da terra.
João Lobo, presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova, foi um dos oradores na sessão dedicada às comunidades, traduzindo preocupações que foram abordadas nos inquéritos como a falta de limpeza/manutenção, o abandono e despovoamento e a falta de ordenamento da floresta. “O que é que falha? Falhamos nós enquanto sociedade nas políticas públicas ao longo do tempo que não conseguiram traduzir no ordenamento do território uma condição de termos a gestão e organização do território”, adiantou o autarca que apontou ainda a falta de financiamento. Na sua perspetiva, “os territórios são abandonados porque não geram riqueza para os seus proprietários”: uma solução seria alocar alguns dos milhões utilizados no combate aos incêndios florestais à gestão e ordenamento do território, até para apoiar o sector primário, fundamental para atrair e fixar pessoas.
Neste painel foi apresentado o regulamento municipal que o Município criou para reconversão de áreas florestais em áreas agrícolas nas faixas de gestão de combustível em redor dos aglomerados populacionais como um dos projetos implementados como resposta da comunidade aos incêndios florestais de 2017 no Pinhal Interior. Depois da Mó, a primeira aldeia a aderir a este regulamento, foram várias as localidades que implementaram este Regulamento - ou o Condomínio de Aldeia - que partilha dos mesmos princípios.
João Lobo deixou ainda a preocupação com a demografia que, na sua perspetiva, é o grande desafio com que os territórios de baixa densidade têm de lidar para a sua sobrevivência e onde entroncam todos os restantes desafios levantados pelo desordenamento da floresta e pelos incêndios florestais. Por último adiantou que “tem que passar pela educação da mudança de atitude e mentalidades para a gestão e ordenamento para alcançarmos a floresta que queremos”.
Mais informações disponíveis em: https://pessoasefogo.wordpress.com/divulgacao/eventos/

Silves | INTERRUPÇÃO DE FORNECIMENTO DE ÁGUA NO DIA 14 DE MARÇO NA URBANIZAÇÃO DO VALE DO OLIVAL ENTRE AS 09H00 E AS 13H00

 A Câmara Municipal de Silves informa que, devido à necessidade de execução de trabalhos na rede de abastecimento de água, no âmbito da empreitada “Repavimentação de arruamentos na Urbanização Vale do Olival”, o fornecimento de água será interrompido na Urbanização do Vale do Olival, na freguesia de Armação de Pêra, entre as 09h00 e as 13h00.
Serão tomadas todas as diligências para que os trabalhos decorram de forma célere e eficiente, pelo que a autarquia agradece a melhor compreensão dos munícipes e utentes do sistema pelos transtornos causados.
Para esclarecimento de qualquer dúvida ou obtenção de informações adicionais a Câmara Municipal disponibiliza o seguinte contacto telefónico do Piquete de Águas: 282 440 860.

Silves | INSCRIÇÕES PARA A 2.ª EDIÇÃO DO PRÉMIO NACIONAL LITERÁRIO JOÃO DE DEUS DECORREM ATÉ DIA 8 DE MAIO

 A 2.ª edição do Prémio Nacional Literário João de Deus foi apresentada no dia 8 de março, em São Bartolomeu de Messines. A iniciativa, promovida pelo Município de Silves e a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo “Terras do Arade”, é dedicada, nesta edição, à Literatura Infantil e Juvenil. As candidaturas decorrem até ao dia 8 de maio de 2023.
Podem candidatar-se autores nacionais ou estrangeiros, a residir em Portugal, maiores de 18 anos, que apresentem uma obra editada em livro, em língua portuguesa, cuja primeira edição tenha ocorrido nos anos 2021-2022, nos géneros prosa, poesia, dramaturgia ou livro ilustrado.
Luísa Ducla Soares (uma das mais relevantes escritoras portuguesas na área da Literatura Infantil); Ana Maria Magalhães (escritora de livros infanto-juvenis há mais de 30 anos, entre os quais a coleção Uma Aventura); e Rui Marques Veloso (antigo professor adjunto da Escola Superior de Educação de Coimbra, investigador no domínio da Literatura Infantil e fundador da Associação para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil) foram as três personalidades convidadas para integrar o júri deste prémio, a quem caberá o difícil trabalho de avaliar as obras a concurso.
O autor vencedor da edição de 2023 Prémio Nacional Literário João de Deus, que pretende impulsionar e reconhecer os escritores que tenham desenvolvido a sua carreira literária no âmbito do livro para crianças e jovens, receberá um prémio no valor pecuniário de dez mil euros, em cerimónia a realizar em março de 2024, no âmbito das comemorações do 194.º aniversário do poeta e pedagogo messinense.
O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis para consulta e download no portal Município de Silves em https://www.cm-silves.pt/pt/destaques/9865/inscricoes-para-a-2-edicao-do-premio-nacional-literario-joao-de-deus-decorrem-ate-dia-8-de-maio.aspx.
Relembramos que o Prémio Nacional Literário João de Deus é uma iniciativa, bianual, que pretende honrar a memória deste insigne escritor nascido em São Bartolomeu de Messines (cuja obra representa um património da mais elevada importância para a cultura regional e nacional), e, simultaneamente, fomentar e incentivar a produção e a criação literária em língua portuguesa, premiando, em cada edição, e de forma alternada, diversas categorias literárias. Na sua 1.ª edição, realizada em 2021, dedicada ao género Poesia, foi vencedora a obra “Frentes de Fogo”, de A.M. Pires Cabral. 
 
