terça-feira, 1 de setembro de 2020

Proprietários de imóveis podem começar hoje a pagar o Adicional ao IMI

O prazo para os proprietários de imóveis pagarem o Adicional ao Imposto Municipal sobre os Imóveis (AIMI) começa hoje, indo até ao final de setembro.

O Adicional ao IMI é pago de uma única vez durante o mês de setembro, sendo calculado anualmente pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) com base no valor patrimonial tributário (VPT) dos prédios que constem das matrizes em 01 de janeiro do ano a que o imposto respeita.
As regras em vigor determinam a exclusão do valor tributável sujeito ao AIMI os prédios que no ano anterior tenham estado isentos ou não sujeitos a tributação em IMI, os prédios que se destinem exclusivamente à construção de habitação social ou a custos controlados e que sejam propriedade de cooperativas de habitação e construção ou associações de moradores ou ainda os imóveis ou partes de imóveis urbanos detidos por este tipo de titulares.
O AIMI contempla taxas de imposto distintas consoante o proprietário seja uma empresa ou um particular.
No caso das empresas, é aplicada uma taxa de 0,4% sobre a totalidade do valor patrimonial dos prédios urbanos habitacionais e dos terrenos para construção. Já os prédios urbanos classificados como "comerciais, industriais ou para serviços" e "outros não são tributados.
No que diz respeito aos contribuintes particulares, o AIMI compreende três escalões de taxas: uma taxa de 0,7% sobre o valor patrimonial dos imóveis que exceda os 600 mil euros, outra de 1% quando o valor ultrapassa um milhão de euros, e uma terceira de 1,5% para os valores acima dos dois milhões de euros. Estes valores duplicam caso haja opção pela tributação em conjunto.
O novo escalão do AIMI, para casas de valor mais elevado, foi criado no Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), tendo sido contemplado em 331 liquidações emitidas no ano passado, segundo dados então facultados à Lusa pelo Ministério das Finanças.
De acordo com as Estatísticas da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), o Adicional ao IMI gerou uma receita de 131,37 milhões de euros em 2017 e de 139,7 milhões de euros em 2018, tendo atingido os 151,56 milhões de euros em 2019.
A receita do Adicional ao IMI está consignada ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social.
As regras do imposto determinam que os casais e unidos de factos podem ser tributados em conjunto, o que lhes permite duplicar o valor isento, sendo que, havendo esta opção pela tributação conjunta, ela mantém-se válida até os elementos do casal entregarem uma declaração em contrário.
Já os beneficiários de heranças indivisas têm todos os anos de entregar uma declaração onde indicam se querem que a herança seja tributada como um todo ou com base na quota-parte de cada herdeiro, ainda que possam mais tarde alterar esta opção.
A legislação que enquadra o AIMI permite que, depois de terminado o prazo para o pagamento do imposto, os contribuintes possam corrigir as opções efetuadas de tributação em conjunto ou em separado (casais e unidos de facto) pela herança no seu todo ou pela quota-parte (herdeiros), dispondo de 120 dias para o fazer.
Lusa

Piscinas de Vagos reabrem nesta terça-feira

A Piscina Municipal de Vagos reabre ao público neste dia 1 de Setembro, numa primeira fase apenas com regime livre.

O acesso ao regime livre será feito por turnos e no cumprimento das orientações da Direção-Geral da Saúde, carecendo de inscrição prévia obrigatória por e-mail para piscina@cm-vagos.pt ou por telefone para o número 234 799 604.

O regime livre funcionará de segunda a sexta-feira, das 15h30 às 20h00 e aos sábados, das 9h30 às 12h30 e das 15h00 às 18h00, apenas na Piscina de Vagos. As marcações poderão ser feitas para o próprio dia ou para o dia seguinte.

Para o acesso à instalação é obrigatório o uso de máscara, sendo ainda obrigatório o uso de óculos de natação durante a prática desportiva. A utilização de chuveiros está interdita.

O início das atividades da Escola Municipal de Natação está previsto para o dia 14 de setembro, encontrando-se atualmente a decorrer o período de pré-inscrições para alunos da escola municipal de natação na época passada e também para novos alunos.

Conheça os novos equipamentos da seleção campeã da Europa

A Seleção Nacional é homenageada em 2020 com uma coleção condizente com seu estatuto de campeã.

