sábado, 5 de outubro de 2019

APELO



Lanço um apelo ao sujeito que ontem pela meia noite, arrombou uma porta no Largo de S. Braz (anexo à (Telepizza), e levou uma bolsa marca NIKON de cor castanha clara com equipamento fotográfico, contendo duas máquinas fotográficas a saber: 1 Máquina P1000 e outra P900 ambas da Nikon com acessórios e um cabo de alimentação, entre outros acessórios, o favor de a devolver o mais breve possível. 
O equipamento foi retirado de cima duma mesa que se encontrava atrás da porta de entrada.
Caso a sua devolução não seja feita até segunda feira pela manhã cedo, vai certamente sofrer as devidas consequências porque foi visto a entrar em casa por pessoas que se encontravam dentro de um carro no dito largo. 
O sujeito é reincidente nestes actos e está impedido de entrar em alguns estabelecimentos comerciais.
O equipamento é propriedade do Litoral Centro, e contém centenas de imagens, incluindo a minha pessoal.
Na respectiva mochila existem cartões com os contactos. 
O alerta está lançado, é sincero.
http://litoralcentro-comunicacaoeimagem.pt 

Tolentino Mendonça elevado a cardeal este sábado

Resultado de imagem para Tolentino Mendonça elevado a cardeal este sábado
OBSERVADOR
O arquivista e bibliotecário da Santa Sé, José Tolentino Mendonça, vai ser elevado a cardeal, este sábado, num Consistório convocado pelo Papa Francisco para a criação de 13 cardeais.
O arcebispo madeirense torna-se, aos 53 anos, no sexto cardeal português do século XXI e o terceiro a ser designado no atual pontificado, passando a ser o segundo membro mais jovem do Colégio Cardinalício, logo após Dieudonné Nzapalainga, cardeal da República Centro-Africana, de 52.
Sobre a sua nomeação José Tolentino Mendonça afirmou que é um chamamento para um "serviço mais radical" a Francisco e à Igreja, prometendo colaborar com uma "humildade muito grande".
"Senti isso com muita clareza nesse chamamento que o Santo Padre me faz e que, de facto, é um chamamento ainda para um serviço mais radical e com uma humildade muito grande na colaboração com o Santo Padre e com a unidade de toda a Igreja", declarou ao portal Vatican News.
Para o bispo de Leiria-Fátima, cardeal António Marto, a nomeação de José Tolentino Mendonça será importante na reforma da Igreja empreendida pelo Papa Francisco.
"Será um grande apoiante do Papa nesta reforma da Igreja que [Francisco] empreendeu e em que precisa de gente que o apoie e que percorra também os caminhos que ele nos indica", disse o prelado à agência Lusa, em Fátima numa reação ao anúncio do pontífice, em 01 de setembro após o ‘Angelus’, no Vaticano.
Segundo o bispo de Leiria-Fátima, possivelmente o novo cardeal português, bibliotecário e arquivista da Santa Sé, transitará para um cargo "ainda mais adequado, Conselho para a Cultura, em que desempenhará cabalmente todos os dotes e todas as qualidades notáveis, de que é portador".
O Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) manifestou também a sua congratulação e louvor pela nomeação, considerando que "é um bem para a sociedade e para a Igreja".
Salientando a "humildade, competência, saber e cultura" de José Tolentino Mendonça, o padre Manuel Barbosa, secretário da CEP, frisou que é uma honra Portugal ter mais um cardeal e que isso “responsabiliza” a igreja na sua missão.
O bispo do Funchal, Nuno Brás, congratulou-se, por sua vez, com a nomeação indicando que a diocese madeirense se sente honrada.
"Trata-se de um filho da nossa diocese, que aqui deu os primeiros passos na vida cristã, aqui foi ordenado sacerdote e que agora se vê chamado a um dos serviços mais importantes da Igreja: o do aconselhamento próximo do Papa e da eleição dos seus sucessores", sublinha o bispo do Funchal.
Já o Presidente da República manifestou “o mais profundo jubilo pela elevação do senhor Dom José Tolentino de Mendonça ao cardinalato, traduzindo o reconhecimento de uma personalidade ímpar, assim como da presença da Igreja Católica na nossa sociedade, o que muito prestigia Portugal".
Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou ainda a "excecional relevância" de Tolentino de Mendonça como "filósofo, pensador, escritor, professor e humanista", recordando que o convidou para presidir às comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, em 2020.
O Presidente da República expressou a sua intenção de estar presente na cerimónia de imposição do barrete cardinalício a Tolentino Mendonça e o Palácio de Belém esclareceu a 04 de setembro, em resposta a uma pergunta da agência Lusa, que Marcelo Rebelo de Sousa comemora em Portugal o 05 de Outubro “com a discrição” própria de um dia de reflexão eleitoral, e vota em Celorico de Basto, independentemente da presença na investidura de Tolentino Mendonça como cardeal.
“Mesmo no caso de se confirmar a ida a Roma, o Presidente da República comemorará sempre em território nacional o 5 de Outubro, com a discrição correspondente a um dia de reflexão eleitoral, e votará no dia 6, como habitualmente, em Celorico de Basto”, esclareceu o Palácio de Belém, indicando que Marcelo Rebelo de Sousa, submeteu preventivamente à Assembleia da República, o assentimento para uma eventual deslocação a Roma, entre os dias 04 e 06 de outubro.
A cerimónia, na qual serão criados 13 novos cardeais, entre os quais se incluem o arcebispo de Jacarta, Ignatius Suharyo Hardjoatmodjo, o arcebispo de Kinshasa, Fredolin Ambongo Besungu, Jean-Claude Hollerich, arcebispo do Luxemburgo, Matteo Maria Zuppi, arcebispo de Bolonha e Michael Czerny, secretário da secção de migrantes e refugiados do dicastério para o serviço do desenvolvimento humano integral, decorrerá às 16:00 (hora local, 15:00 em Lisboa) na Basílica do Vaticano.
Tolentino de Mendonça foi elevado a bispo em 28 de julho de 2018, numa cerimónia no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, recebendo simbolicamente a antiga sede episcopal de Suava, no norte de África.
Pouco mais de um mês depois, em 01 de setembro, assumiu a responsabilidade pelo Arquivo Secreto do Vaticano e pela mais antiga biblioteca do mundo, a Biblioteca Apostólica, com a preocupação de preservar “um grande tesouro da Igreja e da humanidade”.
A partir do próximo sábado, junta-se aos outros atuais cardeais portugueses José Saraiva Martins, Manuel Monteiro de Castro, Manuel Clemente e António Marto, os dois últimos com direito de voto num eventual conclave para a eleição do Papa, tal como sucederá com Tolentino Mendonça.
Lusa

Município de Anadia atribui apoios a associações desportivas

Resultado de imagem para Município de Anadia atribui apoios a associações desportivas
A Câmara Municipal de Anadia aprovou, na sua última reunião de executivo, no passado dia 2 de outubro, a atribuição de apoios no valor total de 187.500,00 euros a 17 associações desportivas do concelho para o desenvolvimento das suas atividades regulares para a presente temporada 2019/2020.
Para além do apoio financeiro, o executivo municipal de Anadia aprovou ainda a cedência dos seus autocarros, tendo sido atribuído a cada associação um plafond de quilómetros de acordo com o número de equipas em competição.
Os apoios são concedidos ao abrigo do Subprograma 1 – Apoio ao Desenvolvimento da Atividade Regular do Programa de Apoio Municipal ao Desenvolvimento Desportivo, o qual estabelece um modelo criterioso de benefícios públicos que apoie, de forma adequada, as associações desportivas, garantindo princípios como a equidade, a proporcionalidade, a legalidade, a transparência, a universalidade, a igualdade e a prossecução do interesse público, entre outros.
De salientar ainda que o Município de Anadia tem vindo, ao longo dos anos, a apoiar as associações desportivas do concelho no desenvolvimento das suas atividades, como reconhecimento pelo trabalho promovido pelas mesmas e também como estímulo ao incremento da formação, designadamente no despertar dos jovens para a prática desportiva.