JÚRI DO PRÉMIO NACIONAL LITERÁRIO JOÃO DE DEUS 2023
Luisa  Ducla Soares
Luísa Ducla Soares nasceu a 20 de julho de 1939, em Lisboa. Licenciada em Filologia Germânica, pela Universidade Clássica de Lisboa, é considerada uma das mais relevantes escritoras portuguesas na área da Literatura Infantil.
Iniciou a sua atividade profissional como tradutora, consultora literária e jornalista, tendo sido diretora da revista de divulgação cultural Vida. Foi colaboradora de diversos jornais e revistas, tendo-se estreado com o livro de poemas Contrato, em 1970; tendo, igualmente estado ligada ao grupo da revista Poesia 61 – que pretendia fundar em Portugal uma escola poética.
Nos anos 70 foi Adjunta do Gabinete do Ministro da Educação e trabalhou cerca de 30 anos na Biblioteca Nacional, onde, para além de ter iniciado a sua atividade, desenvolveu uma bibliografia da literatura para crianças em Portugal; tendo, ainda sido assessora principal desta instituição e responsável pela Área de Informação Bibliográfica.
Dedicada especialmente à literatura para crianças e jovens, publicou mais de uma centena de obras neste domínio, tendo muitos dos seus poemas sido musicados (por Suzana Ralha, Daniel Completo, João Portugal, Óscar Ribeiro e outros compositores) e editados em CD.
É sócia fundadora do Instituto de Apoio à Criança tendo, no mandato do Presidente Jorge Sampaio, sido responsável por todos os sites da Presidência da República para crianças e jovens.
Diversas publicações seletivas da literatura infantil nacional e internacional têm sido elaboradas por si para o Instituto Português do Livro e das Bibliotecas e para o Ministério da Educação. Participa frequentemente em colóquios e encontros; desenvolvendo, regularmente, junto de escolas e bibliotecas, ações de incentivo à leitura.
Tem recebido diversas distinções e galardões, entre os quais o prémio Octogone (1980); o Prémio Calouste Gulbenkian para o melhor livro (biénio 1984-85), com 6 Histórias de Encantar; o Grande Prémio Calouste Gulbenkian pelo conjunto da sua obra (1996); e a Medalha de Honra da Sociedade Portuguesa de Autores (em 2009).
Em 2004 foi escolhida pela Secção Portuguesa do IBBY (International Board on Books for Young People) como candidata ao Prémio Hans Christian Andersen; tendo, em 2010, sido proposta pela DGLB como candidata de Portugal ao Prémio Ibero-Americano SM de Literatura Infantil e Juvenil; e em 2018 e 2020 como candidata ao prémio sueco ALMA.
 
Ana Maria Magalhães
Nasceu em 1946, em Lisboa. Licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Iniciou, em 1969, a sua carreira como professora de Português e História no ensino preparatório, tendo mantido uma carreira docente muito ativa. Em 1982 tornou-se escritora de livros infanto-juvenis, ano que marcou o lançamento da coleção Uma Aventura, que escreve até hoje, em parceria com Isabel Alçada. As duas escritoras lançaram, ainda, em 2017, Quem É Esta Gente nos Painéis de São Vicente?, obra publicada pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda, e que se centra no processo de criação dos painéis de São Vicente de Fora, pelo pintor quatrocentista Nuno Gonçalves. Em 2019, publicaram a biografia Sophia de Mello Breyner Andresen. Quem Era Sophia?, da coleção Grandes Vidas Portuguesas, uma coedição Pato Lógico/Imprensa Nacional.
 