O tradicional equipamento principal vermelho e verde ganha agora novos detalhes em dourado, para criar um visual digno da conquista europeia em 2016.
A gola dobrável dá à nova camisola do equipamento principal um toque refinado, assim como as listas vermelhas, verdes e pretas na gola e nas mangas. O dourado é também presença de destaque em alguns detalhes como é o caso da numeração das camisolas, do emblema e da letra ‘P’, impressa no interior.
Os calções verdes estão de regresso pela primeira vez desde 2004 – o ano em que o capitão da Seleção Nacional, Cristiano Ronaldo, fez a sua estreia nas finais europeias – enquanto as meias vermelhas têm uma lista a combinar com o acabamento da camisola.
Já o equipamento alternativo está agora no centro das atenções e destaca-se de todas as coleções anteriores. Ao azul turquesa utilizado no equipamento alternativo de 2016, juntam-se as riscas horizontais vermelhas, verdes e pretas da camisola de treino de 2018, com calções e meias no mesmo esquema de cores.
A mais baixa das três listas flui por toda a parte de trás do equipamento, enquanto o rebordo preto das mangas e as listas laterais enquadram o design na perfeição. Os calções e meias de cor azul turquesa completam o look, com as meias exibindo também elas uma faixa colorida.

Cristiano Ronaldo e Jéssica Silva mostram novos equipamentos

Cristiano Ronaldo e Jéssica Silva revelaram os novos equipamentos da Seleção Nacional com a colaboração de alguns jovens futebolistas. Os internacionais portugueses juntaram-se aos treinadores de futebol de rua Aurio ‘Puma’ Castro e Gonçalo Santos, bem como à compositora e intérprete Cintia Nicole e a um elenco de jovens jogadores para exibir as novas camisolas e celebrar o amor de Portugal pelo futebol.


“Tanto o equipamento principal, como o alternativo e a camisola de aquecimento, estão fantásticos,” diz Ronaldo. “Há algum tempo que não tínhamos calções verdes e é bom vê-los de volta mais uma vez. O equipamento alternativo, em particular, é muito bonito e tem imenso estilo.”
Outro dos destaques desta coleção é a camisola de aquecimento, apresentada em preto e vermelho com um relevo do brasão da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) impresso em toda a sua área.
”O equipamento principal é digno de uma equipa de campeões, enquanto o alternativo demonstra talento, confiança e estilo – atributos que abundam nesta equipa” afirma Scott Munson, VP, Nike Football Apparel.
Nuno Moura, Diretor de Marketing da Federação Portuguesa de Futebol, revelou que os jogadores da Seleção Nacional “estão apaixonados pela nova coleção de Portugal. Esta parceria de mais de 20 anos com a Nike teve vários momentos históricos. Portugal foi a primeira equipa da Nike a conquistar o título europeu e também a Liga das Nações. Esperamos que estes novos equipamentos deslumbrantes nos tragam mais vitórias e conquistas sem precedentes."

Coleção feita de plástico reciclado

A coleção da equipa portuguesa foi fabricada a partir de poliéster 100% reciclado, proveniente de garrafas de plástico também elas recicladas, o que permitiu criar equipamentos que garantem o máximo desempenho com um menor impacto no ambiente.
Desde 2010, a Nike tem vindo a utilizar poliéster reciclado para produzir equipamentos de futebol. Até agora já foram retiradas de aterros mais de 7,5 mil milhões de garrafas de plástico.

Disponíveis em PortugalStore.fpf.pt

Os equipamentos principal e alternativo da seleção portuguesa estão disponíveis em PortugalStore.fpf.pt a partir deste 1 de setembro e a coleção completa a partir de 4 de setembro na loja da FPF.
Jornal Mira Online com FPF

Facebook ameaça bloquear serviço na Austrália contra lei de compensações

A plataforma digital Facebook ameaçou bloquear publicações e utilizadores australianos como reação contra medidas que visam a compensação a órgãos de comunicação social australianos pela partilha de notícias na rede social. 

A empresa norte-americana Facebook refere que está a ser alvo de uma medida de força que visa o pagamento "arbitrário" pelo uso de "quantidades ilimitadas de informações", acrescentando que se trata apenas de uma pequena parte do serviço da rede social.
As medidas propostas por Camberra forçam a plataforma digital Facebook a retirar os textos das notícias "completamente" ou, caso contrário, as publicações passam a cobrar pelos conteúdos à empresa norte-americana.
"Nenhum negócio pode funcionar desta maneira", escreveu Will Easton, responsável pela gestão do Facebook na Austrália e na Nova Zelândia.
Entretanto, o motor de busca Google indicou numa carta aberta que a medida proposta pelas autoridades australianas são "uma ameaça às liberdades individuais" e ameaça restringir as buscas de vídeos através da rede social YouTube aos utilizadores australianos.
Josh Frydenberg, ministro do Tesouro do governo da Austrália disse que a legislação que foi anunciada vai "criar condições para a sustentabilidade dos media conseguindo pagamentos pelos conteúdos originais".
"A Austrália legisla de acordo com os interesses nacionais. Nós não respondemos à coação, venha de onde vier", disse Frydenberg referindo-se às ameaças sobre os eventuais bloqueios anunciados pela rede social Facebook.
O projeto de lei australiano sobre compensações a órgãos de comunicação social foi tornada pública em julho, sendo que a discussão pública terminou na semana passada.
Frydenberg disse ainda que espera que o Parlamento venha a aprovar a lei até ao final do ano.
Lusa

