sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

Crédito Agrícola lança campanha CA Agricultura com soluções para Agricultores e Empresas Agro-alimentares

 O Crédito Agrícola lança a campanha CA Agricultura com soluções para apoiar a agricultura de precisão com foco no crescimento dos resultados. Com o claim “Investimos no Agronegócio por um bem maior” a campanha vai decorrer até ao dia 31 de Março.
A campanha CA Agricultura é dirigida a todas as Empresas e ENI do segmento agricultura, agro-indústria e florestas que necessitam de soluções financeiras para a actividade corrente de fundo de maneio e para investimentos de médio e longo prazo nas explorações agrícolas que pretendem implementar projectos de carácter agronómico estruturante.
Os Clientes que contratem e/ou subscrevam um produto em Campanha poderão ter acesso gratuito, versão Pro, por tempo limitado a algumas das aplicações / apps (“Clima”, “Rega”, “Actividades de Campo” e “Custos”) disponibilizadas em www.wisecrop.com, resultante da parceria com a Wisecrop para a área da gestão das explorações agrícolas, potenciando a rentabilidade e dando um contributo significativo para a digitalização do sector.
Entre as soluções de financiamento destaque para o crédito à tesouraria, para fazer face às necessidades do dia-a-dia, e para o crédito ao investimento que permite o financiamento, de médio e longo prazo, para a aquisição de explorações agrícolas, de equipamentos, de efectivos pecuários e de factores de produção, destinados à normal actividade das Empresas e dos Agricultores. De realçar ainda soluções de apoio ao negócio internacional, com acesso a crédito à produção para internacionalização, linha de crédito de apoio à promoção da internacionalização do negócio e crédito a empresas exportadoras do sector.
Estão também disponíveis soluções de leasing mobiliário – viaturas automóveis e máquinas agrícolas –, leasing imobiliário – explorações agrícolas, instalação de agro-indústrias, armazéns, escritórios e espaços comerciais – e linhas de crédito protocoladas, com acesso a condições previstas nos protocolos de financiamento estabelecidas entre o Crédito Agrícola, o Fundo Europeu de Investimentos (FEI) e as Sociedades de Garantia Mútua (SGM) destinadas ao sector e à promoção de medidas de eco-eficiência.
Nas ofertas da gestão do dia-a-dia, o Crédito Agrícola disponibiliza a Conta Depósitos à Ordem Empresas, os Cartões Visa Electron, os Cartões de Crédito CA Agricultura e Cartões Clube A, o Cartão CA Buffet e o acesso Online Empresas. E nas soluções de protecção estão os Seguros Não Vida, onde se incluem o CA Tractores e Máquinas Agrícolas e CA CliniCard, e os Seguros Vida, onde se incluem o CA Empresa Viva e CA Corporate.
Estas soluções destinadas a Agricultores e Empresas Agro-alimentares do Crédito Agrícola visam também apoiar os projectos no âmbito do PRR e do Portugal 2030 com linhas próprias de Antecipação de Incentivos, Financiamento Complementar e de Garantia ao promotor.
Toda a informação sobre a campanha CA Agricultura, pode ser consultada em creditoagricola.pt ou nas agências do Crédito Agrícola.

Apreendida mais de uma tonelada de pescado fresco na Gafanha da Nazaré

 
O Subdestacamento de Controlo Costeiro de Aveiro, no dia 1 de fevereiro, apreendeu 1001 quilos de diversas espécies de pescado fresco, na Gafanha da Nazaré.
No âmbito de uma operação destinada ao controlo do cumprimento das normas que regem a captura, descarga e o transporte de pescado fresco, os militares da Guarda abordaram uma viatura que fazia o transporte de diverso pescado sem se fazer acompanhar dos documentos de transporte correspondentes. Após uma análise da carga, os militares confirmaram a presença de pescado que não tinha sido sujeito ao regime de primeira venda em lota, com um valor de 10 106 euros.
No decorrer da ação foi identificado o condutor da viatura, um homem de 54 anos, e elaborado o respetivo auto de contraordenação cuja coima pode ascender aos 125 000 euros.
O pescado apreendido foi entregue à lota de Aveiro, para ser sujeito ao regime de primeira venda em leilão.
A GNR lembra que para garantir a sustentabilidade das espécies é imprescindível respeitar a estrutura, produtividade, função e diversidade dos ecossistemas marinhos e habitats, minimizando os impactos sobre as espécies.

