quinta-feira, 6 de julho de 2017

“Diversidades” de José Eliseu (filho) na Biblioteca Municipal de Cantanhede

José Eliseu (filho) estreia-se na Biblioteca Municipal de Cantanhede, com a exposição Diversidades, que está patente ao público, até 31 de agosto, apresentando alguns dos mais recentes trabalhos desenvolvidos pelo pintor.
A mostra é constituída por 27 trabalhos realizados utilizando como técnica, designadamente óleo sobre telas. Diversidades apresenta o essencial do trabalho no campo da pintura realizado por este artista, revelando um olhar pessoal e sensível, que se traduz em trabalhos de pintura relacionados com passagens da cidade de Coimbra, cenas campestres e agrícolas, marítimas e de pesca, entre muitas outras.

José Eliseu (filho)
José Eliseu (filho) nasceu em Coimbra, em 1951. Aprendeu com o pai a arte de dourador, ofício que iniciou com nove anos e no qual veio a especializar-se. Atualmente, dirige uma firma de Artes e Restauros, vocacionada para a criação, conservação e restauro de obras de arte, dando seguimento a uma tradição familiar com séculos de experiência.
Autodidata, J. Eliseu (filho) viu surgir, ainda jovem, a paixão pela pintura paisagística, pelos retratos de um Portugal quase desaparecido, pelos costumes do mundo rural praticamente inexistente, mas também por outros temas, como o retrato, a representação de monumentos e pela pintura intervencionista.
Homenageado em 2000 pela Câmara Municipal da Lousã pelos seus 25 anos de carreira artística e mais recentemente, em 2015, pelos seus 40 anos, o trabalho de J. Eliseu (filho) encontra-se representado no Museu Sarah Beirão, na Universidade de Coimbra, no Turismo de Pombal, em Tokushima - cidade japonesa geminada com Leiria, no Museu Álvaro Viana de Lemos, no Instituto Superior de Viseu, no Museu Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro, na Biblioteca de Tomar e na Presidência da República Portuguesa. O artista está representado, também, em numerosas coleções particulares, tanto nacionais como estrangeiras, designadamente nos E.U.A., França, Espanha, Brasil, Canadá e Noruega.
Em 2012, a Câmara Municipal da Lousã atribui-lhe o galardão Lausus, atribuição do Prémio Carlos Reis (Artes Plásticas, Design e Arquitetura).
Com uma extensa atividade de pintura, J. Eliseu (filho) tem participado, desde 1975, ano em que iniciou a sua carreira como pintor, em inúmeras exposições de pintura, de forma individual e coletiva, em Portugal e no estrangeiro.