Auditoria revela perdas de 4.042 ME no Novo Banco e Governo envia relatório para PGR

A auditoria externa ao BES e ao Novo Banco revelou hoje perdas líquidas de 4.042 milhões de euros no Novo Banco e, segundo o Governo, o "relatório descreve um conjunto de insuficiências e deficiências graves" até 2014.

"O relatório descreve um conjunto de insuficiências e deficiências graves de controlo interno no período de atividade até 2014 do Banco Espírito Santo no processo de concessão e acompanhamento do crédito, bem como relativamente ao investimento noutros ativos financeiros e imobiliários", de acordo com o comunicado, divulgado esta madrugada, pelo Ministério das Finanças.
Devido à grande abrangência temporal, "que incide sobre um período muito alargado da atividade do Banco Espírito Santo até 2014 relativamente ao qual estão em curso processos criminais, e à necessidade de salvaguarda dos interesses financeiros do Estado, o relatório será remetido pelo Governo à Procuradoria-Geral da República considerando as competências constitucionais e legais do Ministério Público", indicou o Governo português.
O relatório, elaborado pela empresa de auditoria Deloitte e entregue hoje ao Governo, analisou atos de gestão no Banco Espírito Santo e no Novo Banco, desde 01 de janeiro de 2000 até 31 de dezembro de 2018, e incidiu sobre "283 operações que integram o objeto da auditoria, abrangendo, portanto, quer o período de atividade do Banco Espírito Santo, quer o período de atividade do Novo Banco".
Este conjunto de operações originaram perdas de 4.042 milhões de euros para o Novo Banco entre 04 de agosto de 2014 (um dia após a resolução do BES) e 31 de dezembro de 2018.
"O relatório da auditoria especial evidencia que as perdas incorridas pelo Novo Banco decorreram fundamentalmente de exposições a ativos que tiveram origem no período de atividade do Banco Espírito Santo e que foram transferidos para o Novo Banco no âmbito da resolução", acrescentou.
O Ministério das Finanças indicou ainda ter remetido o relatório à Assembleia da República, bem como ao Banco Central Europeu, ao Banco de Portugal, ao Fundo de Resolução, à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões e à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.
"O relatório da auditoria especial é extenso e exigirá uma análise técnica cuidada, objetiva e responsável por parte de todos aqueles a quem foi enviado", observou o Governo português, acrescentando ser "imprescindível que sejam desenvolvidas, por todos os intervenientes, todas as ações necessárias para assegurar a rápida e integral correção das questões identificadas no relatório da auditoria especial".
Ainda na mesma nota, o Ministério das Finanças reiterou a "importância do integral cumprimento dos compromissos contratualmente assumidos, designadamente perante o Fundo de Resolução".
Lusa

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

O Pintor José Malhoa n’A Nossa História em Chão de Couce


Foi com o Mestre Malhoa que o Município de Ansião levou “A Nossa História” a Chão de Couce. 
A 2.ª edição desta atividade decorreu na passada sexta-feira, dia 28 de agosto, no Salão do Centro de Bem Estar Infantil, onde os participantes foram recebidos pelos Violinos do Oriente, através da classe adulta da Fundação Oriente, sob a batuta da professora Rita Mendes, com ascendência na freguesia de Pousaflores e atualmente a residir no concelho. 

O Pintor José Malhoa foi apresentado pela Curadora do Museu Nacional de Arte Contemporânea, Maria de Aires Silveira, que abordou a vida e obra do pintor, a forma como as paisagens e as gentes da região influenciaram o trabalho do mestre, mas também as influências e histórias que deixou na região, de forma particular em Chão de Couce, através do seu último trabalho de referência – O Retábulo a Nossa Senhora da Consolação, que se encontra no altar-mor da Igreja Matriz de Chão de Couce, inaugurado no dia 10 de setembro de 1933, ano do seu falecimento. 

Da plateia surgiram também relatos das histórias contadas e perpetuadas pela passagem do tempo na memória das pessoas, das vivências, dos contactos estabelecidos entre os trabalhadores do campo e o artista, cuja simpatia e amabilidade contribuíram para que o Mestre tivesse o repouso e o deleite que necessitava, bem como a inspiração para muitas das suas obras. 