APOIOS ATRIBUÍDOS:

Anadia Futebol Clube – 50.000,00€
Anadia Squash Clube – 4.000,00€
Associação Cultural e Recreativa Cerca-S.Pedro – 2.500,00€
Associação Desportiva Bairradafut – 5.000,00€
Associação Desportiva e Cultural Vila Nova de Monsarros – 8.000,00€
Associação Desportiva de Paredes do Bairro – 6.000,00€
Associação Desportiva, Recreativa e Cultural da Ribeira Azenha – 8.000,00€
Associação Recreativa Aguinense – 6.000,00€
Atlético Clube Famalicão – 10.000,00€
Centro Cultural e Recreativo do Outeiro de Baixo – 2.500,00€
Centro Social, Cultural e Recreativo de Poutena – 6.000,00€
Clube Saca Trilhos Anadia – 1.000,00€
Moita Rugby Clube da Bairrada – 30.000,00€
Núcleo Karaté de Sangalhos – 5.000,00€
O Desportivo de Ancas – 2.000,00€
Sangalhos Desporto Clube – 40.000,00€
União Recreativa Ferreirense – 1.500,00€

Marcelo: “Pedir aos portugueses que votem parece justo e mesmo urgente”

O Presidente da República apelou hoje ao voto nas eleições legislativas de domingo e considerou que "pedir aos portugueses que votem parece justo e mesmo urgente", referindo que "desafios de peso" esperam o próximo Governo e o parlamento.
Numa mensagem ao país de cerca de cinco minutos, Marcelo Rebelo de Sousa notou que a Assembleia da República que sairá das eleições de domingo "vai coincidir com realidades tão relevantes quanto a Conferência Mundial sobre os Oceanos” em Portugal em 2020, “a Presidência Portuguesa da União Europeia em 2021, o revigorar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa com cimeiras em 2020 e 2022, os debates essenciais nas Cimeiras Ibero-Americanas - também em 2020 e 2022 -, os mandatos de portugueses em organizações cruciais".
Também o Governo que estará à frente do país na próxima legislatura terá "desafios de peso pela frente", continuou o chefe de Estado, dando como exemplos a superação dos “efeitos negativos da quebra da natalidade e do envelhecimento das populações, das alterações climáticas e de crises vindas de fora”.
“Apostar em mais crescimento, em mais emprego, no combate à pobreza e às desigualdades entre pessoas, mas também entre setores litorais e interiores do continente, e entre áreas deste e as regiões autónomas", são outras missões apontadas.
O Presidente da República assinalou que "assegurar melhor educação e melhor saúde, garantir segurança social para um futuro mais longo", ou "preparar para as mudanças na ciência e na tecnologia que moldarão o futuro" deverão ser igualmente preocupações do próximo executivo.
"Perante tudo isto, pedir aos portugueses que votem parece justo e mesmo urgente", sublinhou Marcelo Rebelo de Sousa, repetindo o apelo de maio no âmbito das eleições para o Parlamento Europeu, mas "agora por maioria de razão".
Na sua ótica, não votar é entregar a outros uma decisão que é de cada um.
"Neste dia 05 de outubro, que simboliza liberdade de pensar e de decidir, e também democracia na escolha e na responsabilização de quem manda, o que vos peço é muito simples. Por convicção, por confiança, por rejeição, por realismo, por exclusão de partes, seja qual for a razão do vosso voto, não deixem de votar amanhã", vincou, falando a partir do Palácio de Belém, em Lisboa.
Em causa, segundo o chefe de Estado, estão quatro anos da vida dos portugueses, decisivos para a vida do país.
Lembrando que nas anteriores eleições, em maio, "a percentagem dos abstencionistas foi muito elevada", Marcelo Rebelo de Sousa referiu que o apelo de hoje para que os portugueses se dirijam às urnas é feito "com ainda maior empenho".
Para o Presidente da República, "os sinais económicos e políticos preocupantes, no mundo e na Europa, são hoje mais claros do que em maio", e o "relacionamento imediato entre o Reino Unido e a União Europeia é hoje mais indefinido do que em maio".
Também os "efeitos do ambiente internacional" na economia portuguesa "serão, certamente, importantes no período de quatro anos, aberto pelas eleições de amanhã", alertou.
O chefe de Estado assinalou ainda que "o longo período de debate pré-eleitoral e eleitoral permitiu que listas e candidatos se desdobrassem em iniciativas de apresentação ou de confronto de ideias", tendo as entrevistas e debates realizados proporcionado "oportunidades de observação e de ponderação dos eleitores".
"Todos fizeram o que se encontrava ao seu alcance para conquistarem o voto para as suas causas", vincou Marcelo.
Os portugueses, acrescentou, dispõem de várias escolhas, que “chegam a 21 nalguns círculos eleitorais".
Lusa
Foto: RUI OCHÔA/ PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA/ LUSA

