quarta-feira, 5 de junho de 2019

Feira do Ambiente “Anadia + Verde” sensibiliza para a necessidade de alterar comportamentos

A 4ª Feira do Ambiente “Anadia + Verde” vai ter lugar, nos próximos dias 7 e 8 de junho, na Praça Visconde de Seabra, em Anadia, numa organização do Município de Anadia. Após o sucesso das edições anteriores, o certame regressa para continuar a sua missão de dar espaço e protagonismo aos produtos biológicos, às soluções ecológicas e à proteção do meio ambiente.
Ao longo de dois dias, o espaço vai acolher diversas oficinas, ateliers, demonstrações, palestras, exposições, vinhos biológicos e outras ações de divulgação da atividade das entidades participantes, designadamente associações ligadas ao setor ambiental, estabelecimentos de ensino, viveiros, empresas e produtores biológicos, havendo também um espaço de restauração, onde serão servidos almoços e jantares biológicos e onde não faltará o leitão assado biológico. Uma das novidades vai ser a utilização de pratos e talheres biodegradáveis, mais ecológicos e amigos do ambiente. A área da restauração estará a cargo da APPACDM de Anadia, revertendo a receita a favor desta Instituição de Solidariedade Social.
Uma das atividades que vai decorrer, no sábado, pelas 10h00, é o passeio interpretativo a um dos “ex-líbris” da cidade, o Monte Crasto, e também ao Montouro. O passeio inicia-se no recinto da feira.
Tal como nas edições anteriores, o certame será também palco para um encontro de automóveis elétricos, que vai ter lugar, no dia 8 de junho, a partir das 15h00, e no qual serão explicadas e demonstradas as vantagens e mais-valias deste tipo de veículos.
Sensibilizar a comunidade para a necessidade de uma alteração de comportamentos em prol do ambiente é um dos objetivos do Município, que pretende, ainda, incentivar a adoção de modos de produção mais amigos do ambiente, e que afastem o recurso a tratamentos com produtos químicos.
Promover a produção e o consumo de produtos biológicos, dando-os a conhecer e exortando a população a consumir alimentos e vinhos produzidos segundo métodos e técnicas que respeitam o meio ambiente é também um objetivo deste evento.
Serão dois dias dedicados à promoção da cidadania e da qualidade de vida da comunidade, que irão ainda proporcionar bons momentos de confraternização. Na sexta-feira, 7 de junho, o certame poderá ser visitado das 09h00 às 22h00, e, no sábado, dia 8, entre as 10h00 e as 23h00, sendo a entrada livre.
Programa:
Sexta-Feira, dia 7 de junho
9h30 – 10h30: Inauguração com o espetáculo “Floresta Viva – Educação Florestal pela Arte” (Centro Escolar de Arcos)
9h30 – 16h30: Visita Eco-Escolas
17h30: Palestra “Património histórico e natural do concelho”, por Nuno Rosmaninho e José Pais (tenda Anadia + Verde)
20h00: Animação musical

Sábado, 8 de junho
10h00: Passeio interpretativo ao Monte Crasto e Montouro (encontro no recinto da feira)
11h00: Hora do Livro – BMA (tenda Anadia + Verde)
15h00: Passeio de veículos elétricos – UVE (início no recinto da feira)
16h30: Workshop “Sobreiro e o ciclo da cortiça”, pela APCOR e Quercus (tenda Anadia + Verde)
17h30: Mesa-redonda “Ambiente, Agricultura e Sustentabilidade” com os convidados: Patrícia Cardoso (Ervas do Casal), Valdemiro Pereira (Aidos da Vila), José Vieira (AFBV), Joaquim Lima (APCOR), Pedro Sousa (Quercus) e Albertino Oliveira (Sedacor)
19h00: Animação musical


terça-feira, 4 de junho de 2019

Pampilhosa da Serra | Região Centro reunida em Pampilhosa da Serra “Por um país com bom ar”


“Por um país com bom ar”. A APA – Agência Portuguesa do Ambiente, em conjunto com a CCRR - Comissão de Coordenação Regional do Centro, escolheram Pampilhosa da Serra para levar a cabo cerimónia simbólica de assinatura dos protocolos de cooperação “Por um país com bom ar”, iniciativa que surgiu no seguimento da evocação pioneira do dia 12 de abril como Dia Nacional do Ar, e que conta já com “cerca de 100 entidades parceiras”, conforme frisou João Ataíde, Secretário de Estado do Ambiente. 