Bolsonaro terá tentado convencer senador a participar em golpe no Brasil

Marcos da Val, senador brasileiro, comunicou que vai renunciar ao cargo. Além disso, revelou que o ex-Presidente brasileiro o pressionou para que participasse num golpe, de forma a continuar no poder.
O senador brasileiro Marcos do Val anunciou esta quinta-feira a sua renúncia ao mandato parlamentar na câmara alta do Congresso brasileiro e disse que o ex-Presidente Jair Bolsonaro tentou coagi-lo a participar num golpe para permanecer no poder.
Eu ficava puto [irritado] quando me chamavam de 'bolsonarista'. Vocês me esperem que vou soltar uma bomba. Sexta-feira vai sair na Veja a tentativa de Bolsonaro de me coagir para que eu pudesse dar um golpe de Estado junto com ele, só para vocês terem ideia. E é lógico que eu denunciei", disse o senador numa transmissão ao vivo em que discutia com membros do Movimento Brasil Livre (MBL).
O MBL é um grupo que defende temas da extrema-direita e que atuou fortemente da destituição da ex-presidente Dilma Rousseff. O grupo é composto por parlamentares e influenciadores que tentam posicionar-se como expoentes da direita contra o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva.
Marcos do Val, eleito em 2018 com 863 mil votos para um mandato de oito anos até 2027, disse que irá renunciar ao seu mandato de senador numa publicação no Instagram e não deu mais detalhes nas redes sociais sobre o que teria sido essa pressão do ex-presidente para dar um golpe, mas a revista Veja adiantou a publicação das informações que sairiam na sexta-feira.
Segundo a revista brasileira, um conjunto de mensagens a que teve acesso mostrou que 21 dias antes de terminar o seu Governo o ex-presidente Jair Bolsonaro terá elaborado um plano com o apoio de um grupo restrito de aliados para tentar reverter a sua derrota eleitoral.
A revista informou que o plano se baseava no aliciamento de alguém de confiança para se aproximar do juiz do Supremo Tribunal Federal (STF) e Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Alexandre de Moraes e gravar as conversas do magistrado com o intuito de captar algo comprometedor que pudesse ser usado como argumento para prendê-lo e invalidar a eleição.
A publicação acrescentou que a gravação, caso fosse obtida, seria usada para desencadear uma série de medidas que atirariam o país numa confusão institucional sem precedentes e possibilitaria uma intervenção de Bolsonaro para se manter no poder.
Além do senador Marcos do Val, o ex-deputado 'bolsonarista' Daniel Silveira, preso na manhã de hoje por desobedecer a ordens judiciais, também terá tido conhecimento do plano.
A revista informou que Silveira foi quem procurou o senador e lhe contou o plano para tentar anular as eleições e também marcou um encontro secreto dos dois com Bolsonaro no Palácio da Alvorada.
Segundo a reportagem, Marcos do Val quis saber como o plano seria colocado em prática e Bolsonaro ter-lhe-ia dito que já tinha acertado com o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), órgão responsável pela segurança do Presidente, que daria o suporte técnico à operação de gravação fornecendo os equipamentos de espionagem necessários.
O senador foi escolhido porque era forte aliado de Bolsonaro e conhecia o juiz do STF há mais de uma década, mas afirmou que se assustou com o plano e contou tudo o que lhe fora proposto a Moraes depois do alegado encontro com Bolsonaro.
Segundo informações dos 'media' locais, a Polícia Federal deverá intimar o senador Marcos do Val na condição de testemunha a depor na investigação aberta para apurar os ataques ocorridos após a segunda volta das eleições presidenciais, que culminaram nas invasões e vandalismo provocados por milhares de 'bolsonaristas' nos edifícios dos três poderes em 08 de janeiro, em Brasília, a capital do país.

SIC Notícias

Apreendidos 8.600 quilos de haxixe em embarcações a sul de Portugal

A  Marinha, a Força Aérea, a Autoridade Marítima e a Polícia Judiciária desenvolveram uma operação em águas internacionais a sul de Portugal, que resultou na identificação e apreensão de duas embarcações de alta velocidade e equipadas com motores de elevada potência, suspeitas de transportarem estupefacientes.
Numa missão de rotina de patrulhamento marítimo da Força Aérea, na qual foram monitorizados movimentos suspeitos das embarcações, foi concretizada uma operação de abordagem em águas internacionais, visando as embarcações que se encontravam juntas, a cerca de 70 milhas náuticas a sul de território continental.
A bem-sucedida abordagem efetuada pelos meios da Marinha operada por fuzileiros, permitiu a interceção, a detenção dos tripulantes e apreensão do produto estupefaciente, haxixe.
As embarcações foram conduzidas para o porto de Faro, local mais próximo da abordagem, a fim de se efetuarem as subsequentes diligências de investigação.
Desta ação, resultou a apreensão de cerca de 8600 Kg de haxixe.
Foram detidos 8 indivíduos do sexo masculino com idade compreendidas entre 34 e os 40 anos de idade.
A investigação prossegue a cargo da Polícia Judiciária