Freitas do Amaral: Entrega da bandeira de Portugal a mulher de ex-ministro marca fim de cerimónias

Resultado de imagem para Freitas do Amaral: Entrega da bandeira de Portugal a mulher de ex-ministro marca fim de cerimónias
CM
O final das cerimónias fúnebres de Diogo Freitas do Amaral ficou marcado hoje, em Cascais, pela entrega à viúva, pelo Presidente da República, da bandeira da República de Portugal que estava por cima da urna fúnebre.
A chegada do cortejo fúnebre ao cemitério da Guia (distrito de Lisboa) para o funeral aconteceu cerca das 14:30, depois da missa realizada no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.
O cortejo foi recebido à entrada do cemitério por uma guarda de honra constituída por uma companhia conjunta de três pelotões (Marinha, Exército e Força Aérea), estandarte nacional e Banda da Armada.
À chegada foi tocada a marcha fúnebre e foram prestadas honras militares, com a entrada no cemitério acompanhada por três salvas de G3, seguidas de 19 salvas de artilharia pelo exército.
Antes da chegada do cortejo fúnebre, pelas 14:10, chegaram o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Silva Ribeiro, o ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, e o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, recebidos com honras militares e presentes à do cemitério aquando da chegada do cortejo fúnebre.
À entrada do carro funerário no cemitério ouviram-se aplausos.
Depois de breves orações, militares da Marinha dobraram a bandeira da República Portuguesa que estava sobre o caixão e Marcelo Rebelo de Sousa entregou-a à mulher de Freitas do Amaral, Maria José de Matos, às 14:43.
Além de familiares e amigos, dezenas de populares assistiram a esta cerimónia.
Entre os presentes estiveram a atual líder do CDS-PP, Assunção Cristas, e o ex-líder do CDS-PP Ribeiro e Castro, assim como o ex-banqueiro Ricardo Salgado.
A restante cerimónia seguiu reservada a familiares e amigos, sem a presença da comunicação social.
O fundador do CDS e ex-ministro Diogo Freitas do Amaral morreu na quinta-feira, 03 de outubro, aos 78 anos. Casado com Maria José Salgado Sarmento de Matos (escritora, que nos seus livros usa o pseudónimo Maria Roma), tinha quatro filhos.
Diogo Pinto Freitas do Amaral, professor universitário, nasceu na Póvoa de Varzim em 21 de julho de 1941. Foi líder do CDS, partido que ajudou a fundar em 19 de julho de 1974, vice-primeiro-ministro e ministro em vários governos.
Freitas do Amaral, que estava internado desde 16 de setembro, fez parte de governos da Aliança Democrática (AD), entre 1979 e 1983, e mais tarde do PS, entre 2005 e 2006, após ter saído do CDS em 1992. Foi ainda presidente da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
No final de junho deste ano, Freitas do Amaral lançou o seu terceiro livro de memórias políticas, intitulado "Mais 35 anos de democracia - um percurso singular", que abrange o período entre 1982 e 2017, editado pela Bertrand.
Nessa ocasião, em que contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o primeiro líder do CDS e candidato nas presidenciais de 1986 – que perdeu para Mário Soares - recordou o seu "percurso singular" de intervenção política, afirmando que acentuou valores ora de direita ora de esquerda, face às conjunturas, mas sempre "no quadro amplo" da democracia-cristã.
Lusa
Foto: RODRIGO ANTUNES/LUSA

