terça-feira, 5 de agosto de 2025

Cantanhede | No âmbito da geminação com o município francês. Presidente da Câmara Municipal recebeu autarcas de Alfortville

 
A presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio, recebeu na passada sexta-feira o vice-presidente do Município de Alfortville (França), Julien Boudin, responsável pelas áreas da Educação, Finanças, Comunicação, Recursos e Academia de Saberes Populares. Acompanhado pela sua comitiva, o autarca francês encontra-se de visita à EXPOFACIC – Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Cantanhede.
Julien Boudin aproveitou a ocasião para expressar o seu profundo agradecimento pela hospitalidade com que a comitiva de Alfortville foi recebida em Cantanhede e destacou a experiência proporcionada pela visita, sublinhando o forte espírito de cooperação entre os dois municípios.
Na receção, os autarcas de Cantanhede e Alfortville abordaram diversos mecanismos para aprofundar a geminação e fortalecer a cooperação. Foram discutidas iniciativas que abrangem várias áreas, nomeadamente os setores social, cultural e desportivo, com o objetivo de promover intercâmbios mais frequentes e projetos conjuntos que beneficiem as comunidades locais.
Julien Boudin formalizou o convite para que representantes do Município de Cantanhede marquem presença nas celebrações dos 25 anos da geminação com Alfortville, a realizar-se no próximo dia 8 de dezembro.
Helena Teodósio deixou o seu compromisso de constituir uma comitiva para visitar este município francês, que integre elementos das forças vivas locais, reforçando, assim, o compromisso contínuo de ambas as partes em manter viva a dinâmica e parceira estabelecida há um quarto de século.
“A geminação entre municípios é na sua essência um instrumento de diplomacia local, de solidariedade entre povos e de construção de pontes duradouras entre territórios e culturas. Neste domínio como em outros, o caminho faz-se caminhando e nós vamos com certeza encontrar mecanismos para intensificar o diálogo, estabelecer novas metas de intercâmbio e trabalhar em conjunto para que as nossas comunidades venham a colher mais benefícios do relacionamento institucional que mantêm desde há décadas”, referiu a autarca.
Localizada nos arredores da capital Paris, Alfortville tem uma área de apenas 3,67 quilómetros quadrados, e destaca-se pela sua elevada densidade populacional, ultrapassando os 12 mil habitantes por quilómetro quadrado.
De acordo com os dados oficiais do INSEE (Institut national de la statistique et des études économiques), em 2010, Alfortville contava com cerca de 44.446 habitantes.


Marinha Grande | ATRIZ SÓNIA BALACÓ VAI ESTAR À CONVERSA EM SÃO PEDRO DE MOEL

O Edifício Cosmos Azul & Mar, em São Pedro de Moel, vai acolher na próxima sexta-feira, 8 de agosto de 2025, a partir das 22h00, mais uma iniciativa do programa de animação de verão promovido pelo Município da Marinha Grande.
Desta vez, a proposta é literária: “Livros em Boa Companhia” com Sónia Balacó. A atriz e autora estará presente para uma conversa informal sobre a sua obra “Rosa – da prosa à poesia”, num momento que promete conjugar literatura, partilha e reflexão em ambiente descontraído e intimista.

A entrada é gratuita, sujeita à lotação da sala, e não requer inscrição prévia.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Menos candidaturas, menos futuro


A Federação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico (FNAEESP) manifesta a sua preocupação relativamente aos atuais números de candidatos para o Ensino Superior no ano letivo 2025/2026.

Ao longo destes últimos dias, a FNAEESP tem vindo a acompanhar o número de candidaturas diárias à primeira fase do concurso nacional de acesso e ingresso no ensino superior público. Posto isto, os dados mais recentes da DGES revelam uma diminuição acentuada do número de candidatos, refletindo em menos 9046 (cerca de -15%) candidaturas comparativamente ao ano passado.
A FNAEESP reconhece que o decréscimo verificado no número de candidaturas ao Ensino Superior está fortemente associado a duas causas estruturais: por um lado, ao atual número de exames obrigatórios necessários para o ingresso ao ensino superior (a obrigatoriedade do exame de português); por outro lado, aos elevados custos de frequência, com destaque para as despesas de alojamento, alimentação e transportes, que se constituem como uma barreira ao acesso.