Exposições de José Eliseu (filho)
1975, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1985, 1986, 1987 e 1989 - Galeria «O PRIMEIRO DE JANEIRO», em Coimbra.
1987– A convite da Administração Regional de Saúde de Coimbra, integrado nas comemorações do Ano Europeu do Ambiente volta a expor na mesma galeria em coletiva.
1979 – Salão nobre da câmara Municipal de Tábua.
1981/82 – Expõe na Lousã.
1983 – Galeria do Turismo de Leiria.
1984 – Biblioteca Municipal da Lousã (a favor da A.R.C.I.L.).
1984 – Galeria do Turismo de Leiria.
1984 – No centenário da exposição distrital de Coimbra (coletiva).
1984/86/88/90 – Posto de Turismo da Torreira.
1985 – Galeria de Arte do Casino Solverde – Espinho.
1988 – Casa dos Magistrados -  Seia;
1982 e 1991 – Na Câmara Municipal de Pombal.
1990 – Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro – Águeda.
1980 – Galeria Requinte – Viseu.
1990 – Biblioteca de Tomar (coletiva).
1991 – Galeria "Arte Estúdio" – Coimbra.
1991 – 1ª Mostra de Pintores de Coimbra –  Governo Civil de Coimbra.
1991 – Galeria do "Chiado" -  Coimbra (coletiva).
1991 – IV Salão de Artes Plásticas – Miranda do Corvo
1992 – Museu Municipal da Lousã.
1992 – V Exposição Coletiva de Artes Plásticas – Miranda do Corvo.
1992 – "Chiado" em Coimbra – Comemoração dos 75 anos de "O Despertar" (coletiva).
1992 – Galeria "A Capitel" – Leiria.
1992 – Galeria Municipal da Murtosa.
1992 – L.A.H.U.C. – Coimbra.
1992 – Casino Peninsular – Figueira da Foz.
1993 – Convento de S. Francisco (coletiva) - Coimbra.
1993 – Galeria "Ogiva" – Óbidos.
1993 – Galeria do Turismo da Ericeira.
1993 – Galeria do Turismo de Alcobaça.
1994/95 – "Arte na Aldeia" – Vale da Silva (coletiva).
1994 – Galeria do Turismo da Ericeira.
1995 – Galeria Municipal da Murtosa.
1995 – 8ª Exposição de Artes plásticas. 8º aniversário da A.D.F.P. – Miranda do Corvo
(coletiva).
1995 – L.A.H.U.C. Coletiva de Artes plásticas – Coimbra.
1995 – Câmara Municipal de Arganil (Coletiva).
1995 - Galeria "A Capitel" - Leiria (Coletiva).
1996 – Galeria do Turismo da Ericeira.
1996 – I Bienal de Artes Plásticas da Marinha Grande (Coletiva).
1996 – Galeria Milenium – Figueira da Foz.
1996 – Salão Nobre da Câmara Municipal de Tábua.
1997 – Museu Regional de Sintra (coletiva).
1997 – Museu Álvaro Viana de Lemos – Lousã.
1997 – Galeria Oriana – Coimbra.
1997 – Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva – Ericeira (coletiva).
1998 – X Exposição de Artes plásticas - A.D.F.P. Homenagem a Firmino Vale Ferreira
(coletiva).
1998 – Galeria Grão a Grão – Figueira da Foz.
1998 – Galeria Anit – Coimbra.
1999 – Galeria Século .XVII – Leiria
1999 – Galeria Maria Manuela – Vila Nova de Gaia
1999 – Castelo de Porto de Mós (inauguração das galerias)
2000 – Museu Álvaro Viana de Lemos - retrospetiva dos 25 anos de pintura (homenagem da
Câmara Municipal da Lousã
2000 – 2er SALON D´ARTS PLASTIQUES - Prades, França
2002 - Galeria Almedina
2002 - Pferdestall Schloss Hungen (Alemanha).
2003 - 3º Salão Internacional de Artes Plásticas - Nantes (França).
2003 - Galeria Maria Manuela - Vila Nova de Gaia
2004 - Internationale Kunstausstellung em Kitzingen – Alemanha.
2004 - Galeria Municipal de Pombal.
2006- Casa da Cultura de Seia.
2006- Inaugura a sala de exposições da filial da Artes & Restauros em Coimbra.
2006- IV Bienal de Expressão Figurativa de Alenquer.
2007- Sala de exposições José Caballero – Punta Umbria.
2007- Festa da Arte na Lousã (atribuição do 1º prémio com a obra “trajecto interrompido” –
sobre o tema 100 anos do ramal da Lousã).
2008- Galeria Matos Ferreira – Lisboa.
2008- II Exposição “Coimbra Capital das Artes” (coletiva).
2008- Biblioteca João Brandão – Tábua.
2008- Galeria Orlando Morais – Ericeira.
2009- Galeria Samora Barros – Albufeira.
2009- Casa da Cultura de Arganil.
2009- Sala D. Pedro V – Casa da Cultura de Mafra.
2009- Sala da Nora – Castelo Branco.
2009- Associação de Artistas da Corunha – Galiza.
2009- Galeria Orlando Morais – Ericeira.
2009- Câmara Municipal de Arganil.
2009- CAE – Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz.
2010- Núcleo Museológico do Mar – Buarcos (Figueira da Foz).
2010- Sala de exposições do ascensor do Outeiro – S. Martinho do Porto (Alcobaça).
2010- Galeria da Biblioteca Municipal de S. João da Madeira.
2010- Galeria Orlando Morais – Ericeira.
2010- Câmara Municipal de Arganil.
2011- FIARTE 2011 (Feira Internacional de Arte de Coimbra).
2011- Sala de exposições do ascensor do Outeiro – S. Martinho do Porto (Alcobaça).
2011- Sala de Exposições da Biblioteca da Nazaré.
2011- Casa da Cultura da Câmara Municipal da Pampilhosa da Serra.
2011- Galeria Samora Barros – Albufeira.
2012- Casa da Cultura de Oliveira do Hospital.
2012- Galeria Municipal de Oliveira do Bairro.
2012- Galeria Orlando Morais – Ericeira.
2012- CAE – Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz.
2013- Galeria Vieira Portuense – Porto.
2013- Galeria Orlando Morais – Ericeira.
2013- Casa da Cultura Monsenhor Nunes Pereira – Pampilhosa da Serra.
2013- Teatro de Vila Real – Vila Real.
2013- Galeria do Hotel Moliceiro – Aveiro.
2014- Galeria Orlando Morais – Ericeira.
2014- Biblioteca Municipal de Ovar.
2014- Galeria de arte Perlimpimpim, Gafanha da Vagueira – Aveiro.
2015- Sala de Exposições Guilherme Filipe - Casa da Cultura de Arganil.
2015- Galeria Orlando Morais – Ericeira.
2015- Casa da Cultura Monsenhor Nunes Pereira – Pampilhosa da Serra.
2015- Capela de S. João – Côja.
2015- Casa do Tempo – Castanheira de Pêra.
2015- Galeria Municipal de Oliveira do Bairro