De facto, as questões associadas à poluição do ar têm vindo a merecer um crescente interesse e preocupação por parte de diversos intervenientes, desde entidades públicas e privadas a associações não governamentais. Reflexo disso mesmo são os 26 protocolos que foram hoje assinados, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra, onde as entidades envolvidas reiteraram oficialmente o desejo de seguir o repto lançado pela APA, cuja finalidade maior é a de atingir, gradualmente, um ar tão bom quanto possível a nível nacional. 

Nesse sentido, Ana Teresa Perez, vogal do conselho directivo da APA, sugeriu na cerimónia que “é muito importante que se reitere que a responsabilidade pela qualidade do ar é de todos”, explicando depois que esta é “uma campanha que não pede nem manda”, apenas pretende “motivar 10.000.000 de portugueses a apostar na preservação de um bom ar”, e com isso diminuir o número de pessoas (6.000) que, anualmente, no nosso país, morrem prematuramente devido à poluição atmosférica. 

Urge, pois, uma “atitude imediata e efetiva”, e que o protocolo “não fique só no papel”, uma vez que as “gerações futuras” dependem da forma como diariamente lidamos com esta problemática, disse José Brito, Presidente da Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra, acrescentando ainda que é fundamental “inverter o caminho” e, para que isso aconteça, é preciso “valorizar aquilo que temos nos nossos territórios e que o poder central perceba que tem investir nestes valores que são fundamentais para a vida, tanto daqueles que cá moram como dos que estão mais longe”. 

No discurso subsequente à assinatura dos protocolos e que acabaria por encerrar a sessão, João Ataíde, dirigindo-se particularmente aos diversos autarcas presentes, expressou a sua “satisfação” pelo vasto número de “adesões espontâneas ao projeto”, que fazem jus à velha máxima: “as políticas fazem-se do território e para o território”. O secretário de estado do ambiente frisou ainda que é necessário intervir numa perspetiva não só individual, mas também “num compromisso conjunto” e “transversal a áreas como os transportes e a energia”, de modo a que Portugal atinja o ambicionado top 10 de países com melhor qualidade do ar, entre os 41 países presentes no relatório da Agência Europeia do Ambiente.

A cerimónia contou ainda com a intervenção de Veiga Simão, Vice-Presidente da CCDR Centro, na qual explanou a importância do Sistema de Monitorização da Qualidade do Ar e do Sistema de Monitorização das Chaminés Industrias, ambos fundamentais para conjeturar comportamentos e redefinir estratégias que visem a conservação de padrões desejáveis de qualidade do ar. Intervieram ainda na sessão Fernando Caçoilo, Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, e Cláudia Lima, representante da Câmara Municipal de Castelo Branco. 

Os protocolos de cooperação “Por um bom ar”, foram assinados entre a APA e as seguintes entidades: Agrupamento de Escolas da Gafanha da Nazaré; Associação de Municípios do Planalto Beirão; Centro de Serviços e Ambientes; Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro; Fundação Mata do Buçaco; Instituto Politécnico de Coimbra; Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré e as Câmaras Municipais de Castanheira de Pêra, Lousã, Pampilhosa da Serra, Sertã, Arganil, Castelo Branco, Gouveia, Ílhavo, Mira, Mortágua, Oleiros, Oliveira do Hospital, Penacova, Penela, Tábua, Tondela, Vila Nova de Poiares, Fundão, e Figueira da Foz.