PJ efetua detenção por abuso sexual de crianças e pornografia de menores

Os factos verificaram-se no concelho de Setúbal
A Polícia Judiciária, através do DIC de Setúbal, localizou, identificou e deteve, fora de flagrante delito, um homem de 19 anos, por sobre ele recaírem fortes indícios da prática de dois crimes de abuso sexual de crianças, sendo vitima, individuo do sexo feminino de 13 anos.
A primeira situação ocorreu no passado mês de dezembro, quando o ora detido aliciou a menor, através de uma rede social, a encontrar-se com ele na porta da escola que esta frequentava, e a ter convencido a deslocar-se a um sitio ermo onde consumou o ato sexual.
A segunda situação, verificou-se já no decurso do mês de janeiro.
Das diligencias realizadas apurou-se ainda, que o ora detido era interveniente em outros inquéritos crimes, a correr termos nesta Policia, nos quais, através das redes sociais, solicitava a menores o envio de “nudes”.
O ora detido será presente a presente a primeiro interrogatório judicial, para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.
A Policia Judiciaria irá prosseguir a investigação visando apurar o envolvimento do ora detido em outros ilícitos criminais.

Redução de jovens poderá levar ao fim ou fusão de instituições no superior

 
O presidente da comissão de avaliação do Ensino Superior alertou para o possível desaparecimento de algumas instituições e necessidade de fusão de outras, tendo em conta as previsões de redução drástica de alunos.
Dentro de uma década, os jovens na zona de Porto serão menos 26% do que eram em 2020 e na Madeira serão menos 30%, segundo dados da OCDE que preocupam o presidente da comissão independente recém-criada para avaliar o Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior (RJIES).
Em entrevista à Lusa, Alberto Amaral disse que “há um problema muito complicado de demografia” que irá afetar a atual rede de Instituições de Ensino Superior (IES), prevendo-se o “fecho ou a fusão de algumas instituições”.
Alberto Amaral explicou que o trabalho da comissão ainda está numa fase inicial e que, neste momento, só é possível fazer “futurologia” sobre as propostas que irão estar no relatório, que será apresentado no final do ano.
Entre 2020 e 2035, haverá uma quebra na zona norte de 26% dos jovens entre os 18 e os 29 anos, ou seja, “cerca de um quarto dos jovens desaparece”, alertou Alberto Amaral, acrescentando que os estudantes estrangeiros não serão suficientes para colmatar esta diminuição.
Na Madeira serão menos 30%, segundo a OCDE, que prevê uma redução na ordem dos 14% a 15% para o centro do país. As exceções serão Lisboa e Algarve, onde haverá “um ligeiro aumento” de jovens.
“Tudo isto vai refletir-se num problema muito complicado que é o da rede do Ensino Superior. Haverá provavelmente um maior esvaziamento no interior”, salientou o responsável, acrescentando que o ensino privado será o mais afetado, porque é “mais caro e com menos prestígio”.
Mas, alertou, “onde não houver privado, irá afetar diretamente o público”, podendo ocorrer “fechos ou fusão de instituições”.
Salientando tratar-se de um mero exercício de futurologia, Alberto Amaral admitiu fusões no interior do país, por exemplo, entre os politécnicos de Beja, Portalegre e Évora.
Nas propostas de alteração do RJIES, a comissão poderá vir a sugerir ao Governo – “a quem cabe decidir” - um número mínimo de alunos por instituição ou um determinado número de doutoramentos, exemplificou.
Alberto Amaral lembrou o caso australiano, onde o Governo decidiu deixar de financiar instituições que tivessem menos de dois mil alunos, levando a várias fusões: “O ministro disse que tinham que se casar, mas não disse com quem”, afirmou.
A comissão iniciou agora um conjunto de conferências e debates para ouvir a comunidade: A proposta da comissão “será uma interpretação daquilo que é sentido pelas pessoas, nomeadamente dos académicos e pessoas que estão no ensino superior e não, propriamente, uma posição da comissão”, explicou.
Hoje começa a conferência internacional “Autonomia e Governo no Ensino Superior”, na Academia das Ciências de Lisboa, organizada pela Edulog - iniciativa da Fundação Belmiro de Azevedo.
O primeiro dia será para olhar para o que se faz lá fora, com a presença de vários especialistas estrangeiros, e na sexta-feira debate-se a situação nacional.
Um dos temas será a forma de gestão das instituições superiores, acrescentou Alberto Amaral, explicando que o primeiro conferencista é um professor americano que vai mostrar que “nas grandes Universidades de investigação a Colegialidade se manteve”.
“O ‘board’, que é o órgão de topo, dedica-se a arranjar dinheiro e assegurar financiamento da instituição. Tudo o que é de natureza académica - como as decisões sobre cursos, promoção de professores, contratação de docentes ou a investigação - está na mão dos académicos”, contou Alberto Amaral.
Nesta “governança compartilhada em que as funções estão bem definidas”, há debates entre o ‘board’ e os académicos sobre questões como a distribuição interna do financiamento, “mas o ‘board’ não se intromete nas decisões correntes e diárias da instituição, como acontece nos nossos conselhos gerais”.
Nas instituições portuguesas existe um Conselho Geral que “pode intervir de maneira muito mais intrusiva, do que acontece com os boards americano”, acrescentou, sublinhando que a comissão vai esperar pelo que as pessoas vão dizer no inquérito nacional para depois tomar uma posição sobre esta matéria.
Durante o dia, serão também debatidas as mudanças sentidas nos últimos anos a nível europeu, as consequências da gestão pública no ensino superior e a participação de alunos nas universidades.
“O abuso dos docentes convidados, nomeadamente no início de carreira” é outra das realidades que preocupa a comissão.