A finalizar este encontro com a História de Chão de Couce, foi realizada uma visita ao Retábulo de Malhoa, na Igreja Paroquial de Chão de Couce, instituição à qual o município agradece todo o apoio no âmbito da realização do evento.

México | La Nube, El Entorno Favorable Para La Analítica


por Yesica Flores
En el mundo de negocios actual, las empresas necesitan operar con gran agilidad, innovar y ser resilientes, así como contar con un entorno de TI capaz de adecuarse a las demandas del mercado y del propio crecimiento del negocio.
Dicha capacidad de respuesta puede verse un tanto frenada si una organización ejecuta sus aplicaciones internamente a pesar de poseer una gran cantidad de recursos en hardware, software e infraestructura. Todo esto puede ser costoso y complejo mantener, y requiere actualizaciones regulares, así como asesoría técnica especializada y dedicada.
Ante este escenario, la nube se está consolidando como una alternativa cada vez más viable para crecer y prosperar, además de contar con la flexibilidad necesaria para adaptarse lo más rápidamente posible a las condiciones imperantes en el mercado, influenciada directamente por factores económicos, sociales, políticos e incluso sanitarios.
Hoy, las empresas de prácticamente todas las industrias están migrando aplicaciones, cargas de trabajo y procesos a la nube, y la analítica no está siendo la excepción. De acuerdo con IDC, la nube ya es el modelo de implementación preferido para las aplicaciones empresariales. Las organizaciones están utilizándola para optimizar sus operaciones y desarrollar resiliencia gracias a su alta disponibilidad y beneficios para la continuidad del negocio.
Migrar la analítica a la nube puede abrir la puerta a capacidades poderosas como resolver los problemas más intrincados, tomar las mejores decisiones posibles y descubrir oportunidades que de otro modo pasarían desapercibidas. Específicamente, son tres los principales beneficios:
• Mayor agilidad. Al tener la agilidad de aumentar o reducir las capacidades analíticas de acuerdo con las necesidades, una empresa puede responder y adaptarse con más rapidez.
• Mayor innovación. La flexibilidad que ofrece la nube permite actuar de inmediato, fallar rápido, y compartir conocimientos y nuevas habilidades entre diferentes grupos de analistas.
• Menores costos. Al llevar los servicios de infraestructura a un modelo de pago por uso, es posible recortar los costos de mantenerlos al interior de la empresa alrededor hasta una tercera parte.
Evidentemente, aún existe cierto debate respecto a llevar las aplicaciones críticas a la nube o dejarlas on-premise debido a aspectos como regulaciones, conectividad y velocidad de las redes, así como la seguridad. No obstante, a medida que las organizaciones van teniendo más experiencia en ejecutar sus aplicaciones desde la nube y se dan cuenta de que la seguridad sigue robusteciéndose, su confianza se incrementa.
Otra consideración es, asimismo, de qué manera se lleva a cabo un movimiento de tal magnitud e importancia. En SAS hemos identificado una serie de modelos específicos que podrían servir como guía, y para lo cual trabajamos de forma coordinada con las empresas que han iniciado el trayecto.
Por un lado, está la opción de trasladar las aplicaciones ‘tal cual’ de los sistemas empresariales a un servicio de nube, con la certeza de que seguirán operando y desempeñándose de manera óptima.
Un segundo modelo es hacer los cambios necesarios a las aplicaciones para que mejoren su desempeño en la nube; esto es, replantearlas de una plataforma a otra, conservando su capacidad y funcionalidad originales.
Finalmente, la aplicación se recrea o se reescribe en la nueva plataforma nativa a fin de garantizar que cumpla con las especificaciones y propósito para el cual fue implementada por el negocio en primer lugar.
Es importante enfatizar que el punto de inicio para migrar la analítica a la nube es identificar con qué recursos analíticos se cuenta actualmente y hacer un inventario completo de los datos, programas y usuarios.
Al hacer un buen manejo de los datos y el uso que se hace de ellos, así como tener una buena disciplina respecto a la gestión de modelos analíticos, es posible determinar mejor cómo dar formato, migrar y acceder a esos datos en la nube.
SAS ha acompañado a sus clientes en su trayecto hacia la nube en los años recientes, y reafirma su compromiso al no solamente brindarles agilidad y conveniencia, sino también para poner a su alcance soluciones de inteligencia artificial (IA) y machine learning (ML) entre otras innovaciones que potencian aún más el poder de la analítica.
Sin duda, SAS, en colaboración con proveedores de servicios cloud líderes, sus expertos y visionarios, escribirá un nuevo capítulo en la historia de la innovación y la transformación digital de las organizaciones.  
Por Héctor Cobo, Director Regional SAS México, Caribe y Centroamérica