Hora de Fecho: 14 bancos que lhe pagam pela sua conta à ordem

14dbacdb-5d52-46bb-b537-a826e00a9a23.png

Hora de fecho

As principais notícias do dia
Boa tarde!
Vários bancos aumentaram (ou aumentarão em breve) as comissões que cobram. Há, no entanto, algumas instituições que pagam juros sobre o saldo da conta à ordem. Saiba se compensa receber estas moedas.
Em resposta aos deputados do CDS, António Costa admite que existiram falhas na SIRESP, mas desvaloriza: foram "falhas de menor relevância". E ainda reitera a confiança em Constança Urbano de Sousa.
Um valor histórico, de 942,7 milhões de euros, serviu ao Governo para conseguir o défice histórico. Mas a esquerda que apoia o Governo não gostou. O que são e para que servem as polémicas cativações?
Carlos César não vê nenhuma tendência do Bloco e do PCP para porem termo ao Governo. O Presidente do grupo parlamentar socialista recusa-se ainda a falar da remodelação do Governo.
PSD marcou debate para esta sexta-feira sobre cortes de despesa nos serviços públicos. Luís Montenegro critica falta de transparência e "manha" do Governo ao "esconder" cativações do Parlamento.
Foi condenado a 14 anos de prisão o homem que a 8 de agosto ateou o incêndio em S. Roque, na Madeira. Paulo Gonçalves cumpre pena por crimes de homicídio negligente e fogo florestal.
Dois vídeos de 30 segundos mostram como nuvens e trovoada varreram o oeste do país no dia do incêndio de Pedrógão Grande. Leia as conclusões tiradas pelo IPMA sobre os acontecimentos de 17 de junho.
A Associação de Sargentos manifesta-se na próxima quarta-feira frente à residência oficial do primeiro-ministro. O encontro, marcado antes do assalto a Tancos, serve de alerta para a situação atual.
A National Geographic anda em busca do melhor fotógrafo de viagens, depois de o português Joel Santos ter ganho o concurso em 2016. Veja as impactantes imagens do Travel Photographer of the Year.
Melancolia para seis homens, cowboys do asfalto, R&B para diferentes gostos, festa à maneira francesa mas a cantar em inglês e África no corpo. É uma hipótese de roteiro para o arranque do festival.
O caso tem décadas mas só agora foi possível comprovar, através de um teste de ADN, que Julio Iglesias teve de facto de um filho com uma portuguesa. 
Opinião

José Manuel Fernandes
Os números agora revelados sobre o sucesso escolar e sobre os efeitos da descida do IVA na restauração são reveladores das opções erradas deste Governo. E de como se está a estragar o esforço de anos.