Rui Marques Veloso
Antigo professor adjunto da Escola Superior de Educação de Coimbra, Rui Marques Veloso iniciou a sua vida profissional há cerca de 50 anos, grande parte dela dedicada à formação de professores e à investigação no domínio da Literatura Infantil. Tem realizado numerosas palestras e conferências em Portugal e no estrangeiro. Para além de publicar um sem número de artigos da especialidade e concretizado trabalho de consultoria, colabora, regularmente, com outras instituições do Ensino Superior e com o Ministério da Educação.
É fundador da APPLIJ (Associação para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil/ secção portuguesa do IBBY) e membro efetivo do IRSCL (International Research Society for Children`s Literature).
 

Penélope Clarinha apresenta exposição “Em trânsito” na vila medieval de Monsaraz

 A Igreja de Santiago, na vila medieval de Monsaraz, vai receber de 11 de março a 7 de maio a exposição de pintura “Em trânsito”, de Penélope Clarinha. A artista apresenta 28 obras em acrílico sobre tela e óleo sobre tela, que podem ser apreciadas diariamente das 9h30 às 12h30 e entre as 14h e as 17h30.
 
Sobre a exposição, Penélope Clarinha refere que é “um conjunto de trabalhos em trânsito, que fazem uma viagem do presente para o passado, das cores vivas para as mais esbatidas, dos que estão bem vivinhos para aqueles que estavam muito descansados nos seus retratos, longe de imaginarem o que ainda lhes havia de acontecer. Peço assim que apertem o cinto de segurança, que esta viagem de marcha atrás vai agora começar”.
Penélope Clarinha mostra em Monsaraz vários autorretratos, pintados antes da pandemia de covid-19, tendo depois começado a utilizar outros rostos. A artista diz ainda que “pintar é uma inquietação, é uma montanha russa, o que me diverte são as situações do quotidiano, desde inusitadas, com um pouco de malandragem aqui, absurda ali, tudo isto inserido num universo anacrónico, de interiores onde a imagem estática surge como dinâmica, uma cena teatral onde algo está para acontecer, mas não sabemos exatamente o quê e quais as consequências”.
A primeira exposição de Penélope Clarinha aconteceu em 2002 e desde esse ano tem apresentado os seus trabalhos em mostras coletivas e individuais em Portugal, Espanha e Macau.




 Carlos Manuel Barão
 

INTERRUPÇÃO DE FORNECIMENTO DE ÁGUA NO DIA 14 DE MARÇO NO CERRO DAS TAIPAS, LADEIRA DA BERNARDA, BARROCAL, JOINAL, CARRASQUEIRA, MOURICÃO, CALVOS E MONTE BRANCO ENTRE AS 05H00 E AS 10H00

 A Câmara Municipal de Silves informa que, devido à necessidade de execução da campanha de higienização do reservatório de água, o fornecimento de água será interrompido no Cerro das Taipas, Ladeira da Bernarda, Barrocal, Joinal, Carrasqueira, Mouricão, Calvos e Monte Branco, na freguesia de São Bartolomeu de Messines, entre as 05h00 e as 10h00.
Serão tomadas todas as diligências para que os trabalhos decorram de forma célere e eficiente, pelo que a autarquia agradece a melhor compreensão dos munícipes e utentes do sistema pelos transtornos causados.
Para esclarecimento de qualquer dúvida ou obtenção de informações adicionais a Câmara Municipal disponibiliza o seguinte contacto telefónico do Piquete de Águas: 282 440 860.

Câmara de Anadia requalifica edificio do antigo SLAT de Sangalhos

A Câmara de Anadia está a avançar com os trabalhos de requalificação do antigo Edifício dos Serviços de Antituberculosa (SLAT) de Sangalhos, uma vez que o edifício apresenta várias anomalias estruturais que carecem de manutenção. Um investimento municipal que ronda os 60 mil euros.
O projeto prevê a reparação do telhado, a substituição das janelas por caixilharias em alumínio. Está ainda contemplada uma revisão geral da rede elétrica, com substituição de todas as lâmpadas para LED’s, e também a execução da rede ITED.
Além da instalação de uma caixa multibanco, pretende-se que o edifício seja também convertido num espaço dedicado ao associativismo e formação.
Recorde-se que as obras decorrem, no âmbito do acordo de transferência de competências de gestão de património imobiliário público que o Município de Anadia celebrou com o Estado Português, através da Direção Geral do Tesouro e Finanças.