Flávio Salgado


Carregal do Sal | Escolas de Carregal do Sal e Cister vencem prémio em Concurso Nacional de Reciclagem

Mais de uma tonelada de pilhas e 580 kg de lâmpadas recolhidas
Os alunos da escola Básica do Carregal do Sal e da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister venceram prémios no âmbito da campanha “Escola Electrão”, no segundo período deste ano letivo. Recolheram, respetivamente, 1096 kg de pilhas e 580 kg de lâmpadas, e cada uma vai receber um prémio de mil euros.
A “Escola Electrão” é uma iniciativa do Electrão - Associação de Gestão de Resíduos e pretende sensibilizar os mais jovens para a reciclagem de equipamentos elétricos, pilhas e acumuladores usados, mobilizando alunos, professores e comunidade em geral, em todo o país.
Desde o início do ano letivo, as mais de 200 escolas inscritas já ultrapassaram as 70 toneladas de resíduos recolhidos. O projeto continua a decorrer no 3º período e vai atribuir prémios no valor total de 7.400 euros.

Sul | Antigos trabalhadores da Alicoop decidem formas de luta contra banco

Os antigos trabalhadores da empresa Alicoop reúnem-se, esta quarta-feira, 5 de junho, para decidirem as ações a tomar no processo que os opõe ao Banco BIC.
Em comunicado, a comissão de trabalhadores afirma que “ao fim de mais de seis meses de crispação e incertezas quanto ao desfecho do chamado caso dos “lesados do GRUPO ALICOOP CONTRA O BPN/BIC”, os ex-trabalhadores continuam a ser perseguidos pelo Banco BIC, tendo por base um suposto incumprimento num empréstimo realizado em 2008 para ajudar a empresa Alicoop.”
Para tentar resolver o problema, esta comissão promoveu várias diligências, “através do diálogo expedito entre as partes, com o objetivo de repor a verdade, ou seja, desresponsabilizar os ex-trabalhadores de todas as responsabilidades passadas, presentes e futuras, conforme plano de insolvência aprovado e homologado em 21 de fevereiro de 2012.”
Contudo, ao fim deste tempo, refere-se que o processo continua “como à partida, sem o reconhecimento da sua desoneração no empréstimo, pese embora todas as entidades com que a comissão de trabalhadores tem vindo a falar, inclusive o Governo Português, na audição que ocorreu na comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, onde foi unanimemente reconhecido pelos deputados presentes que se tratava de uma injustiça inqualificável e aprovado o apoio à comissão de trabalhadores na procura de soluções e iria promover audiências junto da Procuradoria-Geral da República e do Banco de Portugal.”

Loulé | Investimento de 1,3 milhões de euros requalificou o “Palácio dos Espanhóis”