Casas de apostas “nomeiam” Greta, Papa, Trump e ACNUR para Nobel da Paz

Resultado de imagem para A ambientalista sueca Greta Thunberg, o Papa Francisco, o Presidente norte-americano, Donald Trump, e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados são os principais candidatos ao Nobel da Paz deste ano, segundo as casas de apostas 'online'.   Num ano com 301 candidatos — o quarto valor mais alto de sempre –, a lista de potenciais laureados com o Nobel da Paz conta com vários nomes reconhecidos internacionalmente entre as 223 pessoas nomeadas individualmente e as 78 organizações que concorrem a um dos mais cobiçados prémios do mundo.  De acordo com as casas de apostas, a “favorita” é a ambientalista de 16 anos Greta Thunberg, que mobilizou milhões de jovens em todo o mundo para a defesa do ambiente, tendo lançado, em setembro de 2018, uma “greve escolar” que deu origem ao movimento “Sextas-feiras pelo Futuro”.  O prémio poderá, no entanto, ir parar a outras mãos, até porque os especialistas continuam divididos sobre a existência da relação entre conflitos e mudanças climáticas.  “O que ela fez no ano passado é extraordinário”, disse no mês passado o diretor do Instituto Internacional de Investigação da Paz em Estocolmo, Dan Smith, lembrando que “as alterações climáticas são um problema intimamente ligado à segurança e à paz”.  Já o diretor do Instituto de Investigação para a Paz de Oslo, Henrik Urdal, considera que a atribuição do Nobel da Paz a Greta é “extremamente improvável”, argumentando que a ambientalista é muito jovem e que a relação entre aquecimento global e conflitos armados continua por provar.  A indicação da ativista foi feita pelo deputado norueguês Freddy André Øvstegård e recebeu apoio de vários países.  “Propusemos o nome de Greta Thunberg porque se não fizermos nada para deter as alterações climáticas, [a situação] será causa de guerras, conflitos e refugiados”, disse Øvstegård.  Outro dos favoritos é, segundo as casas de apostas, o Papa Francisco, indicado todos os anos desde que assumiu o cargo sucedendo a Bento XVI, em 2013.  Donald Trump é outro dos nomes com muitas apostas, send
JN
A ambientalista sueca Greta Thunberg, o Papa Francisco, o Presidente norte-americano, Donald Trump, e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados são os principais candidatos ao Nobel da Paz deste ano, segundo as casas de apostas 'online'.
Num ano com 301 candidatos — o quarto valor mais alto de sempre –, a lista de potenciais laureados com o Nobel da Paz conta com vários nomes reconhecidos internacionalmente entre as 223 pessoas nomeadas individualmente e as 78 organizações que concorrem a um dos mais cobiçados prémios do mundo.
De acordo com as casas de apostas, a “favorita” é a ambientalista de 16 anos Greta Thunberg, que mobilizou milhões de jovens em todo o mundo para a defesa do ambiente, tendo lançado, em setembro de 2018, uma “greve escolar” que deu origem ao movimento “Sextas-feiras pelo Futuro”.
O prémio poderá, no entanto, ir parar a outras mãos, até porque os especialistas continuam divididos sobre a existência da relação entre conflitos e mudanças climáticas.
“O que ela fez no ano passado é extraordinário”, disse no mês passado o diretor do Instituto Internacional de Investigação da Paz em Estocolmo, Dan Smith, lembrando que “as alterações climáticas são um problema intimamente ligado à segurança e à paz”.
Já o diretor do Instituto de Investigação para a Paz de Oslo, Henrik Urdal, considera que a atribuição do Nobel da Paz a Greta é “extremamente improvável”, argumentando que a ambientalista é muito jovem e que a relação entre aquecimento global e conflitos armados continua por provar.
A indicação da ativista foi feita pelo deputado norueguês Freddy André Øvstegård e recebeu apoio de vários países.
“Propusemos o nome de Greta Thunberg porque se não fizermos nada para deter as alterações climáticas, [a situação] será causa de guerras, conflitos e refugiados”, disse Øvstegård.
Outro dos favoritos é, segundo as casas de apostas, o Papa Francisco, indicado todos os anos desde que assumiu o cargo sucedendo a Bento XVI, em 2013.
Donald Trump é outro dos nomes com muitas apostas, sendo também um dos mais polémicos. A sua indicação foi confirmada por si próprio, em fevereiro, tendo sido apresentada pelo primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, pela reabertura de negociações com a Coreia do Norte.
Entre os candidatos especula-se ainda que constem os nomes da chanceler alemã Angela Merkel, da organização Repórteres Sem Fronteiras, do Presidente francês, Emmanuel Mácron, do analista que revelou detalhes dos programas de vigilância dos Estados Unidos Edward Snowden, do fundador do portal WikiLeaks, Julian Assange, e do ex-primeiro-ministro grego Alexis Tsipras.
Em 2018, o Prémio Nobel da Paz foi atribuído a dois arautos da luta contra a violência sexual, o ginecologista congolês Denis Mukwege e a ativista yazidi Yazidie Nadia Murad.
Lusa