A estes fatores soma-se ainda a preocupação criada pelas afirmações do Ministro da Educação, que manifestou a intenção de descongelar o valor da propina, lançando um clima de incerteza e receio entre as famílias, que temem não conseguir suportar os custos inerentes à frequência de um estudante no ensino superior.

Perante este cenário, a FNAEESP considera imperativo que o Ministério da Educação, Ciência e Inovação reformule as políticas de acesso ao ensino superior, de forma a atrair novos públicos, incluindo gerações mais velhas e grupos economicamente desfavorecidos. É fundamental revogar a obrigatoriedade do exame de português, proporcionando uma maior flexibilidade aos candidatos na escolha das provas de ingresso adequadas aos seus perfis e aos cursos que se candidatam. É igualmente necessário tornar obrigatório a realização de exames apenas para efeitos de provas de ingresso, simplificando o processo e focando-o na avaliação das competências essenciais.

O acesso ao ensino superior não deve ser um privilégio reservado a poucos, mas um direito efetivamente garantido a todos os indivíduos com vontade e capacidade para aprender, pois o acesso é a chave que abre portas para a justiça social e o progresso do país. Cabe, por isso, ao Estado e às instituições assegurar políticas que promovam a igualdade de oportunidades e valorizem a formação científica, técnica e humanista de que Portugal precisa para crescer de forma equitativa e sustentável.

*fnaeesp.pt
Federação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico

Opinião - Afonso III, o rei que ouviu os "autarcas" da época

 A poucos meses das eleições autárquicas, é importante lembrar que o municipalismo português não nasceu com o 25 de Abril nem é um exclusivo da democracia contemporânea. As suas raízes são fundas, medievais, e um dos seus maiores impulsores foi precisamente um rei do século XIII: Afonso III. Foi ele quem, em 1254, nas Caldas da Rainha, tomou a inédita decisão de convocar Cortes para ouvir os “homens bons” dos concelhos — os autarcas da época — sobre uma medida sensível: a quebra da moeda.
O rei tinha poder absoluto. Mas preferiu escutar. Discutiu com os representantes populares e, perante os seus argumentos, recuou. Cedeu à vontade dos concelhos. Este momento marcou a história política do país e consagrou uma prática de consulta e participação popular que se tornaria marca identitária da governação portuguesa ao longo dos séculos. Portugal era, de facto, uma vanguarda: só Afonso VII de Leão e Castela, avô de Afonso III, fizera algo semelhante, tornando ambos os primeiros monarcas da Europa a ouvir o povo em Cortes — um feito que nem os reis ingleses se atreveram a imitar na época.
D. Afonso III foi muito mais do que o último conquistador do Algarve. Filho de D. Afonso II e irmão de D. Sancho II, ficou para a história como um dos monarcas mais visionários da Idade Média europeia. O seu percurso singular começa ainda em França, onde cresceu na corte da rainha Vitória, educado pelos melhores pedagogos do tempo, entre os quais se destaca Jean de Joinville, e na companhia de Luís IX, seu amigo íntimo de infância, que viria a ser canonizado como São Luís. Foi neste ambiente refinado que Afonso se destacou como homem culto e corajoso, ganhando fama de herói ao participar em várias campanhas militares e distinguindo-se na frente de batalha em França, como um guerreiro temido que derrotava inimigos corpo a corpo.
Os contactos diplomáticos e o prestígio que conquistou entre a elite europeia — em contraste com o descrédito em que caíra o seu irmão, D. Sancho II, apaixonado e desligado dos deveres régios — prepararam o caminho para a sua aclamação em Portugal, com o apoio do Papa e da alta nobreza. D. Sancho II não deixou descendência, e a alternativa natural foi o seu irmão Afonso, homem respeitado além-Pirenéus e com sólida rede de alianças internacionais.
Após conflitos com o irmão e já com o apoio do poder eclesiástico, Afonso III assumiu o trono português com uma visão de Estado profundamente reformadora. Reorganizou o território em comarcas, acelerou a emissão de forais, estruturou uma administração mais eficaz e alterou os símbolos da bandeira nacional — que, com castelos e quinas, perduram até hoje como marca da nossa identidade.
Homem de saber e de visão, Afonso III cercou-se dos melhores. Entre os seus amigos próximos contava-se Pedro Hispano, futuro Papa João XXI, o único Papa português da história. Foi este ambiente de cultura e inteligência que legou ao seu filho, D. Dinis. O “Rei Poeta” e fundador da Universidade de Coimbra não surgiu por acaso: herdou do pai o gosto pela ciência, pela arte de governar e pela modernização do reino. Foi o próprio Afonso III quem trouxe de França o pedagogo responsável pela sua educação, assegurando a continuidade de uma formação de excelência para o seu herdeiro.
Ao estabilizar as fronteiras, preparou o caminho para que D. Dinis pudesse assinar o Tratado de Alcanizes — a definição final da fronteira com Castela, que permanece inalterada até hoje. Portugal, tal como o conhecemos, nasceu com Afonso III, o rei que pôs o povo a falar, que soube conquistar pela força e governar com a razão, e que deixou ao filho não apenas um trono, mas uma pátria consolidada.
E deixou-nos também uma lição atual: ouvir os representantes do povo é, afinal, uma tradição portuguesa com mais de sete séculos. Que a memória de Afonso III nos inspire nestas eleições autárquicas. Afinal, não estamos apenas a escolher presidentes de câmara — estamos a honrar uma prática que nos fez vanguarda democrática antes mesmo de a palavra existir.