Helena Garrido
O que se passou em Tancos e em Pedrogão Grande resolve-se com políticas de rigor e exigência. Não há falta de dinheiro, há desorganização, irresponsabilidade e facilitismo que apoiam o “deixar andar”.

Isabel Hormigo
Não é num vazio de finalidades educativas ou com o facilitismo e a complacência perante as dificuldades que conseguiremos o desejado progresso educativo dos jovens e a igualdade de oportunidades.

Diana Soller
Os Estados Unidos, a Coreia do Sul, a China e o Japão estão de mãos e pés atados perante as provocações de Pyongyang: um conflito armado está fora de questão devido ao risco de retaliação nuclear.

Paulo Tunhas
Lembrando Thomas Hobbes e o seu Leviatã, diríamos que o soberano anda distraído de nós e da nossa protecção. E que a comunidade política apresenta todas as características de uma carcaça prematura.
Mais pessoas vão gostar da Hora de fecho. Partilhe:
no Facebook no Twitter por e-mail
Leia as últimas
em observador.pt
Observador
©2017 Observador On Time, S.A.
Rua Luz Soriano, n. 67, Lisboa

Não automatizar as relações sociais

Imagem relacionada
«Todos tomem a peito considerar e respeitar as relações sociais como um dos principais deveres do homem de hoje. Com efeito, quanto mais o mundo se unifica, tanto mais a obrigações dos homens transcendem os grupos particulares e se estendem progressivamente a todo o mundo» (G.S., 30).

É fenómeno geral e irreversível a multiplicação das relações entre os homens. Simultâneamente deve proceder-se a um esforço comum para que essas relações sejam mais humanas. Entre os indivíduos e os grupos. Entre as nações. Solidariamente.

«Para que cada homem possa cumprir mais perfeitamente os seus deveres de consciência, quer para consigo, quer em relação aos vários grupos de que é membro, deve-se ter o cuidado de que todos recebam uma formação mais ampla, empregando-se para tal os consideráveis meios de que dispõe hoje a humanidade. Antes de mais, a educação dos jovens, de qualquer origem social, deve ser de tal maneira organizada que suscite homens e mulheres , não apenas cultos, mais também de personalidade, tão urgentemente requeridos pelo nosso tempo» (G.S., 31).