Centros de saúde abertos para passar atestados a eleitores que não podem votar sozinhos

Resultado de imagem para Centros de saúde abertos para passar atestados a eleitores que não podem votar sozinhos
Os centros de saúde vão estar abertos no domingo para emitir atestados médicos aos eleitores portadores de doença ou deficiência que necessitem de acompanhamento para poderem votar nas eleições legislativas, anunciou o Governo.Segundo informação publicada no Portal da Saúde, os centros de saúde vão estar abertos durante o período de funcionamento das assembleias de voto, entre as 08:00 e as 19:00.
De acordo com a Lei Eleitoral para a Assembleia da República, quando não se verifique a notoriedade da doença ou deficiência física, as mesas para as assembleias de voto podem exigir atestado comprovativo da impossibilidade de exercerem por si o direito de voto.
“Para que possam fazê-lo acompanhados de outro cidadão eleitor por si escolhido, que garanta a fidelidade de expressão do seu voto e que fica obrigado a absoluto sigilo”, estes eleitores devem ter um atestado comprovativo.
O atestado comprovativo da impossibilidade de votar sozinho tem de ser emitido pelo médico que exerça poderes de autoridade sanitária na área do município e autenticado com o selo do respetivo serviço, refere-se na nota divulgada no Portal da Saúde.
No caso de o eleitor não ter este atestado médico, poderá obtê-lo dirigindo-se ao centro de saúde.
A lista dos centros de saúde que vão estar abertos no dia da eleição está publicada no ‘site’ da Comissão Nacional de Eleições (www.cne.pt/).
Mais de 10,8 milhões de eleitores recenseados no território nacional e no estrangeiro são chamados no domingo às urnas para escolher a constituição da Assembleia da República na próxima legislatura e de onde sairá o novo Governo.
Os portugueses vão eleger 230 deputados, divididos por 22 círculos (18 no Continente, dois nas regiões autónomas e círculos da emigração — Europa e Fora da Europa).
Lusa