Este sábado procedeu-se à inauguração da obra de reabilitação do emblemático Palácio Gama Lobo, conhecido pela maioria dos louletanos como “Palácio dos Espanhóis”.
Com um investimento de 1,3 milhões de euros, com apoio de fundos comunitários, este trabalho foi concebido pelo arquiteto municipal Luís Guerreiro.
Sob o chapéu comum do “Loulé Criativo”, o imóvel acolherá os projetos do Turismo Criativo (que conta com 17 parceiros nas áreas da gastronomia, património, design, artesanato, fotografia, entre outras); o ECOA, Espaço de Conhecimento, Ofícios e Artes com as valências de residências e oficinas (Oficina do Caldeireiro, Casa da Empreita, Olaria e Oficinas do Relojoeiro e de Cordofones) e o Loulé Design Lab, que pretende apoiar a atrair a nova geração de criadores do Concelho, com uma grande ligação ao território, às matérias locais e à lógica de sustentabilidade, e das quais já resultaram residências criativas (“Mesa Ajudada” e “Designers de Loulé”).
Como referiu Henrique Ralheta, coordenador do Loulé Design Lab relativamente ao novo espaço, “trata-se de um edifício que irá potenciar todas estas atividades”, nomeadamente com uma área de venda, espaço de workshops, desenvolvimento do “laboratório” e um auditório.
“É muito importante encontrar um destino de uso para estes edifícios antigos e a participação do Design Lab, no contexto do Loulé Criativo, é uma forma também de fazer viver um edifício pela capacidade de usar a inovação, o conhecimento, a formação qualificada de jovens designers de Loulé e de outros pontos do país, que não se limitam a produzir para si mas trabalham com artesãos que estão a recuperar os ofícios tradicionais de uma forma muito interessante”, frisou o ministro Siza Vieira, que esteve presente na sessão. O Ministro com a pasta da Economia sublinhou ainda a importância deste espaço para “a atratividade de Loulé”: “uma cidade mais agradável para as pessoas que aqui vivem e mais um motivo de atração, que não só o sol e mar”.
Esta ideia é partilhada pelo presidente da Câmara, Vítor Aleixo, que acredita que este polo será, para o Município, “uma oportunidade para surgirem novas atividades e novos empreendedores nas aldeias e no interior do Concelho, para que estas zonas tenham a oportunidade de incorporar a cadeia económica do turismo, contribuindo igualmente para manter e inovar as tradições, festejar a identidade e criar um ecossistema favorável à criatividade”.
O Palácio Gama Lobo é um “edifício brasonado, antiga casa nobre, um marco da arquitetura civil de Loulé e um elemento importante na sua expansão e desenvolvimento urbano na segunda metade do século XVIII”, como explicou Vítor Aleixo. Este obra de requalificação junta-se à que foi, recentemente, alvo o Solar da Música Nova, que se encontra a poucos metros, que acolhe agora o Conservatório de Música de Loulé com a primeira escola pública de ensino integrado da música a Sul de Lisboa.

Exposição Brincar em Português na Biblioteca Municipal de Cantanhede - Até ao próximo dia 30 de junho




Encontra-se patente ao público na Biblioteca Municipal, até ao fim do mês de junho, a exposição Brincar em Português, com os brinquedos expostos a pertencerem ao espólio do Museu do Brincar.

A exposição Brincar em Português é constituída por mais de 60 brinquedos feitos em Portugal, desde finais do século XIX até meados da década de 80. A maior parte destas peças foi produzida no norte de Portugal, utilizando materiais como barro, madeira, folha-de-flandres, ferro, chumbo, pasta de papel e, mais recentemente, o plástico.

Sobre o Museu do Brincar
O Museu do Brincar foi inaugurado em 2012, no Palacete Visconde de Valdemouro, antigo edifício dos Paços do Concelho, em Vagos, Aveiro. De feições árabes, o edifício foi comprado pela autarquia, em 1925, ao Visconde de Valdemouro, um lisboeta radicado em Vagos.
O acervo do Museu do Brincar abarca várias áreas da infância e é constituído por brinquedos de produção nacional, em lata, madeira e plástico, e outros objetos ligados ao mundo da criança, nomeadamente vestuário, material escolar, literatura infantil, colecionismo, fantoches, entre outros. O espólio desta instituição ronda os cerca de 15.000 objetos ligados ao mundo da infância, que vêm a ser recolhidos desde criação da instituição. Em Portugal, a produção em série deste tipo de objetos confunde-se um pouco com a produção artesanal, pois as pequenas “fábricas” de brinquedos eram, quase todas empresas familiares, passando de pais para filhos, netos e outros familiares.
Os visitantes deste museu são convidados a viajar pelo mundo da brincadeira e fantasia e a interagir com as peças pertencente ao espólio e com o próprio espaço. No meio das peças antigas, todos podem ser índios, cavaleiros e princesas, tomar um chá de faz-de-conta e tornarem-se brincadores.
O Museu do Brincar alarga a sua intervenção com projetos complementares à coleção proporcionando atividades como ateliês, jogos medievais e tradicionais, itinerância de exposições e o projeto “Museu Portátil”, museu pequenino que pode ser levado às escolas, hospitais pediátricos, bibliotecas e a todos os locais que o queira acolher.
Este equipamento cultural compreende ainda, vários espaços de visita, nomeadamente o “Castelo da Fantasia”, a “Floresta”, o “Atelier de Expressão Plástica”, a “Casinha da Árvore”, a “Casa das Bonecas”, onde existe um quarto em estilo vitoriano, em miniatura e a biblioteca, “armadilhada” com túneis e alçapões misteriosos.
Para além da casa onde habita todo o seu espólio, o Museu do Brincar possui, também, pequenas exposições que saem da “casa mãe” e passeiam pelos espaços que as solicitam. São exposições itinerantes com objetos que sabem contar histórias e abrem diálogos intergeracionais entre pais e filhos.