Por Ferreira E. Silva

Livro: O Homem na Sociedade, Págª. 53   

Enfermeiro condenado em caso de morte de grávida e feto

O Tribunal de Aveiro condenou hoje a dois anos e três meses de prisão, com pena suspensa, um dos dois enfermeiros do Hospital de Aveiro que estavam acusados pela morte de uma parturiente e do feto, absolvendo o outro.
Enfermeiro condenado em caso de morte de grávida e feto
O coletivo de juízes concluiu que o enfermeiro que estava responsável pelo acompanhamento e vigilância da parturiente "não atuou com a atenção e cuidados requeridos para o acompanhamento do trabalho de parto".
Durante a leitura do acórdão, o juiz presidente disse que foi dado como provado que o enfermeiro se manteve no corredor da maternidade, alegadamente a ler artigos científicos da sua área profissional, "descurando" o controlo visual dos registos cardiotacográficos da parturiente, que esteve mais de uma hora "sem a vigilância correta e adequada".
Devido a esta "manifesta desatenção", o arguido "não interveio nem chamou a equipa médica, obstetra e anestesista a intervir como devia junto da parturiente", tornando-se impossível reverter a paragem cardiorrespiratória da mesma, evitando a sua morte e do feto que se preparava para dar à luz.
Quanto à sua colega, o tribunal concluiu que a mesma não teve qualquer responsabilidade nestas mortes, pois não se provou que tenha assumido temporária ou definitivamente a responsabilidade de acompanhamento da parturiente.
Os dois arguidos estavam acusados de dois crimes de homicídio por negligência, mas o coletivo de juízes deu como provado apenas um deles, por entender que o feto "não tem personalidade jurídica", ao contrário do que foi defendido no despacho de pronúncia e confirmado pela Relação.
"Sem a aquisição de personalidade, antes de nascer, não se pode falar ainda de uma pessoa", explicou o juiz presidente, Raul Cordeiro, lembrando que o legislador decidiu não penalizar o aborto negligente.
À saída da sala de audiências, o advogado do único condenado escusou-se a prestar declarações. Já os advogados dos assistentes admitiram recorrer da decisão.
"Ao nível da absolvição em relação ao feto, parece-me que teremos de fazer alguma coisa e em relação à enfermeira ainda vou ponderar o que é que iremos fazer, porque acho que não será suficiente este resultado", disse a advogada Susana Marques, que representa o viúvo.
Além do processo penal, está a correr uma ação cível no Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro intentada pelo viúvo, a pedir cerca de cem mil euros aos arguidos e ao Hospital de Aveiro. Os pais da parturiente, também deverão avançar com uma ação idêntica.
O caso remonta a 12 de maio de 2010, quando, pelas 04:21, a mulher, de 35 anos, deu entrada na Urgência do Serviço de Obstetrícia do Hospital de Aveiro, em fase inicial de trabalho de parto.
Segundo a acusação do Ministério Público (MP), a grávida foi colocada num quarto do Bloco de Partos, acompanhada do marido, acabando por adormecer.
Cerca das 07:00, os enfermeiros deslocaram-se ao quarto da parturiente, constatando que esta se encontrava em paragem cardiorrespiratória, tendo sido realizadas manobras de reanimação, sem sucesso.
O feto também acabou por morrer por asfixia, tendo sido retirado já sem vida através de cesariana.
Uma obstetra e um anestesista também foram acusados do mesmo crime, mas o Tribunal da Relação do Porto decidiu não os levar a julgamento, como pretendia a família da parturiente.
Fonte: Noticiasaominuto

Zika continua a provocar microcefalia no Brasil

O Vírus Zika provocou 322 casos de microcefalia em 2017 no Brasil.
O Brasil registou 322 casos de microcefalia em 2017, informou hoje o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde.
Os dados levam em conta as notificações confirmadas de casos de microcefalia e outras alterações neurológicas graves em recém-nascidos até 20 de maio.
Segundo o Ministério da Saúde, houve 1.158 novas notificações de casos suspeitos em 2017.
O documento destacou que o vírus Zika foi responsável por pelo menos 30 mortes fetais.
Apesar da confirmação de que ainda há a incidência de casos, o Brasil decretou o fim da emergência nacional que havia estabelecido após o crescimento das infeções por vírus Zika no dia 11 de maio.
A epidemia de Zika preocupou o Brasil e o mundo no final de 2015, quando médicos começaram a relacionar a doença com o aumento exponencial de nascimento de bebés com microcefalia ou com graves alterações neurológicas.