*Paulo Freitas do Amaral
Professor, Historiador e Autor

Barcelos | IPCA aposta em CTeSP com empresas que garantem propinas pagas, bolsas e emprego no final do curso

O Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) tem candidaturas abertas para Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP) com parcerias estratégicas com a Deloitte, CJR Renewables e NKT. As candidaturas decorrem até 20 de agosto.

As formações decorrem em diferentes cidades e incluem propinas financiadas, bolsas mensais, oferta de material tecnológico, estágios internacionais e perspetivas concretas de integração no mercado de trabalho.

Com esta iniciativa, o IPCA reforça o seu compromisso com a empregabilidade e com uma formação prática, acessível e orientada para os desafios do futuro, respondendo às necessidades de qualificação de áreas críticas como as tecnologias de informação, a construção sustentável e a energia.

As candidaturas para os três CTeSP decorrem até 20 de agosto, e os interessados podem obter mais informações ou submeter a candidatura em: estudar.ipca.pt

 

Tecnologia e Inovação Informática com a Deloitte

Em parceria com a Deloitte, o CTeSP em Tecnologia e Inovação Informática integra o programa BrightStart, que permite aos estudantes prosseguirem estudos com uma licenciatura após a conclusão do curso técnico. O curso oferece:

  • Propinas e taxas de matrícula financiadas
  • Bolsa mensal de 400€ no 1.º ano e 500€ no 2.º ano
  • Computador portátil para trabalho e estudo, oferecido pela Deloitte


Serão realizadas sessões de esclarecimento nos dias 13 e 18 de agosto.

 

Construção Inteligente e Sustentável com a CJR Renewables

Este curso, lecionado em Guimarães, tem início já em setembro e enquadra-se no programa Energize Your Future, da CJR Renewables. Os estudantes têm acesso a:

  • Propinas financiadas
  • Estágio internacional
  • Possibilidade de contrato de trabalho no final do curso
  • Formação orientada para a gestão de obra e competências digitais aplicadas à construção

 

Será realizada sessão de esclarecimento no dia 14 de agosto.

Cabos Elétricos e Infraestruturas com a NKT

A decorrer em Esposende, o CTeSP em Cabos Elétricos e Infraestruturas proporciona uma forte componente prática, com aulas realizadas no chão de fábrica e integração direta nas atividades da NKT, empresa líder na área da energia. O curso inclui:

  • Propinas financiadas
  • Formação prática em ambiente industrial
  • Contrato de trabalho garantido no final do curso


*Ana Reis

Gabinete de Comunicação e Imagem (GCI)




Iniciativa municipal desperta boa adesão de participantes. Câmara Municipal leva Idosos e Reformados a visitar a cidade de Tomar

 VIAGENS REALIZAM-SE NA ÚLTIMA SEMANA DE AGOSTO

A Câmara Municipal de Castelo de Paiva, através do Pelouro de Acção Social, e no âmbito do programa “ Viver Activo, Viver Melhor “, volta a promover durante a última semana de Agosto, o habitual “Passeio dos Idosos”, uma iniciativa de grande sucesso, que desperta sempre grande adesão e entusiasmo entre a população local.