Marinha Grande | Mais investimento em infraestrutura e programa cultural As melhores Festas!






As Festas da Marinha Grande 2019, realizadas no Parque da Cerca, entre 30 de maio e 2 de junho, foram as mais participadas de sempre, tendo sido visitadas por cerca de 110 mil pessoas.

O balanço da iniciativa é muito positivo e vai ao encontro do maior investimento e novidades introduzidas este ano pela Câmara Municipal da Marinha Grande, com o objetivo de garantir melhores condições, maior comodidade e mais animação aos visitantes.

Os cabeças de cartaz foram Expensive Soul, Matias Damásio, O Mundo da Sara e Bárbara Bandeira. No entanto, houve uma maior aposta na apresentação de projetos culturais locais, tendo atuado perto de 30 grupos, envolvendo cerca de 350 artistas. Também a quantidade de equipamentos infantis e radicais que assinalaram o Dia Mundial da Criança foi aumentado.

A presidente da Câmara, Cidália Ferreira, afirma-se “muito satisfeita com a edição deste ano das Festas da Cidade, quer pelo número de pessoas que acorreu ao evento, quer pela forma como este decorreu, sem incidentes e com a elogiosa parceria de muitas entidades, associações e empresas, que também muito contribuíram para o sucesso do certame”.

Cidália Ferreira esclarece que “fizemos um maior investimento, para tornar as Festas da Marinha Grande com programação cultural de elevada qualidade, mais aprazíveis, com mais limpeza e segurança e com mais comodidade para os visitantes, como foi o caso da instalação de uma tenda com 80 metros de comprimento que acolheu a zona da gastronomia e o Palco Stephens, com colocação de mais mesas e bancos nessa zona”.

“É um orgulho constatar a quantidade de pessoas que visita a Marinha Grande, para participar neste evento e o retorno financeiro que isso representa para todo o concelho”, salienta. A presidente considera que, “temos condições ímpares para a realização deste tipo de iniciativa, num parque urbano grande, com zonas verdes, infraestruturas e bem localizado, pelo que a nossa pretensão é continuar a fazer mais e melhor, com a colaboração dos funcionários da autarquia, associações e demais entidades que connosco trabalharam”.


A presidente considera que “o sucesso das Festas da Marinha Grande não é apenas o sucesso da Câmara Municipal, é um sucesso partilhado e dedicado a todo o concelho”.

A Festas da Cidade voltaram a ser um ecoevento, confirmando as preocupações ambientais, tendo sido o primeiro ecoevento da Valorlis, em 2015. Além da preocupação na separação de resíduos para reciclagem nos vários ecopontos espalhados pelo recinto, existiram copos reutilizáveis com layout da iniciativa e ponto de lavagem dos mesmos.

Voltou a ser disponibilizado um serviço especial de transporte pela TUMG - Transportes Urbanos da Marinha Grande do Parque Municipal de Exposições e do Estádio Municipal para o Parque da Cerca, para evitar os congestionamentos de trânsito e dificuldades de estacionamento junto ao local de realização das Festas da Cidade.

Organização: Câmara Municipal da Marinha Grande
Parceiros: Associações do Concelho 
Patrocínios: Sociedade Central de Cervejas – Sagres
Intermarché Marinha Grande

Apoios: Bombeiros Voluntários da Marinha Grande, Delta Cafés, PSP – Polícia de Segurança Pública, TUMG – Transportes Urbanos da Marinha Grande, Suma - Serviços Urbanos e Meio Ambiente, S.A., Valorlis - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, S.A., YES Shop Online