Fonte: Lusa
Foto: Paulo Whitaker / Reuters

Incêndios: Governo aprova conjunto de medidas de caráter extraordinário

Resultado de imagem para Incêndios: Governo aprova conjunto de medidas de caráter extraordinário
O Conselho de Ministros aprovou hoje um conjunto de medidas de caráter extraordinário para fazer face aos danos provocados pelos dois grandes incêndios de Pedrógão Grande e de Góis, que afetaram sete municípios da região Centro do país.
A resolução do Conselho de Ministros reconhece que estes incêndios florestais configuram uma situação excecional e identifica as medidas de apoio imediato às populações, às empresas e às autarquias atingidas.
"Estas medidas incluem a reparação dos danos causados pelos incêndios nas habitações, nas atividades económicas e nas infraestruturas, medidas de apoio social e medidas no sentido de assegurar a prevenção e o relançamento da economia, através de um projeto-piloto de ordenamento do território florestal, de apoio à reflorestação das áreas ardidas, da diversificação da atividade económica e do aproveitamento dos recursos endógenos", refere o comunicado do Conselho de Ministros,
Dois grandes incêndios começaram no dia 17 de junho em Pedrógão Grande e Góis, tendo o primeiro provocado 64 mortos e mais de 200 feridos. Foram extintos uma semana depois.
Estes fogos terão afetado aproximadamente 500 habitações, 169 de primeira habitação, 205 de segunda e 117 já devolutas. Quase 50 empresas foram também afetadas, assim como os empregos de 372 pessoas.
Os prejuízos diretos dos incêndios que começaram na região Centro no dia 17 de junho, nomeadamente em Pedrógão Grande e Góis, ascendem a 193,3 milhões de euros, estimando-se em 303,5 milhões o investimento em medidas de prevenção e relançamento da economia.
Os dados constam do relatório elaborado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro que foi apresentado às sete Câmaras afetadas pelos incêndios: Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pera, Penela, Sertã, Pampilhosa da Serra e Góis.

Fonte: RTP/Lusa
Foto: RTP

Mais de 50 acidentes de trabalho mortais nos primeiros seis meses do ano

Resultado de imagem para Mais de 50 acidentes de trabalho mortais nos primeiros seis meses do ano
Só em abril registaram-se 13 acidentes mortais. A maior parte das empresas onde se registaram acidentes eram pequenas (até nove trabalhadores) e a maior parte tinham contrato sem termo.A Autoridade para as Condições no Trabalho (ACT) registou nos primeiros seis meses do ano 54 acidentes de trabalho mortais, a maioria dos quais ocorrida no mês de abril, segundo dados oficiais.
De acordo com os dados disponibilizados esta quinta-feira na página da Internet da ACT, no mês de abril aconteceram 13 acidentes mortais.
Em todo o ano passado, a ACT tinha registou 138 acidentes de trabalho mortais, a maioria ocorrida no mês de janeiro (23), no distrito de Lisboa e em zonas industriais.
Os dados referem-se apenas aos acidentes de trabalho objeto de ação inspetiva no âmbito da atuação da ACT.
A maioria dos acidentes de trabalho com vítimas mortais entre janeiro e junho foi detetada pela ACT no Porto (11), seguido por Braga e Vila Real (oito), Lisboa (sete), Aveiro e Faro (com quatro), Setúbal e Beja (três), Viana do Castelo (dois) e Coimbra, Guarda, Leiria e Portalegre (um cada).
Segundo a ACT, a maioria das vítimas mortais era do sexo masculino (47), de nacionalidade portuguesa e com idades compreendidas entre os 45 e os 54 anos.
Por setor de atividade, a maioria dos acidentes de trabalho com vítimas mortais ocorridos em 2017 foi na construção (16), seguido pelas indústrias transformadoras (15).
A maior parte das empresas onde se registaram acidentes de trabalho com vítimas mortais no primeiro semestre deste ano eram pequenas, com até nove trabalhadores (13 casos) e a maior parte tinham contrato sem termo (62 casos).
De acordo com a ACT, acidente de trabalho é aquele que ocorre no local e no tempo de trabalho e produz direta ou indiretamente lesão corporal, perturbação funcional ou doença de que resulte redução na capacidade de trabalho ou a morte.
A ACT considera também acidentes de trabalho "os acidentes de viagem, de transporte ou de circulação, nos quais os trabalhadores ficam lesionados e que ocorrem por causa ou no decurso do trabalho, ou seja, quando exercem uma atividade ou realizam tarefas para o empregador".

Fonte: TSF/Lusa
Foto: @ Arquivo Global Imagens