Madremedia/Lusa

Deputados aprovam pedidos de baixas até três dias através do SNS24

Os deputados aprovaram hoje uma proposta do PS que possibilita que as baixas de até três dias possam ser passadas pelo serviço digital SNS24, mediante autodeclaração de doença, com limite de duas por ano.
A proposta foi aprovada com os votos a favor do PS e do BE e a abstenção do PSD e do PCP, no grupo de trabalho sobre alterações à legislação laboral no âmbito da Agenda do Trabalho Digno, cuja conclusão dos trabalhos voltou a ser adiada para sexta-feira.
"A prova da situação de doença do trabalhador é feita por declaração de estabelecimento hospitalar, ou centro de saúde, ou serviço digital do Serviço Nacional de Saúde, ou serviço digital dos Serviços Regionais de Saúde das Regiões Autónomas, ou ainda por atestado médico", pode ler-se na proposta dos socialistas.
Segundo a proposta, "a declaração do serviço digital do Serviço Nacional de Saúde, ou do serviço digital dos Serviços Regionais de Saúde das Regiões Autónomas (...) é feita mediante autodeclaração de doença, sob compromisso de honra, que apenas pode ser emitida quando a situação de doença do trabalhador não exceder os três dias consecutivos, até ao limite de duas vezes por ano".
A votação desta proposta estava prevista para quarta-feira, mas foi adiada para a reunião de hoje do grupo de trabalho, depois de o PCP ter feito um pedido de adiamento potestativo que, por sua vez, levou ao adiamento da votação final global da proposta da Agenda do Trabalho Digno, que estava agendada inicialmente para sexta-feira.
Para o deputado do PCP Alfredo Maia, o objetivo do Governo e do PS "consiste em aliviar a pressão sobre o SNS, em concreto sobre os centros de saúde, iludindo aquele que é um problema real, que é a falta de médicos do SNS".
Francisco César, do PS, realçou que "esta não é uma matéria nova" e defendeu que a agilização das baixas por doença de até três dias "não traz prejuízos para ninguém", referindo a "dificuldade" que as pessoas têm quando necessitam de recorrer ao centro de saúde para pedir uma baixa.
Já o deputado do PSD Nuno Carvalho apresentou oralmente uma proposta para acrescentar uma norma para garantir que os serviços digitais do SNS ou das regiões autónomas "serão dotados dos meios materiais e humanos", no âmbito da nova medida, mas a proposta foi rejeitada com os votos contra do PS, abstenção do PCP e BE.
A proposta do Governo que altera a legislação laboral, no âmbito da Agenda do Trabalho Digno, foi aprovada na generalidade em julho e o início da discussão na especialidade arrancou em 29 de novembro, estando a entrada em vigor das novas regras laborais prevista para abril.

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