O passeio deste ano terá como destino a cidade templária de Tomar, na região ribatejana do Vale do Tejo, no distrito de Santarém, estando tudo acertado para o encontro sénior acontecer num espaço acolhedor que vai potenciar um animado convívio da família sénior paivense.

O almoço de confraternização vai ter lugar numa das áreas do Parque do Mouchão (Jardim Várzea Pequena), onde os Seniores Paivenses vão ter possibilidade de visitar este lugar emblemático da cidade, um espaço verde de excelência, e um belo local para relaxar, caminhar, passear e desfrutar aqui um dia em saudável convivialidade.

A paragem na cidade de Tomar, vai permitir aos seniores paivenses, poderem visitar o bonito parque do Rio Nabão, numa cidade que é património mundial, sendo interessante conhecer a sua história, e desvendar os mistérios do míticos templários, destacando-se o Castelo dos Templários e o Convento de Cristo com a famosa janela manuelina, como apenas alguns dos monumentos de visita obrigatória nesta bela cidade, que os séniores paivenses vão ter oportunidade de conhecer nas três jornadas desta louvável iniciativa municipal.

Recorde-se que  “Passeio Convívio Sénior” é uma iniciativa do programa “Viver Activo, Viver Melhor”, que tem como objectivo a promoção do bem-estar á população idosa do concelho e a sua inclusão na comunidade, e no qual se incluem acções de animação sociocultural e de ocupação dos tempos livres, sendo que o  “Passeio dos Idosos” promovido anualmente pela autarquia paivense, com a colaboração das Juntas de Freguesias, já conta mais de três décadas de existência, e ao  longo destes anos, tem permitido a descoberta de várias regiões do país, tornando-se uma tradição enraizada na população paivense, um evento esperado sempre com grande entusiasmo e ansiedade

Os passeios estão programados para a última semana de Agosto, sendo que, no dia 25 viajam os idosos das freguesias de S. Martinho, Sardoura e Fornos, depois a 27 seguem os participantes das Freguesias de Bairros, Sobrado e Real, ficando agendada para o dia 29, a viagem dos seniores das freguesias do Couto Mineiro (Raiva, Pedorido e S. Pedro do Paraíso).

Como habitualmente, esta jornada de convívio dos idosos de Castelo de Paiva, terá animação musical assegurada pela própria edilidade, e também com grupos oriundos das próprias freguesias, sendo que, destaca-se a colaboração, em termos de assistência permanente, dos Bombeiros Voluntários de Castelo de Paiva, sendo que, as inscrições estão abertas até ao dia 16 de Agosto nas Juntas de Freguesia do concelho.


*Carlos Oliveira
Gabinete de Comunicação Relações Públicas e Protocolo
Assessor de Imprensa
04 de Agosto de 2025

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE CASTELO DE PAIVA PROMOVE NOVA REUNIÃO ORDINÁRIA

 Em cumprimento do disposto n.º 3 do artigo 49.º da Lei 75/2013, de 12 de Setembro, na sua redacção actual, o presidente Almiro Moreira convocou a segunda reunião da Sessão Ordinária da Assembleia Municipal de Castelo de Paiva de 30 de Junho, para o dia 18 de Agosto, com início às 20:00h, a realizar no Salão Nobre do edifício dos Paços do Concelho, com a seguinte ordem de trabalhos (continuidade da primeira reunião):

Período Antes da Ordem do dia

1. --------------------------------------.

2. --------------------------------------.

3. --------------------------------------.

4. Apreciação da informação escrita da actividade da CM e da situação financeira do Município.

Período de Intervenção do Público

5. --------------------------------------.

Período da Ordem do dia

6. --------------------------------------.

7. Informação para apreciação e conhecimento da AM:

7.1. Cerificação legal de contas nos temos da Lei n.º 73/2013, de 3 de Setembro – Exercício

Económico de 2025.

7.2. Compromissos Plurianuais – 1.º Trimestre de 2025.

8. Discussão - Balanço do Mandato Autárquico - 2021-2025.

9. Turismo.

9.1. Discussão - Análise da situação do Turismo Municipal.

9.2. Apreciação e deliberação - Recomendações à Câmara Municipal.

Período de Intervenção do Público

10. Intervenção do Público.


Castelo de Paiva, 4 de Agosto de 2025
*Carlos Oliveira
Gabinete de Comunicação Relações Públicas e Protocolo
Assessor de Imprensa